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Seminário Médiuns obsediados

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Baseado no Livro dos médiuns

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Seminário Médiuns obsediados

  1. 1. Seminário: Médiuns obsidiadosSeminário: Médiuns obsidiadosSeminário: Médiuns obsidiados
  2. 2. Estudos do Livro dos Médiuns por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  3. 3. O tema do seminário, Médiuns Obsidiados, tem dupla finalidade: a primeira é conduzir à reflexão de que, pelo esforço de melhoria moral ou de desenvol- vimento de virtudes, é possível prevenir, neutralizar obsessões. A segunda: finalidade é destacar a importância do conhecimento doutrinário espírita a fim de que a pessoa aprenda não só lidar com influências espirituais inferiores, mas que também saiba como estabelecer relações fraternas e sérias com os bons Espíritos e com os demais habitantes do plano espiritual.
  4. 4. DA OBSESSÃO CAP.XXIII por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  5. 5. *OBSESSÃO SIMPLES *FASCINAÇÃO *SUBJUGAÇÃO CAUSAS DA OBSESSÃO MEIOS DE COMBATÊ-LA
  6. 6. No número das dificuldades que a prática do Espiritismo apresenta é necessário colocar a da obsessão em primeira linha. Trata-se do domínio que alguns Espíritos podem adquirir sobre certas pessoas. São sempre os Espíritos inferiores que procuram dominar, pois os bons não exercem nenhum constrangimento.
  7. 7. Na obsessão simples o médium sabe perfeitamente que está lidando com um Espírito mistificador, que não se disfarça e nem mesmo dissimula de maneira alguma as suas más intenções e o seu desejo de contrariar.
  8. 8. 239. A fascinação tem consequências muito mais graves. Trata-se de uma ilusão criada diretamente pelo Espírito no pensamento do médium e que paralisa de certa maneira a sua capacidade de julgar as comunicações.
  9. 9. Dissemos que as consequências da fascinação são muito mais graves. Com efeito, graças a essa ilusão que lhe é consequente o Espírito dirige a sua vítima como se faz a um cego, podendo levá-lo a aceitar as doutrinas mais absurdas e as teorias mais falsas como sendo as únicas expressões da verdade.
  10. 10. Compreende-se facilmente toda a diferença entre obsessão simples e a fascinação. Compreende-se também que os Espíritos provocadores de ambas devem ser diferentes quanto ao caráter. Na primeira, o Espírito que se apega ao médium é apenas um importuno pela sua insistência, do qual ele procura livrar-se.
  11. 11. Na segunda, é muito diferente, pois para chegar a tais fins o Espírito deve ser esperto, ardiloso e profundamente hipócrita. Porque ele só pode enganar e se impor usando máscara e uma falsa aparência de virtude.
  12. 12. 240. A subjugação é um envolvimento que produz a paralisação da vontade da vítima, fazendo-a agir malgrado seu. Esta se encontra, numa palavra, sob um verdadeiro jugo.
  13. 13. A subjugação pode ser moral ou corpórea. No primeiro caso, o subjugado é levado a tomar decisões frequentemente absurdas e comprometedoras que, por uma espécie de ilusão considera sensatas: é uma espécie de fascinação. No segundo caso, o Espírito age sobre os órgãos materiais, provocando movimentos involuntários.
  14. 14. Reconhece-se a obsessão pelas seguintes características:
  15. 15. 1) Insistência de um Espírito em comunicar-se queria ou não o médium, pela escrita, pela audição, pela tiptologia etc., opondo-se a que outros Espíritos o façam.
  16. 16. 2) Ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações recebidas.
  17. 17. 3) Crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos Espíritos que se comunicam e que, sob nomes respeitáveis e venerados, dizem falsidades ou absurdos.
  18. 18. 4) Aceitação pelo médium dos elogios que lhe fazem os Espíritos que se comunicam por seu intermédio.
  19. 19. 5) Disposição para se afastar das pessoas que podem esclarecê-lo.
  20. 20. 6) Levar a mal a crítica das comunicações que recebe.
  21. 21. 7) Necessidade incessante e inoportuna de escrever.
  22. 22. 8) Qualquer forma de constrangimento físico, dominando-lhe à vontade e forçando-o a agir ou falar sem querer.
  23. 23. 9) Ruídos e transtornos em redor do médium, causados por ele ou tendo-o por alvo.
  24. 24. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los.
  25. 25. A impaciência das vítimas também influi, porque ele vê atingido o seu objetivo, enquanto a paciência acaba por cansá-lo. Ao se irritar, mostrando-se zangado, a vítima faz precisamente o que ele quer. Esses Espíritos agem às vezes pelo ódio que lhes desperta a inveja do bem, e é por isso que lançam a sua maldade sobre criaturas honestas. A impaciência das vítimas também influi, porque ele vê atingido o seu objetivo, enquanto a paciência acaba por cansá-lo. Ao se irritar, mostrando-se zangado, a vítima faz precisamente o que ele quer. Esses Espíritos agem às vezes pelo ódio que lhes desperta a inveja do bem, e é por isso que lançam a sua maldade sobre criaturas honestas. A impaciência das vítimas também influi, porque ele vê atingido o seu objetivo, enquanto a paciência acaba por cansá-lo. Ao se irritar, mostrando-se zangado, a vítima faz precisamente o que ele quer. Esses Espíritos agem às vezes pelo ódio que lhes desperta a inveja do bem, e é por isso que lançam a sua maldade sobre criaturas honestas.
  26. 26. CAUSAS DA OBSESSÃO?CAUSAS DA OBSESSÃO?CAUSAS DA OBSESSÃO?
  27. 27. MEIOS DE COMBATÊ-LASMEIOS DE COMBATÊ-LASMEIOS DE COMBATÊ-LAS ?
  28. 28. Segundo as Qualidades Morais do Médium Médiuns Imperfeitos: Médiuns Susceptíveis Médiuns Mercenários Médiuns Ambiciosos Médiuns de Má Fé Médiuns Egoístas Médiuns Ciumentos Médiuns Obsedados Médiuns Fascinados Médiuns Subjugados Médiuns Levianos Médiuns Indiferentes Médiuns Presunçosos Médiuns Orgulhosos
  29. 29. A imperfeição, que se manifesta nos homens ou nos Espíritos, indica o estágio inferior no qual estagia seu portador e é proveniente dos atavismos que o fixa às faixas primárias de onde procede e das quais ainda não conseguiu liberar- se. Se forem portadores de faculdade mediúnica ostensiva, essa estará sob a vigência da lei de afinidade, mediante a qual é mais fácil aqueles que são simpáticos entre si se intercambiarem do que a ocorrência de fenômenos entre opostos.
  30. 30. Médiuns obsidiados: os que não podem se livrar de Espíritos importunos e enganadores, mas não se iludem.
  31. 31. Médiuns fascinados: os que são iludidos por Espíritos enganadores e se iludem sobre a natureza das comunicações que recebem.
  32. 32. Médiuns subjugados: os que sofrem uma dominação moral e, muitas vezes, material da parte de maus Espíritos.
  33. 33. Médiuns levianos: os que não levam a sério sua faculdade e dela só se serve por divertimento, ou para futilidades.
  34. 34. Médiuns indiferentes: os que nenhum proveito moral tiram das instruções que obtêm e em nada modificam o proceder e os hábitos.
  35. 35. Médiuns presunçosos: os que têm a pretensão de se acharem em relação somente com Espíritos superiores. Creem- se infalíveis e consideram inferior e errôneo tudo o que deles não provenha.
  36. 36. Médiuns orgulhosos: os que se envaidecem das comunicações que lhes são dadas; julgam que nada mais têm que aprender no Espiritismo e não tomam para si as lições que recebem frequentemente dos Espíritos. Não se contentam com as faculdades que possuem, querem tê-las todas.
  37. 37. Médiuns suscetíveis: variedade dos médiuns orgulhosos, suscetibilizam-se com as críticas de que sejam objeto suas comunicações; zangam- se com a menor contradição e, se mostram o que obtêm, é para que seja admirado e não para que se lhes dê um parecer. Geralmente, tomam aversão às pessoas que os não aplaudem sem restrições e fogem das reuniões onde não possam impor-se e dominar.
  38. 38. "Deixai que se vão pavonear algures e procurar ouvidos mais complacentes, ou que se isolem; nada perdem as reuniões que da presença deles ficam privadas." -ERASTO.
  39. 39. Médiuns mercenários: os que exploram suas faculdades.
  40. 40. Médiuns ambiciosos: os que, embora não mercadejem com as faculdades que possuem, esperam tirar delas quaisquer vantagens.
  41. 41. Médiuns de má-fé: os que, não possuindo faculdades reais, simulam as de que carecem, para se darem importância. Não se podem designar pelo nome de médium as pessoas que, nenhuma faculdade mediúnica possuindo, só produzem certos efeitos por meio de trapaças.
  42. 42. Médiuns egoístas: os que somente no seu interesse pessoal se servem de suas faculdades e guardam para si as comunicações que recebem.
  43. 43. Médiuns invejosos: os que se mostram despeitados com o maior apreço dispensado a outros médiuns, que lhes são superiores.
  44. 44. Não se conscientizando o médium da gravidade de que o exercício mediúnico se reveste, permanece, leviano quão insensato, vinculado às mentes ociosas e vulgares com as quais se sintoniza.
  45. 45. Pode ser, às vezes, instrumento de comunicações sérias, aproveitáveis, no entanto, em razão da condição vibratória que lhe é natural, mais facilmente se deixa influenciar por Espíritos portadores de iguais condições morais.
  46. 46. À medida que o médium se moraliza, utiliza vigilância constante e a oração frequente, esforça-se pela ação caridosa, pela disciplina e estudo constantes, torna-se mais apto ao contato com Espíritos superiores.
  47. 47. A relação com os Espíritos impõe prudência, elevação moral, equilíbrio emocional em todo aquele que se interessa por alcançar resultados satisfatórios.
  48. 48. O PAPEL DOS MÉDIUNS NAS COMUNICAÇÕES. CAP.XIX por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  49. 49. *INFLUÊNCIA DO ESPÍRITO DO MÉDIUM *SISTEMA DOS MÉDIUNS INERTES *APTIDÃO DE CERTOS MÉDIUNS PARA LÍNGUAS, MÚSICA, DESENHOS, ETC. *DISSERTAÇÃO DE UM ESPÍRITO SOBRE O PAPEL DOS MÉDIUNS
  50. 50. 223. 1. No momento em que exerce a sua faculdade o médium se acha em estado perfeitamente normal?
  51. 51. 2. As comunicações escritas ou verbais podem ser também do próprio Espírito do médium?
  52. 52. 3. Como distinguir se o Espírito que responde é o médium ou se é outro Espírito?
  53. 53. 5. As comunicações do Espírito do médium são sempre inferiores às que pudessem ser dadas por outros Espíritos?
  54. 54. 6. O Espírito comunicante transmite diretamente o seu pensamento ou tem como intermediário o Espírito do médium?
  55. 55. 7. O Espírito do médium influi nas comunicações de outros Espíritos que ele deve transmitir?
  56. 56. 22. A expressão do pensamento pela poesia, o desenho ou a música depende unicamente da aptidão do médium ou também do Espírito comunicante?
  57. 57. INFLUÊNCIA MORAL DOS MÉDIUNS. CAP.XX por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  58. 58. Seminário: Médiuns obsidiados 226. 1. O desenvolvimento da mediunidade se processa na razão do desenvolvimento moral do médium?
  59. 59. Seminário: Médiuns obsidiados 2. Sempre se disse à mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um favor divino. Porque, então, não é um privilégio dos homens de bem? E porque há criaturas indignas que a possuem no mais alto grau e a empregam no mau sentido?
  60. 60. Seminário: Médiuns obsidiados 3. Os médiuns que empregam mal as suas faculdades, que não as utilizam para o bem ou que não as aproveitam para a sua própria instrução, sofrerão as consequências disso?
  61. 61. Seminário: Médiuns obsidiados 4. Há médiuns que recebem comunicações espontâneas, quase frequentemente, sobre um mesmo assunto, tratando de certas questões morais, por exemplo, relativas a determinados defeitos. Terá isso algum fim?
  62. 62. Seminário: Médiuns obsidiados 8. É absolutamente impossível receber boas comunicações por um médium imperfeito?
  63. 63. Seminário: Médiuns obsidiados 9. Qual seria o médium que poderíamos considerar perfeito?
  64. 64. Seminário: Médiuns obsidiados 11. Quais as condições necessárias para que a palavra dos Espíritos superiores nos chegue sem qualquer alteração?
  65. 65. IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS CAP.XXIV por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  66. 66. Eis o conselho dado por São Luís a respeito: “Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes d vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos:
  67. 67. (...) a de pensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.
  68. 68. 1º) Não há outro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não pode provir de Espíritos superiores.
  69. 69. 2º) Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as suas ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles inspiram e os conselhos que dão.
  70. 70. 3º) Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.
  71. 71. 4º) A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem de sua posição entre os demais.
  72. 72. Esqueçam a forma e foco no conteúdo.
  73. 73. Obsessores visíveis e invisíveis são nossas próprias obras, espinheiros plantados por nossas mãos. Endereça-lhes, assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas não lhes negues paciência e trabalho, amor e sacrifício, porque só a força do exemplo nobre levanta e reedifica, ante o Sol do futuro. Seara dos médiuns lição 23 - obsessores
  74. 74. Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec O livro dos médiuns – Allan Kardec A Gênese – Allan Kardec Obras póstumas – Allan Kardec O exilado - Hermínio C. Miranda A irmã do vizir - Hermínio C. Miranda Histórias que os espíritos contaram - Hermínio C. Miranda Diversidade dos carismas - Hermínio C. Miranda Diretrizes de Segurança – Divaldo P. Franco e Raul Teixeira Seara dos Médiuns - Emmanuel (Chico Xavier). Nos domínios da mediunidade – André Luiz (Chico Xavier).
  75. 75. Uma linda manhã e uma Feliz Semana! Uma linda manhã e uma Feliz Semana! Uma linda manhã e uma Feliz Semana!

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