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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 56

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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 56

  1. 2. <ul><li>Esta série de espaços — Vila Balzac, Ramalhete, Paço de Celas — pode corresponder, pela mesma ordem, à série de personagens </li></ul><ul><li>a) Maria Monforte, Pedro da Maia, Carlos. </li></ul><ul><li>b) Jacob Cohen, Afonso, Carlos. </li></ul><ul><li>c) João da Ega, Maria Eduarda, Alencar. </li></ul><ul><li>d) Tancredo, Carlos da Maia, João da Ega. </li></ul>
  2. 4. <ul><li>Resumo </li></ul><ul><li>manter pessoa (não haver segundo nível narrativo [«o autor defende que»], não comentar, não alterar ideias) </li></ul><ul><li>seguir ordem (manter número de parágrafos; reduzi-los proporcionalmente) </li></ul>
  3. 5. <ul><li>manter registo do texto-fonte (mas sem repetir expressões longas ou frases inteiras) </li></ul><ul><li>reduzir [para cerca de 1/3 do texto-fonte] </li></ul>
  4. 6. <ul><li>estratégia para Resumo </li></ul><ul><li>ir passo a passo (parágrafo a parágrafo) </li></ul><ul><li>substituir conjuntos de hipónimos por hiperónimo </li></ul><ul><ul><li>«jogou no S. L. Benfica, no Sporting C. de Portugal, no C. F. «Os Belenenses»» / « jogou nos principais clubes de Lisboa » </li></ul></ul>
  5. 7. <ul><li>trocar perífrases pelo equivalente mais económico </li></ul><ul><ul><li>«O português recuperou vários decénios de atraso» / « O português modernizou-se » </li></ul></ul><ul><li>nominalizar orações substantivas </li></ul><ul><ul><li>«disse-se que Eça era muito influenciado pela língua francesa» / « alegou-se o seu galicismo » </li></ul></ul>
  6. 8. <ul><li>substituir orações relativas por adjectivos, particípios, gerúndios, etc. </li></ul><ul><ul><li>«Eça, que era hipocondríaco, ...» / « Hipocondríaco, Eça ... » </li></ul></ul><ul><li>substituir orações circunstanciais por complementos circunstanciais (modificadores) </li></ul><ul><ul><li>«sempre que havia chuva de manhã» / « em manhãs chuvosas » </li></ul></ul>
  7. 9. <ul><li>substituir alguns conectores por sinais de pontuação </li></ul><ul><ul><li>«morreu, porque já não tinha mais a acrescentar ao que já escrevera» / « morreu: nada lhe faltava escrever » </li></ul></ul><ul><li>anáforas (pronominalizações) </li></ul><ul><li>descartar exemplos, citações, trechos que estivessem entre parênteses no texto-fonte </li></ul>
  8. 10. <ul><li>anímico = ‘da alma ou a ela relativo’ </li></ul><ul><li>inerte = ‘que não tem movimento próprio’ </li></ul><ul><li>primacial = ‘principal’ </li></ul><ul><li>crivo = ‘peneira’ </li></ul><ul><li>sincretismo = ‘mistura confusa de doutrinas diferentes’ </li></ul><ul><li>sagaz = 'perspicaz' </li></ul><ul><li>antropomorfismo = ‘semelhança com o homem, do ponto de vista da forma’ </li></ul>
  9. 12. <ul><li>Eça recomendou a Oliveira Martins que, dos Maias , lesse as primeiras cem páginas, alguns episódios (as corridas, a ida a Sintra, o sarau literário, etc.) e pouco mais. </li></ul><ul><li>Mais do que o peso da Igreja, era o peso excessivo do Cristianismo que Eça contestava. </li></ul><ul><li>Nas obras de Eça, a influência da educação romântica nota-se ainda mais nos homens do que nas mulheres. </li></ul>
  10. 13. <ul><li>Isabel Pires de Lima concorda que Eça fosse misógino e admite que tratasse mais criticamente as mulheres do que os homens. </li></ul><ul><li>Eça de Queirós foi educado pelos avós e viveu sempre entre mulheres. </li></ul><ul><li>O pai de Eça era juiz, tendo trabalhado nos processos que envolveram Camilo Castelo Branco. </li></ul>
  11. 14. <ul><li>Eça de Queirós nasceu em Vila do Conde e foi baptizado na Póvoa de Varzim. </li></ul><ul><li>Nas obras de Eça há sobretudo famílias (e estruturadas convencionalmente). </li></ul><ul><li>Eça chegou a viver no Colégio da Lapa, onde conheceu Ramalho Ortigão, filho do director. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>Para Eça, o avô Queirós era uma figura tutelar. </li></ul><ul><li>Carlos da Maia integra traços de Eça, nomeadamente o seu gosto para a «cavaqueira». </li></ul><ul><li>Para Carlos Reis, nos Maias, Eça quer sobretudo contar a saga de uma família nobre. </li></ul>
  13. 16. <ul><li>Na época de Eça, a vida entre as classes burguesas estava condicionada pelo romantismo. </li></ul><ul><li>O grupo que se costuma designar «geração de 70» integrava António Feliciano de Castilho. </li></ul><ul><li>Bom Senso e Bom Gosto foi um panfleto escrito por Antero de Quental, em reacção a Castilho. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>Em Coimbra, Eça conviveu com Antero. </li></ul><ul><li>A Questão Coimbrã opôs Eça a Antero. </li></ul><ul><li>Faziam parte da «geração de 70», entre outros, Eça, Ramalho, Batalha Reis, Antero, Oliveira Martins. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>Eça foi o sócio n.º 9 do Grémio Literário, fundado por Garrett. </li></ul><ul><li>Eça viajou pelo Egipto e pela Palestina, ao serviço do jornal com que colaborava. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Faz o desafio 4 em http:// www.nescolas.dn.pt / . </li></ul>
  17. 21. <ul><li>Quem não tratou ainda do Egafilme deve ter em conta que não gostaria de dar muito mais tempo para esta tarefa, sendo aconselhável que a resolvam rapidamente. </li></ul><ul><li>Também a conclusão da leitura de Os Maias é aconselhável. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>Os que já têm estes dois encargos cumpridos poderiam ir decidindo, ou até começando, tarefa grande (= ler um livro). Da minha parte, tentarei explicitar em GdN que tipo de obra é recomendável. </li></ul>

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