Produtos para NR 12 - segurança no trabalho

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Apresentação detalhada dos requisitos da NR 12 e produtos Leuze electronic que podem ser utilizados

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Produtos para NR 12 - segurança no trabalho

  1. 1. A NR 12 e as aplicações dos Equipamentos de Proteção Coletiva Leuze electronic Ltda. – (11) 5180 6130 – www.leuzeelectronic.com.br
  2. 2. Conteúdo  Análise de Riscos  A NR 12 e seus anexos  Tipos de Proteção Coletiva  Equipamentos de Proteção Coletiva  Aplicações
  3. 3. Análise de Risco, NBR 14153 – Anexo B (Brasil) S = Severidade do Ferimento S1 = Ferimento Leve (normalmente reversível) S2 = Ferimento Sério (normalmente irreversível) incluindo morte F = Frequência e/ou Tempo de Exposição ao perigo F1 = Raro a relativamente frequente e/ou baixo tempo de exposição F2 = Frequente a contínuo e/ou tempo de exposição longo P= Possibilidade de evitar o perigo P1 = Possível sob condições específicas P2 = Quase nunca possível Parâmetros de Risco SEVERIDADE FREQUENCIA POSSIBILIDADE S1 S2 F1 F2 P1 P2 P1 P2 B 1 2 3 4
  4. 4. Análise de Risco, EN ISO 13849-1 (Europa) P2 P2 F1 F2 P1 S1 P1 P2 F1 F2 P1 P1 S2 P2 a b c d e PLr S = Severidade do Ferimento S1 = Ferimento Leve (normalmente reversível) S2 = Ferimento Sério (normalmente irreversível) incluindo morte F = Frequência e/ou Tempo de Exposição ao perigo F1 = Raro a relativamente frequente e/ou baixo tempo de exposição F2 = Frequente a contínuo e/ou tempo de exposição longo P= Possibilidade de evitar o perigo P1 = Possível sob condições específicas P2 = Quase nunca possível Parâmetros de Risco
  5. 5. A NR 12 e seus anexos  Grupos de Máquinas  Prensas e Similares  Anexo 8  Prensa Mecânica (freio-embreagem)  Prensa Hidráulica  Prensa Mecânica (engate tipo chaveta)  Dobradeira  Guilhotina  Martelos de Forja  Similares  Injetoras de plástico  Anexo 9  Hidráulica  Elétrica
  6. 6. A NR 12 e seus anexos  Grupos de Máquinas  Máquinas para Panificação e Confeitaria  Anexo 6  Máquinas para Açougue e Mercearia  Anexo 7  Máquinas para fabricação de Calçados e afins  Anexo 10  Motosserras  Anexo 5  Máquinas e Implementos para uso Agrícola e Florestal  Anexo 11
  7. 7. A NR 12 e seus anexos  Informações básicas  Item 12.1 a 12.156  Princípios fundamentais de segurança, incluindo  Proteções mecânicas  Emergência  Comandos  Anexo 1  Formas de Proteção  Distâncias de segurança para proteções mecânicas  Distâncias de segurança para proteção optoeletrônica  Ferramentas de teste de funcionamento  Anexo 4  Glossário  Definições dos itens da norma, incluindo categoria de segurança, tipos de EPCs etc.
  8. 8. O que são os Equipamentos de Proteção Coletiva - EPCs  Proteções  Fixa  Móvel, com intertravamento por chave ou sensor de segurança  Sensoreamento (cortina/barreira ou grade de luz, scanner, tapete etc.)  Monitoração  Relé de Segurança  Controlador Configurável de Segurança  Controlador Lógico Programável de Segurança  Atuação  Válvula de segurança ou bloco de segurança  Calço de Segurança (retenção mecânica)  Comando bi-manual
  9. 9. Cálculo da distância de segurança Anexo 1, NR 12 S S = K x T + [ C ] onde: S = Distância de segurança K = Velocidade de aproximação T = Tempo de resposta do Sistema C = Acréscimo (relacionado à resolução)
  10. 10. Medição do tempo de resposta do sistema Funcionamento  Uso de equipamento específico para medição  Atua-se diretamente no elemento de segurança  Botão de Emergência  Cortina de luz de segurança  Sem intervenção no painel elétrico da máquina  Emissão imediata de relatório da medição através de impressora térmica incorporada
  11. 11. Medição do tempo de resposta do sistema Exemplo de protocolo de medição
  12. 12. Medição do tempo de resposta do sistema Exemplo de protocolo de medição Valor de K Tipo de EPC (cortina de luz) Resolução Escorregamento Tempo de Resposta Distância de Segurança S = K x T + [8x (d-14)] Parâmetros da medição
  13. 13. Proteção Mecânica Fixa  Conceito  Proteção permanente, removida somente em casos de manutenção  Fixada com parafusos especiais  Prós  Não requer monitoração e intertravamento ao sistema  É a solução financeiramente mais viável  Contras  A remoção indevida expõe o operador ao risco  Não há monitoração de presença  Dimensionamento  Conforme Anexo I da NR 12, Item (A), Quadros 1, 2 e 3  Escopo Leuze  Não há (não requer intertravamento)
  14. 14. Proteção Mecânica Fixa
  15. 15. Proteção Mecânica Móvel  Conceito  Em formato de portas ou portões, permite acesso à área de risco  Deve ser monitorada e intertravada com o sistema de segurança  Prós  Maior flexibilidade de processo  Possibilidade de remoção sem expor o operador ao risco  Contras  Maior exposição ao mau uso e tentativa de burla  Incremento de custo de implementação (instalação chaves)  Dimensionamento  Anexo I da NR 12, Item (A), Quadros 1, 2 e 3  Item 12.45 da NR 12  Escopo Leuze  Chaves mecânicas: S20, S200, S400, L100, L200, L10  Chaves magnéticas codificadas: MC336, MC330, MC388
  16. 16. Proteção Mecânica Móvel
  17. 17. Proteção Mecânica Móvel
  18. 18. Proteção Optoeletrônica vertical  Conceito  Caracterizada pelo posição do posto de trabalho do operador  Região de alta frequência de exposição ao risco durante a operação  Prós  Monitoração ininterrupta da área de risco  Acesso facilitado à toda área de trabalho  Contras  Não protege contra expulsão de material em processo  Valor do investimento quando comparado a proteções mecânicas  Dimensionamento  Altura da área de acesso, Resolução, necessidade de programação  Anexo I da NR 12, Item (B) – inclui medição de tempo de parada  Escopo Leuze  Cortina de luz sem programação: SOLID4  Cortina de luz com programação: CompactPlus
  19. 19. Proteção Optoeletrônica vertical
  20. 20. Proteção Optoeletrônica horizontal  Conceito  Controle de acesso a máquinas automáticas  Monitoração de presença em área de risco  Prós  Controle de invasão e permanência em área de risco  Isolação de máquinas perigosas / grandes movimentos  Contras  Distância mínima da máquina: 500mm  Obstáculos no solo (pedestais, degraus, caixas etc.)  Dimensionamento  Anexo I da NR 12, Item (B) – inclui medição de tempo de parada  Estudo de lay-out da proteção mecânica perimetral (quando aplicável)  Escopo Leuze  Cortinas de luz na horizontal: SOLID4  Scanner de área: RS4
  21. 21. Proteção Optoeletrônica horizontal
  22. 22. Proteção Optoeletrônica horizontal
  23. 23. Controle Optoeletrônico de acesso  Conceito  Monitoração de passagem através de feixes óticos  Boa distância em relação à área de risco  Prós  Boa solução custo-benefício  Tamanhos padronizados / fácil implantação  Contras  Não monitora presença em área de risco, somente passagem  Exige estudo mais detalhado quanto aos demais acessos  Dimensionamento  Largura da entrada  Distância em relação ao risco  Escopo Leuze  Grade de luz: MLD 500 (Transceiver + Espelho)  Grade de luz: CompactPlus (Transceiver + Espelho)
  24. 24. Controle Optoeletrônico de acesso
  25. 25. Controle perimetral  Conceito  Monitoração do entorno da máquina ou área de risco  Feixes de luz substituem proteções mecânicas  Prós  A instalação fica mais acessível, facilitando a manutenção  Dispensa a instalação de proteções mecânicas  Contras  Não monitora presença em área de risco, somente passagem  Alinhamento em sistemas longos pode ser complicado  Dimensionamento  Comprimento total do perímetro  Quantidade de espelhos (cada um diminui alcance em 15%)  Escopo Leuze  Grade de luz: MLD 500 (Transmissor e Receptor)  Grade de luz: CompactPlus (Transmissor e Receptor)
  26. 26. Controle perimetral
  27. 27. Cortinas (Barreiras) de luz  Conceito  Dispositivo ótico tipo emissor + receptor, com auto teste contínuo  Prós  Fácil dimensionamento e instalação  Proteção frontal de máquinas e equipamentos  Contras  Instalação de 2 itens (emissor e receptor), inclui alinhamento  Alta exposição a impactos mecânicos (empilhadeiras, talhas etc.)  Dimensionamento  Altura e Largura da área de risco  Resolução desejada (14mm, 20mm, 30mm ou 40mm)  Necessidade de programação  Escopo Leuze  Cortina de luz sem programação: SOLID4 ou SOLID4-E  Cortina de luz com programação: CompactPlus
  28. 28. Cortinas (Barreiras) de luz
  29. 29. Cortinas (Barreiras) de luz
  30. 30. Cortinas (Barreiras) de luz
  31. 31. Cortinas (Barreiras) de luz
  32. 32. Cortinas (Barreiras) de luz
  33. 33. Cortinas (Barreiras) de luz
  34. 34. Cortinas (Barreiras) de luz
  35. 35. Scanners de área  Conceito  Funciona como um radar ótico, para detecção / monitoração  Áreas de Alarme e Emergência programáveis  Prós  Substitui Tapetes de segurança (maior durabilidade)  Programação permite qualquer desenho (desviando de obstáculos)  Contras  Altamente suscetível a acúmulo de sujeira em ambientes poluídos  Requer manutenção regular (limpeza das lentes)  Dimensionamento  Estudo do lay-out da área de instalação (observar obstáculos)  Range de alcance (2m, 4m ou 6m)  Escopo Leuze  Scanner de área: RS4-2E, RS4-4E ou RS4-6E
  36. 36. Scanners de área
  37. 37. Scanners de área
  38. 38. Scanners de área
  39. 39. Scanners de área
  40. 40. Scanners de área
  41. 41. Scanners de área
  42. 42. Scanners de área
  43. 43. Scanners de área
  44. 44. Tapetes de segurança  Conceito  Plataforma sensível ao peso aplicado em sua superfície  Consiste em duas placas metálicas, separadas por espuma  Prós  Não é suscetível a sujeira / poluição do ambiente  Fácil detecção de presença e funcionamento  Contras  Fragilidade quanto a queda de objetos  Cria degrau / exige trabalho no entorno (rampas de acesso)  Dimensionamento  Largura e comprimento da área, tipo de superfície  Sistema a dois fios, com resistor, ou a quatro fios  Escopo Leuze  Tapetes de segurança a quatro fios: SM/BK + Relé SG-EFS  Tapetes de segurança a dois fios: SM/W + Relé SG-EFS
  45. 45. Chaves de segurança  Conceito  Dispositivo de monitoração para proteções mecânicas  Consiste em chave + atuador ou sistema de dobradiça  Prós  Boa relação custo-benefício para implantação de segurança  Funcionamento e instalação simples  Contras  Mau uso pode levar à perda da função de segurança  Norma exige redundância elétrica e mecânica para chaves com atuador  Dimensionamento  Tipo de corpo (plástico ou metal) + atuador (conforme aplicação)  Para dobradiças, saída a cabo ou conector  Escopo Leuze  Chaves mecânicas: S20, S200  Chaves tipo dobradiça: S400
  46. 46. Chaves de segurança
  47. 47. Chaves de segurança
  48. 48. Chaves de segurança
  49. 49. Chaves de segurança com trava  Conceito  Permite monitoração de porta + controle de acesso  Solenóide interna impede a remoção do atuador  Prós  Ideal para sistemas com inércia, pois o acesso é controlado  Opções de trava mecânica ou elétrica  Contras  É o dispositivo de monitoração mecânica mais caro  Exige combinação de lógica de automação + segurança  Dimensionamento  Escolha de corpo (plástico ou metal) + atuador  Tipo de trava: Mecânica (energiza para liberar) ou Elétrica  Escopo Leuze  Chave com trava mecânica: L100, L200 (“SLM”)  Chave com trava elétrica: L100, L200 (“MLM”)
  50. 50. Chaves de segurança com trava
  51. 51. Chaves de segurança com trava
  52. 52. Chaves magnéticas codificadas  Conceito  Monitoração de fechamento de porta sem contato mecânico  Combinação de dois magnetos em cada atuador (evita burla)  Prós  Maior durabilidade, por não ter contato mecânico  Menor chance de burla (codificado)  Contras  É um item mais frágil do que a chave mecânica  Dimensionamento  Distância sensora e formato construtivo (cúbico, retangular ou cilíndrico)  Saída conector ou cabo  Escopo Leuze  Sensor cúbico: MC336  Sensor retangular: MC388  Sensor cilindrico: MC330
  53. 53. Chaves magnéticas codificadas
  54. 54. Chaves magnéticas codificadas
  55. 55. Chaves magnéticas codificadas
  56. 56. Chaves magnéticas codificadas
  57. 57. Chaves de tração de cabo de aço  Conceito  Chave de três posições, trabalha sempre tensionada  Rompimento ou Acionamento do cabo atuam na emergência  Prós  Solução para disponibilização de emergência em grandes extensões  Fácil instalação  Contras  Cabo deve estar sempre tracionado, requer acessórios de tração  Peso do cabo pode acionar a chave  Dimensionamento  Comprimento do cabo  Escopo Leuze  Chave de tração de cabo de aço: ERS200
  58. 58. Chaves de tração de cabo de aço
  59. 59. Relés de segurança  Conceito  Monitoração da função de segurança (emergência, bi-manual etc.)  Item requerido para intertravamento entre sensores e máquina  Prós  Elemento singular, monitora somente uma função  Emergência (botões, chaves), bi-manual, cortinas, grades, scanners  Contras  Elemento singular, monitora somente uma função  Limite de chaveamento dos contatos (3 A / 230 Vca)  Dimensionamento  Aplicação (parada de emergência, bi-manual, optoeletrônico etc.)  Escopo Leuze  Parada de emergência e optoeletrônicos: MSI-SR4 ou MSI-SR5  Comando bimanual: MSI-2H  Chaves magnéticas codificadas: MSI-MC310
  60. 60. Relés de segurança
  61. 61. Controladores Configuráveis de Segurança  Conceito  Permite substituir uma série de relés de segurança  Criação de lógica de intertravamento e acionamento monitorados  Prós  Facilidade de implementação, flexibilidade  Economia de espaço em painel  Contras  Requer noções de programação (lógica)  Requer conhecimento de intertravamento de máquina  Dimensionamento  Quantidade de entradas e saídas digitais de segurança  Possibilidade de expansão  Escopo Leuze  Controlador Configurável, sem expansão: MSI-100  Controlador Configurável, com expansão: MSI-200
  62. 62. Controladores Configuráveis de Segurança
  63. 63. Comparativo Relés x CCS  Capacidade de monitoração  1 MSI-100 = 10 MSI-SR4  Equivale a dez circuitos de segurança, incluindo bimanuais, chaves codificadas, optoeletrônicos etc.  Preço  1 MSI-100 = 6 MSI-SR4  Espaço em painel  1 MSI-100 = 3 MSI-SR4

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