Médiuns e mediunidade!

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Estudo sobre os médiuns e a mediunidade!

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Médiuns e mediunidade!

  1. 1. Leonardo Pereira
  2. 2. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. O LIVRO DOS MÉDIUNS / 159
  3. 3. MEDIUNIDADE? Mediunidade [do latim medium + -idade] – 1. Faculdade que a quase totalidade das pessoas possuem, umas mais outras menos, de sentirem a influência ou ensejarem a comunicação dos Espíritos, tanto que Allan Kardec afirma serem raros os que não possuem rudimentos de mediunidade. 2. Em alguns, essa faculdade é ostensiva e necessita ser disciplinada, educada; em outros, permanece latente, podendo manifestar-se episódica e eventualmente.
  4. 4. A faculdade propriamente dita se radica no organismo; independe do moral. • ...Não constitui um privilégio exclusivo de uma ou outra pessoa, pois, sendo uma possibilidade orgânica , é hereditária e depende de um organismo mais ou menos sensitivo... O LIVRO DOS MÉDIUNS – 62a ed. – Allan Kardec (GUIA DOS MÉDIUNS E DOS EVOCADORES) (Paris - 1861) L.Palhano / dicionário de filosofia espírita / pag. 205
  5. 5. A mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador, atualmente em curso na Terra... ... Sendo luz que brilha na carne, a mediunidade é atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal, elemento renovador da posição moral da criatura terrena, enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência, sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face do mundo... O CONSOLADOR – 16a. edição - Francisco Cândido Xavier – ditado pelo espírito Emmanuel
  6. 6. MEDIUNIDADE E VIDA • — Eminentes fisiologistas e pesquisadores de laboratório procuraram fixar mediunidades e médiuns a nomenclaturas e conceitos da ciência metapsíquica, entretanto, o problema, como todos os problemas humanos, é mais profundo, porque a mediunidade jaz adstrita à própria vida, não existindo, por isso mesmo, dois médiuns iguais, não obstante a semelhança no campo das impressões. • Por outro lado, espiritualistas distintos julgam-Se no direito de hostilizar-lhe os serviços e impedir-lhe a eclosão, encarecendo- lhe os supostos perigos, como se eles próprios, mentalizando os argumentos que avocam, não estivessem assimilando, por via mediúnica, as correntes mentais intuitivas, contendo interpretações particulares das Inteligências desencarnadas que os assistem.
  7. 7. A mediunidade, no entanto, é faculdade inerente à própria vida e, com todas as suas deficiências e grandezas, acertos e desacertos, é qual o dom da visão comum, peculiar a todas as criaturas, responsável por tantas glórias e tantos infortúnios na Terra. Ninguém se lembrará, contudo, de suprimir os olhos, porque milhões de pessoas, à face de circunstâncias imponderáveis da evolução, deles se tenham valido para perseguir e matar nas guerras de terror e destruição. Urge iluminá-los, orientá-los e esclarecê-los. Também a mediunidade não requisitará desenvolvimento indiscriminado, mas sim, antes de tudo, aprimoramento da personalidade mediúnica e nobreza de fins, para que o corpo espiritual, modelando o corpo físico e sustentando-o, possa igualmente erigir-se em filtro leal das Esferas Superiores, facilitando a ascensão da Humanidade aos domínios da luz.
  8. 8. Classificação Mediúnica (Segundo a aptidão do médium) 1 - EFEITOS FÍSICOS: Mediunidade em que se observam os fenômenos objetivos e, por isso, perceptíveis pelos sentidos físicos. • Fluidos Levitação Transporte Pneumatofonia Pneumatografia Transfiguração Materialização 1 - EFEITOS INTELIGENTES : Os fenômenos de Efeitos Inteligentes são aqueles que têm sua atuação diretamente sobre o intelecto do médium ou são percebidos pelo cérebro por vias das sensações. Os efeitos são sentidos pelo médium. Intelectuais: PSICOFONIA PSICOGRAFIA PSICOPRAXIA CURA AUDIÊNCIA VIDÊNCIA CLARIVIDÊNCIA DESDOBRAMENTO
  9. 9. Arvore da Mediunidade Sensitivos e Impressionáveis Inspiração e Intuição Desdobramento Audiência Vidência ClarividênciaClariaudiência Psicofônico Psicógrafo Psicopraxico Curador Intuição é a inspiração quando cresce (Emmanuel - Encontros no Tempo - pergunta 34)
  10. 10. • Animismo [do latim anima + ismo] - 1. Teoria que considera a alma simultaneamente princípio de vida orgânica e psíquica. 2. O que é próprio da alma. 3. Para o entendimento espírita, é relativo aos fenômenos intelectuais e físicos que deixam supor atividade extracorpórea ou à distância do organismo humano, isto é, exercida além dos limites do corpo. • Se tem por causalidade o Espírito desencarnado, o fenômeno denomina-se espiritual ou mediúnico; mas, se o Espírito é o próprio encarnado, chama-se anímico. MEDIUNIDADE E ANIMISMO
  11. 11. PENSAMENTO Em matéria de mediunidade, não nos esqueçamos do pensamento. Nossa alma vive onde se lhe situa o coração. Caminharemos, ao influxo de nossas próprias criações, seja onde for. A gravitação no campo mental é tão incisiva, quanto na esfera da experiência física. Servindo ao progresso geral, move-se a alma na glória do bem. Emparedando-se no egoísmo, arrasta-se, em desequilíbrio, sob as trevas do mal. A Lei Divina é o Bem de Todos.
  12. 12. PENSAMENTO E VONTADE • VIBRAÇÃO • RESSONÂNCIA • SINTONIA • VIBRAÇÕES COMPENSADAS
  13. 13. AURA HUMANA • — Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem, através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força”, em torno dos corpos que as exteriorizam. • Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza. • No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.
  14. 14. MEDIUNIDADE INICIAL • — A aura é, portanto, a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas Inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa. • Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamento a pensamento, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais.
  15. 15. MECANISMOS DAS COMUNICAÇÕES
  16. 16. REUNIÕES MEDIÚNICAS
  17. 17. REUNIÃO MISTA DE ESTUDO E PRÁTICA MEDIÚNICA TREINAMENTO REUNIÃO DE DESOBSESSÃO REUNIÃO DE TRATAMENTO VIBRACIONAL OU PRÁTICA DESOBSESSÃO
  18. 18. Sendo o recolhimento e a comunhão dos pensamentos as condições essenciais a toda reunião séria, fácil é de compreender-se que o número excessivo dos assistentes constitui uma das causas mais contrarias à homogeneidade.
  19. 19. Uma reunião só e verdadeiramente séria, quando cogita de coisas úteis, com exclusão de todas as demais. Se os que a formam aspiram a obter fenômenos extraordinários, por mera curiosidade, ou passatempo, talvez compareçam Espíritos que os produzam, mas os outros daí se afastarão. Numa palavra, qualquer que seja o caráter de uma reunião, haverá sempre Espíritos dispostos a secundar as tendências dos que a componham. Assim, pois, afasta-se do seu objetivo toda reunião séria em que o ensino é substituído pelo divertimento.
  20. 20. Uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são a resultante das de seus membros e formam como que um feixe. Ora, este feixe tanto mais força terá, quanto mais homogêneo for.
  21. 21. O PASSE
  22. 22. Conceito: · “É uma troca de energia” · “É uma transmissão voluntária e deliberada de fluidos benéficos de uma pessoa para outra” Essa troca se dá através do médium passista que serve como um instrumento da espiritualidade · “Na forma mais simples, ele é tão somente uma prece” O Passe pode ser: · Espiritual (quando a energia utilizada vem da espiritualidade) · Magnético (quando a energia utilizada vem do próprio médium passista) · Misto (quando ocorre, em determinadas proporções, energia da espiritualidade e do médium passista)
  23. 23. Formas de Aplicação: · Individual (câmara de passe e atendimento individual) · Coletivo (ministrado simultaneamente para duas ou mais pessoas) · A Distância (quando o paciente é atendido pela mentalização de um ou mais médiuns passistas) Metodologia: “Padronizado”: Seguem idêntico roteiro na aplicação, visando evitar preferências do paciente com relação ao passista. Não se constituem, portanto, na implantação de um ritual. TÉCNICAS DO PASSE: Importante: · O uso das mãos é simples auxiliar na direção de fluidos. O grau evolutivo do médium passista e a prece, elevando os pensamentos para Deus, é que garantirão as boas qualidades dos fluidos a serem doados. · A vontade forte e firme no desejo de ajudar o próximo é a única responsável pela intensidade e direção dos fluidos.
  24. 24. O passe não é unicamente transfusão de energias anímicas. É o equilibrante ideal da mente, apoio eficaz de todos os tratamentos. Desânimo e tristeza, tanto quanto insatisfação e revolta, são síndromes da alma, estabelecendo distonias e favorecendo moléstias do corpo. Se há saúde, esses estados de espírito patrocinam desastres orgânicos; na doença equivalem a fatores predisponentes na desencarnação prematura. Mas não é só isso. Em todo desequilíbrio mental as forças negativas entram mais facilmente em ação instalando processos obsessivos de duração indeterminada. Se usamos o antibiótico por substância destinada a frustrar o desenvolvimento de microorganismos no campo físico, por que não adotar o passe por agente capaz de impedir as alucinações depressivas, no campo da alma? Se atendemos à assepsia, no que se refere ao corpo, por que descurar dessa mesma assepsia no que tange ao espírito? A aplicação das forças curativas em magnetismo enquadra-se à efluvioterapia com a mesma importância do emprego providencial de emanações da eletricidade. Espíritas e médiuns espíritas, cultivemos o passe, no veículo da oração, com o respeito que se deve a um dos mais legítimos complementos da terapêutica usual. Certamente os abusos da hipnose, responsáveis por leviandades lamentáveis e por truanices de salão, em nome da ciência, são perturbações novas no mundo, mas o passe, na dignidade da prece, foi sempre auxílio divino às necessidades humanas. Basta lembrar que o Evangelho apresenta Jesus, ao pé dos sofredores, impondo as mãos. ANDRÉ LUIZ do livro Opinião Espírita, 55
  25. 25. • Disciplina com horário. • Disciplina com a palavra. • Disciplina com os pensamentos. • Disciplina com o silêncio. • Disciplina com o trabalho. • Disciplina com você mesmo.
  26. 26. “O AMOR COBRE A MULTIDÃO DE PECADOS “PEDRO / ATOS DOS APOSTOLOS
  27. 27. MUITA PAZ E LUZ A TODOS! MUITO OBRIGADO !

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