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EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI 3

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A Formação Contínua faz parte da Formação humana, em todas as etapas.

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EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI 3

  1. 1. SERES HUMANOS.
  2. 2. PILARES DA EDUCAÇÃO.
  3. 3. Educação para o Século XXI – c3 Profº Luiz Carlos Varella de Oliveira CEFAPRO – RONDONÓPOLIS.
  4. 4. Motores do progresso econômico. <ul><li>Ciências </li></ul><ul><li>Educação. </li></ul><ul><li>Resultado: DESENVOLVIMENTO HUMANO. </li></ul>
  5. 5. Um crescimento econômico mundial profundamente desigual. <ul><li>Crescimento da riqueza mundial. </li></ul><ul><li>Após a Revolução Industrial: Aumento da produtividade e progresso tecnológico </li></ul><ul><li>Aumento do PIB (Renda percapta) </li></ul><ul><li>Desenvolvimento baseado no progresso econômico demonstrou-se desigual. </li></ul><ul><li>Modos de vida e consumo sofrem transformações. </li></ul>
  6. 6. A procura de educação para fins econômicos. <ul><li>Não parou de crescer na maior parte dos países. </li></ul><ul><li>A importância do capital humano, do investimento educativo para a produtividade. </li></ul><ul><li>Os sistemas educativos devem dar resposta a esta necessidade. </li></ul><ul><li>Formando cientistas, inovadores e quadros técnicos de alto nível. </li></ul><ul><li>A formação permanente de mão-de-obra adquire, a dimensão de um investimento. </li></ul><ul><li>O aparecimento e desenvolvimento de “sociedades da informação”. </li></ul>
  7. 7. Desigualdade na distribuição dos recursos cognitivos. <ul><li>A atividade educativa e formativa tornou-se um dos motores principais do desenvolvimento. </li></ul><ul><li>Países em desenvolvimento se acham carentes a este respeito, sofrendo de um grave déficit de conhecimentos. </li></ul><ul><li>Alfabetização e a escolarização progridem entre as populações dos países do sul, o que permitirá, talvez a prazo, um reequilíbrio das relações econô micas mundiais. </li></ul>
  8. 8. A fuga de cérebros para os países ricos. <ul><li>Os países em desenvolvimento perdem todos os anos milhares de especialistas, engenheiros, médicos, cientistas, técnicos. </li></ul><ul><li>Um problema de superprodução. </li></ul><ul><li>Os países industrializados tiram proveito das aptidões dos imigrados. </li></ul><ul><li>Esta perda de mão-de-obra especializada constitui uma grave hemorragia de capitais. </li></ul><ul><li>PIB estagnou, enquanto a população cresce rapidamente. </li></ul>
  9. 9. A África às vésperas do século XXI <ul><li>O rendimento real menor </li></ul><ul><li>A pobreza atinge em primeiro lugar as mulheres tanto nas cidades como no meio rural. </li></ul><ul><li>A pandemia da AIDS apresenta na África proporções catastróficas. </li></ul><ul><li>Um milhão e meio de crianças morrem, por ano, de diarréia. </li></ul><ul><li>Na África subsaariana só dois homens em três e uma mulher em três sabem ler e escrever. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Na África crianças, mulheres e homens desejam adquirir saberes e competências e assumir as suas responsabilidades de cidadãos e agentes econômicos. </li></ul><ul><li>Querem participar na tomada de decisões que se relacionam com a sua vida quotidiana e o seu bem-estar, assim como na condução dos assuntos públicos. </li></ul><ul><li>Recusam ser, simplesmente, tributários da ajuda e do auxílio estrangeiro. </li></ul>
  11. 11. Participação das mulheres na educação, alavanca essencial do desenvolvimento <ul><li>Desigualdade de homens e mulheres perante a educação. </li></ul><ul><li>Dois terços dos adultos analfabetos do mundo, ou seja 565 milhões de pessoas, são mulheres </li></ul><ul><li>África subsariana, da Ásia e da América Latina. </li></ul><ul><li>A educação das jovens e das mulheres surge para orientação a participarem do processo econômico. </li></ul>
  12. 12. Disparidade entre sexos. <ul><li>Nas economias de subsistência, as mulheres efetuam a maior parte dos trabalhos trabalham durante mais tempo por dia e contribuem mais para o rendimento familiar. </li></ul><ul><li>Impede que centenas de milhões de mulheres tenham acesso à educação. </li></ul><ul><li>Segundo as estimativas, as mulheres são a única fonte de rendimento para um quarto a um terço das economias domésticas do mundo. </li></ul>
  13. 13. Uma reflexão necessária: os prejuízos do progresso. <ul><li>Os chamados recursos não renováveis correm, de fato, o risco de se tornarem cada vez mais escassos, quer se trate de recursos energéticos ou de terras aráveis. </li></ul><ul><li>Indústrias ligadas às ciências físicas, químicas e biológicas estão na origem de poluições destruidoras ou perturbadoras da natureza. </li></ul><ul><li>A escassez de água potável, o desmatamento, o “efeito estufa”, a transformação dos oceanos em lixeiras gigantes, </li></ul>
  14. 14. Crescimento econômico e desenvolvimento humano. <ul><li>O bem-estar humano fosse considerado como a finalidade do desenvolvimento, sublinhando a gravidade e amplitude dos fenômenos de pobreza no mundo. </li></ul><ul><li>A noção de “sustentabilidade” vem completar a do desenvolvimento humano. </li></ul><ul><li>É posta em causa a tendência para o aumento das despesas militares. </li></ul>
  15. 15. O desenvolvimento humano atual. <ul><li>O desenvolvimento humano é um processo que visa ampliar as possibilidades oferecidas às pessoas. </li></ul><ul><li>As três principais: </li></ul><ul><li>Ter uma vida longa e com saúde, </li></ul><ul><li>Adquirir conhecimentos </li></ul><ul><li>Ter acesso aos recursos necessários a um nível de vida decente. </li></ul>
  16. 16. HÁ OUTRAS POTENCIALIDADES <ul><li>As pessoas atribuem grande valor: </li></ul><ul><li>Liberdade política, econômica e social, </li></ul><ul><li>Possibilidade de Exprimir a sua criatividade ou a sua capacidade de produzir, </li></ul><ul><li>Dignidade pessoal, </li></ul><ul><li>Respeito pelos direitos humanos. </li></ul>
  17. 17. Educar para o desenvolvimento humano. <ul><li>Uma propositura reservada educação consiste, em dotar a humanidade da capacidade de dominar o seu próprio desenvolvimento. </li></ul><ul><li>Cada um tome o seu destino nas mãos e contribua para o progresso da sociedade em que vive, baseando o desenvolvimento na participação responsável dos indivíduos e das comunidades. </li></ul><ul><li>Fornecer a todos, o mais cedo possível, o “passaporte para a vida” </li></ul><ul><li>A educação básica para todos é, pois, absolutamente vital. </li></ul>
  18. 18. Pistas e recomendações. <ul><li>Prosseguir a reflexão sobre a idéia de um novo modelo de desenvolvimento mais respeitador da natureza e dos ritmos da pessoa. </li></ul><ul><li>Estabelecer novas relações entre política educativa e política de desenvolvimento a fim de reforçar as bases do saber e do saber-fazer nos : estimular a iniciativa, o trabalho em equipe, as sinergias realistas, tendo em conta os recursos locais, o auto-emprego e o espírito empreendedor. </li></ul>
  19. 19. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA. <ul><li>Jacques Delors </li></ul><ul><li>In’am Al-Mufti • Isao Amagi • Roberto Carneiro • </li></ul><ul><li>Fay Chung • Bronislaw Geremek • William Gorham </li></ul><ul><li>• Aleksandra Kornhauser • Michael Manley • </li></ul><ul><li>Marisela Padrón Quero • Marie-Angélique Savané </li></ul><ul><li>• Karan Singh • Rodolfo Stavenhagen • Myong Won Suhr </li></ul><ul><li>• Zhou Nanzhao </li></ul><ul><li>EDUCAÇÃO </li></ul><ul><li>UM TESOURO A DESCOBRIR </li></ul><ul><li>Relatório para a UNESCO da </li></ul><ul><li>Comissão Internacional sobre </li></ul><ul><li>Educação para o século XXI </li></ul><ul><li>CORTEZ UNESCO MEC </li></ul><ul><li>Ministério da Educação </li></ul><ul><li>e do Desporto - 1996 </li></ul>

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