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Intertextualidade

Apresentação do Grupo Luluzinhas Leitoras no Encontro do Curso Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade ocorrido dias 18 e 19 de janeiro de 2011, em Restinga Sêca.

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Intertextualidade

  1. 1. INTERTEXTUALIDADE Possibilidades para trabalhar a leitura em sala de aula Janeiro, 2011
  2. 2. Grupo Luluzinhas Leitoras <ul><li>Clareci Aparecida Bortoluzzi </li></ul><ul><li>Ieda Romana Altermann Prodorutti </li></ul><ul><li>Lisiane Borges </li></ul><ul><li>Silvina Friedrich Kasper </li></ul><ul><li>Thaysa Diovanna Bortoncello </li></ul>
  3. 3. A propaganda abaixo te lembra algo??
  4. 4. <ul><li>“Para a compreensão global de um texto, muitas vezes é preciso entender as alusões e referências que ele faz a outros textos, sua intertextualidade” (PLATAO & FIORIN, 2007) </li></ul><ul><li>Podemos, portanto, dizer que a intertextualidade é como um diálogo entre diferentes textos. </li></ul>
  5. 5. Intertextualidade <ul><li>Conforme Platão & Fiorin (2007), a intertextualidade pode estar explícita ou implícita no texto: </li></ul><ul><li>Explícita quando um texto cita outros textos, o texto vem entre aspas, indicando-se o autor e o livro de onde se extraiu a informação. </li></ul><ul><li>Implícita geralmente ocorre em textos literários. Não indica o autor e a obra, pois pressupõe-se que é de conhecimento do seu leitor tais informações. </li></ul>
  6. 6. Daí a importância da leitura... <ul><li>Quanto mais se lê, mais se amplia a competência para apreender de maneira mais completa o diálogo que os textos travam entre si e o sentido dos textos (PLATÃO & FIORIN, 2007) </li></ul>
  7. 7. Ao trabalhar a intertextualidade em sala de aula... <ul><li>...se está criando novas possibilidades de leitura, de modo prazeroso para os alunos. </li></ul><ul><li>Ao apresentar um intertexto (imagem, poesia, texto), o aluno se sente instigado a compreendê-lo e o professor poderá estimulá-lo a pesquisar sobre o texto/imagem/obra original. </li></ul>
  8. 8. Dica 1 – Alunos de séries iniciais <ul><li>Apresentar para os alunos a música “A Linda Rosa Juvenil”. Encenar a peça, escolhendo quem fará a Rosa, a Bruxa e o Rei, podendo repetir a encenação trocando os personagens com os alunos. </li></ul><ul><li>Posteriormente, comentar sobre a história da encenação, que lembra o conto A Bela Adormecida, estimular a contação da história por eles próprios, comparando as semelhanças e diferenças. Por fim, ler o conto para a turma. </li></ul>
  9. 9. Dica 2 – Intertextualidade na poesia <ul><li>Apresentar o seguinte trecho: </li></ul><ul><li>“ Nosso céu tem mais estrelas </li></ul><ul><li>Nossas várzeas têm mais flores </li></ul><ul><li>Nossos bosques têm mais vida </li></ul><ul><li>Nossa vida mais amores” (Gonçalves Dias, Canção do exílio) </li></ul><ul><li>Parece familiar, não? </li></ul>
  10. 10. Realmente... <ul><li>Nos remete ao Hino Nacional Brasileiro: </li></ul><ul><li>Do que a terra mais garrida </li></ul><ul><li>Teus risonhos lindos campos têm mais flores; </li></ul><ul><li>“ Nossos bosques têm mais vida” </li></ul><ul><li>“ Nossa vida”, no teu seio “mais amores” (Letra: Joaquim Osório Duque Estrada) </li></ul>
  11. 11. Entretanto... <ul><li>Atentem para o fato de que a Canção do Exílio, escrita em 1847 antecede ao Hino Nacional, oficializado em 1971. Notem que na letra do Hino, existem referências percebidas através do emprego das aspas. </li></ul><ul><li>“ Nossos bosques têm mais vida” </li></ul><ul><li>“ Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. </li></ul><ul><li>Portanto, lembrem-se o Hino Nacional refere-se à poesia Canção do Exílio e não o contrário! </li></ul>
  12. 12. Atividade para os alunos <ul><li>Pesquisar a poesia Canção do Exílio e seu autor, Gonçalves Dias: Em que época viveu? Está enquadrado em qual gênero literário? Que outros poemas conhecidos são de sua autoria? Curiosidades sobre o autor? Qual a importância de suas obras para a literatura brasileira? Que outros poetas demonstraram em suas obras o nacionalismo? </li></ul><ul><li>Por fim, proponha que cada um escreva sua </li></ul><ul><li>“ Canção do Exílio”, mostrando como vê </li></ul><ul><li>sua pátria. </li></ul>
  13. 13. Dica 3: Intertextualidade na TV <ul><li>Fãs de rock’n roll tem obrigação de saber essa... </li></ul>Graças à foto da capa do Álbum dos Beatles, a faixa de pedestres de Abbey Road ficou conhecida mundialmente e atualmente é patrimônio inglês. Faixa Abbey Road, Londres, 1969
  14. 14. Proposta de atividade <ul><li>Propor aos alunos que pesquisem aonde se localiza a faixa de pedestres mais famosa do mundo. Discutir sobre o que sabem sobre a banda Beatles, se conhecem alguma música, se alguém sabe cantar. Alguém sabe o que foi a Beatlemania? Que importância teve para a música, mais especificadamente, para o Rock? </li></ul><ul><li>Por fim, escolher uma música e traduzi-la para o Português. O serviço de tradução on-line gratuita do Google , poderá ser uma grande aliada. O Professor deverá ensiná-los como usar o Google Tradutor. </li></ul><ul><li>htt://translate.google.com.br/ </li></ul>
  15. 15. Dica 4: Outra ‘arte’ d’Os Simpsons... <ul><li>Alguém sabe ao que </li></ul><ul><li>remete esta imagem? </li></ul><ul><li>Dica: é uma pintura </li></ul>O Grito Original: Skrik 1893 Edvard Munch
  16. 16. Proposta de Atividade <ul><li>Propor aos alunos que escrevam suas impressões sobre a pintura “O Grito”. O que quis o autor representar? </li></ul><ul><li>Posteriormente, cada aluno deve pesquisar uma pintura famosa que conhece, apresentando para a turma o título da obra, ano, autor e o que mais achar pertinente e/ou curioso. </li></ul>
  17. 17. Dica 5: Intertextualidade na propaganda... <ul><li>Fãs do Rei conhecem... </li></ul>“ Amélia não tinha a menor vaidade. Amélia é que era mulher de verdade”. Interpretado por Roberto Carlos Composição: Ataulpho Alves - Mário Lago
  18. 18. Proposta de Atividade <ul><li>Propor aos alunos que criem uma propaganda para um produto. Nesta propaganda, é necessário identificar um intertexto, ou seja, que lembre um fato de conhecimento geral (uma música, uma poesia, um filme, etc.) </li></ul>
  19. 19. O Curso Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade <ul><li>O curso nos oportunizou conhecer as diferentes leituras que podemos usar para estimular os alunos em sala de aula. </li></ul><ul><li>Nos sentimos realizadas pela oportunidade de participarmos, onde compartilhamos ideias e outras mil foram surgindo com o decorrer do curso. </li></ul><ul><li>Com isso, ganham nossos alunos e agradece a Educação da região de Restinga Sêca. </li></ul>
  20. 20. Finalizando: Com vocês, o Mestre... <ul><li>“ Eu digo que ler não é só caminhar sobre as palavras, e também não é voar sobre as palavras. Ler é reescrever o que estamos lendo. É descobrir a conexão entre o texto e o contexto do texto, e também como vincular o texto/contexto com o meu contexto, o contexto do leitor. E o que acontece é que muitas vezes lemos autores que morreram cem anos atrás e não sabemos nada sobre sua época. E freqüentemente sabemos muito pouco sobre nossa própria época!” (PAULO FREIRE) </li></ul>
  21. 21. REFERÊNCIAS <ul><li>FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. 17.ed. São Paulo: Ática, 2007. </li></ul><ul><li>FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Medo e Ousadia: O cotidiano do professor. 12. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008. </li></ul>

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