Marilia De Dirceu

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DE TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA

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Marilia De Dirceu

  1. 1. Já viste, minha Marília, Avezinhas, que não façam Os seus ninhos no verão?              Aquelas, com quem se enlaçam, Não vão cantar-lhes defronte De mole pouso, em que estão? Todos amam: só Marília Desta Lei da Natureza Queria ter isenção?
  2. 2. Se os peixes, Marília, geram Nos bravos mares, e rios, Tudo efeitos de Amor são. Amam os brutos ímpios, A serpente venenosa, A onça, o tigre, o leão. Todos amam: só Marília Desta Lei da Natureza Queria ter isenção?
  3. 3. As grandes Deusas do Céu Sentem a seta tirana Da amorosa inclinação. Diana, com ser Diana, Não se abrasa, não suspira Pelo amor de Endimião? Todos amam: só Marília Desta Lei da Natureza Queria ter isenção?
  4. 4. Desiste, Marília bela, De uma queixa sustentada Só na altiva opinião. Esta chama é inspirada Pelo Céu; pois nela assenta A nossa conservação. Todos amam: só Marília Desta Lei da Natureza Não deve ter isenção."
  5. 5. FORMATAÇÃO: CLAUDIA MADEIRA CLAUDIA’SLIDES: http://www. corepoesia .com TEXTO: PARTE 1, LIRA VIII DE “MARÍLIA DE DIRCEU” DE TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA IMAGENS: GOOGLE SOM : CHOPIN – ESTUDO OP´. 25 Nº 1

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