Parasitologia basica

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Parasitologia basica

  1. 1. Giardia lamblia DOCENTE : T.M.L. DAVID G. QUIS PE ARANDA
  2. 2. E s un pro toz oa rio fla g e la d o p a tó g e no , q u e pa ra s ita e l tra c to d ig e s tivo de h um a n os y otros m a m ífe ros , prod uc ie ndo u na pa to lo g ía de nom ina da g ia rd io s is , g ia rdia s is o la m b lia s is .
  3. 3. S e Alime nta n por fa g oc itos is y pinoc itos is de l c onte nido inte s tina l a tra vé s de la s upe rfic ie dors a l.
  4. 4. QUIS TE Fo rma infe ctante . Oval, de pare de s grue s as 2 - 4 núcle o s (in/maduro). 9 – 12 um de diame tro Axo s tilo Re s to s de flag e lo s
  5. 5. P re s e nta un ta ma ño e n torno a 15 μ de m long itud y 10 μ de a nc h o c on una m morfolog ía ova la da . P os e e 4 núc le os que s ie mpre a pa re c e n dis pue s tos e n a lg uno de los polos . No pre s e nta fla g e los a unq ue s e pue de n a pre c ia r los a xone ma s fla g e la re s (re s tos de los fla g e los ) y los c ue rpos me dia le s duplic a dos c on re s pe c to a l trofoz oito. La pa re d e s tra ns pa re nte y muy re s is te nte ta nto a fa c tore s fís ic os c omo químic os . E l quis te e s la forma ve g e ta tiva infe c ta nte y de re s is te nc ia .
  6. 6. TROFOZOITO S ime tría bilate ral.  Dis c o ve ntral.  4 pare s de flag e lo s .  Pirifo rme  12 – 20 um de larg o  6 – 15 um de anc ho  1 axo s tilo 
  7. 7. P re s e nta u n ta m a ño e n torno a 2 0 μ de m lon g itu d y 15 μ d e a n c h o c o n u n a m m o rfo lo g ía p irifo rm e y un a s im e tría b ila te ra l. P ro ye c ta da e n u n pla n o s e a s e m e ja a un a p e ra . P o s e e 8 fla g e lo s , 2 a nte riore s , 2 p os te rio re s , 2 ve n tra le s y 2 c a u d a le s , c u ya fun c ión e s la m o tilida d c e lu la r. E n la c a ra ve n tra l p re s e n ta un a e s truc tu ra c on fo rm a d e dis c o b ilob u la do , c u ya fun c ió n e s p e rm itir la fija c ión d e l pa rá s ito a la s up e rfic ie d e l e pite lio in te s tina l.
  8. 8. E n la c a ra dors a l y c oinc idie ndo e n pos ic ión c on e l dis c o bilobula do s e s itúa n dos núc le os ova la dos c on g ra nde s e ndos oma s . A lo la rg o de la s upe rfic ie ve ntra l s e dis pone n unos e le me ntos de nomina dos c ue rpos me dia le s , c uya func ión a ún pe rma ne c e de s c onoc ida . E l trofoz oito e s la forma ve g e ta tiva que s e a lime nta y s e re produc e .
  9. 9. FORMA DE COMA O VIRGULA FORMA DE RAQUETA
  10. 10. Re pro duc c io n R e produc c ión por divis ión bina ria long itudina l. S e produc e ta n rá pido que e n poc o tie mpo pue de n forma rs e millone s de pa rá s itos . No pre s e nta n re produc c ión s e xua l
  11. 11. Tro fo zo ito e me rg ie ndo de un quis te
  12. 12. CICLO BIOLOGICO •Da ñ o e n la m uc o s a •Ing e s tio n d e l q u is te •E nq uis ta m ie n to •De s e nq uis ta m ie n to e n d uo d e n o •S a lid a e n h e c e s d e s d e h u e s p e d •Tro foz o ito s e n d u od e n o y ye yun o in fe c ta d o •Adh e s ion d e los q u is te s a la •F e c a lis m o a m b ie nta l m uc o s a •Ing e s tion d e l q u is te p o r pa rte d e •F is io n b ina ria lon g itu din a l u n h u e s p e d s us c e ptib le
  13. 13. Giardia lamblia vive e n form a de trofoz oito e n la luz de l inte s tino de lg a do (princ ipa lm e nte e n e l duode no) a dh e rido a la s ve llos ida de s inte s tina le s por m e dio de los dis c os b ilob ula dos . S e a lim e nta y s e re produc e h a s ta q ue e l c onte nido inte s tina l inic ia e l proc e s o de de s h idra ta c ión, m om e nto e n e l q ue c om ie nz a e l e nq uis ta m ie nto de l trofoz oito. P ie rde los fla g e los , a dq uie re una m orfolog ía ova la da , s e rode a de una pa re d q uís tic a y fina lm e nte s e produc e una c a rioc ine s is de los dos núc le os q ue pa s a n a s e r 4 y le c onfie re n a l q uis te e l e s ta do de m a dure z .
  14. 14. Los quis te s e xpuls a dos junto a la s h e c e s ya s on infe c ta nte s . Cua ndo dic h os quis te s s on ing e ridos por un nue vo h os pe da dor, lle g a n a l duode no, donde s e dis ue lve la pa re d quís tic a , da ndo a s í lug a r a un individuo te tra nuc le a do que s e divide inme dia ta me nte e n dos trofoz oitos binuc le a dos que s e a nc la n a l e pite lio inte s tina l, c e rra ndo a s í s u c ic lo vita l.
  15. 15. GIARDIAS IS *Ag e nte Etio lo g ic o : Giardia lamblia •Pre vale nc ia : mayo r e n c limas *Es tado infe c tante : Quis te c álido s y te mplado s *Habitat : Inte s tino de lg ado •Grupo s de rie s g o : pre e s c o lare s , *Trans mis ió n : fe c al-o ral. lac tante s , inmuno de primido s *Re s e rvo rio : Ho mbre •Fac to re s de rie s g o : mal *Dis tribuc ió n : mundial s ane amie nto ambie ntal hábito s hig ié nic o s inade c uado s
  16. 16. PATOGENIA • Duode no – ile on • Adh e re nc ia a la pa re d inte s tina l • Irrita c ion c a ta rra l • Va c uoliz a c ion de c e lula s e pite lia le s – ne c ros is • R e c a mbio de c e lula s de s upe rfic ie , que da ndo e n la s upe rfic ie c é lula s inma dura • Dific ulta d de a bs orc ion - diarre a
  17. 17. La pa tolog ía orig ina da por Giardia lamblia s e de b e princ ipa lm e nte a los e fe c tos q ue c a us a n la a c c ión m e c á nic a de a dh e rirs e y fija rs e a l e pite lio in te s tina l
  18. 18. Dic h os e fe c tos produc e n una a lte ra c ión de la s mic rove llos ida de s , que dis minuye n s u s upe rfic ie de e xpos ic ión a l s e r e ng ros a da s , y e s to c onlle va la a pa ric ión de dive rs a s a lte ra c ione s fis iológ ic a s má s o me nos g ra ve s , s e g ún e l ma yor o me nor de te rioro de l proc e s o de a bs orc ión
  19. 19. INMUNIDAD La inmunorre s pue s ta de l h ué s pe d jue g a un importa nte pa pe l e n la e limina c ión de l pa rá s ito y e n la prote c c ión c ontra la e nfe rme da d, pa rtic ipa ndo e n la produc c ión de la e nfe rme da d ta nto la inmunida d h umora l, c on nive le s e le va dos de Ig M e Ig G a ntig ia rdia e n e l s ue ro y a ntic ue rpos Ig A e n la luz inte s tina l, c omo la inmunida d c e lula r, c on la e limina c ión de l pa rá s ito
  20. 20. ACCION DEL PARASITO CONTRA LA INMUNIDAD Giardia lamblia c o n s u m e a rg inin a e n la lu z in te s tin a l, e s te a m in o á c ido e s u n pre c u rs o r fun d a m e n ta l e n la s ín te s is d e ó xid o n ítric o (NO), e le m e nto c la ve e n la lu c h a d e l h u é s p e d fre n te a l p a rá s ito . Au nq u e n o a fe c ta a la via b ilid a d d e l p a rá s ito , e l NO in h ib e ta n to la fo rm a c ió n c o m o la e c los ió n d e lo s q u is te s d e G ia rd ia .
  21. 21. CLINICA La ma yoría c urs a n de forma a s intomá tic a y a c túa n c omo porta dore s de l pa rá s ito. Los c a s os s intomá tic os pre s e nta n dia rre a a g uda o c rónic a , c ontinua o inte rmite nte , a lte rna ndo c on fa s e s de e s tre ñimie nto. La s de pos ic ione s s on a c uos a s , c on moc o y e n ra ra s oc a s ione s c on s a ng re , que pue de n prolong a rs e dura nte s e ma na s o a ños , c on un pe ríodo de inc uba c ión de 5 a 15 día s . E n la infa nc ia pue de a c ompa ña rs e de e s te a torre a .
  22. 22. Ta mbié n pue de n c urs a r c on c ólic os a bdomina le s , fla tule nc ia , vómitos y ná us e a s , a s te nia y a nore xia , pé rdida s de pe s o y ma nife s ta c ione s ne rvios a s ine s pe c ífic a s . E n inmunode primidos la e nfe rme da d e s s ie mpre s intomá tic a y má s g ra ve c on dia rre a s prolong a da s y s índrome s de ma la bs orc ión. E n los c a s os tra ns mitidos por c onta c tos s e xua le s a pa re c e n c a la mbre s y fla tule nc ia s pe ro s in dia rre a s .
  23. 23. La Ma la bs orc ión de lípidos , g lúc idos y prote ína s . E s tá c a ra c te riz a da por la a pa ric ión de e s te a torre a (h e c e s g ra s a s y c opios a s ) y, pos te riorme nte , de de fic ie nc ia s prote ic a s y vita mínic a s (s obre todo vita mina s lipos oluble s ).
  24. 24. S INTOMAS • Anore xia • Dolor a bdomina l le ve e inc ons ta nte • F a lla e n c re c imie nto S IG NOS • F e tide z fe c a l • Dia rre a c on re s tos de a lime ntos ( lie nte ric a ) y c on g ra s a s ( e s te a torre a )
  25. 25. DIAGNÓS TICO * E xa me n de de pos ic ione s : c opropa ra s itológ ic o **e xa me n dire c to a l fre s c o **e xa me n s e ria do ( Te le ma n) una o va ria s mue s tra s *E LIS A Ag e n de pos ic ione s *P CR Giardia lamblia (a lto c os to) *E xá me ne s má s inva s ivos , ta m b ié n s e le s p ue d e e n c o n tra r c on e l e s tud io m ic ro s c ó p ic o de líq u id o du od e na l e n fre s c o .
  26. 26. E LIS A
  27. 27. Te rapia • me tro nidazo l • tinid a z o l • s e c n id a z o l • fu ra z o lid o n a • a lb e n d a z o l
  28. 28. EPIDEMIOLOGIA • Dis tribuc ion : mundia l • P re va le nc ia : ma yor e n c lima s c a lidos y te mpla dos • G rupos de rie s g o : pre e s c ola re s , la c ta nte s e inmunode primidos • F a c tore s de rie s g o: ma l s a ne a mie nto y h a bitos h ig ie nic os ina de c ua dos
  29. 29. CONTROL Me dida s pre ve ntiva s : *e duc a c ión *a g ua s : filtra c ión, h e rvir a g ua s i no e s ta filtra da *de pos ic ione s : e limina c ión de h e c e s e n forma s a nita ria *no e s ta indic a do la te ra pia fa milia r c omo me dida prima ria
  30. 30. Chilomastix mesnili E s un pa ra s ito de dis tribuc ión c os mopolita ,a unque s e e nc ue ntra c on má s c on fre c ue nc ia e n c lima s c a lie nte s . No pa tóg e no a unque e l trofoz oito s e h a a s oc ia do a proc e s os dia rre ic os . É s te e s e l fla g e la do má s g ra nde e nc ontra do e n h ombre c on una inc ide nc ia de 1-10% e n e l inte s tino g rue s o.
  31. 31. Quis te • s on d e 6-9 u m • tie n e n u n s o lo n úc le o g ra n d e c o n u n c a rio s o m e g ra n de . • tie n e n u na p e rilla la te ra l pro m in e n te q ue le d a n u n a fo rm a c a ra c te rís tic a d e l lim ón . • e l c itos to m e e s e vide n te c o n un a fib rilla c urva da . • tie n e u n fila m e n to c a ra c te rís tic o e nro lla d o ( a xo n e m a s in tra c ito pla s m á tic o s )
  32. 32. LIMON QUISTE
  33. 33. Trofozoito • Tie ne n form a de pe ra y m ide n los 6-20 um e n long itud. • Tie ne n 1 núc le o g ra nde c on un c a rios om e pe q ue ño y 3 fla g e los q ue s e e xtie nde n de s de e l núc le o e n e l e xtre m o a nte rior de l pa rá s ito. • P os e e 4 fla g e los , uno de e llos , m á s c orto, a s oc ia do a l c itos tom a , z ona e s pe c ia liz a da a tra vé s de la c ua l ob tie ne e l a lim e nto, y los otros 3, e n la z ona a nte rior, a s oc ia dos a una func ión de m otilida d. • S e m ue ve de una m a ne ra dire c c iona l
  34. 34. Pato g e nic idad C. mesnilis e s tá c ons ide ra do c omo un pa rá s ito a pa tóg e no, ya que no c a us a ning ún tipo de dole nc ia , a e xc e pc ión de c ie rta s dia rre a s de bida s a la irrita c ión de la muc os a inte s tina l c ua ndo a ume nta n de forma c ons ide ra ble los nive le s de pa ra s ite mia
  35. 35. Tric ho mo nas Trichomona vaginalis Trichomona tenax Trichomona hominis
  36. 36. Tric homona vaginalis Es un protoz oo pa tóg e no fla g e la do pe rte ne c ie nte a l orde n Tric h omona dida que pa ra s ita e l tra c to urog e nita l ta nto de h ombre s c omo de muje re s , pe ro únic a me nte e n h uma nos . P roduc e una pa tolog ía de nomina da tric omonia s is urog e nita l
  37. 37. Ca re c e de mitoc ondria s y pos e e e n s u lug a r unos org á nulos de nomina dos c ue rpos pa ra c os ta le s y pa ra xos tila re s que s on h idrog e nos oma s , c uya func ión e s produc ir e ne rg ía (ATP ) e n c ondic ione s a na e róbic a s . P os e e un a pa ra to de G olg i de nomina do c ue rpo pa ra ba s a l. Únic a me nte tie ne un h os pe da dor (monoxe no), e s c os mopolita y tie ne una únic a forma de vida e n s u c ic lo vita l, e l trofoz oito, ya que no forma quis te s .
  38. 38. Trofozoito Ta m a ñ o 10 -2 0 μ de lon g itud y u na m m orfolog ía p iriform e . P os e e e n tre 4 y 6 fla g e lo s , to do s a n te riore s e xc e pto u no , q u e s e e nc u e n tra a s o c ia do a la s up e rfic ie c e lu la r fo rm a n d o u n a m e m b ra n a o n du la nte la c u a l no lle g a a la p a rte po s te rio r de l c ue rpo . P a ra le lo a d ic h a m e m b ra n a s e d is p on e , e n e l in te rio r de la c é lu la , u n h a z d e m ic ro túb ulo s de no m in a d o c os ta . Atra ve s a nd o e l c ito pla s m a c om o u n e je y s o b re s a lie nd o p or e l e xtre m o po s te rio r.
  39. 39. P re s e nta una e s truc tura forma da por mic rotúbulos de nomina da a xos tilo. Tie ne un únic o núc le o c on e ndos oma que s e dis pone e n la z ona a nte rior, c e rc a de l punto de ins e rc ión de los fla g e los . E l trofoz oito e s la forma ve g e ta tiva que s e a lime nta , s e re produc e e infe c ta .
  40. 40. Los q uis te s no e xis te n. Los trofoz oitos , a l s a lir pre s e nta n un a s pe c to e s fé ric o y g e lific a do por lo que s e de nomina n ps e udoq uis te s .
  41. 41. Cic lo vital e infe c c ió n Vive e xc lus iva me nte e n e l tra c to urog e nita l de los s e re s h uma nos . E n la s muje re s pue de e nc ontra rs e e n la va g ina y e n la ure tra , mie ntra s que e n los h ombre s pue de h a lla rs e e n la ure tra , la prós ta ta y e l e pidídimo. No s e pue de e nc ontra r e n ning ún otro órg a no o me dio, a e xc e pc ión de un c ultivo de la bora torio. T vaginalis . ne c e s ita pa ra s u de s a rrollo óptimo un pH de 5,5, por lo que no va a s e r c a pa z de s obre vivir e n una va g ina s a na , c uyo pH s e rá de 4-4,5).
  42. 42. S in e mba rg o, una ve z que pros pe ra la infe c c ión e l propio pa rá s ito produc irá un a ume nto de la a lc a linida d de l me dio pa ra fa vore c e r s u c re c imie nto. De s de e s te mome nto, los trofoz oitos de dividirá n inc re me nta ndo s u núme ro. E n e l mome nto e n e l que s e produz c a un c onta c to s e xua l los trofoz oitos e s ta rá n e n dis pos ic ión de infe c ta r a l nue vo h os pe da dor
  43. 43. Pato lo g ía En la mujer P re s e nta un pe ríodo de inc uba c ión de 5 a 25 día s que de s e mboc a e n una vulvova g initis c on le uc orre a , prurito vulva r y a rdor va g ina l. Apa re c e n pe te quia s y s e produc e n s e c re c ione s a ma rille nta s e n la fa s e a g uda y bla nque c ina s e n la fa s e c rónic a , donde a bunda n trofoz oitos , g lóbulos bla nc os y c é lula s mue rta s de la s muc os a s . S i la infe c c ión a lc a nz a la ure tra podrá produc irs e una ure tritis .
  44. 44. En e l varón E n e s te c a s o, e l pa rá s ito no e nc ue ntra una s c ondic ione s óptima s pa ra s u de s a rrollo por lo que la infe c c ión c urs a e n e l h ombre c a s i s ie mpre de forma a s intomá tic a , por lo q ue e s c ons ide ra do un me ro porta dor. E n los e xc e pc iona le s c a s os que pre s e nta n s íntoma s , e s tos s on produc idos por una ure tritis , una pros ta titis o una e pididimitis , que c urs a n c on a rdor a l mic c iona r, s e c re c ione s ure tra le s y e de ma pre puc ia l.
  45. 45. Diagnós tico E l dia g n ós tic o p u e d e s e r c línic o, b a s á n do s e e n lo s s íntom a s , o e tio ló g ic o, e s d e c ir, la b ú s q u e d a de l p a rá s ito e n la s e c c ió n u re tra l o va g in a l. E s te ú ltim o p u e d e s e r de tre s m a ne ra s : a )       E n vivo , o b s e rva n d o a l m ic ro s c o pio u n a g o ta de m ue s tra e n un a g ota d e s o lu c ió n s a lina . b )       P re via tinc ión , q u e p u e d e s e r c o n G IE MS A o MAY - G R ÜNWALD-G IE MS A. c )       C ultivo e n m e dio de S OREL, q ue s e e m p le a c ua nd o la s do s OREL a nte riore s h a n s a lid o ne g a tivo s
  46. 46. Tratamiento C o m o s u s ta n c ia s pa ra e l tra ta m ie nto e s tá n : -          ME TR ONIDAZOL (F LAG Y L) -          TINIDAZOL (TR IC OLAM) -          ATE B R INA, C LOR OQUINA y AC E TAR S ONA.
  47. 47. Epide mio lo g ía S e c ons ide ra que e l va rón e s e n la ma yoría de los c a s os e s un porta dor a s intomá tic o c a us a nte de la propa g a c ión de la infe c c ión. La pre va le nc ia de la tric omonia s is va ría muc h o de una s re g ione s a otra s de pe ndie ndo de fa c tore s c omo la e da d, e l e s ta do de s a lud, la promis c uida d s e xua l, la h ig ie ne y la s c ondic ione s s oc ioe c onómic a s .
  48. 48. E n c u a lq u ie r c a s o , la m a yor pre va le nc ia la p re s e nta n la s m uje re s d e e d a d e s c o m pre n dida s e ntre los 1 6 y lo s 35 a ño s y e s p e c ia lm e nte a q ue lla s d e d ic a da s a la pros tituc ión . Aun q u e la tra n s m is ión e s e xc lu s iva m e n te ve n é re a , h a h a b id o c a s o s d e m u je re s in fe c ta d a s p or e l u s o d e e s p on ja s o to a lla s h ú m e d a s infe c ta da s , s o lo e xp lic a b le s po r la c a pa c id a d d e T vaginalis de . s o b re vivir a lg un a s h o ra s e n a m b ie nte s c á lid os e h id ra ta d os .
  49. 49. Tric homonas hominis E s te fla g e la do e s pa ra s ito de dis tribuc ión c os mopolita . E s no pa tóg e no a unque s e h a a s oc ia do a los proble ma s dia rre ic os . E s c omúnme nte e nc ontra do a l la do de la G ia rdia la mblia y de la Die nta moe ba fra g ilis . E nc ontra do e n una g a ma a nc h a de prima te s no h uma nos : g a tos , pe rros y va rios roe dore s .
  50. 50. Tro fo zo itos No tie ne n un a e ta p a e n q u is ta d a . Lo s trofo z oito s m id e n d e 5 -1 5 um e n lo ng itu d po r 7 -1 0 u m d e a n c h o . la form a e s p irifo rm e y tie n e un a xos tilo q u e s e e xtie n de d e l n uc le o h a s ta e l e xtre m o d e l c ue rp o . P o s e e n un a m e m b ra n a on d ula d a q u e a m p lía la lon g itu d e n te ra de l c u e rpo y s e ob s e rva c om o u n fla g e lo lib re (e s ta c a ra c te rís tic a lo dis tin g u e de o tro s tric h om o na s ). E l n úm e ro c a ra c te rís tic o d e fla g e lo s e s c inc o . Tie n e u n s olo nú c le o e n e l e xtre m o a nte rior.
  51. 51. S e tra ns mite por los a lime ntos y a g ua s de be bida . S e duda s i e s pa tóg e no, pe ro e n oc a s ione s s e h a e nc ontra do e n h e c e s dia rré ic a s y pa re c e que e n los niños a c e ntúa los c ua dros infla ma torios . E l dia g nós tic o e s e tiológ ic o (bús que da de trofoz oitos e n h e c e s ), y e l tra ta mie nto pue de s e r c on a rs e nic a le s tipo CAR B AS ONA o ACE TAR S ONA. Ta mbié n c on YATR E N y ME TR ONIDAZOL (F LAG YL).
  52. 52. Diag no s tic o de Labo rato rio En un montaje fre s c o los tro fo zoito s s e mue ve n muy rápidame nte de una mane ra de s igual, no dire c tiva. El axos tilo y la me mbrana o ndulada s on de diagnós tic o.         
  53. 53. Tric ho mo nas te nax E s u n p ro to z oo fla g e la d o pe rte n e c ie n te a l orde n Tric h o m on a d id a q u e pa ra s ita e xc lu s iva m e n te la c a vida d b u c a l de los s e re s h u m a n os C a re c e d e m itoc o nd ria s . P o s e e u n a p a ra to de G o lg i d e no m in a d o c u e rp o pa ra b a s a l. Ún ic a m e n te tie ne u n h o s p e da d or (m on oxe no ), e s c o s m o p olita y tie n e u n a ún ic a fo rm a d e vid a e n s u c ic lo vita l, e l tro foz o ito , ya q ue n o form a q u is te s .
  54. 54. Tro fo zo ito P re s e n ta un ta m a ñ o de u no s 15 μ d e m lo ng itud y u na m o rfolog ía p irifo rm e . P os e e 5 fla g e lo s , to do s a nte riore s e xc e pto u no , q u e s e e nc u e n tra a s o c ia do a la s u pe rfic ie c e lula r form a n do u na m e m b ra na o nd ula n te . P a ra le lo a d ic h a m e m b ra n a s e d is po n e , e n e l inte rior d e la c é lula , un h a z de m ic rotúb u lo s de no m in a d o c os ta , p re s e n ta u n a e s tru c tu ra form a d a p or m ic ro túb u lo s d e n o m in a d a a xos tilo . Tie ne u n ún ic o nú c le o c on e nd o s o m a ( g ra n ve s ic ula ) q u e s e dis p on e e n la z o n a a n te rior, c e rc a d e l p un to de in s e rc ión d e lo s fla g e lo s .
  55. 55. Cic lo vital e infe c c ió n T tenax vive e xc lus iva m e nte e n la c a vida d . b uc a l de los s e re s h um a nos , dis pe rs o e ntre los die nte s , la s e nc ía s , la le ng ua y la s a liva de l h os pe da dor. La vía de tra ns m is ión e s la s a liva y la infe c c ión pue de produc irs e de form a dire c ta , a tra vé s de un b e s o, o de form a indire c ta , a tra vé s de l c onta c to c on un va s o, c ub ie rto o c ua lq uie r c os a q ue pue da te ne r re s tos de s a liva infe c ta da .
  56. 56. Pato lo g ía T tenax e s c o ns id e ra d o c om o un p a rá s ito a p a tó g e n o e ino fe ns ivo, ya . q ue n o p ro du c e nin g ún s ín tom a a pa re nte y d e s a p a re c e fá c ilm e n te d e la b o c a s i s e m a ntie ne un a c orre c ta h ig ie ne b uc a l. E s c a p a z d e vivir h a s ta 48 h ora s e n la s a liva y a lim e n to s . Epide miología T tenax s o lo a fe c ta a h um a n os y s e e s tim a q ue p ue d e h a b e r e n tre un . 1 0 y u n 50 % de infe c ta d o s e n to do e l m u n do , d e p e n d ie nd o de la h ig ie n e b u c a l q ue m a nte ng a n.

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