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Analise de conteudo

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Analise de conteudo

  1. 1. Análise de Conteúdo Profa. Dra. Lucila Pesce Metodologia de Pesquisa
  2. 2. Análise temática de conteúdo • A mais usual técnica de análise – isolar os temas de um texto, de acordo com o problema pesquisado e comparar com outros textos escolhidos da mesma maneira. • Nos temas evidenciam-se convergências e divergências. • Tipos de tema: principais e secundários.
  3. 3. Fases da análise de conteúdo • Pré-análise: • Fase de organização que abrange a escolha do material, a formulação de suposições e objetivos e a elaboração de indicadores para a interpretação dos resultados. • Atividades: – leitura superficial do material (contato inicial, primeiras orientações e impressões); – escolha dos documentos (recolha dos documentos que podem fornecer informações que relativas ao problema formulado e aos objetivos da pesquisa).
  4. 4. Fases da análise de conteúdo • Pré-análise: • A amostra do material utilizado deve seguir os seguintes princípios: – exaustividade (não deixar fora nenhum documento); – representatividade (possibilidade de generalizar os resultados da análise); – homogeneidade (evitar particularidades); – adequação (os documentos selecionados devem proporcionar a informação adequada para cumprir os objetivos da pesquisa). • Análise do material: codificação, categorização e quantificação da informação.
  5. 5. Definição das categorias de análise • Modelo Aberto: as categorias não são ficas no início, mas tomam forma no curso da própria análise (abordagem indutiva). • Modelo Fechado: categorias definidas a priori, a partir de um referencial teórico (abordagem dedutiva). Crítica ao modelo: não está aberto à evidência de novos elementos. • Modelo Misto: categorias definidas a priori, mas podem ser revistas (modificadas, suprimidas ou inseridas), em função do que a análise apontar.
  6. 6. Categorização dos dados por afinidade temática TEMA PRINCIPAL TEMAS SECUNDÁRIOS Indisciplina Relação entre família e indisciplina. Modo como gestores, professores e funcionários lidam com a indisciplina. Reflexos da indisciplina no processo de ensino- aprendizagem. Nos temas evidenciam-se convergências e divergências.
  7. 7. Temas principais e secundários Dois movimentos possíveis: – Das unidades de significado para as categoriais. – Do tema principal para as especificidades da realidade concreta.
  8. 8. Possíveis estratégias de análise e de interpretação qualitativas • Emparelhamento: associar o dados recolhidos (comparação, levantamento de convergências e divergências, categorização...). • Análise histórica: investigação sobre o percurso do fenômeno em estudo (mudanças e permanências). • Construção iterativa de uma explicação: suspensão da ancoragem teórica. Na análise e interpretação, a explicação do fenômeno a partir das unidades de sentido.
  9. 9. Referências Bibliográficas LAVILLE, C. & DIONNE, J. Análise de conteúdo. In: A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Trad. H. Monteiro e F. Settineri. Porto Alegre: ArtMed, 1999. p. 214-235. RICHARDSON, R. J. Análise de conteúdo. In: Pesquisa social: métodos e técnicas. 3ª ed. ver. ampl. São Paulo: Editora Atlas, 1999. p. 220-244. TRIVIÑOS, A. N. Método de análise de conteúdo. In: Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987. p. 158-166.

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