Jornalismo e Terceiro Setor Prof a   Adélia Barroso Fernandes
Ementa <ul><li>1 - A comunicação e o jornalismo como lugar de construção do mundo comum e do espaço público.  </li></ul><u...
Mundo Comum <ul><ul><ul><li>Os homens são diferentes e precisam de um espaço para  construir algo comum a todos. </li></ul...
Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><li>Na Grécia o Público e  o privado eram bem separados. </li></ul><ul>...
Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><ul><ul><li>Esfera de homens livres, usando a razão e a consciência. </...
Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><ul><ul><li>Algumas características da esfera pública foram incorporada...
Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><li>A democracia é antes de tudo um espaço com regras para possibilitar...
Sociedade civil no Brasil contemporâneo <ul><li>O conceito de sociedade de sociedade civil é utilizado para demarcar o ter...
Sociedade civil no Brasil contemporâneo <ul><li>Movimentos sociais  </li></ul><ul><li>A história do Brasil não é democráti...
Sociedade civil no Brasil contemporâneo <ul><li>Ongs </li></ul><ul><li>Aparecem a partir de 1970, na Europa do leste.  Mui...
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Cidadania   <ul><li>Na Grécia – homem, livre, morador da pólis, corajoso </li></ul><ul><li>No Império Romano – homem, livr...
Os Direitos Humanos <ul><li>Depois das duas guerras mundiais os homens sentiram necessidade de colocar limites à sua própr...
Os Direitos Humanos <ul><li>2.a Geração de direitos – POLÍTICO </li></ul><ul><li>Movimentos sociais,Sindicatos,Partidos,Cl...
O papel do jornalismo <ul><li>Jornalismo  - espaço reflexivo da cidadania e dos direitos humanos </li></ul><ul><li>1 – À m...
O papel do jornalismo <ul><li>Mudanças no jornalismo –  Ombudsman  e colunas do cidadão. </li></ul><ul><li>Os jornais reco...
O papel do jornalismo <ul><li>O terceiro setor produz seu jornalismo, editorias especiais, o jornalismo comunitário  </li>...
Jornalismo Cívico ou Jornalismo Público <ul><li>Anos 80 nos EUA </li></ul><ul><li>Defende um novo jornalismo, o jornalismo...
Jornalismo Cívico ou Jornalismo Público <ul><li>Deve ser uma força de revitalização da vida pública. </li></ul><ul><li>Ir ...
Jornalismo Cívico ou Jornalismo Público <ul><li>A imprensa deve ultrapassar sua função primária de informar e contextualiz...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>BRITO E SILVA, Valéia Getúlio. Direitos Humanos econômicos, sociais, culturais e ambien...
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Terceiro Setor e Comunicação Estratégica para Mobilização Social

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Apresentação da profa Adélia Fernandes no evento Terceiro Setor e Comunicação Estratégica para Mobilização Social.
Centro Universitário de Belo Horizonte, 28/03/2009

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Terceiro Setor e Comunicação Estratégica para Mobilização Social

  1. 1. Jornalismo e Terceiro Setor Prof a Adélia Barroso Fernandes
  2. 2. Ementa <ul><li>1 - A comunicação e o jornalismo como lugar de construção do mundo comum e do espaço público. </li></ul><ul><li>2 -O renascimento da sociedade civil no Brasil contemporâneo. </li></ul><ul><li>3 - A importância do debate sobre a cidadania e os Direitos Humanos. </li></ul><ul><li>4 - O papel do jornalismo, e dos jornalistas, para a luta dos movimentos sociais, das ONGs etc., para a ampliação dos direitos e o respeito às diferenças. </li></ul><ul><li>5 – Jornalismo público </li></ul>
  3. 3. Mundo Comum <ul><ul><ul><li>Os homens são diferentes e precisam de um espaço para construir algo comum a todos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O encontro de pessoas diferentes, para construir algo comum a todos é o mundo comum. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Só no mundo comum as diferenças podem aparecer. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O mundo comum abre a possibilidade da pluralidade, ou seja, a realidade vista de vários ângulos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O mundo comum é agonístico, é conflituoso. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lugar de trocas comunicativas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lugar de visibilidade, quando os homens saem da obscuridade de suas subjetividades </li></ul></ul></ul>
  4. 4. Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><li>Na Grécia o Público e o privado eram bem separados. </li></ul><ul><li>Espaço privado, privação.Família, senhor da casa, escravo, mulher. </li></ul><ul><li>Quem pode participar do debate público: homens, livres, moradores, corajosos. </li></ul><ul><li>Espaço Público Romano. Público e privado bem separados. </li></ul><ul><li>Público é tudo que diz respeito ao império. Expansionista. Guerra, invasão, riqueza. </li></ul><ul><li>Quem participa do espaço público: homem, livre, rico. </li></ul><ul><li>Idade Média não tem público, só privado. Público significa uso de todos. </li></ul><ul><li>As cidades voltam a crescer, os burgueses enriquecem e querem o poder político. </li></ul><ul><li>A burguesia faz uma ruptura com a rígida estrutura de poder e dominação do Antigo Regime. </li></ul>
  5. 5. Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><ul><ul><li>Esfera de homens livres, usando a razão e a consciência. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O espaço público burguês é o lugar ideal para se discutir as condições e os procedimentos do poder </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Encontros em cafés. Escrevem jornais, revistas e livros. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A imprensa torna-se fórum importante de debate crítico. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Argumento substitui a vontade arbitrária. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Racional, lógico (raciocínio do convencimento por argumentos lógicos, racionais e válidos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Debate / Negociação / Liberdade de opinião / Propostas / Agonístico / Oposição / Concorrência </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Igualdade de voto e participação. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Decisão majoritária / Deliberação </li></ul></ul></ul>
  6. 6. Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><ul><ul><li>Algumas características da esfera pública foram incorporadas como lei, por exemplo, a liberdade de imprensa. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quando os grupos enviam argumentos para a esfera pública a sociedade discute e apresenta novos argumentos, que provocam contra argumentos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A esfera pública cria a opinião pública. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Estado, assim como outras instâncias, tem que enfrentar a opinião pública. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A opinião pública legitima ou não as decisões públicas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Na modernidade, a esfera pública torna-se a intermediária entre o Estado e a sociedade. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Assuntos privados tornaram –se publicamente relevantes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Assuntos públicos que são tratados em segredo. </li></ul></ul></ul>
  7. 7. Comunicação e Espaço Público ou Esfera Pública <ul><li>A democracia é antes de tudo um espaço com regras para possibilitar a entrada de novos temas, novos debates. Na democracia o fluxo comunicativo deve facilitar que esses novos temas apareçam. </li></ul><ul><li>Democracia deliberativa e procedimental. </li></ul><ul><li>Somente uma cultura democrática pode garantir a coexistência de igualdade e de diferentes modos de vida. </li></ul><ul><li>A imprensa é um grande espaço público </li></ul>
  8. 8. Sociedade civil no Brasil contemporâneo <ul><li>O conceito de sociedade de sociedade civil é utilizado para demarcar o território social ameaçado pela burocracia estatal e pela economia. As forças da economia capitalista, a valorização do individualismo e a burocracia estatal ameaçam a solidariedade, a autonomia do cidadão. </li></ul><ul><li>A sociedade civil não quer o poder, mas influenciar as mudanças sociais e as decisões do Estado e da Economia. </li></ul><ul><li>A sociedade civil enriquece a esfera pública pois traz à cena questões dos sujeitos, do cotidiano, que de forma concreta afetam a vida de milhares de pessoas. </li></ul><ul><li>O Estado (primeiro setor) e o Mercado (segundo setor) sozinhos não foram capazes de dar respostas às formas comunitárias de solidariedade e às necessidades de inúmeros grupos sociais. O mercado prometeu igualdade de oportunidades e riqueza para todos e o Estado prometeu proteção contra a violência, a pobreza, etc. </li></ul><ul><li>Se ao Estado não interessa uma mobilização cívica. </li></ul><ul><li>Se ao mercado não interessa uma mobilização pelos direitos humanos. </li></ul><ul><li>Cabe à sociedade Civil articular uma luta que seja ao mesmo tempo local e global, econômica e estatal, social e individual. </li></ul>
  9. 9. Sociedade civil no Brasil contemporâneo <ul><li>Movimentos sociais </li></ul><ul><li>A história do Brasil não é democrática. Regimes autoritários entrecortados por breves períodos de democracia. </li></ul><ul><li>Além disso, temos uma das piores distribuições de renda do mundo. Muita concentração de terras e de capital. </li></ul><ul><li>Mas, movimentos sociais recentes indicam a construção de uma prática associativa e uma cidadania mais ativa. </li></ul><ul><li>Os movimentos sociais tem que estabelecer três frentes de luta: </li></ul><ul><li>1 - para mudar a lei </li></ul><ul><li>2 - para convencer a sociedade da justeza de suas reivindicações e conseguir apoio de outros movimentos. </li></ul><ul><li>3 – mudar a situação econômica dos envolvidos, quando for o caso. </li></ul>
  10. 10. Sociedade civil no Brasil contemporâneo <ul><li>Ongs </li></ul><ul><li>Aparecem a partir de 1970, na Europa do leste. Muitas Ongs são internacionais. </li></ul><ul><li>Questões éticas e morais revalorizam a vida humana. </li></ul><ul><li>Luta pelos direitos sociais se ampliam. </li></ul><ul><li>Crescimento das ONG´s – novas parcerias com o poder público e privado. </li></ul><ul><li>O poder público repassa verba às ONG´s que repassam a vários movimentos e associações. As ongs ajudam os movimentos sociais a se auto-sustentarem. </li></ul><ul><li>Mas o apoio do governo é instável, muda o governo e movimentos são varridos do cenário. </li></ul>
  11. 11. ONG´s <ul><li>Articulam vários movimentos Institucionalizados </li></ul><ul><li>Eficientes </li></ul><ul><li>Perenes </li></ul><ul><li>Contínuos </li></ul><ul><li>Fazem balancetes </li></ul><ul><li>Pagam funcionários </li></ul><ul><li>Orçamento faz parte do trabalho </li></ul><ul><li>Querem resultados de impactos </li></ul>
  12. 12. MOVIMENTOS SOCIAIS <ul><li>Não institucionalizados </li></ul><ul><li>Fluxos e refluxos de temas </li></ul><ul><li>Sem eficácia operacional </li></ul><ul><li>Polivalentes </li></ul><ul><li>Multiformes </li></ul><ul><li>Lutam por mudanças a longo prazo, de preconceito arraigados </li></ul>
  13. 13. Cidadania <ul><li>Na Grécia – homem, livre, morador da pólis, corajoso </li></ul><ul><li>No Império Romano – homem, livre, rico </li></ul><ul><li>Na Idade Média – desaparece, ficando apenas o termo uso público, como uso do moinho. </li></ul><ul><li>Na modernidade – homem, branco, rico, letrado, cristão </li></ul><ul><li>Concepção Democrática – cidadão que tenta conciliar o bem próprio e o bem comum, disputando no espaço público o Direito a Ter Direito. </li></ul><ul><li>O capital consegue impor regras que assegurem a confiabilidade, estabilidade para que o capital circule livremente no mundo. Os indivíduos não têm essa proteção. </li></ul><ul><li>A cidadania relacionada ao Estado enfraquece-se cada vez mais. Agora as normas são internacionais e partem de grupos econômicos. </li></ul><ul><li>Ainda não foi criada a cidadania transnacional. </li></ul><ul><li>Com o enfraquecimento do Estado, os indivíduos tendem a ligar-se por afetividade, identidades, etnias, religiosidade, de forma global. </li></ul><ul><li>Construção de uma cidadania baseada nos Direitos Humanos (enfrentando a economia e o Estado) </li></ul><ul><li>Esfera pública mais global começa a ser desenhada com as novas tecnologias de comunicação. </li></ul>
  14. 14. Os Direitos Humanos <ul><li>Depois das duas guerras mundiais os homens sentiram necessidade de colocar limites à sua própria capacidade de atrocidades. </li></ul><ul><li>Cria-se a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948. </li></ul><ul><li>1.a Geração de direitos – CIVIL </li></ul><ul><li>Direito a vida, Integridade Física, Liberdade de ir e vir </li></ul><ul><li>Liberdade de expressão (assumindo autoria e respondendo pelo que diz) </li></ul><ul><li>O Brasil, apontado como o país no ocidente que mais desrespeita esses direitos. </li></ul><ul><li>Maiores problemas: vida doméstica, presídios e assassinatos nas ruas. </li></ul><ul><li>Maiores vítimas: mulheres, crianças, negros e jovens negros </li></ul>
  15. 15. Os Direitos Humanos <ul><li>2.a Geração de direitos – POLÍTICO </li></ul><ul><li>Movimentos sociais,Sindicatos,Partidos,Clubes,Associações,Cooperativas </li></ul><ul><li>Não permitido: Organizações Paramilitares e Neonazismo </li></ul><ul><li>3.a Geração de direitos – SOCIAL </li></ul><ul><li>Educação, Saúde, Habitação, Alimentação </li></ul><ul><li>+ parceiros privados </li></ul><ul><li>+ Sociedade </li></ul><ul><li>+ Iniciativa Privada </li></ul><ul><li>4.a Geração de direitos – AMBIENTE </li></ul><ul><li>5.a Geração de direitos- GENÉTICO </li></ul><ul><li>Os direitos humanos apelam pela igualdade e pela diferença: mulheres, negros, deficientes, homossexuais, doentes mentais, idosos, crianças, </li></ul>
  16. 16. O papel do jornalismo <ul><li>Jornalismo - espaço reflexivo da cidadania e dos direitos humanos </li></ul><ul><li>1 – À medida em que a sociedade avança os jornalistas são compelidos a noticiar as conquistas. Por exemplo, uma notícia sobre uma lei que protege uma categoria social num país, ajuda outro país a lutar. </li></ul><ul><li>2 - Os jornais apresentam as várias vozes sociais sobre um tema, construindo um verdadeiro debate no espaço público. </li></ul><ul><li>3 – Os cidadãos tomam conhecimento de novos direitos, reconhecem uma falta ou um sofrimento ao verem um notícia. (a existência de delegacias especializadas, o que é assédio moral, etc). </li></ul>
  17. 17. O papel do jornalismo <ul><li>Mudanças no jornalismo – Ombudsman e colunas do cidadão. </li></ul><ul><li>Os jornais reconhecem que erram e começam a criar espaços para auto-crítica e sugestões dos cidadãos. </li></ul>
  18. 18. O papel do jornalismo <ul><li>O terceiro setor produz seu jornalismo, editorias especiais, o jornalismo comunitário </li></ul><ul><li>Há uma profissionalização da comunicação no terceiro setor, alimentando inclusive os jornais de referência </li></ul><ul><li>Seminários para jornalistas sobre alguns assuntos, cartilhas para jornalistas e elaboração de jornais próprios. </li></ul>
  19. 19. Jornalismo Cívico ou Jornalismo Público <ul><li>Anos 80 nos EUA </li></ul><ul><li>Defende um novo jornalismo, o jornalismo público ou cívico. </li></ul><ul><li>Para este movimento não há duvida que o jornalismo atual está em crise, bem como a própria democracia. </li></ul><ul><li>O jornalismo precisa incentivar a vida pública ou ele mesmo vai acabar. </li></ul>
  20. 20. Jornalismo Cívico ou Jornalismo Público <ul><li>Deve ser uma força de revitalização da vida pública. </li></ul><ul><li>Ir além da missão de dar notícias para uma mais ampla. </li></ul><ul><li>Acabar com a visão de observador desprendido e assumir uma postura participante. </li></ul><ul><li>Deve redefinir seus valores e aproximá-los da sociedade. </li></ul><ul><li>Conceber o público como atores na vida democrática, tornando prioritário estabelecer ligações com os cidadãos. </li></ul><ul><li>Deve evitar o excesso de negativismo </li></ul><ul><li>O jornalista é um ator político e não deve se esquecer disso. </li></ul>
  21. 21. Jornalismo Cívico ou Jornalismo Público <ul><li>A imprensa deve ultrapassar sua função primária de informar e contextualizar e analisar os fatos, abordando as soluções que o Estado e a sociedade vem encontrando para os problemas e indicando formas de participação dos cidadãos nos esforços coletivos e em favor do desenvolvimento humano. </li></ul><ul><li>A imprensa, por iniciativa própria ou em parceria, deve promover ações e edições especiais em favor do desenvolvimento humano, engajando-se em campanhas públicas e projetos sociais, ou seja, atuando no campo da responsabilidade social e da cidadania empresarial. </li></ul>
  22. 22. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>BRITO E SILVA, Valéia Getúlio. Direitos Humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais: construção, ação e debate. In: Direitos Humanos e Cotidiano. LIMA, Ricardo Barbosa (cord). Goiânia: Bandeirantes, 2001. </li></ul><ul><li>COMPARATO, Fábio Konder. A nova cidadania. Revista Lua Nova, São Paulo, n.28-29, Centro de Estudos Contemporâneos, 1993. </li></ul><ul><li>COSTA, Sérgio. Contextos da construção do espaço público no Brasil. São Paulo: Novos Estudos CEBRAP, 1997. n.47. </li></ul><ul><li>COSTA, Sérgio. Do simulacro e do discurso: esfera pública, meios de comunicação de massa e sociedade civil. Revista Comunicação e Política. n.5, v.4, 1995. </li></ul><ul><li>EKSTEROWICZ, Anthony J. et al. Jornalismo público e conhecimento público. In: TRAQUINA, Nelson. Revista de comunicação e linguagem. Lisboa: Relógio d’água, 2000. </li></ul><ul><li>DAGNINO, Evelina (org.) Os movimentos sociais e a emergência de uma nova noção de cidadania. In: Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1994. </li></ul><ul><li>FERNANDES, Adélia Barroso. A mídia e os fluxos comunicativos do espaço público. Revista Geraes da comunicação social da UFMG, Belo Horizonte: UFMG, 2000. </li></ul><ul><li>______. Jornalismo e cidadania: configurações da luta por direitos legais dos doentes mentais nos espaços públicos. In: BARBOSA, Marialva. Estudos de Jornalismo II. Campo Grande: INTERCOM, 2001. </li></ul><ul><li>FERNANDES, Rubem César. O que é o terceiro setor? In: IOSCHPE, Evelyn Berg. 3º setor desenvolvimento social sustentado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. </li></ul><ul><li>GOHN, Maria da Glória. Os Sem Terra, ONGs e Cidadania. São Paulo: Cortez, 2000. </li></ul><ul><li>______. Teorias dos Movimentos Sociais. São Paulo: Loyola, 1997. </li></ul><ul><li>______. História dos movimentos e lutas sociais. A construção da cidadania brasileira. São Paulo: Loyola, 1995. </li></ul><ul><li>HABERMAS, Jurgen. Direito e democracia. entre faticidades e validade. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. v.II. Cap. VIII. </li></ul><ul><li>MAIA, Rousiley Celi M. Dos dilemas da visibilidade midiática para a deliberação pública. In: LEMOS, André (org). Mídia.BR. Porto Alegre: Sulina, 2004. </li></ul><ul><li>NAVES, Rubens. Novas possibilidades para o exercício da cidadania. PINSKY, Jaime e PINSKY, Carla Bassanezi. História da Cidadania. São Paulo: contexto, 2003 </li></ul><ul><li>SILVA, Luiz Martins da. Jornalismo Público: o social como valor-notíca. In: FRANÇA, Vera (org). Livro da Compós 2002. Porto Alegre: Sulina, 2003. </li></ul><ul><li>TRAQINA, Nelson. O estudo do jornalismo no século XX. São Leopoldo: Unisinos, 2001. </li></ul><ul><li>VIEIRA, Liszt. Cidadania e globalização. Rio de Janeiro: Record, 1999. </li></ul>

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