Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />E...
Introdução<br />Objetivo do Trabalho<br />1<br />O objetivo do presente trabalho é apresentar uma metodologia para a avali...
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O Contexto do Setor Aéreo<br />3<br />1<br />2<br /> Aumento significativo no número de usuários no Brasil e no mundo<br /...
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Simulação em Terminal de PassageirosO Conceito de Terminal de Passageiros<br />No complexo aeroportuário, o Terminal de Pa...
Formulação do problema<br />Definição dos objetivos e do planejamento do projeto<br />O Conceito de Simulação<br />Constru...
Simulação em Terminal de PassageirosA Escolha do Software de Simulação<br />Biblioteca de pedestres (pedestrianlibrary), p...
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Abertura da pista: 1936<br />Abertura da pista: 1936<br />O Aeroporto Santos DumontPrincipais Fatos Históricos<br />Conclu...
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O Aeroporto Santos DumontComponentes do Terminal<br />Piso Térreo<br />Fonte: Os autores<br />Balcões de Check-in<br />Rec...
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O Aeroporto Santos DumontProcedimento de Check-in<br />Convencional<br />Normal<br />Convencional<br />Prioridade<br />Tot...
O Aeroporto Santos DumontProcedimento de Segurança<br />Fila de entrada<br />Máquina de raio-X<br />Raio-X de bagagens de ...
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Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />Chegada...
Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegad...
Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegad...
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Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />E...
Análises e ResultadosCenário 1<br />Cenário 4<br />Cenário 3<br />Cenário 2<br /> Simula as principais características de ...
Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />
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Análises e ResultadosCenário 2<br />Cenário 4<br />Cenário 3<br /> São considerados três diferentes situações, que testarã...
Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />
Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise do Procedimento de Check-in<br />A<br />Tamanho da Fila de Check-in<br ...
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Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise do Procedimento deSegurança<br />B<br />Tamanho da Fila de Segurança<br...
Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise dos Atrasos no Terminal<br />C<br />Evolução dos Atrasos em Diferentes ...
Análises e ResultadosCenário 3<br />Cenário 4<br />Cenário 2<br /> Novas tendências para uso do check-in:<br />Cenário 1<b...
Análises e ResultadosCenário 3<br />Mudança 2<br />3<br /><ul><li>Novos Percentuais de Check-in
Realocação de Balcões de Check-in
Aumento do Número de Totens</li></ul>Diferenças dos Novos Cenários<br />A<br />Mudança 1<br />Mudança 3<br />Os novos perc...
Análises e ResultadosCenário 3<br />3<br />Análise dos Tempos Médios<br />B<br />Tempo Médio de Check-in (min)<br />Tempo ...
Análises e ResultadosCenário 3<br />3<br />Análise dos Atrasos<br />B<br />Quantidade de Passageiros Atrasados<br />Termin...
Análises e ResultadosCenário 4<br />Cenário 3<br />Cenário 2<br /> Aumento da quantidade de postos de atendimento de visto...
Análises e ResultadosCenário 4<br />4<br />Alteração do Layout da VAS<br />A<br />Acréscimo de um ou dois equipamentos de ...
Análises e ResultadosCenário 4<br />4<br />Avaliação dos Impactos<br />B<br />Tempos Médios de Atendimento da VAS<br />Red...
Análises e ResultadosCenário 4<br />4<br />Avaliação dos Impactos<br />B<br />Tempos de Ciclo com Adição de 1 Atendimento<...
Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />E...
Conclusão<br />Conclusões Sobre os Cenários<br />1<br />1<br />2<br />3<br />4<br />Identificação da situação atual no Aer...
Conclusão<br />Proposta de Alteração<br />2<br />A análise de atrasos revelou uma nova proposta<br />A proposta inclui a a...
Conclusão<br />Considerações Finais<br />3<br />O objetivo deste estudo foi apresentar uma metodologia para a avaliação de...
Bibliografia<br />ALMEIDA, Paulo Marcos Santos de. Utilização de simulação na análise de componentes de terminais de passa...
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SIMULAÇÃO EM TERMINAIS DE PASSAGEIROS: UM ESTUDO DA OPERAÇÃO DE EMBARQUE DO AEROPORTO SANTOS DUMONT

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O objetivo deste trabalho é conceber e validar um modelo de simulação aplicável à análise operacional em terminais de passageiros.

SIMULAÇÃO EM TERMINAIS DE PASSAGEIROS: UM ESTUDO DA OPERAÇÃO DE EMBARQUE DO AEROPORTO SANTOS DUMONT

  1. 1.
  2. 2. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  3. 3. Introdução<br />Objetivo do Trabalho<br />1<br />O objetivo do presente trabalho é apresentar uma metodologia para a avaliação do tráfego de pedestres em terminais de passageiros, aplicando-a a um caso prático. Para tanto, foram identificadas ferramentas adequadas para a análise do Aeroporto Santos Dumont, um dos mais importantes complexos aeroportuários do país.<br />Contribuição do Trabalho<br />2<br />A principal contribuição deste projeto diz respeito à proposição e utilização de uma série de procedimentos capazes de formular um modelo de simulação e explorar o potencial do software Anylogic 6. Buscaremos, portanto, avaliar cada uma das etapas de elaboração do modelo, desde a preparação dos dados de entrada até a análise de diferentes cenários futuros.<br />
  4. 4. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  5. 5. O Contexto do Setor Aéreo<br />3<br />1<br />2<br /> Aumento significativo no número de usuários no Brasil e no mundo<br /> De 1970 até o ano 2000, a média de crescimento nacional foi de 9,13%<br /> A média mundial no mesmo período alcançou apenas 6,43%<br /> Ampla fragilidade da aviação brasileira colocada à amostra em 2006<br /> Falta de investimentos na infra-estrutura aeroportuária nacional<br /> Caos nos aeroportos e culta recaiu sobre ANAC e sobre os controladores de vôo<br /> A demanda por vôos internacionais em 2014 será tão grande quanto a de 2020<br /> Investimentos urgentes são necessários nos principais aeroportos do Brasil<br /> A estimativa de capital investido em aeroportos é de R$ 3,89 bilhões, entre 2007 e 2010<br />
  6. 6. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  7. 7. Simulação em Terminal de PassageirosO Conceito de Terminal de Passageiros<br />No complexo aeroportuário, o Terminal de Passageiros (TPS) “é a edificação onde se dão os processos de transferência de passageiros entre os meios de transporte de superfície e os transportes aéreos, ou de um modo de transporte aéreo para outro” (Feitosa, 2000:11).<br />1<br />Componentes de Processamento<br />São responsáveis por pelo atendimento do passageiro, no caso de embarque.<br />2<br />Componentes de Circulação<br />São corredores, elevadores e escadas, ou seja, áreas por onde passageiros transitam para se deslocarem.<br />3<br />Componentes de Espera<br />São os componentes nos quais os passageiros aguardam por liberação para seguirem a outro componente.<br />
  8. 8. Formulação do problema<br />Definição dos objetivos e do planejamento do projeto<br />O Conceito de Simulação<br />Construção do modelo<br />Coleta de dados<br />Blanks (1999) define a simulação como a “imitação da operação de um processo ou sistema real ao longo do tempo”<br />A simulação é usada na descrição e análise do comportamento de um sistema em diferentes cenários e no auxílio do projeto de modelos reais<br />Tanto sistemas existentes quanto conceituais podem ser modelados com uso da simulação<br />Definição do modelo<br />Simulação em Terminal de PassageirosO Conceito de Simulação<br />Não<br />Não<br />Verificação e Validação?<br />Verificação e Validação?<br />Sim<br />Sim<br />Planejamento do Experimento<br />Execução das rodadas de produção e análise<br />Sim<br />Não<br />Mais rodadas?<br />Documentação dos resultados<br />Fonte: Os autores com base em Blanks (1999)<br />
  9. 9. Simulação em Terminal de PassageirosA Escolha do Software de Simulação<br />Biblioteca de pedestres (pedestrianlibrary), para estudo do fluxo de pessoas<br />Permite que os processos sejam desenvolvidos juntamente com o modelo gráfico)<br />Pode-se coletar estatísticas da quantidade e densidade de pessoas em áreas escolhidas<br />Gera reações ao movimento dos pedestres frente a diferentes obstáculos<br />Pode-se determinar os níveis de performance de uma fila ou de um atendimento<br />Permite a configuração de diferentes cenários de análise<br />Fonte: Os autores<br />
  10. 10. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  11. 11. Abertura da pista: 1936<br />Abertura da pista: 1936<br />O Aeroporto Santos DumontPrincipais Fatos Históricos<br />Conclusão da obra do terminal antigo: 1947<br />Conclusão da obra do terminal antigo: 1947<br />Inauguração da Ponte Aérea: 1959 (Varig, Cruzeiro do Sul, Vasp e Panair)<br />Inauguração da Ponte Aérea: 1959 (Varig, Cruzeiro do Sul, Vasp e Panair)<br />Incêndio de Fevereiro de 1998<br />Incêndio de Fevereiro de 1998<br />Início das obras do novo terminal em 2003<br />Início das obras do novo terminal em 2003<br />Inauguração do novo terminal em 2007<br />1959<br />1998<br />2003<br />2007<br />1936<br />
  12. 12. O antigo terminal operava 100% acima de sua capacidade limite<br />Decisão da construção do novo terminal de embarque<br />O prédio antigo passou a abrigar apenas o desembarque<br />Ascapacidades foram drasticamente aumentadas<br />O Aeroporto Santos DumontO Projeto de Expansão<br />
  13. 13. O Aeroporto Santos DumontComponentes do Terminal<br />Piso Térreo<br />Fonte: Os autores<br />Balcões de Check-in<br />Recepção<br />Totens de Check-in<br />Escadas<br />Lojas da Companhias<br />Portas<br />
  14. 14. O Aeroporto Santos DumontComponentes do Terminal<br />Piso Superior<br />Fonte: Os autores<br />Sanitários<br />Segurança (VAS)<br />Lojas<br />Sala de Pré-Embarque<br />
  15. 15. O Aeroporto Santos DumontProcedimento de Check-in<br />Convencional<br />Normal<br />Convencional<br />Prioridade<br />Totem<br />Web<br />
  16. 16. O Aeroporto Santos DumontProcedimento de Segurança<br />Fila de entrada<br />Máquina de raio-X<br />Raio-X de bagagens de mão<br />
  17. 17. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  18. 18. Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />Chegada do Passageiro<br />É a etapa que representa o momento em que a entidade é criada no modelo e entra no terminal de passageiros.<br />2<br />Check-in<br />É o período que inicia-se diretamente no balcão de check-in ou no momento da compra da passagem. Termina quando o check-in é finalizado.<br />3<br />Pós Check-in<br />Contempla a etapa que vai desde o fim do check-in até a entrada do passageiro no avião.<br />
  19. 19. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />Dados de Entrada no Modelo<br />A<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />B<br />B<br />Horário de partida dos vôos<br />Horário de partida dos vôos<br />C<br />C<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />D<br />D<br />Taxa de ocupação do vôo<br />Taxa de ocupação do vôo<br />E<br />E<br />Fonte: Os autores com base em Feitosa (2000)<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />F<br />F<br />
  20. 20. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />A<br />A<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />B<br />Horário de partida dos vôos<br />Horário de partida dos vôos<br />C<br />C<br />10%<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />D<br />D<br />30%<br />30%<br />30%<br />Taxa de ocupação do vôo<br />Taxa de ocupação do vôo<br />E<br />E<br />Fonte: Os autores<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />F<br />F<br />
  21. 21. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />A<br />A<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />B<br />B<br />Horário de partida dos vôos<br />C<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />D<br />D<br />Taxa de ocupação do vôo<br />Taxa de ocupação do vôo<br />E<br />E<br />Tabela de Vôos da Infraero<br />(15 de setembro de 2008)<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />F<br />F<br />
  22. 22. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />A<br />A<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />B<br />B<br />Horário de partida dos vôos<br />Horário de partida dos vôos<br />C<br />C<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />D<br />Taxa de ocupação do vôo<br />Taxa de ocupação do vôo<br />E<br />E<br />Fonte: Os autores<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />F<br />F<br />
  23. 23. Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />A<br />A<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />B<br />B<br />% ocupação<br />Horário de partida dos vôos<br />Horário de partida dos vôos<br />C<br />C<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />D<br />D<br />Taxa de ocupação do vôo<br />E<br />horas<br />Fonte: TAM (2008)<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />F<br />F<br />
  24. 24. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Distribuição da chegada de passageiros para cada vôo<br />A<br />A<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />% de chegada de passageiros em cada uma das portas do TPS<br />B<br />B<br />Horário de partida dos vôos<br />Horário de partida dos vôos<br />C<br />C<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />Número máximo de passageiros no vôo<br />D<br />D<br />Taxa de ocupação do vôo<br />Taxa de ocupação do vôo<br />E<br />E<br />Distribuição Uniforme<br />(variação de 1,0 a 1,4m/s)<br />Velocidade de deslocamento dos passageiros<br />F<br />
  25. 25. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Ir para o balcão de recepção<br />Ir para o balcão de vendas<br />Sim<br />Sim<br />Web <br />Ckeck-in?<br />Auto<br />Ckeck-in?<br />Compra<br />Passagem?<br />Chegada do Passageiro<br />Recepção?<br />Não<br />Não<br />Não<br />Não<br />Sim<br />Sim<br />Sim<br />Ir para o totem de check-in<br />Despachar bagagem<br />Bagagem?<br />Não<br />Ir para o balcão de check-in tradicional<br />Fim do Check-in<br />Fonte: Os autores<br />
  26. 26. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />% de passageiros que utilizam a recepção<br />5% dos passageiros<br />A<br />Tempo de atendimento na recepção<br />Distribuição normal<br />(média: 10s e desvio: 1s)<br />B<br />20% dos passageiros<br />% de passageiros que compram passagem<br />C<br />5% dos passageiros<br />% de passageiros que são considerados prioritários na chegada<br />D<br />Distribuição normal<br />(média: 210s e desvio: 35s)<br />Tempo de atendimento na loja da companhia aérea<br />E<br />70% dos passageiros<br />% de passageiros que levam malas para serem despachadas<br />F<br />
  27. 27. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />G<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />H<br />H<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br /> I<br /> I<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />J<br />J<br />Fonte: Os autores<br />
  28. 28. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />G<br />G<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />H<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br /> I<br /> I<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />J<br />J<br />Fonte: Os autores<br />
  29. 29. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />G<br />G<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />H<br />H<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br /> I<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />J<br />J<br />Fonte: Os autores<br />
  30. 30. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Dados de Entrada no Modelo<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />Número de posições de venda de passagem para cada companhia aérea<br />G<br />G<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />Número de posições de atendimento para cada companhia aérea<br />H<br />H<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br />Tempo de atendimento para cada um dos tipos de check-in<br /> I<br /> I<br />% de passageiros para cada um dos tipos de check-in<br />J<br />Fonte: Os autores com base em SITA (2008)<br />
  31. 31. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Fim do Check-in<br />Embarque<br />Ir para a escada (acesso ao primeiro piso)<br />Ir para a sala de pré-embarque (aguardar HPP)<br />Não<br />Sim<br />Sim<br />Ir para banheiro<br />Ir para lojas<br />Lojas?<br />Banheiro?<br />Não<br />Não<br />Ir para VAS<br />Banheiro?<br />Sim<br />Ir para banheiro<br />Fonte: Os autores<br />
  32. 32. Escopo e Modelagem da SimulaçãoDados de Entrada no Modelo<br />1<br />2<br />3<br />Pós Check-in<br />Check-in<br />Chegada<br />Destino dos passageiros após o check-in<br />Embarque: 45%; Lojas: 35% e Banheiro: 20%<br />A<br />Tempo de permanência na loja<br />Distribuição Normal<br />(média: 120s e desvio: 24s)<br />B<br />Distribuição Normal<br />(média: 180s e desvio: 18s)<br />Tempo de permanência no banheiro<br />C<br />15 minutos<br />Tempo antes do vôo para que o passageiro não passe nem pelo banheiro nem pelas lojas<br />D<br />90% dos passageiros<br />% de passageiros que levam bagagem de mão<br />E<br />Distribuição Uniforme<br />(variação entre 2s e 6s)<br />Tempo de atendimento de embarque<br />F<br />4 chamadas a cada 5 min., com início 15 min. antes da HPP<br />Quantidade e momento de chamada para embarque<br />G<br />
  33. 33. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  34. 34. Análises e ResultadosCenário 1<br />Cenário 4<br />Cenário 3<br />Cenário 2<br /> Simula as principais características de um dia real<br /> Serão analisados todos os 89 vôos programados para o dia estudado (15 de setembro de 2008)<br /> As taxas de ocupação variam ao longo do dia, segundo picos de demanda, chegando a uma média de 68% de ocupação.<br />
  35. 35. Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />
  36. 36. Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />Análise do Procedimento de Check-in<br />A<br />Distribuição dos Tempos de Check-in<br />A maioria das pessoas despende um tempo de 2 a 3 minutos no procedimento de check-in<br />Cerca de 80% delas demoram menos de 4 minutos no check-in<br />O maior tempo observado foi de 19 minutos, para apenas uma pessoa<br />Durações de 11 a 19 minutos foram vistas para apenas 47 pessoas (0,22% do total de passageiros)<br />O resultado da simulação apontou uma média de 3,28 minutos para a realização do check-in<br />Fonte: Os autores<br />
  37. 37. Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />Análise do Procedimento de Check-in<br />A<br />Os passageiros que utilizam o web check-in e o auto check-in gastam menos tempo<br />A média do web check-in é de 1,11 minutos e a do auto-atendimento é de 1,86 minutos<br />Tempo de Check-in Tradicional<br />Tempo de Auto Check-in<br />Fonte: Os autores<br />
  38. 38. Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />Análise do Check-in de uma Empresa<br />B<br />Variação da Fila do Check-in da Varig<br />Empresa: VARIG<br />Picos de fila quando há mais de um vôo da mesma companhia em horários próximos<br />Máximo de pessoas na fila: 19 (10h 20min)<br />Explicação do pico das 10h 20min - Há dois vôos da empresa (10h 45min e 10h 50min)<br />Fonte: Os autores<br />
  39. 39. Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />Análise do Procedimento de Segurança<br />C<br />Nenhum passageiro leva mais de 4 minutos (fila + atendimento)<br />70% das pessoas despendem menos de 1 minuto<br />Média de tempo: 0,93 minuto<br />Tempo de VAS<br />Tamanho da Fila de VAS<br />Fonte: Os autores<br />
  40. 40. Análises e ResultadosCenário 1<br />1<br />Análise de Densidade do Pré-Embarque<br />D<br />As recomendações da FAA (Federal Aviation Administration) apontam que as densidades ideais para a Sala de Pré-Embarque são:<br />Mínimo de 80% de passageiros sentados (densidade de 1 pax/m²)<br />Máximo de 20% de passageiros de pé (densidade de 0,71 pax/m²)<br />Número de Passageiros na Área 4<br />Densidade na Área 4<br />Fonte: Os autores<br />
  41. 41. Análises e ResultadosCenário 2<br />Cenário 4<br />Cenário 3<br /> São considerados três diferentes situações, que testarão o fluxo de pessoas para os níveis de ocupação dos vôos:<br /> 70% (8300 pax/dia)<br /> 80% (9370 pax/dia)<br /> 90% (10500 pax/dia)<br />Cenário 1<br />
  42. 42. Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />
  43. 43. Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise do Procedimento de Check-in<br />A<br />Tamanho da Fila de Check-in<br />Empresa: TAM<br />No cenário de ocupação 90% pode-se observar um pico de até 30 pessoas na fila<br />No caso em que há 70% de ocupação nos vôos, o número de passageiros em espera não chega a ultrapassar a quantidade de<br />Tempo de espera: 3,49 minutos no cenário de 70% de ocupação, 3,97 minutos de espera média para 80% e finalmente 5,33 minutos para o nível de ocupação de 90%.<br />Fonte: Os autores<br />
  44. 44. Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise do Procedimento de Check-in<br />A<br />Média = 3,28 min<br />Média = 3,49 min<br />Distribuição dos Tempos de Check-in<br />Média = 5,33 min<br />Média = 3,97 min<br />Fonte: Os autores<br />
  45. 45. Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise do Procedimento deSegurança<br />B<br />Tamanho da Fila de Segurança<br />O número de pessoas em espera do atendimento chega a 500 para o cenário de 90% de ocupação<br /> Por outro lado, não passa de 150 passageiros para o cenário de 80% de ocupação<br />Os picos, que eram centralizados nos horários de maior movimento, passaram a ser evidentes ao longo de todo o dia<br />Fonte: Os autores<br />
  46. 46. Análises e ResultadosCenário 2<br />2<br />Análise dos Atrasos no Terminal<br />C<br />Evolução dos Atrasos em Diferentes Cenários<br />Tendência acentuada de crescimento do número de pessoas que não conseguiram embarcar<br />A partir de certa quantidade de entidades no sistema, o nível de atendimento do complexo aeroportuário agrava-se de forma exponencial<br />O nível máximo de operação do Aeroporto Santos Dumont é o cenário de 80%<br />O nível máximo de passageiros/dia pode girar em torno de 9370 (3.420.050 pax por ano)<br />Fonte: Os autores<br />
  47. 47. Análises e ResultadosCenário 3<br />Cenário 4<br />Cenário 2<br /> Novas tendências para uso do check-in:<br />Cenário 1<br />Fonte: Os autores com base em SITA (2008)<br />
  48. 48. Análises e ResultadosCenário 3<br />Mudança 2<br />3<br /><ul><li>Novos Percentuais de Check-in
  49. 49. Realocação de Balcões de Check-in
  50. 50. Aumento do Número de Totens</li></ul>Diferenças dos Novos Cenários<br />A<br />Mudança 1<br />Mudança 3<br />Os novos percentuais foram definidos com base na pesquisa do atendimento de passageiros em aeroportos com base em Atlanta<br />Mais quatro totens são necessários para suprir o aumento da demanda<br />A escolha foi de compartilhar os totens entre todas as companhias<br />Mais pessoas se utilizam das filas para apenas deixar a bagagem no check-in, logo é necessário realocar balcões<br />
  51. 51. Análises e ResultadosCenário 3<br />3<br />Análise dos Tempos Médios<br />B<br />Tempo Médio de Check-in (min)<br />Tempo Médio de VAS (min)<br />Tendência de Diminuição<br />Tendência de Aumento<br />Mais pessoas fazem check-in na web ou nos totens<br />Mais pessoas se dirigem diretamente à VAS<br />Modalidades mais rápidas<br />
  52. 52. Análises e ResultadosCenário 3<br />3<br />Análise dos Atrasos<br />B<br />Quantidade de Passageiros Atrasados<br />Terminal Ineficiente<br />Com as mudanças nos cenários, foi possível perceber uma diminuição na quantidade de passageiros que perderam o vôo<br />Mesmo assim, consideramos que a partir do cenário 80% a quantidade de atrasos é grande o suficiente para considerar o terminal como ineficiente<br />
  53. 53. Análises e ResultadosCenário 4<br />Cenário 3<br />Cenário 2<br /> Aumento da quantidade de postos de atendimento de vistoria anti-seqüestro<br /> 5 postos VAS<br /> 6 postos VAS<br /> Alteração do layout da segurança<br />Cenário 1<br />
  54. 54. Análises e ResultadosCenário 4<br />4<br />Alteração do Layout da VAS<br />A<br />Acréscimo de um ou dois equipamentos de segurança<br />A sala de segurança deve ser mudada para novo local, para dar espaço aos novos equipamentos<br />A estrutura de filas e atendimento permanece a mesma<br />Fonte: Os autores<br />
  55. 55. Análises e ResultadosCenário 4<br />4<br />Avaliação dos Impactos<br />B<br />Tempos Médios de Atendimento da VAS<br />Redução considerável no tempo médio de atendimento para os níveis de 80% e 90%<br />Cenário 80% (4,31min - 1,36min – 0,7min)<br />Com 6 postos todos os tempos são inferiores a 1 minuto para qualquer situação<br />38min<br />4,5min<br />0,8min<br />- 88%<br />- 98%<br />Fonte: Os autores<br />
  56. 56. Análises e ResultadosCenário 4<br />4<br />Avaliação dos Impactos<br />B<br />Tempos de Ciclo com Adição de 1 Atendimento<br />Para o cenário de 70%, 90% dos passageiros são capazes de fazer check-in + VAS em menos de 10 minutos<br />Para o cenário de 90% este número cai para 50%<br />Fonte: Os autores<br />
  57. 57. Introdução<br />O Contexto do Setor Aéreo<br />Simulação em Terminais de Passageiros<br />O Aeroporto Santos Dumont<br />Escopo e Modelagem da Simulação<br />Análises e Resultados<br />Conclusão<br />
  58. 58. Conclusão<br />Conclusões Sobre os Cenários<br />1<br />1<br />2<br />3<br />4<br />Identificação da situação atual no Aeroporto Santos Dumont e validação do modelo.<br />Aumento da demanda conforme as expectativas futuras. Crescimento das filas e aumento do número de passageiros atrasados<br />Alteração dos percentuais de utilização do check-in com base em pesquisas. Diminuição do tempo de ciclo no aeroporto.<br />Aumento da quantidade de postos de atendimento VAS. Melhoria no nível de serviço do atendimento para situações críticas.<br />
  59. 59. Conclusão<br />Proposta de Alteração<br />2<br />A análise de atrasos revelou uma nova proposta<br />A proposta inclui a adição de novos postos de segurança de forma progressiva<br />A partir do nível de 80% a sugestão é aumentar em 1 posto<br />A partir do nível de 90% deve-se aumentar em 2 atendimentos<br />6 VAS<br />5 VAS<br />4 VAS<br />70%<br />8300<br />80%<br />9370<br />90%<br />10500<br />Número de Pax<br />Fonte: Os autores<br />
  60. 60. Conclusão<br />Considerações Finais<br />3<br />O objetivo deste estudo foi apresentar uma metodologia para a avaliação de terminais de passageiros e aplicá-la a um caso prático. O modelo de simulação desenvolvido permitiu que fossem analisadas questões estratégicas ligadas ao dimensionamento de recursos em um complexo aeroportuário, além das conseqüências do aumento da demanda para o nível de serviço dos atendimentos.<br />Simular o Aeroporto Santos Dumont nos permitiu analisar e validar o modelo construído, além de avaliar os impactos de diversos cenários no funcionamento do embarque, desde a chegada dos passageiros até sua entrada na aeronave. Foi possível, portanto, traçar diversos cenários, com variações tanto na quantidade de pessoas, quanto no perfil e estrutura de atendimento.<br />
  61. 61. Bibliografia<br />ALMEIDA, Paulo Marcos Santos de. Utilização de simulação na análise de componentes de terminais de passageiros de aeroportos brasileiros. (FAPESP) Tese de Mestrado, ITA. São José dos Campos, 1997.<br />ALVES, Cláudio Jorge Pinto. Módulo 7 – Terminal de Passageiros. Agosto, 2007.<br />AMPG (Applied Management & Planning Group). Los Angeles International Airport - Air Passenger Survey. Dezembro de 2007.<br />ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Anuário de Transporte Aéreo. Superintendência de serviços aéreos, Gerência geral de acompanhamento de serviços aéreos, Gerência de acompanhamento de mercado, 2005.<br />APPELT, Simone; Rajan, BATTA; LIN , Li; DRURY ,Colin G. Simulation of passenger check-in at a medium-sized US airport. In: Proceedings of Winter Simulation Conference, 2007. pp.1252-1260<br />BANKS, J. Introduction to simulation. Proceedings of the Winter Simulation Conference. Atlanta, 2000.<br />CAMPASSI, R., Falta aeroporto para receber turista na Copa do Mundo 2014. Valor Econômico, São Paulo, ago., 2008. Disponível em: <http://www.snea.com.br/noticias/not75.htm>. Acessoem: 12/02/2008.<br />CAO, Yuheng; NSAKANDA, Aaron L.; PRESSMAN, Irwin. A Simulation Study of the Passenger Check-in System at the Ottawa International Airport. SCSC2003, Summer SimulationMulticonference, July 20, 2003, Montreal, PQ, Canada.<br />COELHO, Patricia Ingrid de Souza. A importância da localização de um aeroporto na qualidade do ar: o caso da expansão do Aeroporto Santos Dumont na cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2006. Dissertação de Mestrado apresentada à COPPE/UFRJ para obtenção do título de M.Sc. em Engenharia de Transportes.<br />DAC (Departamento de Aviação Civil). Anuário Estatístico do Transporte Aéreo, 1995.<br />
  62. 62. Bibliografia<br />FEITOSA, Milton Valdir de Matos. Um Modelo de Simulação para Terminais de Passageiros em Aeroportos Regionais Brasileiros. Tese de M.Sc., Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica – ITA. São José dos Campos, 2000.<br />FIGUEIREDO FERRAZ. Aeroporto Santos Dumont. Projeto Executivo de Engenharia estrutural. s.d.<br />GATERSLEBEN,M.R; VAN DER WEIJ, Simon W. Analysisandsimulationofpassengerflows in anairport terminal. WinterSimulationConferenceProceedings, 1999.<br />INFRAERO. Histórico do Aeroporto Santos Dumont. s.d. Disponível em: <http://www.infraero.gov.br/aero_prev_hist.php?ai=63>. Acesso em: 10/10/2008.<br />MEDEIROS, Ana Glória Medeiros de. Um Método para Dimensionamento de Terminais de Passageiros em Aeroportos Brasileiros. 2004. Vol I – 209 f. Tese de Mestrado – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos.<br />MOLLO, Maria De Lourdes Rollemberget al. A Importância Do Setor Aéreo Na Economia Brasileira. Universidade Nacional de Brasília, Centro de Excelência em turismo. Julho, 2007.<br />MOSER, Rodrigo Florio. Simulação e análise de configurações aeroportuárias utilizando visual SIMMOD: aplicação ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. 2007. 138 p. (Mestrado) - ESC POLITÉCNICA, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.<br />NETO, José Borelli. Dimensionamento e Projeto Básico de um Terminal de Passageiros de Aeroporto. Material da Disciplina Terminal Aeroporto de Passageiros: Aspectos Programáticos. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Universidade de São Paulo, s.d.<br />PALHARES, G. L., ESPÍRITO SANTO JR, R. A., 2000, Desafios para uma Nova Realidade em Administração de Aeroportos no Brasil. In: Anais do XIV Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes, 2000, Gramado, RS. Panorama Nacional da Pesquisa em Transportes 2000. Rio de Janeiro: ANPET, 2000: 191 – 202.<br />
  63. 63. Bibliografia<br />PENDERGRAFT, D. R.; ROBERTSON, C. V.; SHRADER-BRAWLEY, S. SimulationofanAirportPassengerSecurity System. In: ProceedingsofWinterSimulationConference, 2004, VOL 1, pages 874-880.<br />PEREIRA, B. D.; SILVA, C. M.; GUEDES, E. P. e FEITOSA, M. V. M. Análise de Capacidade da Área de Movimento do Aeroporto Santos Dumont via Modelo de Simulação por Computador. Anais do XIV Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes, ANPET, 2000, Gramado – RS – Brasil, v. 1, p. 31-39.<br />REGIS, Márcio Rômulo da Silva. Dimensionamento do Terminal de Passageiros do Aeroporto de São Tomé: Estudo de Caso. 2006. 83f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos.<br />ROSSO, Silvana Maria. Vejo o Rio de Janeiro. Revista Arquitetura & Urbanismo, São Paulo, n. 167, p. 30-37, fev. 2008.<br />SANTANA, Érico Soriano Martins. Análise de novos cenários operacionais para o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. São José dos Campos, 2002. 118 f. Tese (Mestrado em Transporte Aéreo e Aeroportos). Engenharia de Infra-Estrutura Aeroportuária, Instituto Tecnológico de Aeronáutica.<br />SANTOS, Florisberto Garcia dos et al. Aplicação Da Logística Na Melhoria Do Processo De Embarque/Desembarque: Um Estudo De Caso. <br />SITA (Specialists in AirTransport Communications and IT solutions). PassengerSelf-Service World – Highlights. 2008.<br />SNEA (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias). Levantamento Das Principais Deficiências Nos Aeroportos. s.d.<br />TAM. Divulgação de Resultados: 1º. Trimestre 2008. São Paulo, maio de 2008.<br />

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