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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 19-20

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Aula 19-20

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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 19-20

  1. 1. Pedira que palavras fossem sublinhadas.
  2. 2. Por vezes, demasiado compacto, concentrado (ficando logo artificial, forçado) — por isso aconselhara cerca de cem palavras.
  3. 3. Estilo (ou mesmo o enredo) nem sempre parece compatível com o resto da crónica de Kalaf (havia vantagem em terem relido os parágrafos contíguos para interiorizarem o registo, o estilo).
  4. 4. vate = ‘poeta’ profana = ‘não religiosa’
  5. 5. a) prótese de e, apócope de e b) síncope de n, crase de ee, metátese de r c) vocalização de g d) sonorização de p, t, c, aférese de a e) síncope de b, crase de ii, prótese de a
  6. 6. f) síncope de d, apócope de e g) apócope de e, palatalização de cl h) síncope de d, crase de ee i) síncope de i, assimilação de m j) síncope de l, sinérese de au (> [aw])
  7. 7. k) síncope de u, prótese de e, palatalização de cl l) vocalização de l, assimilação (da nasalidade no ditongo) m) síncope de u, metátese de l e r n) síncope de l, sinérese de oe (> oi [oj]).
  8. 8. Os sketches que acabámos de ver («Agência publicitária de Chelas» e «Pare de estalar os dedos», ambos da série Lopes da Silva) servem para exemplificar dois tipos de publicidade: a comercial e a institucional (cfr. definições a meio da p. 46).
  9. 9. «Agência publicitária de Chelas» seria um exemplo de publicidade a incitar ao consumo, encomendada por empresas, destinada a vender um produto ou marca, designável como publicidade comercial. Já o conjunto «Pare de estalar os dedos» ridicularizava a publicidade institucional, aquela que é da iniciativa do governo ou de associações não-lucrativas, que visa informar, despertar consciências, a adesão a uma causa, enfim, educar para a cidadania.
  10. 10. Ao conceber a campanha para a Super Sumo, a Agência Criativa de Chelas não adaptou a sua estratégia ao verdadeiro público-alvo do produto em causa. Essa adaptação às pessoas suscetíveis de consumir o refrigerante determinaria que se evitassem palavras de registos de língua muito marcados em termos sociais ou situacionais. Quando o empresário manifesta a vontade de que houvesse outra linha diretora da campanha, com mais «classe», os publicitários de Chelas limitaram-se a fazer figurar «requinte» no slogan. O episódio termina com um quiproquó (um mal-entendido) motivado pelas conotações policiais da expressão «está referenciada».
  11. 11. Não por acaso, estes slogans têm rima (em -ar, em -uro e em -anha-se). Quanto à métrica, só há um slogan em que os dois versos não são isométricos (isto é, não têm o mesmo número de sílabas métricas). Com efeito, os versos de O’Neill são um tetrassílabo e um pentassílabo; nos outros dois slogans, temos dois versos trissilábicos e dois versos tetrassilábicos.
  12. 12. Há mar e mar, 1 2 3 4 tetrassílabo Há ir e voltar pentassílabo 1 2 3 4 5
  13. 13. Mais Seguro 1 2 3 trissílabo Mais Futuro 1 2 3 trissílabo
  14. 14. Primeir ’ estranha-se 1 2 3 4 tetrassílabo Depois, entranha-se 1 2 3 4 tetrassílabo
  15. 15. mensagem que o empresário queria que a publicidade inculcasse — «É cool beber Super Sumo; e quem não bebe não é cool» ≠ slogan
  16. 16. TPC — (i) Conclui redação dos guiões para publicidade, que me trarás (pode ser na mesma folha em que os começaste); (ii) Deves aproveitar para ir revendo gramática e conteúdos literários que fomos estudando, ou revendo, até agora.

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