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Charles Darwin

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Charles Darwin, a viagem do Beagle e a evolução das espécies

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Charles Darwin

  1. 1. Charles Darwin A viagem do Beagle e a evolução das espécies DARWIN 200 anos
  2. 2. Charles Darwin nasceu nesta casa, The Mount, próximo de Shrewsbury, capital do condado de Shropshire, Inglaterra, a 12 de Fevereiro de 1809.
  3. 3. Darwin teve três irmãs e um irmão mais velho, e uma irmã mais nova. Aqui vemo-lo com 9 anos, ao lado da sua irmã Catherine.
  4. 4. <ul><li>O jovem Darwin frequentou esta escola em Shrewsbury de 1818 a 1825, até à entrada para a Universidade. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Em Outubro de 1825, Darwin ingressa na Universidade de Edimburgo, para estudar Medicina. As aulas aborrecem-no enormemente. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Em 1830, Darwin abandona os estudos de Medicina, e ingressa na Universidade de Cambridge, para estudar Teologia e Matemática. Aí trava amizade com o professor John Henslow (1796 -1886), cujas aulas de Botânica o deixam encantado. Foi com Henslow que Darwin aprendeu o fundamental sobre as técnicas de observação e amostragem e foi também Henslow quem encaminhou Darwin para a viagem mais importante da sua vida. </li></ul>
  7. 7. Enquanto estudante em Cambridge, Darwin foi um esforçado coleccionador de escaravelhos, que recolhia durante as suas frequentes caçadas. Era obsessivamente sistemático, tirando apontamentos sobre tudo o que apanhava. Mas não convencia o seu pai, que lhe dizia: « Não te preocupas com nada que não seja caça, cães e apanhar ratos e vais desgraçar-te a ti e a toda a família .» Colecção de escaravelhos de Darwin
  8. 8. <ul><li>Em 1831, Darwin recebe uma carta de Henslow que o informa que andam à procura de um naturalista para embarcar a bordo do Beagle , um navio da Real Marinha Britânica, que tem por missão cartografar as costas da América do Sul. </li></ul>John Stevens Henslow (1796-1861)
  9. 9. <ul><li>Para convencer o pai a financiar a viagem, Darwin recorreu ao seu tio Josiah, que conseguiu rebater todas as objecções à partida do jovem. Assim, com apenas 22 anos, Darwin consegue o lugar para uma viagem que mudaria para sempre o futuro da Biologia. A sua missão é tirar notas e colher amostras de tudo o que se revele interessante para a história natural, desde a geologia, até à botânica ou à zoologia. </li></ul>Catálogo da colecção de rochas elaborado por Charles Darwin durante a viagem
  10. 10. <ul><li>Assim, e depois de alguns atraso, a 27 de Dezembro de 1831 Darwin embarca no Beagle , para uma viagem que dará a volta ao mundo e durará quase cinco anos e não os dois inicialmente previstos. O navio era comandado por Robert FitzRoy, de quem Darwin se tornou amigo. </li></ul>Réplica do Beagle, elaborada pelo Museu da Marinha, em Portugal.
  11. 11. Diagrama do HMS Beagle em1832.
  12. 12. O Beagle é uma corveta de três mastros, com 25 metros de comprimento e quase 250 toneladas, armada com 10 canhões e com uma tripulação de setenta homens.
  13. 13. No Beagle Darwin partilhou uma pequena cabina situada na popa, de 3 m por 3,3 m, com mais dois oficiais da marinha. Durante o dia a cabina era utilizada como casa dos mapas, como biblioteca (com cerca de 245 volumes) e ainda como laboratório onde Darwin preparava os especímenes. Depois do jantar, o jovem naturalista pendurava na cabina uma rede que lhe servia de cama. O espaço era tão apertado que Darwin tinha de remover uma gaveta para ter espaço para os pés.
  14. 14. Madeira <ul><li>Entre os livros que existem na biblioteca do Beagle , conta-se O Paraíso Perdido , de Milton, e Princípios de Geologia , de Charles Lyell, que muito influenciarão Darwin. Lyell afirma que a Terra pode ter milhões de anos de idade, e não apenas alguns milhares como até então se pensava. </li></ul>Charles Lyell (1797-1875)
  15. 15. A rota do Beagle
  16. 16. <ul><li>O Beagle zarpou de Plymouth, Inglaterra, no dia 27 de Dezembro de 1831. Darwin passa a maior parte do tempo enjoado (chega a considerar regressar mais cedo)… </li></ul>
  17. 17. <ul><li>A primeira escala, prevista para as ilhas Canárias, não se realiza, por medo das autoridades locais devido a uma epidemia de cólera que se declarara na Grã-Bretanha. Assim, a primeira vez que Darwin volta a pisar terra é em território português, no arquipélago de Cabo Verde. Darwin fica encantado com a geologia do arquipélago. Colhe flores e insectos para ele desconhecidos. </li></ul>Ilha de Santiago, no início do século XX
  18. 18. <ul><li>A passagem do equador é assinalada com uma grande festa, em que se vendam os olhos aos novatos e se baptizam atirando-lhes água do mar. </li></ul>
  19. 19. Em Fevereiro de 1832, o Beagle chega a Salvador da Bahia (na imagem), no Brasil.
  20. 20. <ul><li>É na Bahia que Darwin explora pela primeira vez as florestas tropicais brasileiras: «… nunca tinha sentido tão grande encantamento», afirma o naturalista. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Em Abril seguem para o Rio de Janeiro (na imagem). Numa viagem de carroça ao interior, Darwin fica escandalizado com a forma como os escravos são tratados. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Nos longos meses que passa no Brasil, Darwin recolhe centenas de plantas, aves e outros animais. Enche dezenas de caixas com estas amostras, que depois enviará para Londres. Na imagem, a caixa metálica de Vandelli, usada para transportar as espécies vegetais recolhidas. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Em princípios de Julho, a expedição abandona o Brasil e prossegue para sul, ao longo da costa sul-americana. Visitam Montevideu (capital do Uruguai) e sobem o Rio da Prata até Buenos Aires (Argentina). No mapa, as principais 8 escalas desta parte da viagem. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Perto de Bahia Blanca (a sul de Buenos Artes) Darwin descobriu muitos fósseis e verificou que os animais extintos tinham mais ou menos a mesma estrutura anatómica que os actuais habitantes da pampa. Isto levou-o a pensar que parecia existir uma continuidade de género ao longo de grandes períodos. </li></ul><ul><li>Na imagem, crânio de um Toxodon platensis: «…é talvez um dos animais mais estranhos alguma vez encontrados: em tamanho era idêntico a um elefante, mas a sua estrutura dentária(…) demonstrava que este animal se relacionava com os roedores» (Darwin) </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Um desses fósseis que intrigou Darwin foi o do gliptodonte, um animal imenso com uma armadura, que se assemelhava a um tatu gigante. </li></ul><ul><li>Na imagem, reconstituição de um gliptodonte a partir dos fósseis encontrados por Darwin. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>No extremo sul da Argentina, Darwin recolheu uma espécie de ema (rhea) bem mais pequena que a do Norte. Mais tarde Darwin utilizou os dois tipos de ema para ilustrar o facto de na mesma área não habitarem normalmente espécies aparentadas, de elas se excluírem mutuamente. </li></ul><ul><li>Na imagem, uma Lesser rhea ( Rhea darwinii ) </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Darwin afirmou que três descobertas realizadas durante a viagem constituíam o ponto de partida de todas as suas ideias: </li></ul><ul><ul><li>Os fósseis da Patagónia </li></ul></ul><ul><ul><li>Os padrões de distribuição da rhea sul-americana (ema) </li></ul></ul><ul><ul><li>A vida animal no arquipélago das galápagos </li></ul></ul>
  28. 28. <ul><li>Na Terra do Fogo, onde chega em Dezembro, Darwin fica surpreendido com os nativos que untam o corpo de gordura e se vestem de peles para se protegerem do frio. O capitão FitzRoy repatria 3 nativos que tinha levado para Inglaterra numa viagem anterior. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Em Março de 1833, Darwin visita as Malvinas (na imagem), onde recolhe diferentes fósseis e aves característicos de cada ilha e que diferem claramente dos do continente. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Em Agosto de 1833, de novo na Argentina, Darwin explora as pampas com os gaúchos locais: «Há um grande gozo na forma de vida independente de um gaúcho – poder saltar do cavalo a qualquer momento e dizer: “É aqui que vamos passar a noite”» </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Em Junho de 1834, depois de dois anos e meio de viagem, o Beagle chega finalmente ao oceano Pacífico, contornando o estreito de Magalhães. </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Em Janeiro de 1835, em Chiloé (na imagem), no Chile, Darwin assiste à erupção do vulcão Osorno. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Em 20 de Fevereiro desse ano, em Valdivia (imagem de cima), também no Chile, Darwin presencia um terramoto. No início de Março, visita Concepción (imagem de baixo),, onde se apercebe dos estragos do terramoto e constata que o nível da costa subiu alguns metros. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>A partir de Valparaíso, no Chile, em Março de 1835, Darwin visita os Andes (na imagem), encontrando árvores fossilizadas semelhantes às que tinha visto ao nível do mar. Fica assim com a noção de que as montanhas se foram elevando lenta e gradualmente, na sequência de uma longa série de terramotos. </li></ul>
  35. 35. Em 15 de Setembro de 1835, Darwin inicia a visita ao arquipélago das Galápagos, naquela que é talvez a etapa mais importante da viagem. As Galápagos formam um grupo de 58 ilhas, das quais apenas quatro são habitadas, situadas no oceano Pacífico a aproximadamente mil quilómetros do ponto continental mais próximo.
  36. 36. <ul><li>Durante a sua estadia de dois meses nas Galápagos, Darwin visitou apenas 4 ilhas: São Cristóvão, Floreana, Isabela e Santiago </li></ul>
  37. 37. <ul><li>A nível da Geologia observou formações rochosas, vulcões e diferentes tipos de lava, usando-os para caracterizar diversos ambientes e fazer comparações entre as ilhas do arquipélago. </li></ul>
  38. 38. A nível da Biologia, a sua grande paixão, Darwin pôde, igualmente, estabelecer diferenças entre as ilhas, com a observação de 7 espécies de tartarugas gigantes, algumas delas endémicas de certas ilhas, 26 classes de pássaros terrestres (21 ou 23 das quais admitidas como ali criadas)
  39. 39. <ul><li>Darwin observou por exemplo 14 espécies relacionadas de tentilhões do género Fringilla com pequenas variações entre eles. Diferiam principalmente no tamanho e na forma do bico, que poderia estar relacionado com o tipo de alimentação. </li></ul>Na imagem, tentilhões das Galápagos, exibindo as variações no bico.
  40. 40. <ul><li>Darwin formulou a hipótese de que as variações encontradas se deveriam à modificação de uma espécie para chegar a fins diferentes. «É possível imaginar que algumas espécies de aves neste arquipélago derivam de um número pequeno de espécies de aves encontradas originalmente e que se modificaram para diferentes finalidades.» </li></ul>
  41. 41. <ul><li>A teoria da evolução das espécies começava a ganhar forma, apesar de contradizer tudo o que se conhecia até então. </li></ul>Pinguim das Galápagos Tordo-imitador das Galápagos
  42. 42. <ul><li>Darwin percebeu que cada ilha era «habitada por um conjunto diferente de criaturas» e descobriu que o vice-governador da colónia era capaz de identificar rapidamente a ilha de onde provinha uma tartaruga através da sua carapaça. </li></ul>
  43. 43. <ul><li>Darwin revelou também muito interesse pela espécies de iguanas que encontrou nas Galápagos, umas especialmente adaptadas ao meio terrestre e outras ao meio marinho. </li></ul>
  44. 44. <ul><li>Nas Galápagos, Darwin encontrou também plantas parecidas com margaridas (na imagem) ou girassóis, que cresciam até ao tamanho de árvores. Tal como as iguanas marinhas, as margaridas pareciam adaptadas ao seu meio ambiente; como não tinham espécies concorrentes e beneficiavam de sol, podiam crescer à vontade atingindo tamanhos enormes. </li></ul>
  45. 45. <ul><li>As diferenças existentes nos seres vivos, que apesar de serem muito semelhantes apresentavam características específicas e distintas de ilha para ilha, fizeram com que Darwin pensasse que teriam tido origem na mesma espécie. Foi esta constatação que influenciou verdadeiramente Darwin para a elaboração da sua teoria da evolução das espécies. </li></ul>
  46. 46. <ul><li>Depois das Galápagos, a viagem prossegue para a Nova Zelândia e depois para a Austrália, chegando a Sydney em Janeiro de 1836. Na imagem, neozelandeses. </li></ul>
  47. 47. <ul><li>No continente australiano, Darwin fica encantado com os marsupiais e interroga-se por que razão existe aí um grupo tão particular de mamíferos. </li></ul>
  48. 48. <ul><li>A expedição do Beagle prossegue depois pelo oceano Índico, visitando as ilhas Cocos, onde Darwin estuda os bancos de corais, e as ilhas Maurícias. Passa o cabo da Boa Esperança em Junho de 1836, e depois de mais uma passagem pelo Brasil, onde chega em Agosto, regressa finalmente a casa em Outubro de 1836. </li></ul>
  49. 49. <ul><li>Ao regressar, Darwin instalou-se em Londres e começou a dedicar-se à organização e escrita das pesquisas que tinha efectuado durante a viagem. Redige o Diário de Viagem do Beagle e prepara a obra em vários volumes As Observações Geológicas na América do Sul e Zoologia da Viagem do Beagle. </li></ul><ul><li>Em Julho de 1837, no seu caderno B sobre a teoria da transmutação, surge a primeira representação de uma árvore evolutiva, sobre a qual Darwin escreveu «Penso que». </li></ul>
  50. 50. <ul><li>O grupo ancestral fundador, designado por 1 no desenho, ocupa a base. Os ramos representam grupos de descendentes. O grande intervalo entre os ramos A e D indica uma relação de ancestralidade distante. Por exemplo, diz Darwin, existirá uma grande distância entre as árvores e os mamíferos. Ramos sem letras, como os que surgem depois de A, à direita e à esquerda do tronco principal, indicam formas entretanto extintas. Esta representação gráfica da evolução, mostra que Darwin já tinha compreendido que todas as plantas e animais estavam relacionados. </li></ul>
  51. 51. <ul><li>Em Setembro de 1842, os Darwin instalam-se numa casa de campo na povoação de Downe, condado de Kent, no sudeste de Inglaterra. Na imagem, a casa, hoje transformada em museu. </li></ul>Em 29 de Janeiro de 1839, Darwin casa-se com a sua prima Emma.
  52. 52. <ul><li>Em 1838, Darwin lê o Ensaio sobre a População de Malthus (economista britânico), onde se discute a hipótese de o crescimento da população humana poder vir a ultrapassar a produção de alimentos: a competição pela obtenção de alimentos e pela conquista de espaço seriam os dois factores que regulariam constantemente o crescimento populacional. Esta ideia da competição viria a revelar-se fundamental para a teoria da evolução de Darwin. </li></ul>Thomas Robert Malthus (1766-1834)
  53. 53. <ul><li>Uma vez instalado em Downe, Darwin raramente abandona a quinta, levando uma vida simples e recolhida ao mesmo tempo que se dedica à escrita. </li></ul>
  54. 54. <ul><li>Darwin dedicou 8 anos a escrever os dois volumes da Monografia sobre os Cirrípedes (ou percebes), animais que Darwin considerava apaixonantes e complexos, demonstrativos da grande diversidade de vida existente no planeta. </li></ul>
  55. 55. <ul><li>Entretanto, Darwin corresponde-se com cientistas de todo o mundo (chegou a escrever 1500 cartas por ano - o que ele não aproveitaria o actual correio electrónico!) e começa a reunir uma quantidade de notas relacionadas com a transformação das espécies que lhe enchem vários cadernos. Na imagem, o seu escritório na casa de Down. </li></ul>
  56. 56. O estúdio de Darwin c. 1882. Gravura de Axel H. Haig.
  57. 57. <ul><li>No início do Verão de 1858, Darwin recebe uma carta de Alfred Wallace, procedente da Malásia. Juntamente com a carta, vem um ensaio onde Wallace descreve a tendência das variedades para se desviarem indefinidamente do tipo original. Vendo que o seu correspondente defende uma teoria da evolução por selecção natural quase igual à sua, Darwin decide apresentá-la à comunidade científica na Linnean Society of London, numa comunicação conjunta Wallace/Darwin. Mas o anúncio da maior descoberta científica do século é recebido com indiferença. </li></ul>Alfred Wallace (1823-1913)
  58. 58. <ul><li>Darwin, decide então publicar a sua teoria em livro, e em pouco menos de um ano completa e publica A Origem das Espécies , em 24 de Novembro de 1859. O livro, com tiragem de mil duzentos e cinquenta exemplares, esgotou-se no primeiro dia de vendas e foi um enorme sucesso tanto na Grã-Bretanha como no resto do mundo. </li></ul>
  59. 59. <ul><li>A Origem das Espécies é considerado um dos livros mais importantes da história da Biologia. </li></ul><ul><li>Nele, Darwin propõe a teoria de que os organismos vivos evoluem gradualmente através da selecção natural (processo da evolução), e não por intervenções sobrenaturais. O livro viria a desencadear uma discussão que ultrapassou o âmbito académico, pois chocava com a crença religiosa na criação, tal como é apresentada na Bíblia, no livro de Génesis, onde se afirma que Deus criou o homem e todas as espécies de animais e plantas, e que todos os organismos e plantas se mantêm iguais e possuem as mesmas características desde o início até hoje. </li></ul>
  60. 60. <ul><li>Darwin em 1868 </li></ul>Darwin em 1854 Darwin em 1874 Apesar de durante a juventude Darwin ter sido muito crente (estudou para sacerdote), a sua investigação científica levou-o a pôr em causa as suas crenças cristãs e a revelar um cada vez maior cepticismo em relação à religião.
  61. 61. Darwin publicaria inúmeros outros livros, alguns deles ultrapassando em vendas A Origem das Espécies , mas nenhum deles teria tanta importância para a ciência como este último.
  62. 62. <ul><li>Darwin faleceu a 19 de Abril de 1882, e encontra-se sepultado na abadia de Westmister. Em cima, estátua de Darwin no museu de História Natural. </li></ul>
  63. 63. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>AVELAR, Teresa, MATOS, Margarida, REGO, Carla, Quem Tem Medo de Charles Darwin ?, Relógio d’ Água </li></ul><ul><li>BROWNE, Janet, A Origem das Espécies de Charles Darwin , Gradiva Publicações. </li></ul><ul><li>DARWIN, Charles, Autobiografia , Relógio d’ Água </li></ul><ul><li>DARWIN, Charles, Sobre a Selecção Natural , Coisas de Ler </li></ul><ul><li>DARWIN, Charles, A Viagem do Beagle, Relógio D’Água Editores </li></ul><ul><li>DARWIN, Charles, Autobiografia , Relógio D’Água Editores </li></ul><ul><li>CUGOTA, Luís, Chamo-me… Charles Darwin , Didáctica Editora </li></ul><ul><li>FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, A Evolução de Darwin </li></ul><ul><li>HOWARD, Jonathan, Darwin , D. Quixote. </li></ul><ul><li>NEVES, Joaquim Carreira das, AVELAR, Teresa, Evolução a Duas Vozes , Bertrand </li></ul><ul><li>VÁRIOS AUTORES, Evolução: História e Argumentos , Esfera do Caos Editores. </li></ul><ul><li>WEINER, Jonathan, O Bico do Tentilhão , Editorial Caminho. </li></ul><ul><li>Imagens: </li></ul><ul><li>The Complete Work of Charles Darwin Online (http://darwin-online.org.uk/) </li></ul>

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