Apresentação kellcia

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Apresentação kellcia

  1. 1. Trabalho apresentado a disciplina Estudos em Gestão Educacional sob orientação da Prof. Dr. Paulo Gomes Lima<br />MestrandaKellciaRezende Souza<br />
  2. 2. O Projeto Político-Pedagógico e o Plano de Desenvolvimento da Escola: duas concepções antagônicas de gestão escolar<br />Marília Fonseca<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  3. 3. MARÍLIA FONSECA<br />Possui graduação em Licenciatura em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1964), mestrado em Educação pela Universidade de Brasília (1977) e doutorado em Ciências da Educação - Universite de Paris V (Rene Descartes) (1992). Atualmente é professora colaboradora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. Tem experiência nas áreas de Políticas Públicas e Gestão Educacional.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  4. 4. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  5. 5. INTRODUÇÃO<br />Objetivo Geral <br />Refletir sobre experiências de gestão e organização escolar, implementadas mediante programas de financiamento internacional. <br /> Objetivos específicos <br />Analisar o impacto dessas experiências na gestão e na organização de escolas básicas brasileiras;<br />Compreender a relação estabelecida entre o PDE e o Projeto Político-Pedagógico no âmbito das escolas e dos sistemas de ensino.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  6. 6. Entrevista nas Escolas<br />Grupo de sistematização do PDE (Coordenador do PDE, diretor e líder de objetivos estratégicos do PDE). Professores não envolvidos diretamente com o projeto.<br />Abordagem Qualitativa<br /> Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  7. 7. Movimento Internacional que eclodiu nos anos de 1990<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  8. 8. Gestão escolar na Legislação Brasileira<br />Capítulo III <br />Art. 206 – O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:<br /> VI – gestão democrática do ensino público, na forma da lei.<br /> <br />Art. 3 - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:<br />VIII – gestão democrática do ensino público, na forma<br />desta lei e da legislação dos sistemas de ensino.<br />Lei n. 9394/1996<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  9. 9. Banco Mundial (BIRD)<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  10. 10. Proposta Nacional – Projeto Político Pedagógico<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  11. 11. O conceito de gestão difundido pelo FUNDESCOLA<br />FUNDESCOLA – Funciona mediante um fundo repassado à escola, com vistas a estimular o quadro administrativo a tomar decisões que afetam materialmente a escola e a RESPONSABILIZAR-SE pelos resultados de suas decisões (p. 307).<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  12. 12. PDE – Escola <br />Visa a modernização da gestão e o fortalecimento da autonomia mediante a adoção do planejamento estratégico.<br />A autonomia escolar será assegurada pela destinação de recursos<br />diretos, geridos pelo conselho escolar (p. 308).<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  13. 13. Uma breve análise sobre a inserção dos programas nas escolas fundamentais<br />Em Goiás - no primeiro ano de implementação os recursos provinham integralmente do FUNDESCOLA, nas fases seguintes, os estados passam a arcar paulatinamente com as despesas, até assumi-las integralmente (p. 308). <br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  14. 14. Gestão das escolas<br /> Tanto a equipe de sistematização quanto os professores acham que o PDE tornou o planejamento das atividades mais organizado e participativo.<br /> No entanto, para os professores das escolas de Goiás a metodologia adotada diminuiu a capacidade de autonomia da escolas.<br /> Para os docentes das escolas atingidas pelo Pró-Qualidade/MG, as inovações não estabeleceram um processo crítico-reflexivo de análise da realidade. (p. 310)<br />A inovação limitou-se à introdução de uma aparência modernizante, via elaboração de projetos que produzissem um movimento diferenciado no interior da instituição escolar.<br />O Programa buscou sustentação em demandas circunstanciais, não sendo capaz de mobilizar as pessoas para a reflexão e compreensão da realidade. Não ultrapassou o momento de sua execução (p. 311).<br /> Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  15. 15. Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />(p. 311)<br />
  16. 16. Estudo realizado no DF (Siqueira Júnior, 2002) mostra que não é objetivo desses programas<br />transferir dinheiro suficiente para que as escolas se mantenham totalmente,<br />mas para suprir as suas necessidades mais urgentes (p. 312).<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />(p. 311 – 312)<br />
  17. 17. Princípios Fundamentais do livro de Taylor "Princípios de Administração Científica":<br />Princípio do Preparo: especializar e treinar os trabalhadores trabalho, bem como, preparar máquinas, ferramentas, equipamentos de produção e o arranjo físico.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  18. 18. Considerações Finais<br />Os resultados da investigação permitem concluir...<br />A concepção de gestão disseminada pelo FUNDESCOLA se contrapõe à proposta do Projeto Político-Pedagógico.<br />A proposta burocrática que vem se fortalecendo na escolas. O PDE-escola se sobrepõe ao Projeto Político-Pedagógico.<br />A base teórico-metodológica do PDE provém da visão sistêmica, seus objetivos são orientados racionalmente para resultados ou produtos.<br />O planejamento do PDE privilegia a racionalização de gastos, a eficiência operacional e a busca de resultados.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  19. 19. As orientações implícitas aos acordos internacionais, ao privilegiar estratégias racionalizadoras e eficientistas de gestão, induzem os sistemas públicos de ensino a adotarem modelos que se mostraram eficientes em setores econômicos ou na iniciativa privada. <br />A análise dos projetos indica efeitos pouco significativos. Alguns resultados positivos foram restritos a um município ou a determinadas escolas.<br />Os poucos ganhos não duram mais que o tempo de execução desses projetos.<br />Caráter transitório e fugaz da cooperação internacional, no que diz respeito às ações educacionais. O mesmo não se aplica à questão do financiamento.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  20. 20. Quem, entre os educadores brasileiros, conhece os efeitos educacionais e financeiros do processo de cooperação internacional? <br />Quais são os argumentos, fora a explicação econômica, que justificam a sua continuidade?<br />Por que o público não recebe informações detalhadas sobre os custos e os resultados dos acordos financeiros? <br />A quem interessa o sigilo sobre esses acordos?<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  21. 21. Não há mais desculpas para que acordos internacionais sejam firmados, sem a devida avaliação de seus custos financeiros e de suas consequências para a educação brasileira. Não seria este o momento ideal para que a comunidade educativa avaliasse a razão pela qual o PDE se sobrepõe ao Projeto Político-Pedagógico?<br />Qual projeto se aspira para a escola pública brasileira?<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />
  22. 22. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA<br />FONSECA, Marília. O Projeto Político-Pedagógico e o Plano de Desenvolvimento da escola: duas concepções antagônicas de gestão escolar. In: Cadernos Cedes, n. 61, p. 302 – 318, 2003.<br />TAYLOR, Frederick W. Princípios da administração científica. São Paulo: Editora Atlas S.A., 1995. Disponível em: http://www.livrosdownload.com/2011/03/principios-de-administracao-cientifica.html. Acesso em 28/06/11.<br />Mestranda Kellcia Rezende Souza PPGEdu/UFGD<br />

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