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2 okviveiro

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2 okviveiro

  1. 1. PRODUÇÃO DE MUDAS
  2. 2. LEI Nº 10711, DE 5 AGOSTO DE 2003 Dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas e dá outras providências.
  3. 3. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1o O Sistema Nacional de Sementes e Mudas, instituído nos termos desta Lei e de seu regulamento, objetiva garantir a identidade e a qualidade do material de multiplicação e de reprodução vegetal produzido, comercializado e utilizado em todo o território nacional. LEI Nº 10711, DE 5 AGOSTO DE 2003
  4. 4. IX - certificação de sementes ou mudas: processo de produção de sementes ou mudas, executado mediante controle de qualidade em todas as etapas do seu ciclo, incluindo o conhecimento da origem genética e o controle de gerações; X - certificado de sementes ou mudas: documento emitido pelo certificador, comprovante de que o lote de sementes ou de mudas foi produzido de acordo com as normas e padrões de certificação estabelecidos; LEI Nº 10711, DE 5 AGOSTO DE 2003
  5. 5. XI - certificador: o Mapa ou pessoa jurídica por este credenciada para executar a certificação de sementes e mudas; LEI Nº 10711, DE 5 AGOSTO DE 2003
  6. 6. XV - cultivar: a variedade de qualquer gênero ou espécie vegetal superior que seja claramente distinguível de outras cultivares conhecidas, por margem mínima de descritores, por sua denominação própria, que seja homogênea e estável quanto aos descritores através de gerações sucessivas e seja de espécie passível de uso pelo complexo agroflorestal, descrita em publicação especializada disponível e acessível ao público, bem como a linhagem componente de híbridos;
  7. 7. XVI - cultivar local, tradicional ou crioula: variedade desenvolvida, adaptada ou produzida por agricultores familiares, assentados da reforma agrária ou indígenas, com características fenotípicas bem determinadas e reconhecidas pelas respectivas comunidades e que, a critério do Mapa, considerados também os descritores socioculturais e ambientais, não se caracterizem como substancialmente semelhantes às cultivares comerciais;
  8. 8. XVIII - fiscalização: exercício do poder de polícia, visando coibir atos em desacordo com os dispositivos desta Lei e de sua regulamentação, realizado por Fiscal Federal Agropecuário do Mapa ou por funcionário da administração estadual, municipal ou do Distrito Federal, capacitados para o exercício da fiscalização e habilitados pelos respectivos conselhos de fiscalização do exercício profissional;
  9. 9. XIX - híbrido: o resultado de um ou mais cruzamentos, sob condições controladas, entre progenitores de constituição genética distinta, estável e de pureza varietal definida; XXI - identidade genética: conjunto de caracteres genotípicos e fenotípicos da cultivar que a diferencia de outras;
  10. 10. XXIII - jardim clonal: conjunto de plantas, matrizes ou básicas, destinado a fornecer material de multiplicação de determinada cultivar; XXV - mantenedor: pessoa física ou jurídica que se responsabiliza por tornar disponível um estoque mínimo de material de propagação de uma cultivar inscrita no Registro Nacional de Cultivares - RNC, conservando suas características de identidade genética e pureza varietal;
  11. 11. XXVI - muda: material de propagação vegetal de qualquer gênero, espécie ou cultivar, proveniente de reprodução sexuada ou assexuada, que tenha finalidade específica de plantio; XXVII - muda certificada: muda que tenha sido submetida ao processo de certificação, proveniente de planta básica ou de planta matriz;
  12. 12. XXIX - planta básica: planta obtida a partir de processo de melhoramento, sob a responsabilidade e controle direto de seu obtentor ou introdutor, mantidas as suas características de identidade e pureza genéticas; XXX - planta matriz: planta fornecedora de material de propagação que mantém as características da Planta Básica da qual seja proveniente;
  13. 13. XXXIV - propagação: a reprodução, por sementes propriamente ditas, ou a multiplicação, por mudas e demais estruturas vegetais, ou a concomitância dessas ações; XXXV - qualidade: conjunto de atributos inerentes a sementes ou a mudas, que permite comprovar a origem genética e o estado físico, fisiológico e fitossanitário delas;
  14. 14. XXXVII - responsável técnico: engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal, registrado no respectivo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA, a quem compete a responsabilidade técnica pela produção, beneficiamento, reembalagem ou análise de sementes em todas as suas fases, na sua respectiva área de habilitação profissional; LEI Nº 10711, DE 5 AGOSTO DE 2003
  15. 15. XXXVIII - semente: material de reprodução vegetal de qualquer gênero, espécie ou cultivar, proveniente de reprodução sexuada ou assexuada, que tenha finalidade específica de semeadura; XXXIX - semente genética: material de reprodução obtido a partir de processo de melhoramento de plantas, sob a responsabilidade e controle direto do seu obtentor ou introdutor, mantidas as suas características de identidade e pureza genéticas;
  16. 16. XL - semente básica: material obtido da reprodução de semente genética, realizada de forma a garantir sua identidade genética e sua pureza varietal; XLI - semente certificada de primeira geração: material de reprodução vegetal resultante da reprodução de semente básica ou de semente genética; XLII - semente certificada de segunda geração: material de reprodução vegetal resultante da reprodução de semente genética, de semente básica ou de semente certificada de primeira geração;
  17. 17. XLIV - termo de conformidade: documento emitido pelo responsável técnico, com o objetivo de atestar que a semente ou a muda foi produzida de acordo com as normas e padrões estabelecidos pelo Mapa;
  18. 18. DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004. Aprova o Regulamento da Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas - SNSM, e dá outras providências.
  19. 19. DO SISTEMA NACIONAL DE SEMENTES E MUDAS – SNSM Art. 3o O Sistema Nacional de Sementes e Mudas - SNSM é composto das seguintes atividades: I - Registro Nacional de Sementes e Mudas - RENASEM; DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004.
  20. 20. II - Registro Nacional de Cultivares - RNC; III - produção de sementes e mudas; IV - certificação de sementes e mudas; V - análise de sementes e mudas; VI - comercialização de sementes e mudas;
  21. 21. VII - fiscalização da produção, do beneficiamento, da amostragem, da análise, da certificação, da reembalagem, do armazenamento, do transporte e da comercialização de sementes e mudas; e VIII - utilização de sementes e mudas. DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004
  22. 22. Art. 89. Na comercialização, no transporte ou armazenamento, a semente ou muda deve estar identificada e acompanhada: •da respectiva nota fiscal de venda, •do atestado de origem genética, e •do certificado de semente ou muda ou do termo de conformidade, em função da categoria ou classe da semente ou da muda. DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004
  23. 23. § 1o No trânsito de sementes e de mudas, além das exigências estabelecidas no caput, será obrigatória a permissão de trânsito de vegetais, quando exigida pela legislação fitossanitária. DECRETO Nº 5.153, DE 23 DE JULHO DE 2004
  24. 24. VIVEIRO Entende-se por viveiro um determinado local onde são concentradas todas as atividades de produção de mudas.
  25. 25. Infra-Estrutura para propagação de plantas A escolha da infra-estrutura do viveiro de produção de mudas depende de diversos fatores, tais como:
  26. 26. •Quantidade de mudas produzidas; •Regularidade desejada da oferta de mudas; •Número de espécies a serem produzidas; •Método de propagação; •Custos das instalações; •Grau de tecnificaçaõ do viveiro.
  27. 27. Localização e Caracterização Para a escolha do local onde será instalado o viveiro, deve-se levar em consideração os seguintes aspectos:
  28. 28. Facilidade de acesso É necessário que o acesso possibilite o fácil trânsito de caminhões, sendo que todas as estradas deverão ser transitáveis mesmo em época de chuva. Os custos de transporte
  29. 29. Suprimento de água Durante todo o período, após a semeadura, há necessidade de abundância de água para irrigação.
  30. 30. Área livre de Ervas Daninhas Deverá existir contínua vigilância e erradicação das ervas daninhas imediatamente após o seu aparecimento, quer sejam perenes ou anuais.
  31. 31. Facilidade de obtenção da Mão de Obra É indispensável que alguns funcionários morem nas imediações ou na própria área. A vigilância quanto ao aparecimento de doenças precisa ser permanente.
  32. 32. Declividade da área A declividade deve ser de aproximadamente 2%, para não correr danos por erosão.
  33. 33. Área do Viveiro O viveiro possui dois tipos de áreas: •Áreas produtivas: é a soma das áreas de canteiros e sementeiras, em que se desenvolvem as atividades de produção; •Áreas não produtivas: constitui-se dos caminhos, estradas e áreas construídas
  34. 34. A extensão do viveiro será determinada em função de alguns fatores: 1.Quantidade de mudas para o plantio e replantio; 2.Densidade de mudas/m2 (em função da espécie); 3.Espécie e seu período de rotação;
  35. 35. 4.Dimensões dos canteiros, dos passeios (caminhos) e das estradas; 5.Dimensões dos passeios (ou caminhos); 6.Dimensão das estradas (ou ruas); . 7.Dimensão das instalações
  36. 36. Luz O viveiro deve ser instalado em local totalmente ensolarado. Em relação à exposição solar, recomenda-se colocar o comprimento dos canteiros voltado para a face norte, acompanhando-os ao longo de sua extensão.
  37. 37. Tipos de Viveiros Considerando a duração, os viveiros podem ser classificados em: 1.Viveiros Provisórios: temporários ou volantes, são aqueles que visam uma produção restrita; localizam-se próximos às áreas de plantio e possuem instalações de baixo custo.
  38. 38. 2.Viveiros Permanentes: centrais ou fixos, são aqueles que geralmente ocupam uma maior superfície, fornecem mudas para uma ampla região, possuem instalações definitivas com excelente localização. Requerem planejamento mais acurado; as instalações são também permanentes e de maiores dimensões.
  39. 39. Quebra-vento São cortinas que têm por finalidade a proteção das mudas contra a ação prejudicial dos ventos. Devem, contudo, permitir que haja circulação de ar. São constituídas por espécies que se adaptem às condições ecológicas do sítio.
  40. 40. Administração e Controle Para um melhor desempenho do viveiro, deve-se adotar alguns procedimentos administrativos, sendo os mais importantes:
  41. 41. 1.Planejamnto da produção (o número de mudas a serem produzidas, as espécies e as épocas mais adequadas para a produção).
  42. 42. 2.Estoque de insumos e demais materiais necessários para a produção, tais como embalagens, ferramentas e outros.
  43. 43. 3.Disponibilidade de sementes necessárias ou locais definidos para coleta ou compra. 4.Supervisão dos trabalhos distribuindo atribuições e obrigações ao pessoal.
  44. 44. 5.Acompanhamentos periódicos através de relatórios em que figurem informações sobre as espécies produzidas, atividades produtivas com seus rendimentos e custos atualizados da produção.
  45. 45. 1.casa do viveirista 2.escritório 3.depósito para equipamento e ferramentas 4.depósito para produtos químicos 5.abrigo aberto nas laterais (para atividades que não podem ser executadas sob chuva) Para facilitar a administração e o manejo dos viveiros, são necessárias as seguintes instalações:

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