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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 21-22

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Aula 21-22

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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 21-22

  1. 1. • Aspetos formais • Conteúdo
  2. 2. Cantigas de amigo (em geral) versus Canção de Ch. Buarque (≠ cantiga de amigo) ambas
  3. 3. Margens, parágrafos, linhas
  4. 4. Evitar a abordagem em resposta: As semelhanças é que
  5. 5. Usar mais pontos finais. , mas Porém, … Contudo, …
  6. 6. ela a sujeita poética o sujeito o sujeito poético o sujeito lírico o «eu» o eu
  7. 7. A música A canção O poema A letra O texto «Olhos nos olhos»
  8. 8. Estar dentro das matérias. Ir lendo o que peço, mas também as páginas do manual (que não pode ficar no cacifo sempre)
  9. 9. O sujeito do poema da canção de Chico Buarque é uma mulher, tal como acontece nas cantigas de amigo. É essa a semelhança mais óbvia entre o género de lírica trovadoresca que já estudámos e a letra de «Olhos nos olhos». Porém, haveria talvez que distinguir entre os dois tipos de mulher que são os eus da canção e das cantigas de amigo em geral, já que nestas o sujeito é uma rapariga, uma jovem, o que não é certo seja o caso do poema brasileiro.
  10. 10. Porém, haveria talvez que distinguir entre os dois tipos de mulher que são os eus da canção e das cantigas de amigo em geral, já que nestas o sujeito é uma rapariga, uma jovem, o que não é certo seja o caso do poema brasileiro. Enquanto nas cantigas de amigo, o eu tem como destinatário um confidente, a quem dá conta de alguma peripécia em torno do namoro, na canção de Chico Buarque, o sujeito poético dirige-se ao homem que amou. (Neste pretérito perfeito, encontramos outra diferença: a mulher já esteve apaixonada mas, segundo diz ou se infere, deixou de estar.)
  11. 11. Enquanto nas cantigas de amigo, o eu tem como destinatário um confidente, a quem dá conta de alguma peripécia em torno do namoro, na canção de Chico Buarque, o sujeito poético dirige-se ao homem que amou. No poema de 1976, o sentimento é muito mais complexo do que o que o rodeava os namoricos das ingénuas moças medievais. Percebemos que a emoção que exprime envolve ressentimento, orgulho na própria «resiliência». E, se calhar, até o desafio de quem, afinal, talvez ainda esteja apaixonada ou, pelo menos, seja forte para olhar «olhos nos olhos» quem a deixou de amar.
  12. 12. No refrão, o arcaísmo «leda» é substituído pelo moderno «alegre»; Arcaísmo = palavra caída em desuso Pergunta: à época, «leda» era já arcaísmo?
  13. 13. A 2.ª pessoa do plural (levade, dormides), aplicada ao amigo, dá lugar à 2.ª pessoa do singular («ergue», «dormes»);
  14. 14. Adotam-se formas com fonética atual (manhanas > «manhãs»; beviam > «bebiam»); manhanas > manhãas > manhãs síncope crase beviam > bebiam assimilação (ao b inicial)
  15. 15. Há alterações mais livres (os ramos em que siiam > «os ramos em que eu as via»).
  16. 16. 2.1 = C.
  17. 17. 5. a) frias manhanas; b) diziam; c) 2.º verso da 3.º e 4.ª coblas e 1.º verso das 5.ª e 6.ª coblas; d) 2.º verso da 5.ª e 6.ª coblas e 1.º verso da 7.ª e 8.ª coblas.
  18. 18. Meo Sudoeste Tu só vives uma vez Optimus Alive O melhor cartaz. Sempre! Vodafone Paredes de Coura Power aos que semeiam músicas e colhem festivais.
  19. 19. Semear ventos e colher tempestades
  20. 20. a) «Vai ao Meo Sudoeste...»: imperativo b) «Não percas...»: presente do conjuntivo (funcionando como imperativo) c) «O habitat natural da música traz-te...»: presente do indicativo
  21. 21. Em «Instrutor que canta o yodle» (série Meireles), predominam as frases diretivas.
  22. 22. Surgem formas verbais na 2.ª pessoa do singular do Imperativo («Entra», «Mete uma abaixo, homem», «Faz inversão de marcha», «Fica sabendo que em mais de trinta anos», «Está calado, pá»), mas também da 3.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo («Fique sabendo que o yodle até ajuda»);
  23. 23. da 1.ª pessoa do plural do Presente do Conjuntivo («vamos lá a fazer essa inversão de marcha»); e da 2.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo («vais começar»; «tiras o travão de mão»).
  24. 24. Ou seja: são vários os tempos que acabam por poder funcionar como Imperativo. Nas gramáticas mais tradicionais, o Imperativo surge só com duas pessoas (as segundas, do singular e do plural, para «tu» e «vós»). Mas, como já quase não usamos «vós» mas antes a terceira pessoa («você»), o imperativo acaba por se servir da 3.ª pessoa do Presente do Conjuntivo, no singular e no plural: «fique», «fiquem». Para a 1.ª pessoa do plural, serve também o Presente do Conjuntivo: «fiquemos».
  25. 25. Na negativa, o Imperativo socorre-se sempre das formas do Presente do Conjuntivo. Passa para negativa: Entra | Não entres; Mete | Não metas; Faz | Não faças; Está | Não estejas.
  26. 26. Imperativo (próprio ou com formas do conjuntivo) Afirmativo Negativo 1 --------- --------- 2 bebe (tu) não bebas 3 beba (você) não beba 1 bebamos (nós) não bebamos 2 bebei (vós) não bebais 3 bebam (vocês) não bebam
  27. 27. Leite Terra Nostra O Bem, bem feito
  28. 28. Escreve uma apreciação crítica do anúncio publicitário «Ilha das vacas felizes», em cerca de 120 ou 150 palavras.
  29. 29. Escreve uma apreciação crítica do anúncio publicitário «Ilha das vacas felizes», em cerca de 120 ou 150 palavras. Podem jogar com Mensagem que se pretenderá passar Linguagens (verbal, icónica [imagens], música) Recursos dentro destas linguagens Slogan A caneta, por favor
  30. 30. TPC Dá um relance aos assuntos de gramática ou de literatura que estudámos (ou revimos) até agora: modos literários; tipos textuais; recursos estilísticos; processos fonológicos; formas estróficas, métrica, rima; características formais das cantigas de amigo; aspetos de ortografia que tivéssemos salientado (a propósito de erros comuns); imperativo; 2.ª pessoa do plural. Para recordar estes assuntos podem servir as reproduções de capítulos de gramáticas que fui recomendando (sobre modos literários, tipos de texto, figuras de estilo, processos fonológicos); algumas páginas informativas do manual (32, 33, 38, 39, 43, 69, 314, 334, 335); as nossas folhas de aula; as apresentações (seguidas, estão aqui), as fichas com soluções no Caderno de Atividades (n.º 29, recursos estilísticos; n.º 2, processos fonológicos).

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