B Arroco E Maneirismo

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B Arroco E Maneirismo

  1. 1. Maneirismo e Barroco
  2. 2. Na arte europeia, o classicismo renascentista desmembrou-se em dois movimentos diferentes: o maneirismo e o barroco . O maneirismo é uma reacção contra a perfeição idealista do classicismo, empregou a distorção da luz e dos espaços da obra a fim de enfatizar o seu conteúdo emocional e as emoções do artista. A arte barroca levou o representacionismo da Renascença para novos patamares, enfatizando detalhes e movimento na sua procura pela beleza. A arte barroca é frequentemente vista como parte da estratégia católica da Contra Reforma: o elemento artístico do rejuvenescimento da vida espiritual na Igreja Católica.
  3. 3. Além disso, o ênfase que a arte barroca deu à grandiosidade é vista como um reflexo do Absolutismo. O amor barroco pelo detalhe é com frequência considerado como resultado de uma ornamentação excessiva e, de certa forma, vulgar, especialmente quando o barroco evolui para o estilo decorativo do rococó . Após a morte de Luís XIV, o rococó floresceu por um curto período, decaindo em seguida. Com efeito, a aversão à ornamentação excessiva do rococó foi o ímpeto para o advento do neoclassicismo.
  4. 4. Períodos relevantes Maneirismo (século XVI) Barroco (do século XVII até meados do século XVIII) Rococó (meados do século XVIII)
  5. 5. Maneirismo O Maneirismo foi um estilo e um movimento artísticos europeus de retoma de certas expressões da cultura medieval que, aproximadamente entre os anos de 1515 e 1610, constituíram manifesta reacção contra os valores clássicos prestigiados pelo humanismo renascentista. Caracterizou-se pela concentração na maneira, o estilo levou à procura de efeitos bizarros que já apontam para a arte moderna, como o alongamento das figuras humanas e os pontos de vista inusitados. As primeiras manifestações anti clássicas dentro do espírito clássico renascentista costumam ser chamadas de maneiristas . O termo surge da expressão « a maniera de» , usada para se referir a artistas que faziam questão de imprimir certas marcas individuais em suas obras.
  6. 6. Barroco Barroco foi um período estilístico e filosófico da História da sociedade ocidental, ocorrido durante os séculos XVI e XVII (Europa) e XVII e XVIII (América), inspirado no fervor religioso e na passionalidade. O Barroco é o estilo da Reforma católica também denominada de Contra Reforma. Arquitectura, escultura, pintura, todas as artes, serviam de expressão ao Barroco nos territórios onde ele floresceu: a Espanha, a Itália, Portugal, os países católicos do centro da Europa e a América Latina. A arte barroca procura comover intensamente o espectador. Contrariamente à arte do Renascimento, que pregava o predomínio da razão sobre os sentimentos, no Barroco há uma exaltação dos sentimentos, a religiosidade é expressa de forma dramática, intensa, procurando envolver emocionalmente as pessoas.
  7. 7. Além da temática religiosa, os temas mitológicos e a pintura que exaltava o direito divino dos reis (teoria defendida pela Igreja e pelo Estado Nacional Absolutista que se consolidava) também eram frequentes. De certa maneira, assistimos a uma retoma do espírito religioso e místico da Idade Média, numa espécie de ressurgimento da visão teocêntrica do mundo. A grande diferença do período medieval é que durante o período barroco o homem, depois do Renascimento, tem consciência de si e vê que também tem seu valor - com exemplos em estudos de anatomia e avanços científicos o homem deixa de colocar tudo nas mãos de Deus. O Barroco caracteriza-se, portanto, num período de dualidades; num eterno jogo de poderes entre divino e humano, no qual não há mais certezas. A dúvida é que rege a arte deste período. E nas emoções o artista vê uma ponte entre os dois mundos, assim, tenta desvenda-las em suas representações.
  8. 8. Pintura do barroco A pintura barroca é uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das casas, nas paisagens nas naturezas mortas e nas cenas populares (barroco holandês). Por outro lado, a expansão e o fortalecimento do protestantismo fizeram com que os católicos utilizassem a pintura como um instrumento de divulgação da sua doutrina.
  9. 9. <ul><li>Características da pintura barroca </li></ul><ul><li>Composição assimétrica, em diagonal - que se revela num estilo grandioso, monumental, retorcido, substituindo a unidade geométrica e o equilíbrio da arte renascentista. </li></ul><ul><li>Acentuado contraste de claro-escuro (expressão dos sentimentos) - era um recurso que visava a intensificar a sensação de profundidade. </li></ul><ul><li>Realista, abrangendo todas as camadas sociais. </li></ul><ul><li>Escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática. </li></ul><ul><li>- A luz não aparece por um meio natural, mas sim projectada para guiar o olhar do observador até o acontecimento principal da obra, como acontece na obra &quot; Vocação de São Mateus &quot;, de Caravaggio. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>O método favorito empregado pelo barroco para ilustrar a profundidade espacial é o uso dos primeiros planos super dimensionados em figuras trazidas para muito perto do espectador e a redução no tamanho dos motivos no plano de fundo. </li></ul><ul><li>Outras características são: </li></ul><ul><li>tendência de substituir o absoluto pelo relativo, </li></ul><ul><li>a maior rigidez pela maior liberdade, </li></ul><ul><li>predilecção pela forma aberta que parecem apontar para além delas próprias, ser capazes de continuação, um lado da composição é sempre mais enfatizado do que o outro. É uma tentativa de suscitar no observador o sentimento de inesgotabilidade, incompreensibilidade e infinidade de representação, uma tendência que domina toda a arte barroca. </li></ul>
  11. 11. Outra característica marcante da pintura barroca em geral é o efeito de ilusão buscado pelos artistas. Isso manifesta-se claramente nas pinturas feitas em tectos e paredes de igrejas ou palácios. Os artistas pintam cenas e elementos arquitectónicos (colunas, escadas, balcões, degraus) que dão uma incrível ilusão de movimento e ampliação de espaço, chegando, em alguns casos, a dar a impressão de que a pintura é a realidade e a parede, de fato, não existe. Outra característica da pintura barroca é a exploração do jogo de luz e sombra, como se pode observar, por exemplo, na obra do pintor italiano Caravaggio, que teve vários seguidores, dentro e fora da Itália.
  12. 12. Artistas barrocos : Caravaggio Rubens Rembrandt Carracci El Greco Velázquez Vermeer Murillo Tintoretto Aleijadinho
  13. 13. Tintoretto Tintoretto , como era conhecido Jacopo Robusti (Veneza c. 1518 - 31 de Maio de 1594), foi provavelmente o último grande pintor da Renascença Italiana. Por sua energia fenomenal em pintar, foi chamado Il Furioso , e sua dramática utilização da perspectiva e dos efeitos da luz fez dele um dos precursores do Barroco. Seu pai, Battista Robusti, era tintore (tingia seda), o que lhe valeu o apelido.
  14. 14. O Milagre do Escravo
  15. 15. Caravaggio Michelangelo Merisi da Caravaggio (29 de Setembro de 1571 – 18 de Julho de 1610) foi um artista italiano actuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista Barroco, estilo do qual ele é o primeiro grande representante.
  16. 16. Baco (1593-1594) - Uffizi, Florença
  17. 17. Canastra de Fruta (1595) - Biblioteca Ambrosiana, Milão
  18. 18. Ceia em Emmaus (1596) - National Gallery, Londres
  19. 19. Conversão de São Paulo (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma
  20. 20. Crucificação de São Pedro (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma
  21. 21. Degolação de Baptista (1608) - Catedral da Valletta, Valletta, Malta
  22. 22. Deposição (1602-1604) - Igreja Nova, actual Igreja de Santa Maria della Vallicella, Vaticano
  23. 23. Invocação de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
  24. 24. Martírio de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
  25. 25. Nossa Senhora do Rosário (1607) - Museu de História da Arte, Viena
  26. 26. Tocador de Alaúde (1594) - Museu Ermitage, São Petersburgo
  27. 27. Ressurreição de Lázaro (1608-1609) - Museu Nacional, Medina
  28. 28. São Mateus e o Anjo (c. 1602) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
  29. 29. Sete Obras de Misericórdia (1607) - Pio Monte della Misericordia , Nápoles
  30. 30. Peter Paul Rubens Peter Paul Rubens (Siegen, 28 de Junho de 1577 — Antuérpia, 30 de Maio de 1640) foi um pintor flamengo inserido no contexto do Barroco.
  31. 31. Retrato de Helena Fourment É um óleo sobre madeira de Peter Paul Rubens, concebido na Flandres entre 1630-1632. O monumental quadro, de medidas invulgares de 186 x 85 cm, retrata a segunda esposa do flamengo pintor e é uma das muitas pinturas em que Rubens retratou a Helena.
  32. 32. The Deposition 1602 Oil on canvas, 180 x 137 cm Galleria Borghese, Rome
  33. 33. The Gonzaga Family Worshipping the Holy Trinity 1604-05 Oil on canvas Palazzo Ducale, Mantua
  34. 34. Virgin and Child c. 1604 Oil on panel Musée des Beaux-Arts, Tours
  35. 35. The Ecstasy of St Gregory the Great 1608 Oil on canvas, 477 x 288 cm Musée des Beaux-Arts, Grenoble
  36. 36. Madonna Adored by Angels (Madonna della Vallicella) 1608 Oil on slate, 425 x 250 cm Santa Maria Vallicella, Rome
  37. 37. St George Fighting the Dragon 1606-10 Oil on canvas, 304 x 256 cm Museo del Prado, Madrid
  38. 38. Adoration of the Shepherds c. 1608 Oil on canvas St.-Pauluskerk, Antwerp
  39. 39. Annunciation 1609-10 Oil on canvas, 224 x 200 cm Kunsthistorisches Museum, Vienna
  40. 40. The Crucified Christ 1610-11 Oil on canvas, 219 x 122 cm Koninklijk Museum voor Schone Kunsten, Antwerp
  41. 41. The Entombment 1611-12 Oil on wood, 88 x 66 cm National Gallery of Canada, Ottawa
  42. 42. The Stigmatization of St Francis c. 1616 Oil on canvas, 382 x 243 cm Wallraf-Richartz Museum, Cologne
  43. 43. Raising of the Cross 1610 Oil on panel, 460 x 340 cm (centre panel), 460 x 150 cm (wings) O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  44. 44. Raising of the Cross (detail) 1610 Oil on panel, 460 x 340 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  45. 45. Raising of the Cross (detail) 1610 Oil on panel O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  46. 46. The Resurrection of Christ c. 1612 Oil on panel, 138 x 98 cm
  47. 47. The Resurrection of Christ c. 1612 Oil on panel, 138 x 98 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  48. 48. Descent from the Cross 1612-14 Oil on panel, 421 x 311 cm (centre panel), 421 x 153 cm (wings) O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  49. 49. Descent from the Cross (centre panel) 1612-14 Oil on panel, 421 x 311 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  50. 50. Descent from the Cross (left wing) 1612-14 Oil on panel, 421 x 153 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  51. 51. Descent from the Cross (outside left) 1612-14 Oil on panel, 421 x 153 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  52. 52. Descent from the Cross (right wing) 1612-14 Oil on panel, 421 x 153 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  53. 53. Descent from the Cross (outside right) 1612-14 Oil on panel, 421 x 153 cm O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  54. 54. Descent from the Cross 1612-14 Oil on panel O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  55. 55. Meeting of Mary and Elisabeth (detail) 1612-14 Oil on panel O.-L. Vrouwekathedraal, Antwerp
  56. 56. The Battle of the Amazons , c. 1600 Oil on canvas Bildgalerie, Sanssouci-Potsdam
  57. 57. Hero and Leander , c. 1605 Oil on canvas, 96 x 127 cm Yale University Art Gallery, New Haven
  58. 58. Prometheus Bound 1610-11 Oil on canvas, 243 x 210 cm Museum of Art, Philadelphia
  59. 59. The Drunken Hercules c. 1611 Oil on oak panel, 220 x 220 cm Gemäldegalerie, Dresden
  60. 60. The Rape of Europa c. 1630 Oil on canvas, 181 x 200 cm Museo del Prado, Madrid
  61. 61. Venus Frigida 1614 Oil on wood, 142 x 184 cm Koninklijk Museum voor Schone Kunsten, Antwerp
  62. 62. Venus and Adonis c. 1635 Oil on canvas, 197 x 243 cm Metropolitan Museum of Art, New York
  63. 63. The Rape of the Sabine Women 1635-37 Oil on wood, 170 x 236 cm National Gallery, London
  64. 64. The Judgment of Paris c. 1636 Oil on canvas, 145 x 194 cm National Gallery, London
  65. 65. Diana and her Nymphs Surprised by the Fauns 1638-40 Oil on canvas, 128 x 314 cm Museo del Prado, Madrid
  66. 66. Bacchus , 1638-40 Oil on canvas, transferred from panel, 191 x 161,3 cm The Hermitage, St. Petersburg
  67. 67. The Three Graces 1639 Oil on wood, 221 x 181 cm Museo del Prado, Madrid
  68. 68. Nymphs and Satyrs 1637-40 Oil on canvas, 136 x 165 cm Museo del Prado, Madrid
  69. 69. Self-Portrait 1628-30 Oil on canvas Rubens House, Antwerp
  70. 70. The Fur (&quot;Het Pelsken&quot;) 1630s Oil on wood, 176 x 83 cm Kunsthistorisches Museum, Vienna
  71. 71. Rubens, his wife Helena Fourment, and their son Peter Paul c. 1639 Oil on wood, 203.8 x 158.1 cm Metropolitan Museum of Art, New York
  72. 72. Self-Portrait 1639 Oil on canvas, 109,5 x 85 cm Kunsthistorisches Museum, Vienna
  73. 73. Landscape with the Ruins of Mount Palatine in Rome c. 1608 Oil on panel, 76 x 107 cm Musée du Louvre, Paris
  74. 74. Return of the Prodigal Son c. 1618 Oil on canvas, 107 x 155 cm Koninklijk Museum voor Schone Kunsten, Antwerp
  75. 75. Farm at Laken c. 1618 Oil on canvas Royal Collection, London
  76. 76. Summer 1620s Oil on canvas, 142,8 x 222,8 cm Royal Collection, Windsor
  77. 77. Landscape with a Rainbow 1632-35 Oil on canvas, 86 x 130 cm The Hermitage, St. Petersburg
  78. 78. Landscape with Cows c. 1636 Oil on panel Alte Pinakothek, Munich
  79. 79. Dance of Italian Villagers c. 1636 Oil on wood, 73 x 106 cm Museo del Prado, Madrid
  80. 80. Landscape with a Rainbow c. 1638 Oil on panel, 136 x 236 cm Wallace Collection, London
  81. 81. Old Woman with a Basket of Coal 1618-20 Oil on wood, 115 x 92 cn Gemäldegalerie, Dresden
  82. 82. Simon and Pero (Roman Charity) , c. 1630 Oil on canvas, 155 x 190 cm Rijksmuseum, Amsterdam
  83. 83. Dança dos aldeões
  84. 84. O jardim do amor
  85. 85. O Massacre dos Inocentes , Peter Paul Rubens, óleo sobre madeira, 1636-1638, Alte Pinakothek, Munique, Alemanha.
  86. 86. Rembrandt Rembrandt Harmenszoon van Rijn (15 de Julho de 1606, Leiden– 4 de Outubro de 1669, Amsterdão) é geralmente considerado um dos maiores pintores e gravadores da história da arte europeia e um dos mais importantes da história holandesa. Suas contribuições à arte surgiram em um período denominado pelos historiadores de &quot;Era de Ouro da Holanda&quot;, na qual a influência política, a ciência, o comércio e a cultura holandesa — particularmente a pintura — atingiram seu ápice.
  87. 87. A lição de Anatomia do Dr. Tulp
  88. 88. Ronda Nocturna
  89. 89. Auto-retrato
  90. 90. El Greco Doménikos Theotokópoulos (em grego Δομήνικος Θεοτοκόπουλος), de alcunha El Greco , (Iráklio, 1541 — Toledo, 7 de Abril de 1614) foi um pintor, escultor e arquitecto grego que desenvolveu a maior parte da sua carreira na Espanha.
  91. 91. O Enterro do Conde de Orgaz , c. 1586 (Igreja de San Tomé, Toledo).
  92. 92. Vista de Toledo , 1612 (Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque).
  93. 93. A Abertura do Quinto Selo , 1608/14 (Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque).
  94. 94. Anunciação , c. 1600 (Museu de Arte de São Paulo)
  95. 95. O Baptismo de Cristo , 1608-1614 (Museu do Prado, Madrid)
  96. 96. Laocoonte , 1608/14 (National Gallery of Art, Washington, DC).
  97. 97. Diego Velázquez Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (Sevilha, Junho de 1599 — Madrid, 6 de Agosto de 1660) foi pintor espanhol e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha.
  98. 98. Auto-retrato, 1643
  99. 99. La Familia de Felipe IV , também conhecida como As Meninas . C.1656
  100. 100. Vénus olhando-se ao espelho, 1647-51(?)
  101. 101. Johannes Vermeer Johannes Vermeer (Delft, 31 de Outubro de 1632 - Delft, 15 de Dezembro de 1675) foi um pintor holandês, que também é conhecido como Vermeer de Delft ou Johannes van der Meer .
  102. 102. A leiteira (1658 - 1660), Rijksmuseum, Amesterdão
  103. 103. Vista de Delft por Vermeer
  104. 104. Bartolomé Esteban Murillo Bartolomé Esteban Perez Murillo (Sevilha, 31 de Dezembro de 1618 — Cádiz, 3 de Abril de 1682) foi um pintor barroco espanhol.
  105. 105. Madonna, Rijksmuseum, Amesterdão.
  106. 106. São João Batista e o &quot;Cordeiro&quot; , finais do século XVII.
  107. 107. <ul><li>CABEZALERO, Juan Martín </li></ul><ul><li>Spanish painter (b. 1633, Almadén, d. 1673, Madrid) </li></ul>
  108. 108. Assumption of the Virgin 1665-70 Oil on canvas, 237 x 169 cm Museo del Prado, Madrid
  109. 109. <ul><li>CACCIANIGA, Francesco </li></ul><ul><li>Italian painter (b. 1700, Milano, d. 1781, Roma) </li></ul>
  110. 110. St Carlo Borromeo Tended by an Angel - Oil on copper, 27 x 21 cm Private collection
  111. 111. <ul><li>CAGNACCI, Guido </li></ul><ul><li>Italian painter (b. 1601, Sant'Arcangelo di Romagna, d. 1682, Wien) </li></ul>
  112. 112. The Death of Cleopatra , c. 1660 Oil on canvas, 120 x 158 cm Pinacoteca di Brera, Milan
  113. 113. The Death of Cleopatra 1658 Oil on canvas, 140 x 159,5 cm Kunsthistorisches Museum, Vienna
  114. 114. Martha Rebuking Mary for her Vanity after 1660 Oil on canvas, 229 x 266 cm Norton Simon Museum of Art, Pasadena
  115. 115. Susanna and the Elders - Oil on canvas, 144,5 x 173 cm The Hermitage, St. Petersburg
  116. 116. <ul><li>CANAL, Bernardo </li></ul><ul><li>Italian painter, Venetian school (b. 1664, Venezia, d. 1744, Venezia) </li></ul>
  117. 117. The Grand Canal with the Church of La Carità 1734-37 Oil on canvas, 70 x 120 cm Private collection
  118. 118. The Grand Canal with the Fabbriche Nuove at Rialto 1734-37 Oil on canvas, 70 x 120 cm Private collection
  119. 119. <ul><li>CAROSELLI, Angelo </li></ul><ul><li>Italian painter, Roman school (b. 1585, Roma, d. 1652, Roma) </li></ul>
  120. 120. Rest on the Flight into Egypt 1630-45 Oil on canvas, 122 x 144 cm Galleria Nazionale d'Arte Antica, Rome
  121. 121. <ul><li>CARRACCI, Agostino </li></ul><ul><li>Italian painter, Bolognese school (b. 1557, Bologna, d. 1602, Bologna) </li></ul><ul><li> </li></ul>
  122. 122. The Penitent Magdalen - Oil on copper, 38 x 29 cm Private collection
  123. 123. <ul><li>RENARD DE SAINT-ANDRÉ, Simon </li></ul><ul><li>French painter (b. 1613, Paris, d. 1677, Paris) </li></ul>
  124. 124. Vanitas Oil on canvas, 52 x 44 cm Musée des Beaux-Arts, Marseille
  125. 125. Vanitas c. 1650 Oil on canvas Musée des Beaux-Arts, Lyon
  126. 126. Vanitas Still-Life Oil on canvas, 38 x 47 cm Private collection
  127. 127. Vanitas Still-Life Oil on canvas Private collection
  128. 128. <ul><li>RUBENS, Pieter Pauwel </li></ul><ul><li>Flemish painter (b. 1577, Siegen, d. 1640, Antwerpen) </li></ul>

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