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Avaliação kátia

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Avaliação kátia

  1. 2. Avaliação da aprendizagem como processo construtivo do aluno autor <ul><li>Investigar para conhecer e conhecer para agir são dois algorítimos básicos para a produção de resultados satisfatórios. O contrário disso é: sem investigação, não se tem conhecimentos, e, sem conhecimentos, não se tem eficiência e qualidade. (LUCKESI , 2011, p. 149) </li></ul>
  2. 3. O autor LUCKESI, pretende fazer com que o professor reflita no momento de avaliar a aprendizagem dos seus alunos, percebendo a necessidade de conhecê-los bem, seus determinantes externos e internos, o meio social em que vivem; esse educador precisa utilizar de vários instrumentos avaliativos eficazes com o objetivo de coletar o máximo de informações possíveis desse alunato. Esse olhar minucioso para o processo de aprendizagem dos nossos educandos é muito importante para que se consolide de fato uma avaliação mais sólida e coerente que venha reforçar os reais objetivos que é a formação integral dos mesmos.
  3. 4. Com isso queremos dizer que o olhar “faz” a realidade em todos e quaisquer âmbitos da vida como alegria ou tristeza; podemos conceber a aprendizagem como memorização ou como construção; podemos conceber a avaliação como forma de controle do educando ou como forma de viabilizar satisfatoriamente sua aprendizagem. Enfim, importa ter claro que nossa vida é dirigida por nossos olhares sobre a realidade, o que quer dizer, por uma concepção teórica. (LUCKESI , 2011, p.159)
  4. 5. Entretanto, o educador que não possua esse olhar detalhado no âmbito da avaliação escolar, acabará permitindo que seus alunos fiquem à margem de um método avaliativo que se caracterize pela mera atribuição de notas, boletins e aplicação de variadas avaliações sem sentido algum para a aprendizagem, em que entra ano e sai ano e os educandos ficam do mesmo jeito sem percebermos nenhum avanço qualitativo na aprendizagem dos mesmos. Esse método avaliativo estático que só vem somar notas para promover ou não ao final do ano letivo reforça cada vez mais um ensino quantitativo, em que os alunos só memorizam os conteúdos para a aquisição conceitos futuros, o importante aqui é passar de ano com notas satisfatórias, mas a qualidade da aprendizagem fica comprometida uma vez que o foco é a avaliação de caráter somatório.
  5. 6. O que propõe esse trabalho é o rompimento com tal método avaliativo voltado a mera atribuição de notas, por uma nova forma de avaliar que vise a acompanhar o processo de aprendizagem como algo inacabado, contínuo, respeitando as diversas fases do processo de aprendizagem e que leve em consideração todos os avanços de cada aluno. “ Para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem sempre por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineias um processo”. (HOFFMAN , 2005, p.15)
  6. 7. Os métodos avaliativos somativos valorizam a quantidade, notas, provas e boletins, e a maior consequência disto é que o aluno sai da escola sem adquirir conhecimento algum, somente estudou para “passar de ano”. Com isso a qualidade da aprendizagem fica bastante comprometida:
  7. 10. A avaliação precisa ter um caráter contínuo e processual, nunca inacabada!!!
  8. 11. O conceito de avaliação proposta com o gráfico anterior trata-se de um método avaliativo formativo, que entende que o processo de aprendizagem não termina com a série que o aluno está cursando, ou com as médias prontas, mas pelo contrário é inacabado e visa principalmente o quanto o mesmo aprendeu e desenvolveu a autonomia de busca pela sua aprendizagem, ou seja, formar o aluno autor do seu processo de conhecimento. A avaliação formativa pode contribuir também para mostrar o ponto de partida para o próximo professor que irá ensiná-lo, diagnosticando o que o aluno já sabe, para assim poder avançar.  
  9. 12. “ A essência da concepção formativa está no envolvimento do professor com os alunos e na tomada de consciência acerca do seu comprometimento com o progresso deles em termos de aprendizagens na importância e natureza da intervenção pedagógica. A visão formativa parte do pressuposto de que, sem orientação de alguém que tenha maturidade para tal, sem desafios cognitivos adequados, é altamente improvável que os alunos venham a adquirir da maneira mais significativa possível os conhecimentos necessários ao seu desenvolvimentos, isto é, sem que ocorra o processo de mediação.” (HOFFMAN , 2005, p.21)

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