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Como falar em público

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Como falar em público

  1. 1. Como falar em público Mediador: Uaraci C. Ballotin Especialista em Estratégias de Negócios, Gestão de Pessoas e Coaching pelo Sistema ISOR. 1
  2. 2. 2
  3. 3. Cidade onde reside Profissão Que motivou a fazer o curso O Que espera do curso Apresentação
  4. 4. A oratória é a mais típica e a mais gráfica manifestação da arte, porque é a arte da palavra – da palavra que é a vestimenta do pensamento, da palavra que é a forma da ideia, da palavra que é a nítida voz da natureza e do espírito, da palavra que é tão leve como o ar e tão irisada como a mariposa, da palavra palavra que é transparente como a gaze e tão sonora como o bronze, da palavra que cicia como a aura e troa como o canhão, que murmura como o arroio e ruge como a tormenta. Alves Mendes. Um conceito de oratória
  5. 5. Atualmente aqueles que imaginam a extinção do estudo da oratória nos dias atuais, enganam-se profundamente. A grande mudança de hoje esta nos ouvintes e consequentemente na orientação da arte de falar. Hoje falar bem não é mais privilégio de religiosos ou políticos, mas se tornou peça chave para o desenvolvimento de qualquer pessoa. A oratória nos dias atuais.
  6. 6. E eu?
  7. 7. Vamos ao que interessa.
  8. 8. De acordo com o grande estudioso do comportamento humano Emílio Mira Y López, o medo constitui o gigante negro do ser humano, fazendo com que a criatividade seja limitada e haja o uma estagnação no desenvolvimento e nos despertar das potencialidades humanas. Nasce com o homem e abraça-o por toda vida. Todos estamos sujeitos as investidas deste fantasma que quase sempre é resultado da fabulação de nosso espírito. O Medo de falar em público.
  9. 9. Após inúmeros estudos realizados sobre as estratégias de comunicação humana, constatou-se de que independentemente do nível cultural das pessoas, elas limitam-se apenas por não acreditarem em suas qualidades como comunicadores. Sabemos que para que esta muralha seja derrubada, deixando com que o desenvolvimento da comunicação contribua para o desenvolvimento do indivíduo em todos os aspectos, deve haver a auto valorização das qualidades de cada um, sem considerar falhas ou aspectos negativos de suas apresentações. O Medo de falar em público.
  10. 10. O homem possui na constituição da sua expressão verbal, mais ou menos desenvolvidos, dois oradores, normalmente diferenciados, coexistindo dentro da mesma pessoa: um orador real e outro imaginado. O Medo de falar em público.
  11. 11. É a verdadeira imagem do comunicador, composta dos defeitos naturais do ser humano, mas também das qualidades visíveis ou potencialmente prontas para serem aproveitadas. É o orador que aparece aos olhos da plateia. O Orador Real.
  12. 12. É a imagem que o comunicador pensa que transmite aos ouvintes. Durante a formação do homem, ele recebe toda a sorte de pressões e acumula em suas complexas entranhas os fracassos e os dissabores que a vida oferece. Estes fatores isolados ou inter-relacionados, constroem uma imagem distorcida, imaginada dentro de um perfil psicológico tão concreto que parece verdadeira. Nasce aí a falta de confiança e suas possibilidades de insucesso para falar diante de auditórios. O Orador Imaginado.
  13. 13. Conhece todas as técnicas mas não acredita em si mesmo(a). IMAGINADO: Cria qualidade inexistentes. X REAL: Conhece os aspectos positivos de sua expressão verbal, adquire confiança através desta avaliação e cria um retrato interior imaginado mais próximo da realidade. Imaginado X Real.
  14. 14. 1 – Quando o medo aparecer encare-o normalmente. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  15. 15. Não se preocupe, você não é o único que sente medo de falar em público. Mesmo os melhores oradores tem esse medo, em variações diferente, mas ele existe. Mesmo havendo algumas pessoas que neguem o medo de falar em público, facilmente podemos notar a face pálida, o tremor das mãos e a movimentação desordenada das pernas, o que evidencia o gigante negro. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  16. 16. 2 – Controle o seu nervosismo. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  17. 17. Ao se aproximar o momento de sua fala, seja diante de um auditório ou em uma simples reunião social, não alimente a chama do nervosismo. Atitudes como fumar seguidamente, roer as unhas, cruzar de maneira descontrolada os braços ou andar sem rumo de um lado para outro são condenáveis e farão você ficar ainda mais tenso. Procure deixar o corpo em posição descontraída, solte os braços e as pernas, não fume muito e respire fundo. Logo irá perceber que a anciedade aos poucos vai diminuir. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  18. 18. 3 – Tenha uma atitude correta. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  19. 19. Renomados psicólogos estudaram profundamente o significado dos gestos, e hoje podemos conhecer com pequena margem de erro o que as pessoas estão sentindo ou pretendendo, sem ouvirmos uma só palavra, isto é, apenas analisando a linguagem do corpo. Normalmente nossos gestos são inconscientes, mas, observados até por leigos neste campo da psicologia, podem transmitir o que se passa em nosso intimo. Nunca esqueça que a imagem de equilíbrio emocional é sempre positiva. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  20. 20. 4 – Antes de pensar como, saiba o que falar. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  21. 21. Neste ponto podemos imaginar a situação de uma pessoa caminhando em um campo minado. Se o orador não se preparar adequadamente para transmitir as informações poderá correr vários riscos, ou pisar em uma bomba. Certamente mudanças na oratória, a adição de exemplos ou perguntas dos ouvintes (clientes), podem incrementar o trabalho prático, mas nunca conte com isso. Tenha cuidado, pois nem sempre saberá qual é o nível de conhecimento dos seus clientes. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  22. 22. 5 – Não pinte o diabo mais feio do que é. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  23. 23. É muito importante não esquecermos de que “achismos” são muito perigosos. Fale o que realmente é coerente e se possível tenha consigo as bibliografias ou fontes, pois muitas vezes não conhecemos todos em nossa plateia. Erros comuns, como se perder em uma explicação, engasgar, trocar algum nome ou data, não devem ser motivadores do desespero, podem acontecer, e sim, acontecem muitas vezes. O importante é poder tonar o fato o mais positivo possível, muitas vezes até mesmo interagindo com o público. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  24. 24. 6 – Não adquira vícios. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  25. 25. Constantemente notamos que profissionais que se utilizam da fala buscam algo que lhes dê uma falsa segurança. Então observamos mãos no bolso, canetas ou folhas nas mãos ou até mesmo apertos no fio do microfone. Não se iluda, ao invés de dar segurança, estes atos quando viram vícios tiram muito a concentração dos ouvintes, o que faz com que percam a atenção nas palavras do orador. Um exercício simples é o de apertar as mãos, para descarregar o excesso de tensão, antes de subir a tribuna. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  26. 26. 7 – Chame sua voz com a respiração. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  27. 27. É muito fácil de notarmos quando uma pessoa esta nervosa, e um fato que certamente deixa isso muito claro é ouvir alguém falando de maneira ofegante, com a voz “enroscada” onde se pronuncia frases com dificuldade. Tossir, pigarrear, além de ser desagradável aos ouvidos, não resolve o problema, do contrário, poderá agrava-lo. Se ocorrer um desiquilíbrio, o melhor a se fazer é respirar fundo e em seguida provavelmente a voz voltará ao normal. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  28. 28. 8 – A prática irá proporcionar-lhe o reflexo. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  29. 29. Antes de falar do assunto, vamos lembrar de um episódio que quase todos já passaram. Quando começamos a aprender a dirigir, tudo parecia muito difícil. Fazer marcha, embreagem, pisar no freio devagar, e tudo de uma vez? Realmente, ficávamos boquiabertos quando passávamos por outros condutores, e estes, de uma maneira tão natural, faziam tudo isso de uma só vez. O desenvolvimento de uma boa comunicação segue o mesmo caminho, ou seja, para que possamos melhorar devemos praticar, mais e mais. Algum dia provavelmente vamos rir muito de algumas situações que passamos, e foram constrangedoras. Oito recomendações para controlar o medo de falar em público.
  30. 30. Questione-se: Que tipo de orador(a) você deseja ser? Falar com os clientes?
  31. 31. Então todos pensam: “Ora, quero ser um bom comunicador.” Mas ser “bom” depende da concepção que tange essa palavra, ou seja, depende o que é ser bom para você. Muitas pessoas podem buscar apenas tem uma melhora em alguns pontos de sua comunicação, outras podem querer ir muito mais longe, acredite, tudo depende somente de você. O importante é saber de que inevitavelmente, se você se comunicar bem, irá obter melhores resultados em praticamente todas as relações que tem, sejam elas profissionais, ou não. Comunicação estratégica.
  32. 32. “A vida é como uma pedra de amolar, tanto pode desgastar-nos quanto afiar-nos, tudo depende do metal de que fomos constituídos” – Bernard Shaw. Comunicação Estratégica.
  33. 33. - A memória. “Mesmo esquecendo de tudo na hora H, conseguiu fazer o melhor discurso de sua vida”. Comunicação Estratégica.
  34. 34. - A habilidade. “Quando me deparei com aquela plateia, inevitavelmente alterei drasticamente o que iria falar”. Comunicação Estratégica.
  35. 35. O vocabulário. “Me sentei diante do orador, mas infelizmente não entendia nada o que ele queria dizer”. Comunicação Estratégica.
  36. 36. A expressão corporal. “ O homem parecia tão Natural, sua Voz era boa de se ouvir, a posição de suas Pernas era apropriada, seus gestos com as Mãos eram adequados, seu Semblante era impecável, enfim, era um ótimo comunicador”. Falar em público.
  37. 37. Super Dicas A comunicação estratégica é fundamental para desenvolver vínculos.
  38. 38. Vamos analisar as dicas que não podem faltar ao iniciar os estudos e a prática da oratória: - Aprenda a conversar; - Seja bem-humorado(a); - Acabe com o né e o ããã: Desenvolvendo Vínculos.
  39. 39. - Deu branco? Improvise, dê ênfase as últimas frases. - Seja gentil e simpático(a); - Faça do nós, uma expressão mágica; - Considere o nível intelectual dos clientes; - Leve em conta a faixa etária dos clientes e não esqueça: os jovens gostam do futuro; Desenvolvendo Vínculos.
  40. 40. - Você acha ou tem certeza? - Use a roupa certa; - O volume de voz ideal; Desenvolvendo Vínculos.
  41. 41. - Falando depressa ou devagar? - Descubra como é o SEU vocabulário; - O estrangeirismo na medida certa; - Olhe para os clientes; Desenvolvendo Vínculos.
  42. 42. - Conquiste a atenção dos clientes, saia da mesmice; - Capriche no encerramento; - A ideia final. Falar em público.
  43. 43. Linguagem Corporal Falar em público.
  44. 44. Nas unhas do homem, nas mangas do seu paletó, nos seus sapatos, nos joelhos da calça, nos calos do seu polegar e do seu indicador, na sua expressão, nos punhos de sua camisa, nos seus movimentos – em cada um desses traços a ocupação de um homem se revela. É quase inconcebível que todos estes traços reunidos não sejam suficientes para esclarecer, em qualquer circunstância, o investigador competente. Sherlock holmes, 1892. Falar em público.
  45. 45. Como a linguagem corporal revela nossas emoções e pensamentos? Pois é um reflexo externo do inconsciente. Linguagem Corporal
  46. 46. Três regras básicas para uma leitura precisa da linguagem corporal: 1 – Leia os gestos no contexto; 2 – Fique de olho na coerência (o que fala e o que expressa); 3- Leve em conta o contexto (ambiente). Linguagem Corporal
  47. 47. Como as palmas das mãos são usadas para controlar. A mão espalmada: Para cima = sinal de submissão, desarmamento ou iniciativa ao outro falar. Para baixo = informa autoridade, ordem (Hitler). A mão fechada com o dedo indicador apontado, suscita sentimentos negativos. Linguagem Corporal
  48. 48. Aperto de mão. Os apertos de mãos ativam informações inconscientes sobre dominação e controle: Dominação: “Ele esta tentando me dominar, é melhor eu ter cuidado”. Submissão: “Eu posso dominar essa pessoa. Ela fará o que eu quiser”. Igualdade: “Eu me sinto à vontade com essa pessoa”. Linguagem Corporal
  49. 49. Assumindo o controle: Em um cumprimento, a dominação é transmitida virando-se a mão de tal modo que a palma fique para baixo, embora ela não precise ficar totalmente virada para baixo. Linguagem Corporal
  50. 50. A submissão: O oposto do aperto de mão dominador é oferecer a mão com a palma virada para cima, dando simbolicamente à outra pessoa a posição da mão por cima. Linguagem Corporal
  51. 51. A igualdade ou equilíbrio: A melhor transmissão de informação em um aperto de mão se dá pelo aperto na horizontal, enviando a informação ao inconsciente de que quer uma relação amigável e de igual para igual. Linguagem Corporal
  52. 52. O sorriso. Um sorriso natural produz rugas características ao redor dos olhos – as pessoas pouco sinceras sorriem apenas com a boca. A ciência provou que quanto mais você sorri, mais respostas positivas obtém das outras pessoas. Linguagem Corporal
  53. 53. O sorriso. Quando um mentiroso mente, o lado esquerdo do seu sorriso é quase sempre mais pronunciado que o direito. Note: Quanto mais velhos, mais sérios nos tornamos a respeito da vida. Um adulto ri, em média, 15 vezes por dia, uma criança em idade pré-escolar, 400 vezes. Linguagem Corporal
  54. 54. Os olhos. Lembrando de uma imagem: acima e a direita; Lembrando de um som: horizontalmente para a esquerda; Lembrando de um sentimento: para baixo inclinados à direita. Conversando consigo mesmo: para baixo inclinados à esquerda. Linguagem Corporal
  55. 55. Os olhos. O contato olho a olho com os clientes instiga o envolvimento. Desta forma irá criar uma relação mais adequada entre você e a pessoa a qual esta atendendo. Linguagem Corporal
  56. 56. Os olhos (em apresentações visuais). Ao apresentar informações visuais para a um maior número de clientes, fixe o olhar nas pessoas que estão lhe ouvindo. Estudos demonstram que as informações chegam 83% pelos olhos 11% pelos ouvidos, 6% pelos demais órgãos dos sentidos. Linguagem Corporal
  57. 57. A invasão de espaço. Zona íntima – 14 – 46 cm Zona pessoal – 46 cm – 1m20cm Zona social – 1m20cm – 3m60cm Zona pública – mais de 3m60cm Clientes exprimidos em algum lugar é sinônimo de invasão de espaços. Mascaras? Constate você mesmo as máscaras de emoções nos elevadores. Linguagem Corporal
  58. 58. Você sabe o que é espelhar? Espelhando a linguagem corporal e a aparência de outra pessoa, demonstra humildade e impede que uma pessoa se sinta com vantagem sobre a outra. Espelhar a voz cria relações consistentes. Linguagem Corporal

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