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Pestalozzi Final

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Pestalozzi Final

  1. 1. ¨ A base da educação é o Amor¨ Johann Heinrich Pestalozzi                                       
  2. 2. <ul><li>Vida de Pestalozzi; </li></ul><ul><li>Principais Obras; </li></ul><ul><li>Princípíos Educacionais; </li></ul><ul><li>Metodologia; </li></ul><ul><li>Bibliografia. </li></ul>Vamos falar!
  3. 3. <ul><li>Tópicos </li></ul><ul><li>1746 - Nascimento; </li></ul><ul><li>1751- Criação - personalidade- aparência- traumas- estudos- busca- experiências- influências- Neuhof; </li></ul><ul><li>1770 - Filho - Orfanato; </li></ul><ul><li>1782 - Primeiro livro; </li></ul><ul><li>1792 - Obra de mais importância; </li></ul><ul><li>1799 - Mestre-escola – Instituições; </li></ul><ul><li>1827 - Morte. </li></ul>Vida de Pestalozzi
  4. 4. Pestalozzi nasceu em Zurique, na Suíça, em 1746. Teve uma infância pobre e foi criado com toda dedicação pela mãe e por uma criada. Tornou-se afetuoso, emotivo, sensível e generoso por natureza. Suas características femininas eram mais fortes que as masculinas. Era pequeno e fraco, tímido e retraído, impressionável e lutador, ingênuo e atrapalhado. Na escola era motivo de gozação, foi apelidado de Henrich o “Esquisito da Terra dos tolos”. Pestalozzi desprezava riqueza, luxo e conforto material e não se preocupava com coisa alguma além dos prazeres da mente e do espírito e da busca incessante da justiça e da verdade. Pestalozzi decidiu ser Pastor na busca de tentar aliviar a pobreza e o sofrimento, porém ele fracassou em seu primeiro discurso. Pestalozzi passou um ano com um agricultor prático, para preparar-se como fazendeiro. Neste período, adquiriu terras com dinheiro emprestado e construiu um lar confortável e estabeleceu-se para cultivar legumes e vendê-los. Vida de Pestalozzi
  5. 5. Batizou o lugar de Neuhof , e ali passou trinta anos, pois pensava que tinha que viver como mendigo para que aprendesse como fazer mendigos viverem como homens. Lá ele desposou uma mulher de grande capacidade e relativa fortuna. Em 1770 seu primeiro filho nasceu, e este fato evocou seus sonhos iniciais de fazer alguma coisa em prol da assistência aos pobres. Em 1775, a experiência em Neuhof fracassou e Pestalozzi perdeu tudo que conquistara, menos a casa. Então ele transformou a casa em um orfanato . E esse ideal tornou-se por toda vida o ídolo dos seus sentimentos. Após vários anos esse sonho se desfez e Pestalozzi ficou exausto e derrotado. Pestalozzi leu Emílio de Rosseau. O nascimento de seu filho reviveu com força esse seu interesse em educar . Decidiu educar seu filho de acordo com os princípios de Rosseau. Vida de Pestalozzi
  6. 6. Tentou unificar sua formação em jardinagem, lavoura, fiação de algodão e trabalhos domésticos com instruções na leitura e na escrita. Pestalozzi decidiu mostrar suas idéias ao mundo e em 1782 publicou Leonardo e Gertrudes, seu primeiro livro importante.Em 1799, declarou: Quero ser um mestre escola . Então se encarregou do orfanato Stanz onde se tornou o berço da escola elementar moderna. As duas principais instituições que lhe deram fama foram: o instituto em Burgdorf (1800 a 1804) e o instituto em Yverdum (1805 a 1825).Os professores dormiam nos mesmos quartos que os alunos. No dia a criança tinha horário para acordar, rezar, comer, para as aulas, para banhar-se, vestir-se, brincar e dormir. O dia era totalmente aproveitável. Exausto veio a falecer em 1827 , com a idade de 81 anos.  Vida de Pestalozzi
  7. 7. <ul><li>Pestalozzi começou a escrever em 1765, e tem no total 31 obras. </li></ul><ul><li>1774 – Diário de um Pai – Observações e ensaios realizados com o filho de quatro anos. </li></ul><ul><li>1776 – ¨ Súplica aos amigos e benfeitores da humanidade para que se dignem favorecer a um estabelecimento onde se dá trabalho e educação a crianças pobres em uma casa de campo¨ - Escrito lutando contra as dificuldades financeiras para a manutenção do Instituto Neuhof. </li></ul><ul><li>1780 - Tardes de um Solitário - Espécie de monólogo em que expressou suas idéias sobre o destino do homem e os princípios fundamentais de sua instrução. </li></ul><ul><li>1781 – Leonardo e Gertrudes – Abordava a história da opressão que passava o povo. Foi uma novela e rendeu notoriedade (1ª parte). </li></ul><ul><li>1782 – Cristovão e Elisa – Uma novela, na mesma linha que Leonardo e Gertrudes. </li></ul>Principais Obras
  8. 8. <ul><li>1797 – Minhas investigações sobre o curso da Natureza no Desenvolvimento do Gênero Humano – Obra que tentou explicar sua filosofia. Lança os princípios essenciais que acompanharam todas as demais postulações do filósofo sobre a educação do homem. </li></ul><ul><li>1803 – Como Gertrudes Ensina seus filhos – O livro das mães, traz orientações às mães para ensinar os filhos a observar e a falar o ABC da Instituição. </li></ul><ul><li>1826 – O Canto do Cisne – Idéias sobre o processo de desenvolvimento humano e sobre a educação primária e popular. </li></ul><ul><li>A obra Leonardo e Gertrudez é dividida em quatro partes. </li></ul><ul><li>Além desses livros, Petalozzi fez seis criações (orfanatos e escolas): </li></ul><ul><li>Escola de Neuhof; </li></ul><ul><li>Orfanato de Stanz; </li></ul><ul><li>Escola dos Hinterssen; </li></ul><ul><li>Instituto de Educação do Castilio de Burgdorf; </li></ul><ul><li>Instituto de Muchenbuchsee. </li></ul><ul><li>O Instituto de Inverdon. </li></ul>Principais Obras
  9. 9. <ul><li>Princípios básicos que norteiam as obras do Pensador: </li></ul><ul><li>Idéias de Jean Jacques Rousseau, influênciou no trabalho de Pestalozzi; </li></ul><ul><li>Na obra de Leonardo e Gertrudes, ela representa a mulher (esposa e mãe) da humanidade. Leonardo (esposo, propenso ao vício, mas disponível à mudança). Gertrudes, comanda uma reforma social, por ser símbolo da virturde, protegendo e guiando a todos. </li></ul><ul><li>Nessa narrativa é esclarecida a necessidade da formação moral e religiosa do povo. </li></ul><ul><li>Caráter ideológico e envolvimento com questões políticas e sociais. </li></ul>Obras
  10. 10. Educando: A criança na visão de Pestalozzi, se desenvolve de dentro para fora, idéia oposta a concepção de que a função do ensino é preenchê-la de informação. Dar atenção à sua evolução, às suas aptidões e necessidades, de acordo com as diferentes idades, era parte de uma missão maior de educador. Para Petalozzi, a criança era um ser puro, bom em sua essência e possuidor de uma natureza divina que deveria ser cultivada e descoberta para atingir a plenitude. Educador: Ele costuma comparar o ofício do professor ao do jardineiro, que devia providenciar as melhores condições externas para que as plantas seguissem seu desenvolvimento natural. Ele gostava de lembrar que a semente traz em si, o ¨projeto¨da árvore toda. Princípios Educacionais
  11. 11. Religião: Através da religião o homem atinge a autonomia e a plenitude em suas realizações pessoais e se coloca em harmonia com a humanidade; Condenava: A punição e as recompensas, problema disciplinares eram discutidos a noite; Experimentação: A educação começa com a percepção de objetos concretos, o desempenho de ações concretas e experiência de respostas emocionais; O desenvolvimento: É gradativo, cada forma de instrução deve progredir de modo lento e gradativo; Recursos metodológicos: Empregava as letras do alfabeto presas a cartões e introduziu lousas e lápis. Isso não era novo, mas não havia sido posto em prática de um modo generalizado. Princípios Educacionais
  12. 12. Metodologia Pestalozzi propôs e praticou a educação baseada em: O Amor É a esse amor que naturalmente aparece nas mães e que pode ser despertado em qualquer ser humano, que permite a criança o desabrochar de suas potencialidades.¨Toda a eficácia de uma relação educador-educando repousa, então, na possibilidade de um sentimento filial que os una¨. Assim, ele deseja transferir para a escola, as relaçõs familiares. Pestalozzi: Tudo que eu pediria a uma mãe seria que ela fizesse operar seu amor com maior força possível, e todavia o regulasse com reflexão. Pestalozzi quer emprestar mais racionalidade às mães e por outro lado, mais amor aos educadores.
  13. 13. Metodologia A Moral A moral para Pestalozzi nasce de um sentimento íntimo e não de uma imposição racional. Tem caráter espontâneo e é uma ação cuja causa está na essência divina do homem, sendo portanto uma vitória sobre sua parte instintiva, animal. ¨Não para mim, mas para meus irmãos! Não para o meu ego, mas para a espécie, essa é a incondicional sentença da voz divina em nosso íntimo, em cuja percepção e cumprimento repousa toda a nobreza da natureza humana¨. Podemos perceber o caráter cristão de sua moral. ¨Amai ao próximo como a si mesmo¨.
  14. 14. Metodologia A Percepção Ao elaborar seu método, Pestalozzi, propõe a percepção como base da educação, sua tese será a de que o conteúdo deve sempre preceder a linguagem. Para ele a linguagem não cria a realidade, apenas lhe da vestimenta. É preciso criar um lastro de experiências. Observações, vivências, resumidas na percepção, para que a verbalização de uma idéia seja como um fruto maduro, de que as palavras representam apenas a casca. A semente e o fruto devem se constituir da realidade.
  15. 15. Metodologia A Linguagem O que Pestalozzi pretende evitar é que a linguagem chegue à criança como instrumento sem significados para ela, e isto é evitado quando o conteúdo precede a linguagem. ¨A percepção provoca obrigatoriamente o sentimento de necessidade de expressões¨. Em seu diário sobre a educação do filho, ele conta como eles saíam pelos bosques, pelas montanhas. O pai induzia o menino a perceber a cada detalhe da paisagem, os fenômenos naturais, os movimentos da água e do vento, os sons dos pássaros e em seguida, fazia o menino exprimir em palavras o que observasse.
  16. 16. Metodologia O Diálogo Após ter despertado um estado de espírito de amor recíproco, entusiasmo e estimulado a experiência e a viviência da prática moral, Pestalozzi racionalizava tudo isso em companhia dos alunos, utilizando de diálogo franco e aberto. Perguntava suas opiniões, investigava o raciocínio utilizado e apelava para seus sentimentos de amor e de justiça. ¨O educador assume o papel de advogado do bem e da justiça, argumentando com as crianças a respeito dos benefícios individuais e sociais da realidade da moral¨.
  17. 17. Bibliografia INCONTRI, Dora. Pestalozzi: educação e ética . Editora Scipione. São Paulo, 1997. GADOTTI, Moacir. História das Idéias Pedagógicas . Série Educação. Editora Ática. São Paulo, 1993. PESTALOZZI, Juan Enrique. Como Gertrudes ensenã a sus Anjos . Ensaios Pedagógicos. Nov/ 1959. Nova Escola – A Revista do Professor. Editora Abril. Páginas 36,37 e 38. Abril de 2004. Tese Profª Mônica Pinazza. Capítulo II e III – pág 139 a 216. http:// www.pedagogiaemfoco.pro.br http:// cals.incsu.edu/agesced

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