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O Comércio em Escala Mundial Capítulos 14 e 18 – aulas: 44 e 45
Crises do Século XIV Guerra dos 100 anos: rotas corrompidas pela guerra Peste Negra: população reduzida: 1/3 Revoltas Camp...
Expansão marítimo comercial Procurar romper o monopólio das cidades italianas; este monopólio restringia o lucro de outras...
Revista Aventuras na História -  Agosto de 2011
 
Expansão marítimo comercial <ul><li>Recursos financeiros,  </li></ul><ul><li>Poder Centralizado e monarca empreendedor, </...
Mercantilismo Ler texto nº 3; p. 97 Manufaturas Monopólios  Exploração colonial Taxas alfandegárias Leis Pragmáticas
Metalismo <ul><li>caracterizou-se por quantificar a riqueza de uma nação pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata...
As Ideias Mercantilistas A abundância de metais preciosos num Estado faz a diferença entre a sua grandeza e o seu poder. O...
Os produtos ultramarinos (especiarias, açúcar, chá, tabaco, algodão, cacau,…) animavam a vida nas cidades e enriqueciam a ...
 
Comércio externo e balança comercial favorável O recurso comum, portanto, para aumentar a nossa riqueza e tesouro é pelo c...
A Expansão Ultramarina: A Europa domina o Mundo <ul><li>Retomada da escravidão; </li></ul><ul><li>Mudança do Eixo comercia...
A EXPANSÃO  PORTUGUESA  –  Grandes Navegações
As Grandes Navegações O Mundo conhecido  pelos europeus no séc. XV
 
 
 
Empreendimento das Navegações: Interesses:  <ul><li>Melhorar as suas condições de vida  </li></ul>Povo <ul><li>Procurar no...
A CARAVELA   Embarcação leve e resistente para as suas  dimensões, distinguia-se pelas suas velas latinas (triangulares) q...
O INTERIOR DA CARAVELA
Não podendo depender da observação da costa para navegar, os astros eram os únicos pontos de referência, a partir dos quai...
 
Os Mapas e Roteiros de Viagem : Indicavam o rumo a seguir, as dificuldades a ter em conta (ventos contrários, marés advers...
 
 
 
 
NAU: Embarcação com grande  capacidade de carga no porão
O alto valor da carga que transportavam  tornavam-nas num alvo cobiçado por corsários e piratas. Por isso, as naus eram de...
Em 1488, Bartolomeu Dias ultrapassa finalmente o Cabo das Tormentas, logo rebatizado por D. João II como Cabo da Boa – Esp...
 
Pouco tempo depois, D. João II recebe um navegador de origem veneziana, chamado Cristóvão Colombo que defendia, com base e...
Em  1494  portugueses e castelhanos dividem o mundo. Mare Clausum
 
<ul><li>Em 1500, uma nova expedição comandada por Pedro Álvares Cabral, supostamente, ao desviar-se dos ventos na zona do ...
Rotas Comerciais dos territórios portugueses no mundo
Em  1494  portugueses e castelhanos dividem o mundo. Mare Clausum
...o mundo entrava numa nova era.
Vida de marinheiro: ...&quot;e muitos não embarcavam como se partissem para mais longe do que uma légua de Lisboa, levando...
As doenças A sífilis,   Cólera... Escorbuto... e Lepra. Entre 1602 e 1632 a cólera e o a peste  vitimaram só no Hospital r...
Se a Europa de então culpava os Espanhóis de terem trazido a Sífilis das América atribui-se hoje aos Portugueses a respons...
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Em comércio e navegações

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Em comércio e navegações

  1. 1. O Comércio em Escala Mundial Capítulos 14 e 18 – aulas: 44 e 45
  2. 2. Crises do Século XIV Guerra dos 100 anos: rotas corrompidas pela guerra Peste Negra: população reduzida: 1/3 Revoltas Camponesas Esgotamento das minas de metais preciosos Consolidação do Capitalismo Transição para a Idade Moderna – Crise do Feudalismo Renascimento Comercial, fortalecimento da burguesia
  3. 3. Expansão marítimo comercial Procurar romper o monopólio das cidades italianas; este monopólio restringia o lucro de outras cidades europeias Mundialização do Comércio Capitalismo Comercial:
  4. 4. Revista Aventuras na História - Agosto de 2011
  5. 6. Expansão marítimo comercial <ul><li>Recursos financeiros, </li></ul><ul><li>Poder Centralizado e monarca empreendedor, </li></ul><ul><li>Práticas econômicas Centralizadas, </li></ul>Mercantilismo : conjunto de práticas econômicas e ideias, surgido na Europa a partir do séc. XV. O Q ue era necessário para realizar as navegações???
  6. 7. Mercantilismo Ler texto nº 3; p. 97 Manufaturas Monopólios Exploração colonial Taxas alfandegárias Leis Pragmáticas
  7. 8. Metalismo <ul><li>caracterizou-se por quantificar a riqueza de uma nação pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata). </li></ul>Mercantilismo: Balança Comercial Favorável : Protecionismo Alfandegário Colonialismo Industrialismo <ul><li>esforço para vender (exportar) mais do que comprar (importar), pois desta forma a nação não perderia reserva de metais. </li></ul><ul><li>Exploração de Colônias na África, Ásia e América </li></ul><ul><li>Na impossibilidade de possuir colônias, investir na produção de artigos de luxo </li></ul><ul><li>medidas utilizadas pelo estado para diminuir as importações, geralmente através do incentivo à produção industrial interna e taxas alfandegárias. </li></ul>
  8. 9. As Ideias Mercantilistas A abundância de metais preciosos num Estado faz a diferença entre a sua grandeza e o seu poder. O bom estado das finanças e o aumento das receitas de Vossa Majestade dependem da quantidade de dinheiro que circula dentro do Reino. Três meios permitem aí chegar: atrair o dinheiro dos países onde ele existe; conservá-lo no Reino e garantir que ele não saia. Colbert, Mémoire sur le Commerce , 1664.
  9. 10. Os produtos ultramarinos (especiarias, açúcar, chá, tabaco, algodão, cacau,…) animavam a vida nas cidades e enriqueciam a burguesia. Na França, Colbert , ministro do rei Luís XIV, desenvolveu um conjunto de políticas econômicas a que se deu o nome de mercantilismo . Claude Lefebvre Jean-Baptiste Colbert (1619-1683) “ Uma Nação é tanto mais poderosa e rica quanto mais elevado for o montante de dinheiro (ouro e prata) que conseguir acumular nos seus cofres. ” Colbert
  10. 12. Comércio externo e balança comercial favorável O recurso comum, portanto, para aumentar a nossa riqueza e tesouro é pelo comércio externo, no qual devemos observar esta regra: vender mais aos estrangeiros, anualmente, do que consumimos de seus artigos (…) porque a parte do nosso stock que não nos for devolvida em mercadorias deverá necessariamente ser paga em dinheiro. E qualquer que seja a medida que tomemos para obter a entrada de dinheiro neste reino (Inglaterra), ele só permanecerá connosco se ganharmos na balança comercial. (…) Thomas Mun, A Riqueza da Inglaterra pelo Comércio Externo , 1622.
  11. 13. A Expansão Ultramarina: A Europa domina o Mundo <ul><li>Retomada da escravidão; </li></ul><ul><li>Mudança do Eixo comercial do Mediterrâneo para o Atlântico; </li></ul><ul><li>Esperança de baixar preços e aumentar lucros; </li></ul><ul><li>Busca por especiarias: esperança de baixar os preços e aumentar os lucros, transportando em grandes quantidades e diminuindo os intermediários. </li></ul>
  12. 14. A EXPANSÃO PORTUGUESA – Grandes Navegações
  13. 15. As Grandes Navegações O Mundo conhecido pelos europeus no séc. XV
  14. 19. Empreendimento das Navegações: Interesses: <ul><li>Melhorar as suas condições de vida </li></ul>Povo <ul><li>Procurar novos mercados para praticar o comércio; </li></ul><ul><li>Aumentar os seus lucros. </li></ul>Burguesia <ul><li>Expandir a fé cristã; </li></ul><ul><li>Aumentar os seus rendimentos. </li></ul>Clero <ul><li>Participar nas conquistas para obter novos cargos e senhorios. </li></ul>Nobreza <ul><li>Resolver os problemas econômicos do país; </li></ul><ul><li>Aumentar o seu prestígio no estrangeiro. </li></ul>Rei
  15. 20. A CARAVELA Embarcação leve e resistente para as suas dimensões, distinguia-se pelas suas velas latinas (triangulares) que, podendo mover-se, permitiam a chamada “navegação à bolina”, isto é, contra o vento.
  16. 21. O INTERIOR DA CARAVELA
  17. 22. Não podendo depender da observação da costa para navegar, os astros eram os únicos pontos de referência, a partir dos quais os marinheiros se podiam orientar. O Astrolábio, a Balestilha, a Bússola, o Quadrante foram desenvolvidos para determinarem a localização do barco, medindo o ângulo entre o sol ou a estrela polar e a linha do horizonte.
  18. 24. Os Mapas e Roteiros de Viagem : Indicavam o rumo a seguir, as dificuldades a ter em conta (ventos contrários, marés adversas, recifes) e, à medida que as viagens atlânticas se tornavam mais frequentes, maior era a sua exatidão e o conjunto de informações que deles constavam. Mapas e roteiros com todas as suas anotações tornaram-se verdadeiros tratados de conhecimento e ciência, escritos pela coragem, ambição e curiosidade do homem.
  19. 29. NAU: Embarcação com grande capacidade de carga no porão
  20. 30. O alto valor da carga que transportavam tornavam-nas num alvo cobiçado por corsários e piratas. Por isso, as naus eram defendidas por várias peças de artilharia distribuídas lateralmente pelo casco, e junto da proa e do castelo da popa do navio.
  21. 31. Em 1488, Bartolomeu Dias ultrapassa finalmente o Cabo das Tormentas, logo rebatizado por D. João II como Cabo da Boa – Esperança. Tinham sido vencidos os ventos e as marés. O Atlântico e o Índico ligavam-se pela primeira vez. E todo o mundo conhecido estava agora mais facilmente em contato.
  22. 33. Pouco tempo depois, D. João II recebe um navegador de origem veneziana, chamado Cristóvão Colombo que defendia, com base em cálculos de cartógrafos italianos, ser possível atingir a Índia por Ocidente, e que esse seria mesmo o trajeto mais curto e seguro.
  23. 34. Em 1494 portugueses e castelhanos dividem o mundo. Mare Clausum
  24. 36. <ul><li>Em 1500, uma nova expedição comandada por Pedro Álvares Cabral, supostamente, ao desviar-se dos ventos na zona do Bojador é empurrada para Ocidente, chegando ao Brasil, então baptizado ” Terra de Vera Cruz”. </li></ul>
  25. 37. Rotas Comerciais dos territórios portugueses no mundo
  26. 38. Em 1494 portugueses e castelhanos dividem o mundo. Mare Clausum
  27. 39. ...o mundo entrava numa nova era.
  28. 40. Vida de marinheiro: ...&quot;e muitos não embarcavam como se partissem para mais longe do que uma légua de Lisboa, levando consigo apenas uma camisa e dois pães grandes na mão e transportando um queijo e um frasco de compota, sem qualquer outro tipo de provisões....&quot; A cama é a que acham pelas tábuas do navio e como a vida humana depende de todos estes abrigos, adoecem todos e morrem aos centos.. &quot;..A morte colhia-os um a um no convés da nau expostos ao sol e à chuva..&quot;
  29. 41. As doenças A sífilis,   Cólera... Escorbuto... e Lepra. Entre 1602 e 1632 a cólera e o a peste vitimaram só no Hospital real de Goa mais de 25 mil soldados.
  30. 42. Se a Europa de então culpava os Espanhóis de terem trazido a Sífilis das América atribui-se hoje aos Portugueses a responsabilidade da difusão do tabaco no mundo ocidental. Ao possibilitar a circulação de pessoas e produtos entre as várias regiões foram criadas alterações nos hábitos. Um desses foi o tabaco &quot;... há quem nunca tire da boca o tabaco em fumo e dos narizes o tabaco em pó ... ...chupam esses canudinhos acesos por uma ponta, reprimindo o fôlego. ...abrindo-se alguns mortos em certa ocasião, lhes acharam pela continuação de uso desse fumo tudo por dentro negro e tostado como uma chaminé.. &quot; amputação

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