Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

M.s. mod. e prática de form. de profs. - avaliação - aula 3

10,100 views

Published on

M.s. mod. e prática de form. de profs. - avaliação - aula 3

  1. 1. MODELOS E PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Maria Regina Peres
  2. 2. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Cronograma </li></ul><ul><li>1. Aspectos Históricos da Avaliação </li></ul><ul><li>2. Conceitos de Avaliação </li></ul><ul><li>3. Avaliação diagnóstica, formativa e somativa </li></ul><ul><li>4. A LDB e a proposta de avaliação </li></ul><ul><li>5. Vídeos: Avaliação e formação docente </li></ul><ul><li>6. Socialização do vídeo e relação com a avaliação. </li></ul>
  3. 3. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>A avaliação deve ser entendida como parte integrante do processo de ensino e aprendizagem. </li></ul>Segundo Perrenoud (1999), a avaliação da aprendizagem é um processo mediador na construção do currículo e se encontra intimamente relacionada à gestão da aprendizagem dos alunos. Na avaliação da aprendizagem, o professor não deve permitir que os resultados das provas periódicas, geralmente de caráter classificatório, sejam supervalorizados em detrimento de suas observações diárias, de caráter diagnóstico. O professor, que trabalha de forma interativa, tem noção, ao longo de todo o ano, da participação e produtividade de cada aluno. A “prova” é uma formalidade do sistema escolar.
  4. 4. Teoria e Prática de Avaliação Perrenoud propôs etapas para o planejamento relacionando: competências, objetivos, conteúdos e avaliação para a formação dos futuros profissionais
  5. 5. Teoria e Prática de Avaliação Philippe Perrenoud é suiço e atualmente desenvolve estudos sobre a profissionalização de professores e avaliação de alunos. Ele é doutor em sociologia e antropologia e professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Univ. de Genebra. È diretor do Laboratório de Pesquisas sobre Inovação na Formação e na Educação (Life), em Genebra.
  6. 6. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>A Origem da Avaliação </li></ul><ul><li>Avaliar vem do latim a + valere, que significa atribuir valor e mérito ao objeto em estudo. Portanto, avaliar é atribuir um juízo de valor sobre um processo para a aferição da qualidade do resultado. </li></ul><ul><li>A compreensão do processo de avaliação inserida no processo de ensino e de aprendizagem tem sido pautada pela lógica da mensuração. Assim associa-se o ato de avaliar ao de “medir” os conhecimentos adquiridos pelos alunos. </li></ul>
  7. 7. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>A avaliação tem sido estudada desde o séc. XX, </li></ul><ul><li>porém, em 1897 existem registros de pesquisa avaliativa utilizada para estabelecer a relação entre o tempo de treinamento e o rendimento em ortografia, revelando que a ênfase em exercícios não levava a um melhor rendimento. </li></ul><ul><li>As duas primeiras décadas do séc. XX foram marcadas pelo desenvolvimento de testes padronizados para medir as habilidades e aptidões dos alunos. Nessa época, as pesquisas avaliativas voltavam-se para a mensuração de mudanças do comportamento humano. Várias destas pesquisas foram realizadas nos anos 20 para medir efeitos de programas de diversas áreas sobre o comportamento das pessoas. Ex.: medida da produtividade dos operários; da eficácia de programas de saúde pública; de atitudes de alunos e outros... </li></ul>
  8. 8. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>A avaliação da aprendizagem tem seus princípios e características no campo da Psicologia. </li></ul><ul><li>As duas primeiras décadas do século XX foram marcadas pelo desenvolvimento de testes padronizados para medir as habilidades e aptidões dos alunos. </li></ul>
  9. 9. Teoria e Prática de Avaliação “ A avaliação escolar hoje só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para melhorar a aprendizagem” Jussara Hoffmann
  10. 10. Teoria e Prática de Avaliação Nasceu em Bagé – RGS. É formada em Letras pela UFRGS. É mestre e doutora em Educação - Avaliação pela UFRJ. Regressou a Porto Alegre onde atuou na Delegacia de Educação/SEE e na PUCRS como docente. Desde 1986 é docente da UFRGS. Jussara M. Hoffmann <ul><li>Principais obras </li></ul><ul><li>Avaliação Mito e desafio. Porto Alegre: </li></ul><ul><li>Mediação.2009. 41ªed. </li></ul><ul><li>Avaliação mediadora. Porto Alegre: </li></ul><ul><li>Mediação. 2007. 27ª ed. </li></ul><ul><li>O jogo do contrário em avaliação. Porto </li></ul><ul><li>Alegre: Mediação. 2005 </li></ul>
  11. 11. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Alguns conceitos sobre Avaliação Escolar </li></ul><ul><li>O conceito de avaliação foi se alterando conforme a história da educação foi se transformando buscando novas teorias e práticas. </li></ul>Avaliar é buscar informações sobre o aluno: sua vida, sua família, sua comunidade, seus sonhos... É conhecer o sujeito em sua totalidade com seu jeito próprio de aprender. Avaliar é um processo abrangente da existência humana, que implica numa reflexão crítica sobre a prática, no sentido de captar seus avanços, suas dificuldades e possibilitar uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar os obstáculos.
  12. 12. Teoria e Prática de Avaliação A avaliação é uma área interdisciplinar por definição, embora haja, hoje, um movimento para tentar reduzir a avaliação a uma disciplina de estudo. A minha perspectiva não é essa, é uma perspectiva interdisciplinar. (Almerindo Janela Afonso) A avaliação é um objeto de estudo aberto as contribuições de diferentes disciplinas: a Psicologia, a Sociologia, a própria Teoria da Avaliação, a História e a Filosofia. (Almerindo Janela Afonso)
  13. 13. Teoria e Prática de Avaliação É doutor em Educação, professor da Universidade do Minho e pesquisador do Instituto de Educação e Psicologia. É diretor do curso de mestrado em Sociologia da Educação e Políticas Educativas . É como sociólogo que ele estuda e pesquisa o tema avaliação. Almerindo Janela Afonso
  14. 14. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Após o séc. XX, temos 4 tipos de avaliação </li></ul><ul><li>Mensuração - Descritiva </li></ul><ul><li>Julgamento - Negociação </li></ul><ul><li>Mensuração – não distinguia avaliação e medida. Valorizava-se a elaboração de instrumentos ou testes para verificação do rendimento escolar. O papel do avaliador era, técnico e, elaborava testes e exames para a classificação, para determinar os progressos dos alunos. </li></ul>
  15. 15. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Descritiva - surgiu em função da necessidade de obtenção de dados sobre os objetivos a serem atingidos. Tornou-se necessário descrever o que seria sucesso ou dificuldade em relação aos objetivos estabelecidos. O avaliador estava mais interessado em descrever padrões e critérios. Nesta fase surge o termo “ avaliação educacional ”. </li></ul><ul><li>Julgamento – questiona-se os testes padronizados e o reducionismo da noção simplista de avaliação como sinônimo de medida. Valorizava-se o julgamento. O avaliador assumiria o papel de juiz, responsável pela mensuração e descrição. Não bastava medir e descrever, era preciso julgar se os objetivos haviam sido atingidos. </li></ul>
  16. 16. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Negociação – considera-se a avaliação um processo interativo, negociado, que se fundamenta no paradigma construtivista. A avaliação é responsiva porque, diferentemente dos modelos anteriores que partem de variáveis, objetivos, tipos de decisão e outros, ela se situa e desenvolve a partir de preocupações, proposições ou controvérsias em relação ao objetivo da avaliação , seja ele um programa, projeto, curso, e outros. Esse modelo tem sido mais prestigiado neste século pois considera o processo. </li></ul>
  17. 17. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Verificar é diferente de Avaliar </li></ul><ul><li>Verificação </li></ul><ul><li>É Pontual : interessa o aqui e o agora. Ex .: vestibular. </li></ul><ul><li>É Classificatória : tem uma escala de notas, o aluno fica classificado para sempre. </li></ul><ul><li>É Seletiva : exclui boa parte da população. Ex .: concursos. </li></ul>Para que examinar? Para analisar, interpretar os resultados, tomar decisões replanejar e reorganizar as estratégias de ensino.
  18. 18. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Avaliação </li></ul><ul><li>É Processual : considera o processo de ensino e aprendizagem </li></ul><ul><li>Considera : - os objetivos a serem atingidos; </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- os avanços do aluno durante o processo; </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- os resultados parciais. </li></ul></ul></ul></ul></ul>Avaliando o que se aprendeu avaliamos o que se ensinou.
  19. 19. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Quem avaliar? </li></ul><ul><li> A escola no conjunto e seus atores : </li></ul><ul><li>Alunos </li></ul><ul><li>Professores (auto avaliação) </li></ul><ul><li>Diretores </li></ul><ul><li>Pais </li></ul><ul><li>Outros que estejam inseridos no projeto da escola. </li></ul>
  20. 20. Teoria e Prática de Avaliação A avaliação deve envolver todos os integrantes do processo, ultrapassando os limites da sala de aula.
  21. 21. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Possibilidades de Avaliação </li></ul><ul><li>1. Avaliação Diagnóstica – É realizada geralmente no inicio do processo de aprendizagem visando conhecer o aluno. </li></ul><ul><li>2. Avaliação Formativa – É realizada no momento da aprendizagem, ou seja, durante o processo de ensino e aprendizagem. </li></ul><ul><li>3. Avaliação Somativa – É realizada em um determinado momento da aprendizagem, geralmente no final. </li></ul>
  22. 22. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>A avaliação descreve quais conhecimentos, atitudes ou aptidões os alunos adquiriram, ou seja, que objetivos do ensino já atingiram num determinado ponto do percurso e quais são as dificuldades reveladas. </li></ul><ul><li>Esta informação é necessária ao professor para que ele procure meios e estratégias visando auxiliar os alunos na resolução dessas dificuldades. Para os alunos a informação é útil para que percebam suas próprias dificuldades e tentem ultrapassá-las. </li></ul><ul><li>Neste sentido a a avaliação tem uma intenção formativa . </li></ul>
  23. 23. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Avaliação Diagnóstica </li></ul><ul><li>É também chamada de inicial. Ela proporciona informações acerca das capacidades do aluno antes de se iniciar um processo de ensino e aprendizagem. Ela busca a determinação da presença ou ausência de habilidades e pré-requisitos, bem como a identificação das causas das dificuldades na aprendizagem. A avaliação diagnóstica pretende averiguar a posição do aluno face a novas aprendizagens e também sobre as aprendizagens anteriores que servem de base as futuras aprendizagens. </li></ul>
  24. 24. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Avaliação Formativa </li></ul><ul><li>Visa constatar se os alunos estão, atingindo os objetivos, durante o processo. Isto permite que o aluno conheça seus próprios erros e acertos através de um feedback tanto pessoal como para o professor. Assim o docente poderá identificar deficiências na forma de ensinar, podendo rever o seu trabalho. Essa avaliação informa o professor e o aluno sobre o rendimento da aprendizagem no decorrer das atividades, localizando as deficiências na organização do ensino permitindo a correção e a recuperação. </li></ul>A avaliação formativa determina o sucesso do aluno ao longo de uma unidade de ensino, identificando as dificuldades e propondo soluções.
  25. 25. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Avaliação Somativa </li></ul><ul><li>Tem como objetivo, determinar o grau de domínio do conteúdo pelo aluno em uma área de aprendizagem. Visa classificar os alunos ao final de um período, ou de uma unidade de aprendizagem, conforme seu aproveitamento. </li></ul><ul><li>A este resultado serão somados resultados já colhidos por outras avaliações. Esse modelo corresponde a um balanço final, de todo o processo, que até então </li></ul><ul><li>só havia sido avaliado </li></ul><ul><li>em parcelas. </li></ul>
  26. 26. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Diferenças entre avaliação Formativa e Somativa </li></ul>Tem como função certificar o nível do aluno ao término de um determinado período de aprendizagem (parte de um curso, curso....) Outra função é avaliar a eficácia de um método, de um sistema. Obter informação (feedback) ao longo do processo de ensino e aprendiz.: 1. Para o Professor : a.) Para avaliar o nível de aprendizado, o método, o ritmo, visando mudanças e novas propostas de aprendizagem. Funções Para que.... Avaliação Somativa Avaliação Formativa
  27. 27. Teoria e Prática de Avaliação Não exclui a auto-avaliação do professor, da instituição. Ênfase na avaliação dos alunos e da comunicação dos resultados finais. Os exames finais convencionais pertencem a esse tipo de avaliação. b.) Para remediar as deficiências pessoais. Essa avaliação tem caráter diagnóstico. 2. Para o Aluno: Traz informações para a sua auto-avaliação visando informar, orientar, motivar e facilitar a aprendizagem. Funções Para que.... Avaliação Somativa Avaliação Formativa
  28. 28. Teoria e Prática de Avaliação No final do curso ou de acordo com o projeto da instituição. Podem ocorrer várias avaliações somativas. Ex.: provas mensais, exames, práticas laboratoriais,.... Várias vezes ao longo do curso. Ex.: ao término de uma unidade didática, de um tema,... Ou quando se julgar conveniente. Quanto mais freqüente melhor. Quando Frequência.... Avaliação Somativa Avaliação Formativa
  29. 29. Teoria e Prática de Avaliação As notas são atribuídas sendo a finalidade maior da avaliação. Preferencialmente não se atribuem notas, ou minimiza-se a importância dela. O objetivo é formar. Atribuição de Notas Vários critérios que podem estar combinados. Ex .: objetivos, resultados,.... O melhor critério são os objetivos atingidos. Ex .: por temas, etapas, ..... Critérios de Avaliação Método rigoroso, rígido, com etapas pré-determinadas. Métodos simples e informais. Ex .: correção de exercícios em sala de aula, leitura,.... Como Métodos... Avaliação Somativa Avaliação Formativa
  30. 30. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>O sentido da Avaliação segundo a atual LDB nº 9394/96 </li></ul><ul><li>Art.V . “ A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios : </li></ul><ul><li>avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; </li></ul><ul><li>b. possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;” </li></ul>
  31. 31. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DA AVALIAÇÃO </li></ul><ul><li> A mudança da avaliação implica em mudanças na própria concepção do que é avaliação. Isto envolve a revisão do seu conteúdo, sua forma e intencionalidade. </li></ul><ul><li> Como conseqüência deveremos ter mudanças nos aspectos relacionados a: </li></ul><ul><li>- a prática pedagógica como um todo - vínculo pedagógico, conteúdo e metodologia; </li></ul>
  32. 32. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>projeto político pedagógico da instituição de ensino – que deverá considerar além dos aspectos educacionais os sociais. </li></ul><ul><li>possibilidades de melhorias nas relações entre: professor – aluno, professor-aluno-comunidade escolar. </li></ul>
  33. 33. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Avaliação Institucional </li></ul><ul><li>Objetivo : Obtenção de melhorias na qualidade de ensino </li></ul><ul><li>Ex .: SAEB – Sistema de Avaliação da Educação Básica , tem por objetivo a definição de prioridades e a melhoria da qualidade de ensino, fornecendo informações sobre a qualidade, a eqüidade, e a eficiência da educação nacional, de forma a permitir o monitoramento das políticas publicas brasileiras . </li></ul>
  34. 34. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>- ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio é destinado aos alunos concluintes ou que já tenham concluído o ensino médio. </li></ul><ul><li>O artigo 9º da atual LDB estabelece que compete a União autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar os cursos das instituições de educação superior. </li></ul><ul><li>- Provão - Exame Nacional de Cursos , também conhecido como Provão , é um dos componentes da avaliação dos cursos superiores de graduação. O Provão é um exame obrigatório para os estudantes de ensino superior que estejam cursando o último ano letivo. </li></ul>
  35. 35. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Avaliação das Instituições de Educação Superior </li></ul><ul><li>A Avaliação Institucional é um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e está relacionada: </li></ul><ul><li>à melhoria da qualidade da educação superior; </li></ul><ul><li>à orientação da expansão de sua oferta; </li></ul><ul><li>ao aumento da sua eficácia institucional, acadêmica e social; </li></ul><ul><li>ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional. </li></ul>
  36. 36. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>A Avaliação Institucional divide-se em </li></ul><ul><li>duas modalidades: 1. Auto-avaliação - Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição e orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da auto-avaliação institucional da CONAES - Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. </li></ul><ul><li>- A CONAES é o órgão colegiado de coordenação e supervisão do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de Abril de 2004. </li></ul>
  37. 37. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>2. Avaliação externa – É realizada por comissões designadas pelo Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. </li></ul><ul><li>A avaliação externa tem como referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos instrumentos de avaliação e os relatórios das auto-avaliações. O processo de avaliação externa se orienta por uma visão multidimensional que busca integrar as concepções formativa e de regulação numa perspectiva de globalidade. </li></ul>
  38. 38. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Em seu conjunto, os processos avaliativos devem constituir um sistema que permita a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e modalidades. (Dados obtidos em www.inep.gov.br ) </li></ul>
  39. 39. Teoria e Prática de Avaliação A avaliação deverá considerar as diferenças individuais dos alunos bem como o projeto político pedagógico da instituição escolar
  40. 40. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>Referencias </li></ul><ul><li>AFONSO, A. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação . São Paulo:Cortez, 2005. </li></ul><ul><li>ESTEBAN, M.T. Que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar . São Paulo: Cortez, 2006. </li></ul><ul><li>HOFFMANN, J. Avaliação mediadora . Porto Alegre:Mediação, 2007 </li></ul><ul><li>HOFFMANN, J. Avaliação: mito e desafio . Porto Alegre: Mediação, 2009 </li></ul><ul><li>HOFFMANN, J. Avaliar: respeitar primeiro educar depois . Porto Alegre: Mediação, 2003 </li></ul><ul><li>HOFFMANN, J. O jogo do contrário em avaliação . Porto Alegre: Mediação. 2005 </li></ul><ul><li>LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem na escola . São Paulo: Cortez, 1995 </li></ul>
  41. 41. Teoria e Prática de Avaliação <ul><li>MIRAS, M. e SOLÉ, I. A avaliação da aprendizagem e a avaliação no processo de ensino e aprendizagem . In: Coll, C.; Palacios, J. e Marchesi, A. Desenvolvimento psicológico e educação . Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. </li></ul><ul><li>MORALES, P. Avaliação escolar: o que é, e como se faz . São Paulo: Loyola, 2003. </li></ul><ul><li>PERRENOLD, P. Avaliação: da excelência a regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Porto Alegre:Artmed, 1999 </li></ul><ul><li>SILVA, JANSEN F.; HOFFMANN J. e ESTEBAM, M.T. Praticas avaliativas e aprendizagens significativas . Porto Alegre: Mediação, 2005 </li></ul>

×