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Análise de o cavaleiro da dinamarca

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Análise de o cavaleiro da dinamarca

  1. 1. Madalena Fernandes ESPAN – 2013-14
  2. 2. Toda a ação constrói-se com uma grande história acompanhada de outras histórias secundárias e intercalares que a vão colorindo e mantendo o interesse do leitor.  Ação principal: A viagem do cavaleiro. Dinamarca – noite de natal Palestina Jerusalém Dinamarca – noite de natal
  3. 3.  Ações secundárias: as ações secundárias são todas aquelas que giram à volta da ação principal – a viagem do Cavaleiro.
  4. 4. A beleza de Ravena enchia-o de espanto. Não se cansava de admirar as belas igrejas, as altas naves, … O Cavaleiro dirigiu-se para Antuérpia e aí procurou o negociante flamengo, A viagem Tremendo de febre, foi bater à porta dum convento. O Mercador alojou o Cavaleiro no seu palácio e em sua honra multiplicou as festas e os divertimentos. Procurou a casa do banqueiro Averardo, De dia percorria as ruas e as praças e visitava os conventos, os palácios, as bibliotecas e as igrejas. Etc.
  5. 5.  Introdução: ―A Dinamarca fica no Norte da Europa. Ali os Invernos são longos e rigorosos com noites muito compridas e dias curtos, pálidos e gelados… Mas as coisas tantas vezes repetidas, e as histórias tantas vezes ouvidas pareciam cada ano mais belas e mais misteriosas.‖  Desenvolvimento: ―Até que certo Natal aconteceu naquela casa uma coisa que ninguém esperava. Pois terminada a ceia o Cavaleiro voltou-se para a sua família, para os seus amigos e para os seus criados, e disse: ―…. até … ― — Que maravilhosa fogueira — pensou o Cavaleiro —. Nunca vi fogueira tão bela.‖  Desenlace ou conclusão: ―Mas quando chegou em frente da claridade viu que não era uma fogueira. Pois era ali a clareira de bétulas onde ficava a sua casa. E ao lado da casa, o grande abeto escuro, a maior árvore da floresta, estava coberta de luzes. Porque os anjos do Natal a tinham enfeitado com dezenas de pequeninas estrelas para guiar o Cavaleiro.‖
  6. 6. É uma narrativa fechada: conhecemos a conclusão. ―Mas quando chegou em frente da claridade viu que não era uma fogueira. Pois era ali a clareira de bétulas onde ficava a sua casa. E ao lado da casa, o grande abeto escuro, a maior árvore da floresta, estava coberta de luzes. Porque os anjos do Natal a tinham enfeitado com dezenas de pequeninas estrelas para guiar o Cavaleiro.‖
  7. 7.  Encadeamento: as sequências sucedem-se segundo a ordem cronológica dos acontecimentos. Ex.: “Visitou um por um os lugares santos. Rezou no Monte do Calvário e no Jardim das Oliveiras, lavou a sua cara nas águas do Jordão e viu, no luminoso Inverno da Galileia, as águas azuis do lago de Tiberíade. Procurou nas ruas de Jerusalém, no testemunho mudo das pedras, o rasto de sangue e sofrimento que ali deixou o Filho do Homem perseguido, humilhado e condenado. E caminhou nos montes da Judeia, que um dia ouviram anunciar o mandamento novo do amor.”
  8. 8. visitou rezou lavou viu
  9. 9.  Encaixe: uma acção é introduzida no meio de outra. Nota: pode ser uma ou várias ações. Essa ação ou essas ações são chamadas de ações intercalares.
  10. 10. Hist.1: Vanina/Guidobaldo Hist.4: Expedições portuguesas Na viagem do regresso, são contadas várias histórias: Dante/Beatriz Hist.3: Hist:2: Giotto/Cimabué
  11. 11.  Relevo/papel:  Principal/protagonista/herói:  Secundárias: O cavaleiro. a mulher do Cavaleiro; os filhos; o Mercador de Veneza; o Banqueiro Averardo; o Negociante Flamengo; Filippo e o Capitão do Navio.
  12. 12.  Figurantes: os criados, os amigos, os lenhadores, os moradores da Povoação, os outros peregrinos, os amigos do Banqueiro, os frades e os capitães dos navios de Antuérpia.
  13. 13. O Cavaleiro, tal como o nome indica, representa uma época e uma classe social. Não sabemos o seu nome nem a sua aparência. Só são traçadas as linhas gerais da sua personalidade, a dos cavaleiros que cruzavam e viviam na Europa naquele tempo. Tem fortes laços familiares, é um seguidor da fé, mas um ignorante quanto à cultura nova italiana e dos movimentos da Europa, a nível comercial e expedições. Vive no mundo restrito da sua floresta, da sua casa.
  14. 14. É E uma personagem plana. é também uma personagem-tipo, porque representa um determinado grupo social – os cavaleiros.
  15. 15. Em relação ao Cavaleiro, temos uma caracterização indireta. O leitor, a partir da sua leitura, deduz como é que é o Cavaleiro fisicamente e psicologicamente. Ex.: ―Vou em peregrinação à Terra Santa…‖ ―Rezou pelo fim das misérias e das guerras, rezou pela paz e pela alegria do mundo.‖ ―A beleza de Ravena enchia-o de espanto.‖ ―…o Cavaleiro mal podia acreditar naquilo que os seus olhos viam.‖ ―- …Tenho de partir. Prometi à minha mulher, aos meus filhos, aos meus parentes e criados que estaria com eles no próximo Natal.‖ ―Caminhava ao acaso, levado por pura esperança, pois nada via e nada ouvia.‖  A partir destas frases, podemos deduzir que o Cavaleiro é um grande crente, bondoso, sensível, cumpridor, corajos o, forte, curioso, leal, determinado, persistent e, etc.
  16. 16. ―Um velho de grandes barbas…‖ – um dos lenhadores. ―…penetrou na sala um homem alto e forte, de aspecto rude, pele queimada pelo sol e andar baloiçado. — Este é um dos capitães dos meus navios — disse o negociante —. Voltou há dois dias duma viagem.‖ – o capitão. ―…um homem de belo aspecto e longos cabelos anelados que se chamava Filippo…‖ Estes são alguns exemplos de caracterização direta.
  17. 17. O tempo cronológico: O Cavaleiro vai gastar 2 anos na sua peregrinação à Terra Santa.  Marcas da passagem do tempo – dia, mês, ano, estações, noites/dias, etc. Ex.: ―certo Natal‖; ―Na Primavera‖; ―muito antes do Natal‖; ―Quando chegou o dia de Natal, ao fim da tarde,‖; ―quando na torre das Igrejas bateram as doze badaladas da meia-noite‖; ―dois meses‖; ―Depois, em fins de Fevereiro,‖; ―meados de Março‖; ―Mas passados cinco dias‖; ―Durante o dia‖; ―À noite‖; ―Certa noite, terminada a ceia,‖; ―ao cabo desse mês‖; ―E daí a três dias,‖; ―Mas já no fim do caminho,‖; ―ao cabo de cinco semanas de descanso‖; ―Era o dia 24 de Dezembro‖; ―Antes da meia-noite,‖; ―Mas quando chegou em frente da claridade‖… 
  18. 18. O tempo histórico: é o tempo dos cavaleiros, das expedições marítimas e de Pêro Dias . Por volta do séc. XV/XVI Ex.: ―Chegou o tempo das navegações, começou uma era nova e os homens capazes de empreendimento podem agora ganhar fortunas fabulosas. Associa-te comigo. Viajarás nos meus navios. E talvez mesmo um dia possas navegar para o Sul, para as novas terras, nas caravelas dos portugueses.‖
  19. 19.  Tempo psicológico: ―Então desceu sobre ele uma grande paz e uma grande confiança e, chorando de alegria, beijou as pedras da gruta. Rezou muito, nessa noite, o Cavaleiro. Rezou pelo fim das misérias e das guerras, rezou pela paz e pela alegria do mundo. Pediu a Deus que o fizesse um homem de boa vontade, um homem de vontade clara e direita, capaz de amar os outros. E pediu também aos Anjos que o protegessem e guiassem na viagem de regresso, para que, daí a um ano, ele pudesse celebrar o Natal na sua casa com os seus.‖ ―E devagar anoiteceu mais. As horas uma por uma foram passando e longamente o Cavaleiro avançou perdido na escuridão.‖ ―O Cavaleiro ouvia-os moverem-se em leves passos sobre a neve, sentia a sua respiração ardente e ansiosa, adivinhava o branco cruel dos seus dentes agudos.‖ ―Caminhava ao acaso, levado por pura esperança, pois nada via e nada ouvia.‖
  20. 20. Classificação quanto à sua presença: No Cavaleiro da Dinamarca, o narrador é não participante. A narração é feita na 3ª pessoa. ―Naquele tempo as viagens eram longas, perigosas e difíceis, e ir da Dinamarca à Palestina era uma grande aventura. Quem partia poucas notícias podia mandar e, muitas vezes, não voltava. Por isso a mulher do Cavaleiro ficou aflita e inquieta com a notícia. Mas não tentou convencer o marido a ficar, pois ninguém deve impedir um peregrino de partir. Na Primavera o Cavaleiro deixou a sua floresta e dirigiu-se para a cidade mais próxima, que era um porto de mar. Nesse porto embarcou, e, levado por bom vento que soprava do Norte para o Sul, chegou muito antes do Natal às costas da Palestina. Dali seguiu com outros peregrinos para Jerusalém.‖
  21. 21. Os narradores mudam de acordo com a história que é narrada. A viagem é narrada na 3ªp. A história de Vanina é narrada pelo Mercador de Veneza. A história de Pêro Dias é narrada pelo Capitão A história de Dante e de Beatriz é narrada pelo Filippo. A história de Giotto e de Cimabué é narrada pelo Filippo.
  22. 22. •Descrição: ―A Dinamarca fica no Norte da Europa.‖ – Presente do Indicativo . ―Nessa floresta morava com a sua família um cavaleiro.‖ – Pretérito Imperfeito do Indicativo. Na descrição, também aprecem os adjetivos e os recursos expressivos. •Narração: ―Mas um dia chegou a Veneza um homem que não temia Orso.‖ Pretérito Perfeito do Indicativo.
  23. 23. • Diálogo: ―Vanina sacudiu os cabelos e disse-lhe: - Hoje não me posso pentear porque não tenho pente. - Tens este que eu te trago e que mesmo feito de oiro brilha menos do que o teu cabelo.‖ • Monólogo: ―- Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.‖
  24. 24.  Adjetivação: ―… quando Vanina chegou aos dezoito anos não quis casar com Arrigo porque o achava velho, feio e maçador. ―  Enumeração: ― (…) uma grande floresta de pinheiros, tílias, abetos e carvalhos‖.  Personificação: ―Então a neve desaparecia e o degelo soltava as águas do rio que corria ali perto e cuja corrente recomeçava a cantar noite e dia entre ervas, musgos e pedras.‖
  25. 25.  Comparação: ―a floresta era como um labirinto sem fim onde os caminhos andavam à roda e se cruzavam e desapareciam‖ Metáfora: ―… de novo a floresta ficava imóvel e muda presa em seus vestidos de neve e gelo.‖  Hipérbole: Os seus cabelos ―…eram tão perfumados que de longe se sentia na brisa o seu aroma.‖ 

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