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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 9-10

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Aula 9-10

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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 9-10

  1. 1. O título «A leitura no ecrã» remete para a) o modo como é representado o ato de ler nos ecrãs. b) a especificidade da leitura intermediada por dispositivos digitais. c) o processo usado na escrita para a net e em computadores. d) o mundo digital, com os seus ecrãs e conexões em rede. [Falta a referência ao tópico essencial, a leitura]
  2. 2. Nas ll. 1-9, defende-se que o mundo digital a) não alterou o essencial do processo de leitura tradicional. b) desenhou um novo panorama que trará mais vantagens do que desvantagens. c) alterou, para melhor, o modo como lemos. d) exige que reaprendamos a ler.
  3. 3. O mundo digital, com os seus ecrãs e as ligações em rede, veio criar uma nova forma de ler que é diferente da dos livros e jornais em papel. Perante o novo paradigma, surge toda uma cultura e um con-junto de competências que urge aprender, com muitas potencialida-des e desvantagens à mistura.
  4. 4. O sujeito de «criou» (l. 14) é a) «a era da internet» (l. 10). b) «essa realidade em mente» (ll. 11-12). c) «ambiente» (l. 13). d) «uma estratégia para ler» (l. 13).
  5. 5. É inegável que a era da internet veio mesmo para ficar, e é com essa reali-dade em mente que se tenta delinear uma estratégia para ler no ambiente [complemento direto] que criou. A era da internet criou o ambiente
  6. 6. A «ecranização» (ll. 21-22) é a) o predomínio crescente de tecnologias que usam ecrãs. b) o crescimento do número de salas de cinema disponíveis em espaços comerciais. c) a aposta cada vez mais significativa na leitura através de ecrãs. d) o incremento do uso de protetores solares ditos de «ecrã total».
  7. 7. Tal como referem os sociólogos Gustavo Cardoso e Tiago Lima Quintanilha, em A sociedade dos ecrãs (2013), ao mesmo tempo que existe uma aposta cada vez maior em tecnologias assentes em ecrãs, vemos também uma tendên-cia para os processos e ferramentas de mediação dependerem dessa «ecranização», sendo ambos um «resultado do crescimento sustentado do modelo Web».
  8. 8. A palavra «ambos» (l. 22) substitui (ou, dito de outro modo, tem como referente) a) «os processos e ferramentas de mediação» e «essa “ecranização”» (ll. 20- 22). [3; ambos = 2] b) «Gustavo Cardoso e Tiago Lima Quintanilha» (ll. 15-16). c) «uma aposta [até] dessa “ecranização”» (ll. 17-22). [uma aposta + uma tendência = ambas] d) «os processos e ferramentas de
  9. 9. Tal como referem os sociólogos Gustavo Cardoso e Tiago Lima Quintanilha, em A sociedade dos ecrãs (2013), ao mesmo tempo que existe uma aposta cada vez maior em tecnologias assentes em ecrãs, vemos também uma tendên-cia para os processos e ferramentas de mediação dependerem dessa «ecranização», sendo ambos um «resultado do crescimento sustentado do modelo Web».
  10. 10. A experiência de leitura em ecrã ligado à net (ll. 24-32) é diferente da leitura tradicional por a) o leitor também [poder] produzir e publicar conteúdos. b) ser multimédia, interativa, hiperligada. c) evitar que pisemos estúpidos cocós de cão. d) poder ser interativa, poder aproveitar vários média, usar suporte «lincável».
  11. 11. Basicamente, um ecrã que esteja ligado à rede propicia uma experiência de leitura que recorre ao multimédia, à interatividade e à existência de hiperligações. Com o advento da Web 2.0, a norma passa igualmente por ter o leitor a produzir e a publicar conteúdos, seja na blogosfera, nas redes sociais ou atra-vés de website que tenha criado.
  12. 12. A Web 2.0 (ll. 28-32) fez que a) todos produzam na blogosfera. b) todos se tornassem pequenos Saramagos ou Pessoas. c) o leitor seja também autor. d) os briosos fogaceiros precisem de vencer por 3-0 no jogo da Feira, diante do Web München F..
  13. 13. Basicamente, um ecrã que esteja ligado à rede propicia uma experiência de leitura que recorre ao multimédia, à interatividade e à existência de hiperligações. Com o advento da Web 2.0, a norma passa igualmente por ter o leitor a produzir e a publicar conteúdos, seja na blogosfera, nas redes sociais ou atra-vés de website que tenha criado.
  14. 14. A palavra «ecossistema» (l. 33) é a) impertinente, porque não está em causa nenhum ambiente natural que justificasse «eco». b) justificável, por dar a ideia de que na Web 2.0 os que consomem produzem também. c) pertinente, porque se trata de problema de ecologia e da natureza. d) aceitável, porque aqui «eco» não é o radical grego para ‘ambiente’ mas para ‘eco’ (‘repetição’).
  15. 15. Com o advento da Web 2.0, a norma passa igualmente por ter o leitor a produzir e a publicar conteúdos, seja na blogosfera, nas redes sociais ou atra-vés de website que tenha criado. Perante este novo ecossistema,
  16. 16. O exemplo nas ll. 40-44 visa mostrar que a) a boa condução é imprescindível. b) é importante, na estrada, saber guiar mas também analisar o contexto. c) não basta o domínio técnico. d) a capacidade de analisar as situações é crucial para sermos bons automobilistas.
  17. 17. vem ao de cima a necessidade de uma cultura digital que dote o leitor de uma capacidade crítica e reflexiva, de modo a saber procurar e lidar com a informação que tem em mãos, não bastando dominar a vertente técnica das tecnologias que se usam: podemos saber guiar um automóvel, por exemplo, mas se nos faltar a capacidade de analisar cada situação que se nos depara na estrada, o erro e o desastre são quase certos.
  18. 18. Entre as novas competências segundo José Afonso Furtado (cfr. ll. 45-64) suscitadas pela leitura digital estariam a) saber copiar dados para elaboração de cábulas para testes de Português. b) saber recolher informação e arrumá-la. c) publicar a informação que encontremos, tirar apontamentos. d) fazer uma boa prospeção do mercado, aprender a publicar os dados que reunamos.
  19. 19. O pronome «elas» (l. 53) tem como referente (isto é, substitui) a) «novas competências» (l. 52). b) «novas competências para a apropriação do texto» (ll. 52-53). c) «competências» (l. 52). d) «a capacidade de navegar por entre os dados a que temos acesso» (ll. 53-54).
  20. 20. Acima de tudo, «a prática da leitura digital referente implica novas competências para a apropriação do texto», entre elas: anáfora [cita-se sempre o exato (e completo) referente]
  21. 21. O pronome «eles» (l. 62) tem como referente (e, portanto, é a anáfora para) a) «os dados que usamos» (l. 61). b) «anotações às informações que reunimos» (ll. 59-60) e «os dados que usamos» (l. 61). c) «anotações às informações que reunimos» (ll. 59-60). d) «os dados» (l. 61).
  22. 22. referente armazenar de forma organizada os dados que usamos, para a eles recorrermos anáfora quando necessitamos (memória)
  23. 23. Michel Foucault, quando escreveu o que é citado no último parágrafo (ll. 65-73), a) reportava-se à leitura digital. b) adivinhava o que sucederia com a net. c) referia-se à interpretação intertextual que exige a leitura de livros competente. d) pensava já nas redes sociais.
  24. 24. Tal como explicou o filósofo francês Michel Foucault, «as fronteiras de um livro nunca estão claramente defini­das», pois existe, dentro dele, todo um «sistema de referências a outros livros, outros textos, outras frases: é um nó dentro de uma rede, uma rede de refe­rência». Nunca estas palavras se revelaram tão apropriadas como hoje.
  25. 25. Lê «Novos trovadores» (p. 23), de Kalaf Epalanga, e vai completando este meu texto. Nos três primeiros parágrafos (até à l. 38), o narrador usa um estilo autobiográfico, recordando os tempos em que procurava usar a poesia como estratégia de namoro / para declarar o seu amor (o que lhe sugere uma analogia com os trovadores e jograis medievais).
  26. 26. No último parágrafo (ll. 39­51), é menos memorialístico, estabelecendo agora comparações entre a música atual e as cantigas trovadorescas: o lirismo das cantigas de amigo e de amor encontrar­se­ ia também nas canções populares contemporâneas. A crítica social e a sátira típicas das cantigas de escárnio e maldizer teriam paralelo no rap.
  27. 27. Campos lexicais no texto Poesia trovadores | poesia | declamada | arte | escrever | versos | poeta | rimar | palavras | dicionário | poemas | voz | estrofe | canção | inspiração | jograis | segréis | cantei | …
  28. 28. Namoro menina | alegria | acompanhar | portão de casa | entusiasmo | segredava |coração aos pulos | paixão | não correspondida | súplica | devoção | sentimentos | dor | raparigas do liceu | …
  29. 29. Idade média jograis | segréis | trovadores | século XII | soldadeiras | cortes | antigamente | cantigas de amigo e de amor | cantigas de escárnio e maldizer | …
  30. 30. Trovadores | Novos trovadores Cantigas de amigo e de amor | Poemas de Kalaf adolescente (dele ou tomados de empréstimo), canções românticas Cantigas de escárnio e maldizer | Rap
  31. 31. Os rappers (outros cantores e os adolescentes que escrevem poemas) são os novos trovadores
  32. 32. KALAF Buraca David Michelangelo «Os Delfins» Cascais Marcelo vichyssoise termas JATOS
  33. 33. TPC — Lê a contextualização histórico-literária da poesia trovadoresca (pp. 24-29).  
  34. 34. Veremos agora o início de um filme que — tal como o depoimento de Kalaf Epalanga — também faz relato de memórias de infância e de namoro juvenil.

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