Business Workshop Setor Sucroenergético
<ul><li>Portfólio Agribusiness </li></ul><ul><li>Ciclos Econômicos no Brasil </li></ul><ul><li>Agroenergia </li></ul><ul><...
Portfólio Agribusiness Agroindústria Produto Açúcar Álcool Bagaço Un. Corporativa Un. Bioenergia Un. Agrícola Un.   Comerc...
<ul><li>A economia brasileira  viveu vários ciclos ao longo da história do país. Em cada ciclo, um setor foi privilegiado ...
<ul><li>O  segundo ciclo econômico  brasileiro (séculos XVI – XVIII) foi o plantio de  cana-de-açúcar , utilizada na Europ...
<ul><li>Durante todo o século XVII, expedições chamadas entradas e bandeiras vasculharam o interior do território em busca...
<ul><li>E, seguida tivemos o  quarto ciclo econômico , o  ciclo do café  que impulsionou a economia brasileira desde o iní...
<ul><li>Em meados do século XIX, foi descoberto que a seiva da seringueira, uma árvore nativa da Amazônia, servia para a f...
Matriz da Agroenergia Lenha Briquetes Carvão Biodiesel Álcool Biogás Co-geração Fonte: EMBRAPA Agroenergia Óleos e gordura...
Composição da matriz energética brasileira Ano 2008 Ano 2006 Fonte: MME/BEN (2009)
<ul><li>Planta pertencente ao gênero  Saccharum L.  Há pelo menos seis espécies do gênero, sendo a cana-de-açúcar cultivad...
Cana-de-Açúcar (produção mundial) Fonte: FAOSTAT (2009)
Cana-de-Açúcar (produção brasileira) Fonte: UNICA (2009)
Mapa da Produção de Cana-de-Açúcar no Brasil
Cana-de-Açúcar (Participação por Estado na Produção Brasileira – Safra 08/09)  Fonte: UNICA (2009)
Principais Grupos – Produção de cana-de-açúcar – Safra 07/08  Fonte: ÚNICA e CPM Braxis
Ranking das Principais Unidades do Estado de São Paulo – Safra 08/09  Fonte: UNICA
Produção de Açúcar no Brasil Fonte: UNICA (2009)
Produção e consumo humano mundial de açúcar Fonte: USDA
Preço por saca de Açúcar Fonte: CEPEA/ESALQ  (2009)
Evolução da exportação de açúcar (países e regiões) Fonte: USDA
Produção de etanol no Brasil Fonte: UNICA (2009)
Evolução da produção mundial de etanol Fonte: RFA, ÚNICA e CONAB
Expansão da indústria de etanol nos EUA Fonte: RFA (Out/09)  Fonte: RFA (2009) (*)  Dados até Julho de 2009
Preço Etanol Hidratado Produtor x Consumidor Fonte:  UNICA (2009)
Preço pago ao Produtor – Etanol Anidro Fonte:  UNICA (2009)
Comparativo Etanol Cana x Etanol Milho Fonte: PESQUISADOR EMBRAPA
Produção de veículos (ciclo otto) no Brasil Fonte: ANFAVEA (2009)
Situação atual do Setor Sucroalcooleiro - 2009 <ul><li>Revitalização do setor pós-crise (set/2008) </li></ul><ul><ul><li>F...
<ul><li>Álcool combustível </li></ul><ul><ul><li>Crescimento e fortalecimento do mercado interno. </li></ul></ul><ul><ul><...
Tendências para o Setor <ul><li>Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar </li></ul><ul><ul><li>“ Passaporte Verde”  para...
<ul><li>Biomassa de cana  </li></ul><ul><ul><li>Importância na cogeração de energia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Bioletrici...
Principais entidades do setor sucroalcooleiro
Principais feiras, congressos e seminários
Principais feiras, congressos e seminários
Principais feiras, congressos e seminários
Backoffice Sistemas especialistas BIOSALC TI no setor sucroalcooleiro – principais ERP’s
<ul><li>Ano Safra (balanço societário e balanço fiscal) </li></ul><ul><li>Manutenções entre-safra (industrial e agrícola) ...
<ul><li>Setor heterogêneo em vários níveis de gestão em TI </li></ul><ul><li>Investimento em TI focado em ferramentas de g...
Consolidação Consolidação Legal Consolidação Gerencial Gestão de Suprimentos Financeiros Análises Financeiras Gestão de Op...
Consolidação Consolidação Legal Consolidação Legal Consolidação Gerencial Consolidação Gerencial Abrangência ERP – process...
Gestão de Suprimentos Financeiros Análises Financeiras Análises Financeiras Gestão de Dados do Mercado Gestão de Operações...
Gestão Ambiental Gestão de Produtos Perigosos Gestão de Produtos Perigosos Gestão de Resíduos Gestão de Resíduos Gestão de...
Outras Entradas e Saídas Outras Entradas Notas de Débito e Crédito Outras Saídas Consumo Interno Brinde, Doação e Bonifica...
Gestão do Capital Humano Gestão de Pessoal Administração de Pessoal Gestão da Organização Planejamento do Custo de Pessoal...
Gestão da Qualidade Planejamento da Qualidade Gestão do Planejamento da Qualidade Avaliação da Qualidade Gestão da Avaliaç...
Governança Corporativa Administração de Documentos Administração de Documentos Governança de Riscos Governança de Riscos A...
Contabilidade Gerencial Gestão de Custos Indiretos Alocação de Custos Indiretos Planejados Alocação de Custos Indiretos Re...
Gestão de Ativos Corporativos Ativo Imobilizado Acompanhamento do Ativo Imobilizado Emissão da Nota Manual da Baixa de Ati...
Suporte Operacional Administração de Viagens Administração de Viagens Suprimento de Materiais Auxiliares Suprimento de Mat...
Contabilidade Financeira Gestão Contábil Provisão para Pagamentos de Impostos Fiscais Gestão de Relatórios Contábeis Lança...
Gestão de Projetos e Investimentos Gestão de Investimentos Planejamento de Custo do Programa de Investimento Solicitação d...
Planejamento da Safra Planejamento de Vendas Planejamento de Produção Industrial Planejamento de Despesas Planejamento de ...
Planejamento da Safra Planejamento de Vendas Planejamento de Vendas Planejamento de Produção Industrial Planejamento da Pr...
Da Compra ao Pagamento Requisições Da Criação a Aprovação da Requisição de Compras Planejamento das Requisições de Materia...
Do Plantio à Colheita Execução e Controle de Apontamentos Agrícolas Execução e Controle dos Apontamentos Manuais e Automát...
Da Produção ao Fornecimento Avaliação de Resultados da Produção Controle para Avaliação de Resultados da Produção Boletim ...
Gestão de Estoques e Transferências Transferência entre Centros Transferência de Estoque entre Centros Gestão de Estoques ...
Da Venda ao Recebimento Gestão de Estoques de Produto Acabado Controle dos Estoques de Produto Acabado Armazenamento em De...
<ul><li>Utilizar ferramentas e aceleradores que permitam antecipar a liberação e utilização do SAP ERP. </li></ul><ul><li>...
<ul><li>Sugerir uma nova estrutura de cenários, processos, atividades e transações. </li></ul><ul><li>Realizar o treinamen...
<ul><li>Seguro  </li></ul><ul><ul><li>Não coloca a empresa em risco. </li></ul></ul><ul><ul><li>Mínima interrupção na oper...
<ul><ul><li>Rápido Retorno. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comprovado & Confiável </li></ul></ul><ul><ul><li>Seguro. </li></ul...
Solução CPM Braxis – Benefícios da nossa abordagem ..., Realização, ... Escalabilidade dos Negócios Blueprint AGRO Melhore...
<ul><li>Migração dos dados </li></ul><ul><li>Pré-Projeto </li></ul><ul><li>Foco da equipe </li></ul>Preparar o Sistema <ul...
Solução CPM Braxis – Estratégia de implementação A arquitetura recomendada pela CPM Braxis é a denominada Instância Global...
<ul><li>Fases e marcos </li></ul><ul><li>ARIS Tools </li></ul><ul><li>Solution Manager </li></ul><ul><li>Solution Composer...
Definição Impacto Solução CPM Braxis – Redução de tempo e custo de implementação Funcionalidades definidas  documentadas  ...
<ul><li>Satisfação do Cliente </li></ul><ul><ul><li>Melhoria da qualidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento da velocidad...
<ul><li>Baixo nível de usuário; </li></ul><ul><li>Localização dos projetos; </li></ul><ul><li>Infra-estrutura precária; </...
<ul><li>Solução pré-configurada CPM Braxis. </li></ul><ul><li>NF-e. </li></ul><ul><li>SPED. </li></ul><ul><li>Upgrade. </l...
A CPM Braxis orgulha-se em ter participado de diversos projetos neste segmento... ... e temos o desejo de firmar uma  parc...
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  • As especiarias denominadas drogas do sertão eram: cravo, canela, pimenta, urucum, castanha e baunilha.
  • Sistema agrícola Plantation: monocultura, latifúndio, mo escrava e produção voltada para exportação.
  • Ciclo da Mineração – proicia o desenvolvimento do mercado consumidor interno.
  • Café dominava a economia e política brasileira.
  • Ciclo de curto período no país, pois outros países começaram a produzir de forma mais eficiente.
  • Briquete: Produto fabricado com sobras de madeiras, como maravalhas e serragens de serrarias, sem aglutinantes quimicos. Lenha ecológica.
  • Apesar da maior parcela ser de Petróleo e derivados, pode-se observar que essa participação diminuiu (1%), enquanto a parcela de Derivados de cana aumentou (2%), ou seja a cana-de-açúcar está ganhando maior relevancia dentro da matriz energética brasileira, e esse fato merece ser destacado.
  • Brasil maior produtor, seguido da Índia.
  • Produção brasileira segue tendência de crescimento, sendo que a safra atual, praticamente duplicou em relação à safra de 2000.
  • São Paulo lidera a produção brasileira de cana de açúcar, com mais de 60% da produção total.
  • COSAN, SANTA ELISA VALE, GUARANI, foram os grupos que lideraram o rank de produção de cana de açúcar na safra de 07/08.
  • Na safra 08/09 a unidade São Martinho ocupa o 1º lugar produção de cana-de-açúcar do estado de sp, interessante destacar que tal unidade não é a maior produtora de açúcar, porém é a maior em produção de etanol (anidro e hidratado juntos).
  • Produção brasileira de açúcar também segue tendência crescente, sendo que as duas ultimas safras nao apresentam valores tão distantes entre si.
  • Pode-se observar que existe uma relação quase sempre positiva entre consumo e produção de açúcar, ou seja, se uma variável sofre alta, a outra assume o mesmo comportamento. Ambas se mostram crescentes.
  • Cotações de 2009 subiram devido ao mau ano agrícola na Índia, a estimativa de que o crescimento da procura não vai ser totalmente satisfeito pelos dois grandes produtores mundiais (Índia e Brasil) e a perspectiva de que o retorno do preço do petróleo a valores em torno dos 80 dólares irá incentivar à maior produção de biodiesel com cana-de-açúcar.
  • Brasil lidera o ranking de maior exportador de açúcar.
  • A produção de etanol vem recentemente ganhando maior destaque, as ultimas duas safras apresentaram maiores altas na produção.
  • Produção vem crescendo, porém EUA cresceu sua produção de etanol.
  • Produção americana de etanol segue crescendo e mais usinas vem sendo construídas.
  • Comparativo de preços do etanol produtor e consumidor, pode-se notar que diferença se mantém no decorrer dos meses (aprox. R$ 0,60/l) e que de maneira geral os preços se apresentam estáveis no período analisado.
  • Preço pago ao produtor pelo etanol anidro revela oscilações, não apresenta tendência visível. (variando de R$ 0,70 a R$1,40)
  • Cana
  • Business Workshop SAP para o setor Sucroenergético

    1. 1. Business Workshop Setor Sucroenergético
    2. 2. <ul><li>Portfólio Agribusiness </li></ul><ul><li>Ciclos Econômicos no Brasil </li></ul><ul><li>Agroenergia </li></ul><ul><li>Cana-de-açúcar </li></ul><ul><li>Açúcar </li></ul><ul><li>Etanol </li></ul><ul><li>Atualidades e Tendências para o Setor </li></ul><ul><li>Principais Entidades e Eventos do Setor </li></ul><ul><li>Oportunidades em TI </li></ul><ul><li>Break </li></ul><ul><li>Solução CPMBraxis </li></ul><ul><li>Experiência CPMBraxis </li></ul>Agenda 00:05’ 00:10’ 00:05 00:15’ 00:10’ 00:15’ 00:15’ 00:10’ 00:10’ 01:30’ 00:15’ 00:30’
    3. 3. Portfólio Agribusiness Agroindústria Produto Açúcar Álcool Bagaço Un. Corporativa Un. Bioenergia Un. Agrícola Un. Comercial Un. Industrial Açúcar Álcool Un. Porto Un. Imobiliária
    4. 4. <ul><li>A economia brasileira viveu vários ciclos ao longo da história do país. Em cada ciclo, um setor foi privilegiado em detrimento de outros, e provocou sucessivas mudanças sociais, populacionais, políticas e culturais dentro da sociedade brasileira. </li></ul><ul><li>O primeiro ciclo econômico do Brasil foi a extração do pau-brasil (século XVI), madeira avermelhada utilizada na tinturaria de tecidos na Europa, e abundante em grande parte do litoral brasileiro na época do descobrimento (do Rio de Janeiro ao Rio Grande no Norte). Os portugueses instalaram feitorias e sesmarias, e contratavam o trabalho de índios para o corte e carregamento da madeira por meio de um sistema de trocas conhecido como escambo. Além do pau-brasil, outras atividades de modelo extrativista predominaram nessa época, como a coleta de drogas do sertão na Amazônia. </li></ul>Ciclos Econômicos no Brasil (ciclo do pau-brasil) Árvore de pau-brasil ( Caesalpinia echinata) À esquerda, Le teinturier en rouge de Nurenberg , manuscrito dos anos 1500 que mostra a preparação de tintura com pigmento de pau-brasil. À direita, flor da árvore de pau-brasil Áreas remanescentes de pau-brasil hoje (pontos amarelos); em verde, a Mata Atlântica no séc. 16 Séc.XVI Séc.XVII Séc.XX Séc.XVIII Séc.XIX
    5. 5. <ul><li>O segundo ciclo econômico brasileiro (séculos XVI – XVIII) foi o plantio de cana-de-açúcar , utilizada na Europa para a manufatura de açúcar em substituição à beterraba. O processo era centrado em torno do engenho, composto por uma moenda de tração animal (bois, jumentos) ou humana. </li></ul><ul><li> O plantio de cana adotou o latifúndio como estrutura fundiária e a monocultura como método agrícola. A agricultura da cana introduziu o modo de produção escravista, baseado na importação e escravização de africanos. Esta atividade gerou todo um setor paralelo chamado de tráfico negreiro. A pecuária extensiva ajudou a expandir a ocupação do Brasil pelos portugueses, levando o povoamento do litoral para o interior. </li></ul>Ciclos Econômicos no Brasil (ciclo da cana-de-açúcar) Típico trabalhador empregado no corte da cana-de-açúcar, no interior de São Paulo. Engenho de açúcar da época colonial O trabalho escravo em um engenho de açúcar Séc.XVI Séc.XVII Séc.XX Séc.XVIII Séc.XIX
    6. 6. <ul><li>Durante todo o século XVII, expedições chamadas entradas e bandeiras vasculharam o interior do território em busca de metais valiosos (ouro, prata e cobre) e pedras preciosas (diamantes e esmeraldas)., dando início ao terceiro ciclo econômico brasileiro, o ciclo do ouro . </li></ul><ul><li>Outra importante atividade impulsionada pela mineração foi o comércio interno entre as diferentes vilas e cidades da colônia, proporcionado pelos tropeiros. </li></ul>Ciclos Econômicos no Brasil (ciclo do ouro) Trabalho escravo em mina de ouro (obra de Rugendas) Vila Rica (atual Ouro Preto): desenvolvimento no século do ouro. Séc.XVI Séc.XVII Séc.XX Séc.XVIII Séc.XIX
    7. 7. <ul><li>E, seguida tivemos o quarto ciclo econômico , o ciclo do café que impulsionou a economia brasileira desde o início do século XIX até a década de 1.930. Concentrado a princípio no Vale do Paraíba (entre Rio de Janeiro e São Paulo) e depois nas zonas de terra roxa do interior de São Paulo e do Paraná, o grão foi o principal produto de exportação do país durante quase 100 anos. </li></ul>Ciclos Econômicos no Brasil (ciclo do café) Armazenagem de café – Brasil, século XIX Fazenda de café – Brasil, final do século XVIII Séc.XVI Séc.XVII Séc.XX Séc.XVIII Séc.XIX
    8. 8. <ul><li>Em meados do século XIX, foi descoberto que a seiva da seringueira, uma árvore nativa da Amazônia, servia para a fabricação de borracha, material que começava a ser utilizado industrialmente na Europa e na América do Norte. Com isso, teve início o ciclo da borracha no Amazonas (então Província do Rio Negro) e na região que viria a ser o Acre brasileiro (então parte da Bolívia e do Peru). </li></ul>Ciclos Econômicos no Brasil (ciclo da borracha) Extração de látex em seringueira O ciclo da borracha justificou a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré Séc.XVI Séc.XVII Séc.XX Séc.XVIII Séc.XIX
    9. 9. Matriz da Agroenergia Lenha Briquetes Carvão Biodiesel Álcool Biogás Co-geração Fonte: EMBRAPA Agroenergia Óleos e gorduras Florestas Resíduos Cana
    10. 10. Composição da matriz energética brasileira Ano 2008 Ano 2006 Fonte: MME/BEN (2009)
    11. 11. <ul><li>Planta pertencente ao gênero Saccharum L. Há pelo menos seis espécies do gênero, sendo a cana-de-açúcar cultivada um híbrido multiespecífico, recebendo a designação Saccharum spp. </li></ul><ul><li>As espécies de cana-de-açúcar são provenientes do Sudeste Asiático. </li></ul><ul><li>É uma planta da família Poaceae , representada pelo milho, sorgo, arroz e muitas outras gramas. As principais características dessa família são a forma da inflorescência (espiga), o crescimento do caule em colmos e as folhas com lâminas de sílica em suas bordas e bainha aberta. </li></ul><ul><li>As primeiras plantações de cana-de-açúcar no Brasil ocorreram no nordeste. </li></ul><ul><li>Atualmente temos plantações de cana-de-açúcar em vários Estados brasileiros </li></ul><ul><li>O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar </li></ul>Cana-de-Açúcar (principais características)
    12. 12. Cana-de-Açúcar (produção mundial) Fonte: FAOSTAT (2009)
    13. 13. Cana-de-Açúcar (produção brasileira) Fonte: UNICA (2009)
    14. 14. Mapa da Produção de Cana-de-Açúcar no Brasil
    15. 15. Cana-de-Açúcar (Participação por Estado na Produção Brasileira – Safra 08/09) Fonte: UNICA (2009)
    16. 16. Principais Grupos – Produção de cana-de-açúcar – Safra 07/08 Fonte: ÚNICA e CPM Braxis
    17. 17. Ranking das Principais Unidades do Estado de São Paulo – Safra 08/09 Fonte: UNICA
    18. 18. Produção de Açúcar no Brasil Fonte: UNICA (2009)
    19. 19. Produção e consumo humano mundial de açúcar Fonte: USDA
    20. 20. Preço por saca de Açúcar Fonte: CEPEA/ESALQ (2009)
    21. 21. Evolução da exportação de açúcar (países e regiões) Fonte: USDA
    22. 22. Produção de etanol no Brasil Fonte: UNICA (2009)
    23. 23. Evolução da produção mundial de etanol Fonte: RFA, ÚNICA e CONAB
    24. 24. Expansão da indústria de etanol nos EUA Fonte: RFA (Out/09) Fonte: RFA (2009) (*) Dados até Julho de 2009
    25. 25. Preço Etanol Hidratado Produtor x Consumidor Fonte: UNICA (2009)
    26. 26. Preço pago ao Produtor – Etanol Anidro Fonte: UNICA (2009)
    27. 27. Comparativo Etanol Cana x Etanol Milho Fonte: PESQUISADOR EMBRAPA
    28. 28. Produção de veículos (ciclo otto) no Brasil Fonte: ANFAVEA (2009)
    29. 29. Situação atual do Setor Sucroalcooleiro - 2009 <ul><li>Revitalização do setor pós-crise (set/2008) </li></ul><ul><ul><li>Fusão e incorporação entre empresas. </li></ul></ul><ul><li>Alta da produção brasileira de cana-de-açúcar </li></ul><ul><li>Déficit na oferta mundial de açúcar </li></ul><ul><ul><li>Quebra na safra da Índia, que passou a ser país importador do produto brasileiro. </li></ul></ul><ul><ul><li>Recuperação do preço ( 75% - jan/set de 2009). </li></ul></ul><ul><ul><li>Alta na quantidade e no valor das exportações brasileiras ( 10% - médias anuais). </li></ul></ul><ul><ul><li>Vantagem competitiva  alteração no Mix de Moagem das usinas. </li></ul></ul>Fonte: EMBRAPA (2009)
    30. 30. <ul><li>Álcool combustível </li></ul><ul><ul><li>Crescimento e fortalecimento do mercado interno. </li></ul></ul><ul><ul><li>Preço começou a reagir. </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior demanda. </li></ul></ul><ul><ul><li>Alta nas vendas de carros flexfuel  maior consumo de álcool. </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferta restrita, principalmente no Centro-Sul </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Direcionamento para produção de açúcar (melhor preço no mercado internacional). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Atraso da colheita (chuvas em agosto/setembro 2009 ). </li></ul></ul></ul>Situação atual do Setor Sucroalcooleiro - 2009 Fonte: EMBRAPA (2009)
    31. 31. Tendências para o Setor <ul><li>Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar </li></ul><ul><ul><li>“ Passaporte Verde” para o etanol brasileiro. </li></ul></ul><ul><ul><li>Garantia de sustentabilidade do produto perante o mercado internacional. </li></ul></ul><ul><li>Área para Produção </li></ul><ul><ul><li>Área disponível quase cinco vezes maior que a utilizada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Previsão de crescimento da área plantada de 86% até 2017. </li></ul></ul><ul><li>Álcoolquímica </li></ul><ul><ul><li>Subprodutos inovadores. </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Plástico Verde” (plástico de cana). </li></ul></ul>
    32. 32. <ul><li>Biomassa de cana </li></ul><ul><ul><li>Importância na cogeração de energia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Bioletricidade  previsão de produção de 10GW de potência a partir de 2015. </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>1 GW é suficiente para abastecer 750.000 residências. </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Mercado de combustíveis brasileiro </li></ul><ul><ul><li>Expectativa por taxa de crescimento de 3,3% no período de 2007 a 2030. </li></ul></ul><ul><ul><li>Etanol atenderá 45% desse mercado. </li></ul></ul><ul><li>Exportações de Etanol </li></ul><ul><ul><li>Em 2030, chegará a 17,4 bilhões de litros  alta de 8,9% ao ano em relação à 2005. </li></ul></ul>Tendências para o Setor
    33. 33. Principais entidades do setor sucroalcooleiro
    34. 34. Principais feiras, congressos e seminários
    35. 35. Principais feiras, congressos e seminários
    36. 36. Principais feiras, congressos e seminários
    37. 37. Backoffice Sistemas especialistas BIOSALC TI no setor sucroalcooleiro – principais ERP’s
    38. 38. <ul><li>Ano Safra (balanço societário e balanço fiscal) </li></ul><ul><li>Manutenções entre-safra (industrial e agrícola) </li></ul><ul><li>Manutenção de moto-mecanizados (maquinário agrícola) </li></ul><ul><li>Logística de matéria prima </li></ul><ul><li>Logística de produtos acabados (armazenagem, alcoolduto, transporte rodo-ferro-hidro) </li></ul><ul><li>Fluxo de caixa a longo prazo (visão de 3 anos) </li></ul><ul><li>Estratificação dos custos operacionais (agrícola e produtos acabados) </li></ul><ul><li>Gestão de aplicações financeiras (ACC, mercado futuro, BNDES, financiamentos agrícolas) </li></ul><ul><li>Operacionalização de contratos agrícolas (arrendamento, parceria, fomento, compra de cana) </li></ul><ul><li>Planejamento e controle agrícola (60% a 70% do custo) </li></ul><ul><li>Gestão de risco com diferentes visões financeiras, de negócio (simulações e otimizações) </li></ul><ul><li>Gerenciamento de novos investimentos </li></ul>TI no setor sucroalcooleiro – principais necessidades
    39. 39. <ul><li>Setor heterogêneo em vários níveis de gestão em TI </li></ul><ul><li>Investimento em TI focado em ferramentas de gerenciamentos pontuais (computador de bordo, GPS, GIS, PLC, agricultura de precisão) nas áreas operacionais (agrícola e indústria) em detrimento a gestão de informações (ERP) </li></ul><ul><li>Falta de um plano estratégico de TI (em gestão e tecnologia) </li></ul><ul><li>Falta de padrão dos dados entre os diferentes sistemas (“sistema polvo”) </li></ul><ul><li>Baixo índice de integridade dos dados </li></ul><ul><li>Altos investimentos em infra-estrutura (redes corporativas, comunicação de dados, voz e imagem) </li></ul><ul><li>Entrada de grandes grupos econômicos no setor necessitando de maior controle e utilização de best practices </li></ul><ul><li>Abertura de capital (IPO), SOX, IFRS, NF-e, SPED </li></ul>TI no setor sucroalcooleiro – grau de maturidade
    40. 40. Consolidação Consolidação Legal Consolidação Gerencial Gestão de Suprimentos Financeiros Análises Financeiras Gestão de Operações Fechamento Financeiro Mensal Gestão Ambiental Gestão de Produtos Perigosos Gestão de Resíduos Gestão de Emissões Atmosféricas e Efluentes Outras Entradas e Saídas Outras Entradas Outras Saídas Gestão do Capital Humano Gestão de Pessoal Folha de Pagamento Benefícios Treinamento e Desenvolvimento Medicina e Segurança do Trabalho Gestão da Qualidade Planejamento da Qualidade Avaliação da Qualidade Gestão de Reclamações Calibração Certificado de Qualidade Governança Corporativa Administração de Documentos Governança de Riscos Contabilidade Gerencial Gestão de Custos Indiretos Gestão de Custos Diretos Gestão de Custos do Produto Gestão de Rentabilidade Gestão do Custo Agrícola Gestão de Ativos Corporativos Ativo Imobilizado Manutenção Suporte Operacional Administração de Viagens Suprimento de Materiais Auxiliares Caixinha Contabilidade Financeira Gestão Contábil Tesouraria Gestão Fiscal Gestão de Projetos e Investimentos Gestão de Investimentos Gestão de Projetos Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio
    41. 41. Consolidação Consolidação Legal Consolidação Legal Consolidação Gerencial Consolidação Gerencial Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio SEM - BCS e BI SEM - BCS e BI
    42. 42. Gestão de Suprimentos Financeiros Análises Financeiras Análises Financeiras Gestão de Dados do Mercado Gestão de Operações Gestão de Operações de Aplicações Financeiras Gestão de Operações de Câmbio Gestão de Operações de Derivativos Fechamento Financeiro Mensal Fechamento Mensal de Aplicações Financeiras Fechamento Mensal de Câmbio Fechamento Mensal de Derivativos Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio TRM TRM TRM
    43. 43. Gestão Ambiental Gestão de Produtos Perigosos Gestão de Produtos Perigosos Gestão de Resíduos Gestão de Resíduos Gestão de Emissões Atmosféricas e Efluentes Gestão de Emissões Atmosféricas e Efluentes Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio EH&S - DGP EH&S - WA xEC
    44. 44. Outras Entradas e Saídas Outras Entradas Notas de Débito e Crédito Outras Saídas Consumo Interno Brinde, Doação e Bonificação Perda, Roubo, Extravio e Deterioração Remessa de Amostra e Material Promocional Venda de Sucuta Venda Transferência de Atrivo Fixo Venda de Armazenamento para Terceiros Nota Fiscal Complementar de Impostos Nota Fiscal Complementar de Preços Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio MM e SD MM e SD
    45. 45. Gestão do Capital Humano Gestão de Pessoal Administração de Pessoal Gestão da Organização Planejamento do Custo de Pessoal Recrutamento e Seleção Folha de Pagamento Gestão da Folha de Pagamento Benefícios Gestão de Benefícios Remunerações Treinamento e Desenvolvimento Administração de Treinamento e Eventos Gestão de Desempenho Medicina e Segurança do Trabalho Gestão da Medicina e Segurança do Trabalho Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio HCM - PA HCM - RC HCM - PY HCM - TM HCM - BN HCM - CM HCM - TR EH&S
    46. 46. Gestão da Qualidade Planejamento da Qualidade Gestão do Planejamento da Qualidade Avaliação da Qualidade Gestão da Avaliação da Qualidade Gestão de Reclamações Gestão de Reclamações Cliente e Consumidor - SAC Gestão de Reclamações Fornecedor Gestão das Reclamações Internas Calibração Calibração de Instrumentos de Medição Certificado de Qualidade Controle de Ceritifcados de Qualidade Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio QM QM QM QM QM
    47. 47. Governança Corporativa Administração de Documentos Administração de Documentos Governança de Riscos Governança de Riscos Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio DMS GRC
    48. 48. Contabilidade Gerencial Gestão de Custos Indiretos Alocação de Custos Indiretos Planejados Alocação de Custos Indiretos Reais Apropriação de Custos Realizados de Ordens Internas e de Manutenção Controle de Custos Indiretos Gestão de Custos Diretos Correções Manuais de Custos Primários Correções Manuais de Lançamentos Reais Cálculo dos Custos Reais Cálculo das Tarifas Reais Gestão de Custos do Produto Apropriação de Ordens de Processo Controle dos Custos dos Produtos Gestão de Rentabilidade Cálculo da Rentabilidade Controle da Rentabilidade Gestão do Custo Agrícola Cálculo do Custo da Cana Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio CO CO CO CO x
    49. 49. Gestão de Ativos Corporativos Ativo Imobilizado Acompanhamento do Ativo Imobilizado Emissão da Nota Manual da Baixa de Ativo por Sinistro Gestão do Ativo Permanente Manutenção Planejamento da Manutenção Predial Avaliação de Dados da Manutenção Manutenção Corretiva Manutenção de Grandes Paradas Manutenção de Restauração Manutenção Emergencial Manutenção para Investimento Manutenção Preventiva com Base em Condições Manutenção Preventiva com Base no Contador Manutenção Preventiva com Base no Tempo Processos de Cancelamentos Produção de Peças de Reposição Verificação de Veículos Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio AA PM
    50. 50. Suporte Operacional Administração de Viagens Administração de Viagens Suprimento de Materiais Auxiliares Suprimento de Materiais Auxiliares Caixinha Adminsitração do Caixinha para Despesas Eventuais Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio FI - TV MM FI
    51. 51. Contabilidade Financeira Gestão Contábil Provisão para Pagamentos de Impostos Fiscais Gestão de Relatórios Contábeis Lançamentos Manuais no Razão Manutenção do Ambiente no Razão Tesouraria Gestão de Tesouraria Gestão de Caixa Gestão Fiscal Gestão de Relatórios Fiscais e Obrigações Acessórias - Entradas e Saídas Gestão de Relatórios Fiscais Federais e Obrigações Acessórias Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio FI - GL FI - TR FI
    52. 52. Gestão de Projetos e Investimentos Gestão de Investimentos Planejamento de Custo do Programa de Investimento Solicitação de Investimento Programa de Investimento Medidas de Investimento Liberação de Investimento Elaboração de Orçamento Gestão de Projetos Planejamento de Custo do Projeto Realização do Projeto Fechamento por Período Controle de Disponibilidade e Execução Abrangência ERP – processos de suporte ao negócio IM PS
    53. 53. Planejamento da Safra Planejamento de Vendas Planejamento de Produção Industrial Planejamento de Despesas Planejamento de Custos Planejamento de Resultado Planejamento de Escoamento de Produtos Planejamento Agrícola Da Compra ao Pagamento Requisições Cotações Pedidos Contratos Sub-contratação Recebimento Físico e Fiscal Ánálise da Qualidade de Suprimentos Avaliação de Fornecedores Contas a Pagar Devoluções Do Plantio à Colheita Execução e Controle de Apontamentos Agrícolas Gestão da Frota Agrícola Gestão de Contratos Agrícolas Entrega de Cana na Indústria Da Produção ao Fornecimento Avaliação de Resultados da Produção Boletim Industrial Controle da Qualidade da Produção Gerenciamento das Ordens de Processo Ficha de Fabricação Gestão de Estoques e Transferências Transferência entre Centros Gestão de Estoques Da Venda ao Recebimento Gestão de Estoques de Produto Acabado Gestão de Crédito Vendas e Distribuição Transporte de Produtos Faturamento Contas a Receber e- procurement Abrangência ERP – processos de planejamento e operações
    54. 54. Planejamento da Safra Planejamento de Vendas Planejamento de Vendas Planejamento de Produção Industrial Planejamento da Produção Industrial Planejamento da Manutenção Industrial Planejamento a Longo Prazo Planejamento de Despesas Planejamento de Despesas Planejamento de Custos Alocação de Custos Indiretos Planejados Orçamento de Ordens Internas Planejamento de Custos Primários em Centros de Custo Planejamento de Custos Primários em Ordens Internas Planejamento de Mão de Obra Cálculo de Custos Planejados Planejamento de Tarifa Planejamento de Resultado Planejamento de Rentabilidade Planejamento de Escoamento de Produtos Planejamento de Escoamento de Produto Acabado Planejamento Agrícola Planejamento de Plantio Planejamento de Tratos Culturais Planejamento de Colheita Planejamento da Manutenção de Motomecanizados Abrangência ERP – processos de planejamento e operações CO - PA PP - PI CO - CCA CO - PC CO - PA x
    55. 55. Da Compra ao Pagamento Requisições Da Criação a Aprovação da Requisição de Compras Planejamento das Requisições de Materiais Monitoração das Solicitações de Suprimentos Cotações Cotação de Fornecedores Pedidos Administração e Acompanhemto de Pedidos Da Criação a Aprovação dos Pedidos de Compras Contratos Gestão de Contratos Sub-contratação Sub-Contratação para Empacotamento de Açúcar Recebimento Físico e Fiscal Processamento de Faturas Recebimento de Entrega Futura Recebimento Físico Entrada de Prestação de Serviços Recebimento Físico por Recebimento de Depósito Recebimento de Embalagens Retornáveis Ánálise da Qualidade de Suprimentos Controle de Qualidade de Suprimentos Inspeção da Qualidade de Materiais Avaliação de Fornecedores Avaliação de Fornecedores Contas a Pagar Pagamento e Lançamentos Manuais no Contas a Pagar Acompanhamento do Contas a Pagar e Tesouraria Devoluções Devolução ao Fornecedor e- procurement e - procurement Abrangência ERP – processos de planejamento e operações MM FI MM MM MM MM MM MM MM MM SRM
    56. 56. Do Plantio à Colheita Execução e Controle de Apontamentos Agrícolas Execução e Controle dos Apontamentos Manuais e Automáticos Liberação das Ordens de Colheita Análise e Monitoramento das Atividades Gestão de Indicadores de Performance Relatórios de Acompanhamento de Safra Gestão da Frota Agrícola Planejamento da Frota Agrícola Monitoramento e Otimização do Tráfego de Motomecanizados Gestão de Contratos Agrícolas Gestão dos Contratos de Arrendamento Gestão dos Contratos de Parceria Entrega de Cana na Indústria Entrada de Cana Análise do Teor de Sacarose (Laboratório PCTS) Abrangência ERP – processos de planejamento e operações x x x
    57. 57. Da Produção ao Fornecimento Avaliação de Resultados da Produção Controle para Avaliação de Resultados da Produção Boletim Industrial Elaboração do Boletim Industrial Controle da Qualidade da Produção Controle da Qualidade da Produção Gerenciamento das Ordens de Processo Controle das Ordens de Processo Ficha de Fabricação Processar Fichas de Fabricação Abrangência ERP – processos de planejamento e operações PP - PI e QM PP – PI, QM e BI PP - PI e QM PP - PI e QM PP - PI e QM
    58. 58. Gestão de Estoques e Transferências Transferência entre Centros Transferência de Estoque entre Centros Gestão de Estoques Administração de Reserva de Materiais Consumo de Materiais Controle de Acesso de Coletores Controle de Combustíveis Controle de Material de Controle Individual Expedição por Posição de Depósito Inventário Físico Inventário por Posição de Estoque Movimentação Interna por Posição de Estoque Armazenamento em Depósito de Terceiros Diferimento de Período do Mestre de Materiais Abrangência ERP – processos de planejamento e operações MM, WM e LES - TRA MM, WM e SAP Console
    59. 59. Da Venda ao Recebimento Gestão de Estoques de Produto Acabado Controle dos Estoques de Produto Acabado Armazenamento em Depóstio de Terceiros Gestão de Crédito Acompanhamento de Clientes e Análise de Crédito Adiantamento de Clientes Vendas e Distribuição Venda Triangular (industrialização em terceiros) Venda a ordem e por conta e ordem Venda de Embalagem Retornável Venda de Energia Elétrica Venda de Produtos Agrícolas Venda de Serviços Venda de Serviços de Transporte - Frete Venda em Consignação Venda Equiparada à Exportação Venda para Empresaas Controladas e Coligadas Venda para Entrega Futura Venda para Entrega Programada Venda para Exportação Venda para Trading Venda Pronta Entrega Transporte de Produtos Simulação de Fretes Cálculo de Frete Outbound Lotação Cálculo de Frete Outbound Fracionado Recebimento de Faturas, Conhecimentos e Ocorrências Cálculo de Frete Outbound Devolução/Reentrega Cálculo de Frete Outbound Transferência entre Plantas Cálculo de Frete Outbound Exportação Monitor de Fretes Faturamento Emissão de Faturas e Notas Fiscais Contas a Receber Adiantamento de Clientes Cobrança Recebimento, Baixas e Conciliação de Títulos Abrangência ERP – processos de planejamento e operações MM, WM e SAP Console SD SD LES - TRA SD FI - AR
    60. 60. <ul><li>Utilizar ferramentas e aceleradores que permitam antecipar a liberação e utilização do SAP ERP. </li></ul><ul><li>Priorizar a ativação dos processos e funcionalidades considerados “estritamente” necessários. </li></ul><ul><li>Garantir a operação inicial assistida. </li></ul><ul><li>Garantir o suporte pós-implementação. </li></ul><ul><li>Manter um conteúdo atualizado e centralizado de todos os processos. </li></ul>Solução CPM Braxis – Desafios e Diferenciais
    61. 61. <ul><li>Sugerir uma nova estrutura de cenários, processos, atividades e transações. </li></ul><ul><li>Realizar o treinamento e capacitação para equipe do cliente. </li></ul><ul><li>Garantir que o SAP ERP suporte e controle os processos da operação do cliente. </li></ul>Solução CPM Braxis – Objetivos do Projeto
    62. 62. <ul><li>Seguro </li></ul><ul><ul><li>Não coloca a empresa em risco. </li></ul></ul><ul><ul><li>Mínima interrupção na operação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Fácil transição para o novo sistema. </li></ul></ul><ul><li>Previsível </li></ul><ul><ul><li>Como será a implementação? </li></ul></ul><ul><ul><li>Rápida implementação. </li></ul></ul><ul><li>Acessível </li></ul><ul><ul><li>Baixo Custo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Clara visibilidade dos serviços. </li></ul></ul>Solução CPM Braxis – Objetivos do Projeto
    63. 63. <ul><ul><li>Rápido Retorno. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comprovado & Confiável </li></ul></ul><ul><ul><li>Seguro. </li></ul></ul><ul><ul><li>Baixo Custo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Acessível. </li></ul></ul><ul><ul><li>CPM Braxis para Agribusiness. </li></ul></ul><ul><ul><li>Previsível. </li></ul></ul><ul><ul><li>Go-Live sem Surpresas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Abordagem Flexível. </li></ul></ul><ul><ul><li>Projeto faseado. </li></ul></ul>Solução CPM Braxis – Benefícios da nossa abordagem
    64. 64. Solução CPM Braxis – Benefícios da nossa abordagem ..., Realização, ... Escalabilidade dos Negócios Blueprint AGRO Melhores Práticas + Pacote de Serviços + Metodologia CPM Braxis INDUSTRY CLUSTER Venda conjunta Software & Serviço Template CPM Braxis Análise de Requerimentos & Atividades de pré-projeto Pacote de Soluções: Projeto Faseado Metodologia X Method Value Engineering Pacote ..., Blueprint, Realização, ... Diferente em cada projeto Tradicional ASAP Venda Software Venda Serviços Demonstração Abordagem Tradicional:
    65. 65. <ul><li>Migração dos dados </li></ul><ul><li>Pré-Projeto </li></ul><ul><li>Foco da equipe </li></ul>Preparar o Sistema <ul><li>Infra-Estrutura </li></ul>Preparar os Dados Capacitar os Usuários Finais Solução CPM Braxis – Estratégia de implementação
    66. 66. Solução CPM Braxis – Estratégia de implementação A arquitetura recomendada pela CPM Braxis é a denominada Instância Global Única, maximizando o modelo tecnológico, consolidando os processos de negócio e reduzindo consideravelmente o TCO ( T otal Cost of Ownership ) . A Instância Global Única significa que todas as empresas estarão em um único ambiente SAP, garantindo a integridade e confiabilidade das informações e com um único banco de dados. Assim, o cliente terá o conteúdo de seus processos centralizado eu um ambiente único.
    67. 67. <ul><li>Fases e marcos </li></ul><ul><li>ARIS Tools </li></ul><ul><li>Solution Manager </li></ul><ul><li>Solution Composer </li></ul><ul><li>RWD Infopak </li></ul><ul><li>Abordagem (Escopo) </li></ul><ul><li>Aceitação de produtos </li></ul><ul><li>Avaliação real do projeto </li></ul><ul><li>Mitigação de riscos </li></ul><ul><li>Comunicação </li></ul><ul><li>Gestão de projetos </li></ul>Solução CPM Braxis – Metodologia Go-live & Suporte Preparação Final Realização Business Blueprint ou Delta Analysis Preparação de projeto Sign Off do Projeto
    68. 68. Definição Impacto Solução CPM Braxis – Redução de tempo e custo de implementação Funcionalidades definidas documentadas Menor Risco Template CPM Braxis para Agribusiness Alavanca o conhecimento do setor Atividades pré-projeto Cliente envolvido antecipadamente. Redução de Custos Valor com eficiência. Reutilização de experiência! Aceleradores Metodologia x Method Maximiza ROI do SAP ERP
    69. 69. <ul><li>Satisfação do Cliente </li></ul><ul><ul><li>Melhoria da qualidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento da velocidade de implementação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Transparência e conhecimento do resultado. </li></ul></ul><ul><li>Escalabilidade </li></ul><ul><ul><li>Garante o crescimento da empresa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ativação de processos conforme necessidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Maximiza investimento. </li></ul></ul><ul><li>Eficiência </li></ul><ul><ul><li>Rapidez para entregar valor e reutilização de conteúdo. </li></ul></ul>Solução CPM Braxis – Redução de tempo e custo de implementação Pacote de Serviços Escalável para os Negócios Acessível Rápida Entrega Baixo Risco Construído em Experiência Reutilização do conteúdo
    70. 70. <ul><li>Baixo nível de usuário; </li></ul><ul><li>Localização dos projetos; </li></ul><ul><li>Infra-estrutura precária; </li></ul><ul><li>Gestão familiar; </li></ul><ul><li>Indefinição de políticas, processos, procedimentos e padrões; </li></ul><ul><li>Indisponibilidade de key-users; </li></ul><ul><li>Comprometimento do sponsor. </li></ul>Solução CPM Braxis – Riscos
    71. 71. <ul><li>Solução pré-configurada CPM Braxis. </li></ul><ul><li>NF-e. </li></ul><ul><li>SPED. </li></ul><ul><li>Upgrade. </li></ul><ul><li>SPI e AD. </li></ul><ul><li>Hosting e venda de hardware. </li></ul><ul><li>Roteadores e cabeamento CISCO. </li></ul><ul><li>Acesso remoto CITRIX. </li></ul><ul><li>Coletores INTERMEC. </li></ul><ul><li>Computadores de bordo. </li></ul><ul><li>Infra-outsourcing. </li></ul>Solução CPM Braxis – Ofertas para o setor
    72. 72. A CPM Braxis orgulha-se em ter participado de diversos projetos neste segmento... ... e temos o desejo de firmar uma parceria para somar cada vez mais clientes em nosso quadro de sucessos! Nossa experiência (casos de sucesso)
    73. 73. Obrigado Lino Maggi

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