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Prisões mentais

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Palestra que tenho divulgado no segundo semestre de 2016
a pergunta central ´é : O que nos aprisiona?

Published in: Spiritual

Prisões mentais

  1. 1. A mente é o espelho da vida em toda parte. Emmanuel (Pensamento e vida 1)
  2. 2. Estudando-a de nossa posição espiritual, confinados que nos achamos entre a animalidade e a angelitude, somos impelidos a interpretá-la como sendo o campo de nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar. Emmanuel (Pensamento e vida 1)
  3. 3. Definindo-a por espelho da vida, reconhecemos que o coração lhe é a face e que o cérebro é o centro de suas ondulações, gerando a força do pensamento que tudo move, criando e transformando, destruindo e refazendo para acrisolar e sublimar. Emmanuel (Pensamento e vida 1)
  4. 4. O reflexo esboça a emotividade. A emotividade plasma a ideia. A ideia determina a atitude e a palavra que comandam as ações. Emmanuel (Pensamento e vida 1)
  5. 5. O que nos aprisiona?
  6. 6. A Primeira prisão é a do Passado!
  7. 7. O comportamento é sempre resultado de um hábito que se fixa no inconsciente,
  8. 8. passando a expressar-se automaticamente, tornando-se uma das características da personalidade de cada indivíduo.
  9. 9. Os pensamentos armazenados no teu inconsciente constituem a tua identidade perante a vida, e será com eles que despertarás além do corpo, quando a desencarnação arrebatar-te na direção da imortalidade.
  10. 10. Somos hoje, deste modo, herdeiros positivos dos reflexos de nossas experiências de ontem, com recursos de alterar-lhes a direção para a verdadeira felicidade.
  11. 11. O que nos aprisiona?
  12. 12. A segunda prisão é a do Ego
  13. 13. Respiramos no mundo das imagens que projetamos e recebemos. Por elas, estacionamos sob a fascinação dos elementos que provisoriamente nos escravizam e, através delas, incorporamos o influxo renovador dos poderes que nos induzem à purificação e ao progresso.
  14. 14. O reflexo mental mora no alicerce da vida.
  15. 15. É preciso que resguardemos nossa mente das ideias fixas, opressivas, aviltantes; o máximo de cuidado se nos impõe contra elas; constituem verdadeiros cárceres mentais e conquanto o indivíduo tenha seu corpo físico em liberdade, seu espírito jaz prisioneiro dessas ideias.
  16. 16. os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
  17. 17. Desejo de posse, viver de comparações, viver de aparências, hipocrisia, fuga da realidade, dependências diversas, suscetibilidade em excesso.
  18. 18. Se nós nos deixamos atormentar por tais ideias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada ideia fixa, fixação mental ou monoideia.
  19. 19. Causados por essas ideias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
  20. 20. O Orgulho que não permite nossa mudança?
  21. 21. A terceira prisão é a do Pensamento
  22. 22. Se o homem pudesse contemplar com os próprios olhos as correntes de pensamento, reconheceria, de pronto, que todos vivemos em regime de comunhão, segundo os princípios da afinidade.
  23. 23. Ideias fixas formam-se de um amontoado de pensamentos inferiores e desordenados, tendentes a um único fim. Tudo quanto o indivíduo faz, pensa, ouve ou vê outros fazerem, encaminha para a ideia fixa que o obsessiona.
  24. 24. Das ideias fixas originam-se os crimes e as desmedidas ambições que, frequentemente, levam a pessoa à ruína.
  25. 25. Ideias opressivas são constituídas por pensamentos pessimistas, angustiosos, de desânimo, de desalento, enfim, de medo ante a vida. Se não forem atalhadas a tempo, as ideias opressivas desorganizam os centros nervosos, gerando consequências imprevisíveis.
  26. 26. Todos os sintomas mentais depressivos influenciam as células em estado de mitose, estabelecendo fatores de desagregação.
  27. 27. À feição do ímã, que possui campo magnético específico, toda criatura traz consigo o halo ou aura de forças criativas ou destrutivas que lhe marca a índole, no feixe de raios invisíveis que arroja de si mesma. É por esse halo que estabelecemos as nossas ligações de natureza invisível nos domínios da afinidade.
  28. 28. É nesse estado negativo que, martelados pelas vibrações de sentimentos e pensamentos doentios, atingimos o desequilíbrio parcial ou total da harmonia orgânica, enredando corpo e alma nas teias da enfermidade, com a mais complicada diagnose da patologia clássica.
  29. 29. Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos ideias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio. Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males.
  30. 30. A quarta prisão é a do Hábito e do víci
  31. 31. Herdeiros de milênios, gastos na recapitulação de muitas experiências análogas entre si, vivemos, até agora, quase que à maneira de embarcações ao gosto da correnteza, no rio de hábitos aos quais nos ajustamos sem resistência.
  32. 32. Transferindo-se de uma para outra existência, esses hábitos fortalecem-se cada vez mais, apresentando-se como tendências e impulsos que conduzem o seu possuidor com submissão...
  33. 33. Quanto mais fixados no inconsciente, mais difíceis fazem-se de ser erradicados, particularmente quando são formados pelo pessimismo, pelo desvio de orientação moral, pelos vícios...
  34. 34. Não foi outro o motivo pelo qual Jesus recomendou vigilância e oração.
  35. 35. A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair nas sugestões infelizes de Espíritos atormentados. E a oração, na busca de inspirações nobres vindas do Alto. • Redação do Momento Espírita com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
  36. 36. Quando uma centésima parte do Cristianismo de nossos lábios conseguir expressar-se em nossos atos de cada dia, a Terra será plenamente libertada de todo o mal.“ Emmanuel
  37. 37. Bibliografia: Hábitos mentais Divaldo Franco / Joanna de Ângelis Do livro Libertação do Sofrimento No Mundo Maior – Chico Xavier e André Luiz Pensamento e Vida – Chico Xavier e Emmanuel Redação do Momento Espírita com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
  38. 38. Uma linda noite e uma Feliz Semana! Uma linda noite e uma Feliz Semana! Uma linda noite e uma Feliz Semana!
  39. 39. www.youtube.com/c/gelpalhano
  40. 40. www.youtube.com/leogelp12
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