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RELATÓRIO
E CONTAS 2014 REGIÃO DE AVEIRO
| 03
ÍNDICE
Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014
INTRODUÇÃO
CHEFIA REGIONAL
ASSISTÊNCIA REGIONAL
SECRETARIAS...
NOTA INTRODUTÓRIA ??!!
01.01.2014 a 03.11.2014
04.11.2014 a 31.12.2014
INTRODUÇÃO
Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 05
O ano de 2014, consideramos que foi um ano
pleno numa v...
Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português06|
PastoralJuvenileVocacionaldeAveiro.
Vivemos mais um ano de esf...
referencia maior para cada um de nós.
Assis mos àquilo a que chamamos uma
entregatotaldetodaaequipamunicipalqueno
exemplo ...
Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português08|
I.ConsideraçõesPreliminares
A Assistência Regional (AR) nunca ...
Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 09
possibilidades na concre zação do Programa
Educa vodoCNE.
II.Objec...
Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português10|
os úl mos anos, a AR acompanhou o processo
de implementação no...
ADMINISTRATIVA
E FINANCEIRA
NUNO NOGUEIRA [VILAR]
Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 11
SECRETARIAS
REGI...
“A humildade é caminhar na verdade e só Deus é a
nossafortaleza”.
Com humildade e verdade, tendo como força
motora e mo va...
No decorrer deste ano um dos obje vos
fundamentais foi mo var todos os agrupamentos
desta área na par cipação no nosso gra...
Em2014,vivemossegundoolema:
“NA VERDADE E NA HUMILDADE CONSTRUIMOS A
NOSSAFORTALEZA”
Foi nesta Verdade e nesta procura de ...
1ª SECÇÃO
PALMIRA CRUZ (ESGUEIRA)
Tendocomocentromo vadoroACAREG2014,todo
o trabalho da Iº secção foi no sen do de mo var
...
3ª SECÇÃO
4ª SECÇÃO
SÉRGIO RIBEIRO (ARADAS)
FILIPA MATIAS (ÁGUEDA)
Para além das a vidades gerais, cerca de 600
explorador...
CENFA
S.JACINTO
INTRODUÇÃO
O ano de 2014 foi para o CENFA, um ano regular,
quer no que respeita aos níveis de ocupação que...
S e c reta r i a Re g i o n a l Pe d a gó g i ca e a o s
DepartamentosRegionaisdasSecções.
A nível de a vidades em campo f...
Numa perspec va de integração na comunidade
local também con nuamos a disponibilizar de
forma gratuita o nosso espaço à Ju...
INTRODUÇÃO
Cada vez mais é importante passarmos aos nossos
escuteiros o conceito de “vistas largas” tantas
vezes referido ...
Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 21
O funcionamento da Loja Escu sta garan u, duma
forma geral, o aten...
Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português22|
Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 23
Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português24|
CORPO NACIONAL DE ESCUTAS
ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS
REGIÃO DE AVEIRO
geral
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chefia regional
chefe regional
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Relatório e Contas da Junta Regional de Aveiro 2014

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Documento que contém o relatório e contas da atividade da junta regional para o ano de 2014

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Relatório e Contas da Junta Regional de Aveiro 2014

  1. 1. RELATÓRIO E CONTAS 2014 REGIÃO DE AVEIRO
  2. 2. | 03 ÍNDICE Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 INTRODUÇÃO CHEFIA REGIONAL ASSISTÊNCIA REGIONAL SECRETARIAS REGIONAIS: - ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA - RECURSO DOS ADULTOS - PROGRAMA EDUCATIVO SECRETARIAS REGIONAIS PEDAGÓGICAS - ÁREA NORTE - ÁREA DA BAIRRADA - ÁREA NASCENTE - ÁREA SUL DEPARTAMENTOS - 1ª SECÇÃO - 2ª SECÇÃO - 3ª SECÇÃO - 4ª SECÇÃO CENFA DEPARTAMENTO INTERNACIONAL SEDE REGIONAL DMF
  3. 3. NOTA INTRODUTÓRIA ??!! 01.01.2014 a 03.11.2014 04.11.2014 a 31.12.2014
  4. 4. INTRODUÇÃO Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 05 O ano de 2014, consideramos que foi um ano pleno numa vivência de Escu smo com Sal que desafiamos desde a primeira hora. A comunhão na Igreja de Aveiro que sen u um forte incremento na nossa Missão Jubilar, foi mo vação maior para o nosso trabalho. Quisemos sempre ir mais longe, para estar mais perto de todos os que querem ser esta Igreja de Jesus. Mas quisemos estar sempre de forma a va, ir ao encontro de todos e convidar todos a jogar connosco este projeto em Escu smo que só faz sen do se construído numa verdadeira comunidade. Con nuamos a Vida dos nossos agrupamentos, sempre dispostos a par lhar as alegrias e as dificuldades. Quisemos e soubemos estar sempre com quem nos quis acolher. Com estes a nossa Região cresceu num Escu smo mais serio e mais capaz com mais e melhores respostas aos desafios que a educação das criançasejovensdehojenosobrigam. O Acampamento Regional foi um desafio aglu nador de toda a nossa região e das nossas comunidades. Valeu a pena, pela alegria e pela saudade que cada escuteiro deixou e levou daquelas areias quentes da Torreira. Valeu também por sen rmos cada vez mais nas nossas autarquias uma vontade abnegada no serviçoenoapoioaoEscu smo. A nossa Sede Regional, uma obra de uma geração, para muitas gerações de escuteiros. Uma obra de quem acredita e de quem sabe gerir os sonhos, trabalhando a realidade concretadecadadia. Muito mais importante, somos mais escuteiros em mais agrupamentos. Somos mais Igreja, somosmaisfelizes.
  5. 5. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português06| PastoralJuvenileVocacionaldeAveiro. Vivemos mais um ano de esforço em comunhão com toda a nossa Igreja de Aveiro. Fruto das dinâmicas da Missão Jubilar importa nunca desis r deste Caminho. Assim procuramos estarsemprepertodosnossosirmãosjovensda Pastoral Juvenil e Vocacional onde temos muito para par lhar e para aprender. Na maioria dos s e u s / n o s s o s t ra b a l h o s s e m p re n o s encontramos representados par lhando a pedagogiadoescu smoerecebendoovaloreo sen do desta comunhão da Igreja jovem em Jesus. Em 18 de Janeiro, num seminário denominadoA3,oChefeRegionalfoiconvidado a par lhar a envolvência do escu smo na construção de mais e melhor comunhão da nossaIgrejadeAveiro. NossosBispos,nossosPastores, Em 21 de Fevereiro, a diocese de Aveiro e os seus Escuteiros despediam-se do seu amado Bispo Dom António Francisco. Importa a marca que nos deixou, a bondade, o serviço e o grande amor a Deus e à sua Igreja percebido na superior dedicação aos outros, sobretudo aos maisdesfavorecidos.AJuntaRegionaldeAveiro também se fez representar na entrada solene deDomAntónioFrancisconaDiocesedoPorto. A 14 de Setembro acolhemos Dom António Moiteiro, nosso Bispo da Igreja de Aveiro. Foi bom ver a nossa Sé inundada da cor e alegria dos nossos Escuteiros que acolheram com esperança e amor o nosso novo Pastor que nos faltava. DiadoDirigente,diadoPensamento. Em 23 de Fevereiro cerca de 150 dirigentes “passearam” de bicicletas cedidas pelo Município da Murtosa, lugares e campos da linda Murtosa. Foi já um trabalho com o obje vo de preparação para o Acampamento Regional. Vivemos a Eucaris a na Igreja da Torreira e fomos visitar os espaços onde irá decorreronossoACAREG. SãoJorgeemAvanca Em 27 de Abril vemos mais um São Jorge em terras de Avanca. Os jogos foram organizados pelos departamentos regionais. Os mais novos assis ram a uma curta sessão de ilusionismo criadas pelo Manolo e Camilo. Depois dos jogos organizou-se um pequeno desfile para a Igreja Matriz de Avanca onde par cipamos na Eucaris a presidida pelo então administrador diocesanoMonsenhorJoãoGonçalvesGaspar. Terminou-se rela vamente cedo pelas 16H30 para os que entendessem poderem par cipar na ordenação sacerdotal do diácono Hélder Ruivo que aconteceu neste mesmo dia pelas 17H00naSédeAveiro. Registamos os apoios dos ar stas Manolo e Camilo, da Paroquia de Avanca, do Centro Paroquial, Junta de Freguesia, Município de EstarrejaeaAr s cadeAvanca. MaRiaMar,Quero-TEencontrar.. O nosso acampamento regional foi a a vidade que envolveu toda a nossa região durante o ano de 2014 nomeadamente no 1º semestre que deu con nuidade aquilo que já vinha preparadodoanoanterior. Toda a dinâmica e o espirito de serviço de todos os nossos departamentos e secretarias regionais contribuíram para que este acampamento tenha conseguido ser uma a vidade muito importante na vida do escu smoregional. Soubemos, através de carta postal, envolver todos os nossos Guias que desde logo foram preparando as suas patrulhas para receber, acolheraMaRiaMar. O grande e abnegado apoio do Município da Murtosa a esta grande a vidade foi marcante e CHEFIA REGIONAL CHEFE MANUEL SANTOS
  6. 6. referencia maior para cada um de nós. Assis mos àquilo a que chamamos uma entregatotaldetodaaequipamunicipalqueno exemplo do seu Presidente, Engº Joaquim Ba sta, se entregaram por inteiro a este projeto de saber acolher bem os escuteiros da Região de Aveiro. Também a Junta de Freguesia daTorreiranapessoadasuaPresidente,anossa Dirigente Lucinda Barbosa, foi de uma entrega absoluta na ajuda e colaboração de todas as estruturas locais ao serviço deste grande acampamento regional. Em 16 de Outubro vemos a oportunidade de agradecer em reunião publica do Município da Murtosa todo o empenho e amizade que esta Camara demonstrou pelos Escuteiros de Aveiro. O mesmo aconteceu com a Junta de Freguesia da Torreira. Contamos com o apoio de várias en dades locais, GNR, Bombeiros, Associações locais e também com o trabalho importante dos nossos Agrupamentoslocais,MurtosaeTorreira. O acampamento regional decorreu dentro da normalidade esperada, tendo surgido algumas dificuldades que nos ajudam a perceber melhor aquilo que mais devemos melhorar ou corrigir mamissãodeeducarqueabraçámospelanossa promessa. A felicidade dos nossos escuteiros ficou gravada e percebida no coração de todos aqueles que deram o seu melhor nestes dias de AgostonaTorreira. Mais uma vez olhamos e reparamos naqueles que ainda não perceberam que é no dar mais que se recebe mais. Estacionaram em zonas de crí ca barata, nas zonas da mediocridade que só geram e agravam problemas. Foi uma minoria que se perdeu e con nua a perder na tortuosidadedoscaminhosqueteimatrilhar. Mas felizmente são muitos mais aqueles que venceram a Missão. Venceram porque serviram, porque se deram por inteiro, venceram porque amaram. MaRia Mar foi um sonho maior por eles e foi muito mais nossa Mãetambémporeles. PasseiodaMemória Numa inicia va da Santa Casa da Misericórdia em 21 de Setembro par cipámos e ajudámos na organização do Passeio da Memória para assinalar o dia mundial da pessoa com Doença deAlzheimer. ERCABranca De 10 a 12 der Outubro reuniram-se cerca 200 caminheiros que com grande entusiasmo viveram mais um Encontro Regional de Caminheiros em terras da Branca. Ainda com as vivências do úl mo ACAREG par lharam muito do seu ser caminheiro e do seu sen do de serviço à comunidade e aos outros na mais ampla alegria de quem é feliz na construção da felicidadedosoutros. 100anos Schoenstat Em 18 de Outubro a Junta Regional esteve representada nas cerimónias que celebraram os 100 anos do Movimento Internacional de Schoenstat. Um movimento da nossa Igreja muito amigo do CNE que na nossa região ao longo de muitos anos sempre nos soube acolher com um carinho muito especial. Muita da nossa formação foi realizada nas suas casas da Gafanha da Nazaré onde sempre sen mos e percebemos melhor a envolvência do serviço noexemplodeMaria,nossaMãe. BarcadaMissãoJubilar Face á cada vez maior degradação da barca que serviu de símbolo na nossa Missão Jubilar, a Junta Regional após alertar os responsáveis da nossa diocese e em reunião no Município de Aveiro com a Senhora Vereadora Raquel Madureira, o Monsenhor João Gonçalves Gaspar, representando a diocese de Aveiro e o Chefe Regional foi decidido o CNE de Aveiro recolher esta barca, repara-la o melhor possível e depois ficará no nosso museu a ser implantadonanovasederegional. Açãolocal Conforme o descrito no relatório de 2013, com a eleição do Chefe Norberto Correia para Chefe Nacional este departamento foi ex nto cabendo ao Chefe Regional a condução do mesmo. Em ano de Acampamento Regional foi di cil desenvolvermos um trabalho mais pro cuo na sensibilização para a criação de novos agrupamentos. Acreditamos também que o próprio ACAREG pela sua envolvência em várias comunidades e pela própria notoriedade que criou deve ter sensibilizado outras paróquias e seus sacerdotes para esta dinâmica do Escu smo na nossa juventude. Mesmo assim foram filiados como agrupamentos em formação os agrupamentos de Silva Escura e OliveiradoBairro.Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 07
  7. 7. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português08| I.ConsideraçõesPreliminares A Assistência Regional (AR) nunca se cansará de relembrar, mesmo que até à exaustão, a opção católica ea matrizeclesialdo Corpo Nacionalde Escutas – Escu smo Católico Português (CNE) a todososseusníveisesemexcepções.Apesarde na associação se sen r uma certa distracção acerca deste material “gené co” como índice de força e oportunidade, o facto é que apesar desta desatenção, estas caracterís cas têm contribuído para o seu sucesso educa vo e sua valorização social e cívica - nos seus objec vos, na sua visão de futuro, nos processos de implantação, expansão e missão. Nunca é demais lembrar o programa natural da assistência regional e do seu papel, assim como o da assistência nos seus vários níveis, sendo que as suas competências e os seus campos de acção estão abundantemente explanados nos vários textos regulamentares, e largamente explicitados nos Estatutos (entre outros, no ar go 41º) e no Regulamento Geral (entre outros,noar go27º)doCNE. A longo do ano de 2014, aqui abordado, a AR manteve em constante atenção a actuação e intervenção nos desafios que implicaram a sua dimensão de presença, es mulo e par cipação quer no acompanhamento comprome do que fez junto dos membros e grupos de trabalho ligados à Junta Região de Aveiro quer de forma especial junto das funções de toda a Equipa que compõe o “execu vo” da Junta Regional (JR). Apesar de sabermos que essa actuação é uma obrigação, a AR teve também que administrar b e m e s s a m i s s ã o , m u i t a s v e z e s incompreendida, e teve que gerir os desgastes que a falta de comunicação e outros equívocos que um aparente ambiente de ingerência e intromissãogeraramtantasvezes. A ida, em Abril, de D. António Francisco dos Santos para a vizinha diocese do Porto, o compasso de espera de nomeação de um novo bispo para a nossa diocese e a vinda de D. António Moiteiro Ramos para Aveiro geraram algumas retracções nos ritmos e desafios, normais nestas fases de transição. Esse facto não desanimou ou enfraqueceu as perspec vas regionais do CNE. A AR con nuou assim a fazer o acompanhamento nos vários âmbitos de trabalho da Região de Aveiro do CNE, de forma muito par cular na implementação do novo sistema de formação dos dirigentes e candidatos a dirigentes e nas realizações calendarizadas, tendo geralmente seguido todas de perto e intensificando uma intervenção especial, no que foi possível, da preparação do Acampamento Regional – ACAREG2014. A AR fez também parte da frente ac va que fomentou, organizou e fortaleceu os projectos e planos de expansão do movimento, nomeadamente no crescimento da associação, sobretudonasáreasNascenteedaBairrada. Ao longo do ano a AR foi criando as oportunidades possíveis no aprofundamento informado e responsável da matriz cristã católica da associação. O envolvimento e a proximidade da Região de Aveiro do CNE na vida eclesial da diocese têm marcado a planificaçãoanualdoCNEeasuasintoniacoma Igreja Diocesana, facto que se tem demonstrado de uma posi va abundância de ASSISTÊNCIA REGIONAL PADRE MANUEL AUGUSTO DIÁCONO ÉLIO SIMÕES [VERA CRUZ]
  8. 8. Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 09 possibilidades na concre zação do Programa Educa vodoCNE. II.Objec voseEstratégias A AR procurou representar o Bispo Diocesano no CNE e animar, com os dirigentes leigos, a comunidade escu sta, no sen do de ela ser espaço eclesial de evangelização e vivência da Fé. A mo vação, orientação e cooperação para o crescimento do Escu smo na Região de Aveiro, na forma própria na sua matriz cristã- católica bem como o es mulo a todos os agrupamentos da região para a vivência da Missão Jubilar; objec vos que foram a ngidos. Um novo plano irá implicar a insistência e o aperfeiçoamento na con nuidade dos desafios queestesobjec vosgeraisaindalançam. Entre as estratégias concre zadas, a AR, como resultantes dos objec vos gerais, acompanhou a equipa da Junta Regional e dos dirigentes que coordenam a vida dos agrupamentos tendo procurado organizar os recursos da espiritualidade e da animação da Fé nas várias acções e nos vários departamentos. A AR procurou mo var e desenvolver em todas as suas áreas específicas a implementação Programa Educa vo do CNE e das orgânicas a ele ligado. A AR procurou reforçar, nas ac vidades, o papel da oração e da espiritualidade e as suas vertentes forma vas como meios privilegiados de fazer a sintonia com os objec vos finais do sistema de progresso proposto. A AR sensibilizou algumas das paróquias que ainda não nham agrupamentos, seus párocos, de forma a daí resultarem e oportunidades para o surgimento de novos grupos, trabalho este que foi feito também em parceria com a coordenação das áreaspedagógicas. A par r dos dinamismos que a missão jubilar (2012-2013) proporcionou, e mesmo com os constrangimentos da fase de transição para um novo bispo da diocese, prolongou-se esta posi va influência da missão jubilar, e mesmo a sua ampliação nas acções e projectos, levando os cristãos a viver o seu ser em Cristo e empenhando as pessoas na construção de um mundo melhor, duas realidades que responsável e conscientemente guiaram e dirigiram alguns dos compromissos regionais noespaçodiocesano. A celebração dos 90 anos da associação e a celebração dos 100 anos da chegada a Portugal do movimento passaram algo despercebidas na região, mas colocam mesmo assim sérios desafios a todos os intervenientes do processo educa vo que o Escu smo proporciona, quer para as actuais gerações quer para aqueles que vão receber este legado. Valores de iden dade, a b e r t u ra , i nte g ra çã o, co m u n h ã o e evangelização con nuam a ser chaves de interpretação de um i nerário a concre zar na par cipação das ac vidades e a materializar na cooperação entre todos os níveis de responsabilidade, não só ao nível regional mas nosoutrossectoresdeintervençãoeactuação. Foi preocupação permanente de toda a Junta Regional o crescimento sustentado e a expansão integrada da associação pela região. A nomeação do Chefe Norberto Correia, detentor do departamento da Acção Local da Junta Regional para liderar a equipa da Junta Central, trouxe a reestruturação possível, em fa s e fi n a l d o m a n d a t o . J á ex i s t e m agrupamentos em todos os dez concelhos que integram a região de Aveiro e pretende-se que as áreas Nascente e da Bairrada possam crescem. É matéria de preocupação, mesmo para AR, o apoio à gestão sustentada dos agrupamentos que já existem, muito deles a viver algumas dificuldades que terão que ser diagnos cadas com o apoio e compromisso dos assistentes locais – pois em alguns casos os agrupamentos preparam um cenário de encerramento e ex nção. A AR manteve uma especial atenção e acompanhamento à promoção, par cipação e enriquecimento dos tempos de formação na região quer no arranque que houve do novo quadro norma vo de Formação de Dirigentes quer em vários espaços de trabalho alargado a outros conteúdos ou à memória de aspectos significa vos na pedagogia ou mesmo em outras áreas de actuação. Resultante também de um historial de inicia vas para renovação da animação pedagógica do movimento durante
  9. 9. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português10| os úl mos anos, a AR acompanhou o processo de implementação nos agrupamentos e os pressupostos do Programa Educa vo. A AR também procurou desenvolver a u lidade dos recursos proporcionados pelo Campo de Formação de São Jacinto, da gestão da Junta Regional, no suscitar algumas inicia vas, trazidas pela con nuidade e avaliação de um trabalho já desenvolvido – o ano escu sta 2014-15 procurará materializar esse trabalho. Foi pena não ser ter aproveitado a recta final da década Internacional “Água para a Vida” e da década das Nações Unidas para a “Educação do Desenvolvimento Sustentável”. Além disso iniciou-se a década, também no âmbito das Nações Unidas, sobre a Biodiversidade, sem ter havido visivelmente um proveito desse facto. O ano de 2014 foi o ano internacional da agricultura familiar e também da cristalografia - todas estas e outras comemorações, trouxeram consigo vários meios e uma diversificação variadaderecursoseoportunidadesparaavida da associação, entre outros níveis o da região, e nela da espiritualidade cristã que não foram suficientemente u lizados. Houve eleições em Outubro de 2014 de um novo grupo de trabalho, escolhido através do processo de escru nio estabelecido, cumpridas as homologações previstas. Essa rota vidade teve também em conta as responsabilidades que vindas da matriz iden tária da associação e do elo espiritual indissociável do movimento, dando lugar, dentro do possível, a uma rec ficação e renovação de processos cria vidade no serviço. Também as futuras instalações e os compromissos assumidos com a construção de uma sede para a Junta Regional (Bairro de São Tiago – Glória) es veram aí, ao longo do ano de 2014, e a AR procurou colocar- se a par dessa realidade e de envolver outros actores. Apesar de ter faltado alguma informação, em boa parte jus ficada pela concentração de esforços na preparação e organização do ACAREG, o decorrer do projecto procurou não estar centrado numa pessoa ou num pequeno grupo mas sim no serviço fiel e generoso de todo um con ngente regional, nos seusagrupamentosdeformaconcreta. III.Calendário Como já atrás foi referido a AR esteve nas reuniões de Junta Regional e par cipou na gestão do plano regional e nos trabalhos das suas várias equipas. Apenas para referir de soslaio, e no que se diz respeito ao calendário de 2014, promovemos, apoiamos e par cipamos,entreoutrasacções: · nas jornadas do Chill em São Jacinto · no dia do Pensamento na Torreira · no primeiro Ei e o início do primeiro PIF da Região com a realização do IPE · nos dias de áreas do Lobito, Explorador, Pioneiro · no ERCA na Branca · no Dia da Região – Festa de São Jorge em Avanca · na acção de verão do Centro Escu sta em S. Jacinto ·noACAREGdaTorreira
  10. 10. ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA NUNO NOGUEIRA [VILAR] Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 11 SECRETARIAS REGIONAIS
  11. 11. “A humildade é caminhar na verdade e só Deus é a nossafortaleza”. Com humildade e verdade, tendo como força motora e mo vadora, Deus que nos une e nos faz irmãospelamesmafé,fomosfortes: -NasJornadasdoChill,aoreunirmos164dirigentes, vindos de 33 Agrupamentos e das 4 áreas pedagógicas, para que no novo Programa Educa vo o Sistema de Progresso fosse melhor entendido, ajudando os dirigentes a ultrapassar algumas dificuldades que nham sido colocadas nas reuniões por áreas e departamentos já referenciadasnorelatóriode2013. -NoapoioaosChefesdedepartamentopara prepararoACAREG2014naTorreira. Nãofomostãofortes: - No momento de ajudar no ACAREG a parte educa vadassecções. -Etambémnãoexis uumaperfeitaligaçãoentreos diferentes níveis, Nacional, Regional e Local, para avaliar o estado ou nível de implementação do ProgramaEduca vo. NãoquerodeixardelouvaranovaEquipaRegionale desejar a todos, com a nossa ajuda um bom desempenho em prol dos nossos Jovens e deste escu smoquearegiãodefende. PROGRAMA EDUCATIVO ALBERTO COSTA [TROFA-SEGADÃES] ADULTOS CARLOS CRUZ [ESGUEIRA] O ano de 2014, foi o úl mo ano do mandato da Junta Regional anterior, que terminou em 04/11/2014. Entretanto como esta secretaria con nuou à minha responsabilidade, no actual mandato da Junta Regional, o relatório compreende todas as a vidades do ano de 2014. Como estava planeado, iniciámos em 2014, a formação de dirigentes, no novo modelo de formação. Este modelo, chama a um papel muito importante o Chefe de Agrupamento e o Tutor de Formação. Para além dos formandos, também vemos que formar estes dois intervenientes, para assim cumprirmos com o definidoparaonovomodelodeformação.Éum processo mais trabalhoso para os formadores, mas com a colaboração de todos, formadores, C.A. e tutores, foi possível iniciar e por a funcionarestemodelodeformação. Vivemos a alegria do grande encontro regional, de escuteiros, dirigentes e candidatos a dirigentes, o ACAREG/2014. Foi muito importante a presença de um tão grande número de candidatos a dirigentes, bem a presença nesta a vidade de candidatos de agrupamentosemformação. Es vemos presentes e proporcionámos as seguintesações,em2014: - Em 15/1, realizaram-se as Jornadas do Chill (formaçãodedirigentes); - Em 6/3 e 7/11, realizaram-se 2 Conselhos Consul vosparaChefesdeAgrupamento; - Em 20/9 reuniram os formadores da nossa região; -Em4e5/10,realizou-seoencontro“Enforma”, encontro nacional de formadores, a nossa região esteve representada por 3 dirigentes, o encontrofoinaregiãodeBraga; - Em 1/3, realizou-se o 1º e 2º E. I. (Encontro Inicial para candidatos a dirigentes), frequentaram60candidatos; -Realizámos5encontrosdeformaçãoepar lha para tutores de formação e 1 encontro de formaçãoparaChefesdeAgrupamento; - Em 27 e 28/9, realizou-se o 1º e 2º I.P.E. (Iniciação à Pedagogia Escu sta), formação para candidatos a dirigentes, es veram em formação44candidatos; - 5 e 6/7 e 25/10, realizaram-se 2 encontros nacionais dos Comités de Adultos e Programa Educa vo, realizadas nas regiões de Lisboa e Santarém, respec vamente, a nossa região esteverepresentada; - Acompanhámos os 2 novos agrupamentos, Silva Escura e Oliveira do Bairro, tendo reunido nassuassedes. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português12|
  12. 12. No decorrer deste ano um dos obje vos fundamentais foi mo var todos os agrupamentos desta área na par cipação no nosso grande acampamentoregional. Es vemos em várias reuniões com as direções dos agrupamentos e par cipamos nas suas festas e a vidades mais marcantes, nomeadamente vigílias epromessas. Na avaliação de implementação do programa educa vo trabalhamos de perto com a Secretaria responsável onde avaliamos o desenvolvimento do mesmo na vida dos agrupamentos desta área. Colaboramos de perto na mo vação e organização das “ Jornadas do Tchill” ferramenta que se mostrou muito importante na formação e par lha dos Dirigentesdestaáreaedanossaregião. ÁREA NORTE ÁREA DA BAIRRADA A Secretaria Regional Pedagógica da Área da Bairrada neste ano procurou incen var e apoiar os Agrupamentos da Àrea a par ciparem no ACAREG2014 . Acompanhamos os Agrupamentos sempre que fomos solicitados pelos seus responsáveis, e es vemos presentes nos momentos mais marcantes da vida dos Agrupamentos da Área edaRegião. - Par cipação nas Promessas/vigilia de Oração dos Agrupamentos,paraasquaisfomosconvidados. - Festa das Sopas do Agrupamento de Avelãs de Cima. -Preparação e distribuição dos relatório e plano de A vidadesaosAgrupamentos. PAULO DANIEL [FERMENTELOS]FÁTIMA MARQUES [ARADAS] Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 13 SECRETARIAS REGIONAIS PEDAGÓGICAS
  13. 13. Em2014,vivemossegundoolema: “NA VERDADE E NA HUMILDADE CONSTRUIMOS A NOSSAFORTALEZA” Foi nesta Verdade e nesta procura de humildade que quisemos construir esta fortaleza na nossa Área Sul, neste Escu smo da nossa Região cada vez mais capaz,cadavezmaisforte. No decorrer do ano de 2014 con nuamos o nosso serviço no apoio aos agrupamentos desta Área Sul da Região de Aveiro. Quisemos sempre perceber cada vez melhor a vida dos nossos agrupamentos. Para isso sempre procuramos estar mais perto e aproveitando todas as oportunidades para mantermos um diálogo próximo e constante com os nossos Chefes de Agrupamento e outros dirigentes que cada um a seu nível nos ia par lhando da vida doseuagrupamentoousecção. As Jornadas do Tchill que foram um espaço importante na orientação e formação dos nossos dirigentes veram uma interessante adesão dos dirigentesdestaárea. O acampamento regional mobilizou-nos a todos para esta grande a vidade. Foi trabalho desta secretaria mo var e apoiar todos os agrupamentos à sua par cipação. Não queríamos ninguém de fora neste ACAREG. Procuramos esclarecer, ajudar a ultrapassar obstáculos, a organizar par cipações inter-grupos e tudo isto para proporcionarmos aos nossos escuteiros a melhor a vidade com a melhor companhia,adeles. QuisemosetrabalhamosparaquenaJuntaRegional pela informação e par lha prestada sen sse e percebesse a realidade de cada agrupamento da nossa área. O inverso também o fizemos, levar a Junta Regional a cada agrupamento. Nas suas festas e comemorações, nos seus eventos sempre procuramos estar representados e integrados nesta comunhãodeescu smoemcadacomunidade. ÁREA SULÁREA NASCENTE No seguimento do nosso lema para 2014, “Na verdade e em humildade construímos a nossa fortaleza”, tentamos reforçar a nossa verdadeira fortaleza: a nossa fé! É ela que nos põe a caminho paraconcre zarosnossosprojetos. O principal obje vo era mo var e incen var todos os agrupamentos a par cipar no ACAREG. Este obje vo foi conseguido quase em pleno, havendo apenas dois agrupamentos da área nascente que nãoconseguiramestarpresentes. Ao nível das a vidades de área e região procuramos dar apoio na medida que nos foi solicitado. MarcamospresençanoEncontrodeguiasIIsecçãoe IIIsecções enodiadolobitodaáreanascente. Propusemo-nos estar presente nos momentos mais importantes da vida dos Agrupamentos. Nesse sen do marcamos presença nas promessas dos nossos escuteiros bem como nas promessas de novosdirigentes. Na sequência dos esforços para promover o CNE junto de novas paróquias nasceu o Agrupamento de Silva Escura que contou na sua formação com lobitos exploradores, tendo este ano já com pioneiros. Promovemos também um encontro de chefes de AgrupamentoqueserealizouemAlbergariaaVelha. Aqui tentamos perceber as necessidades de formação dos dirigente e alertar para a aplicação do programaeduca vo. ADRIANA SANTOS [FONTE DE ANGEÃO]RAQUEL CAMÕES [BRANCA] Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português14|
  14. 14. 1ª SECÇÃO PALMIRA CRUZ (ESGUEIRA) Tendocomocentromo vadoroACAREG2014,todo o trabalho da Iº secção foi no sen do de mo var todas as alcateias da Região para que es vessem presentesnareferidaa vidade. A equipa regional da Iº mostrou-se sempre disponível para ajudar todas as Alcateias a superar as dificuldades que ao longo do percurso de preparação fossem surgindo. Houve reuniões preparatórias com as equipas de animação onde foram esclarecidas dúvidas e distribuídos os trabalhos de preparação/mo vação para o ACAREG, sempre com o obje vo de reunir todas as Alcateiasnestagrandea vidaderegional. Como a vidades preparatórias, a equipa da Iº organizou: Encontro de Guias da Iº Secção Realizado na Torreira para uma primeira abordagem ao local e tendo como único obje vo ajudar os guias asaberprepararuma“Caçada”. Es verampresentes84GuiasdetodaaRegião. Dia do Lobito Esta con nua a ser a principal e a mais esperada a vidade para todos os Lobitos, quer pela sua mís ca quer pela oportunidade de encontrar amigosquevãofazendoemoutrasAlcateias. Realizou-se em Março na Área Norte e em Abril nas outras Áreas devido a dificuldades de calendarização. Este ano teve como tema “NA JANGALVAMOSCANTAREDANÇARPARAOMAUGLI ALEGRAR”, indo ao encontro de um sen r comum à maioria das Alcateias que sentem haver dificuldades na área da animação. Como sempre, o dia do Lobito teve a par cipação de quase todas as Alcateias e cada área apresentou uma a vidade bem organizada e preparada com muito cuidado e comoenvolvimentodetodos. S.Jorge Este ano realizou-se em Avança, teve a par cipação de28Alcateiascomumtotalde343Lobitos Foi apreciada de um modo especial a manhã de jogos que os Lobitos e os Dirigentes viveram com alegriaeentusiasmo. ACAREG 2014 Foi a principal a vidade deste ano escu sta. Vivida intensamente desde a sua fase de preparação, culminou com um campo da Iº cheio de Lobitos e de Dirigentes mo vados e felizes por terem par cipadoapesardocansaço. Todos os trabalhos andaram à volta do tema da “Família”e,cadaumadasfamílias,cons tuídaspara o efeito, deu o melhor de si para se apresentar da melhorformaeparaquetudofuncionasse. Par ciparam no ACAREG 29 Alcateias com um total de 441 Lobitos e 74 Dirigentes distribuídos por 12 famíliasagrupadasem3sub-campos. A equipa regional da Iº Secção agradece a todos a sua colaboração, só com o vosso contributo foi possíveltudooquesefez. 2ª SECÇÃO CLARA FARIAS (BARRÔ) A vidades regionais: Encontro de Guias Data - 11 de Janeiro de 2014 Local – Campo Escola Dr. Horácio Cura – Palhaça A vidade de preparação para o ACAREG, onde es veram presentes 128 guias de patrulha das diferentesáreasdaregião. Formados por patrulhas desenvolveram, apresentaram e elegeram três projetos que serviram de base para o planeamento das a vidadesdesenvolvidasnoACAREGdaIISecção. ACAREG Data – De 1 a 7 de Agosto de 2014 Local – Torreira Valor – Natureza Tema – Descobrimentos Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 15 DEPARTAMENTOS
  15. 15. 3ª SECÇÃO 4ª SECÇÃO SÉRGIO RIBEIRO (ARADAS) FILIPA MATIAS (ÁGUEDA) Para além das a vidades gerais, cerca de 600 exploradores navegaram em três naus comandadas por Vasco da Gama, Infante D. Henrique e Fernão de Magalhães respe vamente, e com MariaMar, viveram um dia de cidade, um de campo e um de praia inesquecíveis. Todos passaram o cabo das tormentas, mas todos descobriram que independentemente da rota percorrida podiam encontrar MariaMar em qualquer canto do mundo, porqueELAestáemcadairmãoescuta. Com MariaMãe, os exploradores que es veram alerta na noite de festa na praia, descobriram na NaturezaorumoáFELICIDADE. Sendo 2014 o ano do nosso Acampamento Regional, facilmente se compreenderá que grande parte das a vidades realizadas estejam, direta ou indiretamente, relacionadas com este grande momento, a grande concentração dos nossos escuteiros da Região de Aveiro, nos dias 1 a 7 de agostonaTorreira–Murtosa. Compreendendo a necessidade das Comunidades se prepararem para o ACAREG 2014, a Equipa Regional de Animação da IIIª Secção entendeu libertá-lasdea vidadesRegionais,atéporqueoano 2013 foi um ano exigente com a Missão Jubilar da nossa Diocese, acompanhando-as sempre que necessárioesolicitado. No dia 15 de fevereiro realizamos no Campo Escu sta da Palhaça um Encontro de Guias e Chefes de Unidade, com vista à preparação e delineação de algumas a vidades para o ACAREG. Por um lado preparamos os escuteiros para transmi r alguns conhecimentos nas suas Comunidades. Por outro lado ouvimos a opinião, quer dos Chefes de Unidade, quer dos Pioneiros, sobre que po de a vidades poderíamos desenvolver, tendo como temaaCultura. A27deabrilrealizou-seemAvancaoDiadeS.Jorge, para o qual esta equipa contribuiu com a organização do dia de a vidades para os Pioneiros e Marinheirosquenelepar ciparam. Muitas foram as reuniões de preparação para o ACAREG, que esta Equipa manteve com vários dirigentes da Região que colaboraram diretamente connosco. A semana do ACAREG refle u, sem dúvida, todo o tempo de preparação e dedicação que nos consumiu. Tirando a chuva de sábado à noite, que levouàalteraçãodeplanos,masquefoiaproveitada por muitos para momentos de convívio, foi possível concre zar tudo o que fora planeado. O envolvimento dos dirigentes presentes foi crucial para que em todas as a vidades, dentro do campo, na praia (quer na ria, quer no mar) ou no raid, se pudesse alcançar os obje vos pretendidos. O raid longo, a alimentação nem sempre dentro do necessário ou desejado, o volume baixo dos al falantes e a música constantemente repe da, referidos nas avaliações como pontos menos posi vos, foram sendo subs tuídos por uma par lha entre equipas de diferentes comunidades, dentro das suas Companhas da Arte Xávega ou Cais de Barcos Moliceiros e por uma aproximação cada vez maior ao Imaginário do ACAREG e ao do Campo da IIIª. É de salientar a compe ção saudável que se sen u entre as subdivisões do Campo, bem como entre as equipas que as cons tuíam. A forma de pontuação estabelecida permi u que as equipas mostrassem as suas capacidades e se aplicassem para a ngir bons resultados. Conhecer as tradições e cultura da Murtosa foi facilitado com os jogos e dinâmicas criados, o que seria impensável de concre zar, sem o empenho e dedicação de todos osquefizerampartedestafestaescu sta. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português16|
  16. 16. CENFA S.JACINTO INTRODUÇÃO O ano de 2014 foi para o CENFA, um ano regular, quer no que respeita aos níveis de ocupação quer às caracterís cas dos u lizadores que o preferiram paraassuasa vidades. Como se previra houve de fato um decréscimo em termos de u lizadores oriundos da nossa Região, jus ficado pela realização do nosso acampamento regional. De referir que serviu o nosso campo como estrutura deapoioespecialmenteaoroverdoAcareg. Con nuou-setambémnoprocessodepromoçãodo campo aquém e além fronteiras através dos meios habituais. Com a entrada do nosso Bispo Dom António Manuel Moiteiro, vemos o cuidado de lhe apresentar o nosso CENFA e de com ele par lhar um pouco do nosso Campo mas também as nossas preocupações e algumas linhas de orientação rela vas à gestão do campo QUANTO AOS OBJETIVOS QUE NOS PROPUSEMOS ATINGIR Foi feita uma gestão cuidada dos meios financeiros no sen do de preservar o equilíbrio das receitas com as despesas sem descurar as áreas onde o inves mentoénecessário. Elaborou-se um projeto de candidatura ao programa PAPERA promovido pela CIRA que, por não se enquadrar nas linhas orientadoras estabelecidas,nãofoicontemplado. Foram feitas as obras entendidas como emergentes paraamanutençãodocampo,comespecialatenção à s c o n d i ç õ e s d e s e g u r a n ç a q u e s e consubstanciaram no reforço dos ex ntores disponíveis e na manutenção / revalidação dos já existentes. Também se tornou necessária a aquisição de dois frigoríficos para subs tuição de outros dois que estavamemmuitomauestadodepreservação. Procedeu-se também a uma análise cuidada dos projetos pedagógicos existentes como oferta do campo,seucustoerespe voretornofinanceiro. Par ndo-se sempre do pressuposto que o desempenho financeiro não é fator de avaliação de peso que condicione a existência ou não existência dessa oferta, por outro lado já a frequência com que os mesmos são solicitados ou representam mesmo um “produto âncora” para os u lizadores é fundamental. De fato, no universo dos u lizadores e durante um ano escu sta, os programas podem ter sido pedidos / referidos três ou quatro vezes pelos requerentes dasreservas. Projetando assim este fato nos elevados custos financeiros que representaria para o campo ter um staff de programas disponível unicamente para estas oportunidades, leva-nos a concluir que necessitamos de redefinir as linhas mestras que orientaram a criação destas oportunidades pedagógicas e torná-las acessíveis aos con ngentes numa perspe va de auto-desenvolvimento, através do fornecimento de materiais – box pedagógica – e apoiopontualparaoseudesenvolvimento. É uma área que vai ser alvo de uma atenção especial no próximo ano em que serão pedidos apoios à JOSÉ CARLOS E. SANTOS [ÁGUEDA] Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 17
  17. 17. S e c reta r i a Re g i o n a l Pe d a gó g i ca e a o s DepartamentosRegionaisdasSecções. A nível de a vidades em campo foi adquirido equipamento de protecção pessoal para slide e rappel e colocada a nível experimental uma linha de slide que ainda está em formato provisório, sendo necessária a sua reformulação para obedecer aos rigorososcritériosdesegurança,semoquenãoserá autorizadaasuau lização. Face ao forte envolvimento dos escuteiros na preparação do Acareg, não foram promovidas as designadas Jornadas de Serviço, sendo que se irá retomar o conceito, na medida do possível, assim que oportuno, no entanto e de forma autónoma, vemos clãs entre nós que deram algum tempo do seu serviço ao campo entre os quais Fonte Angeão, Esgueira e Estarreja sendo que Estarreja não só uma nem duas vezes esteve entre nós a prestar serviço. Também a eles o nosso agradecimento por incluiremoCENFAnosseusprojetosdeserviço. Também temos dirigentes que disponibilizam algum do seu tempo em prol do campo e dos quais, entendemos justo destacar, o Chefe Carlos Branco e o candidao Hugo Maia do Agrupamento de S. Bernardoquetêmprestadoapoioemváriasáreas. Rela vamente ao staff de campo, começa-se a construir uma bolsa de caminheiros que regularmentevêmprestarserviço,masaindanãose conseguiu uma equipa estável que permita de um ano para outro estabelecer um plano de permanência que assegure com estabilidade e com regularidade o apoio necessário especialmente nas alturasdemaiorocupação. A todos os que por lá passaram e nos concederam a ge n e ro s i d a d e d o s e u s e r v i ço o n o s s o reconhecimento. Tem sido integrado staff estrangeiro, - vemos este ano dois rovers da Associação Escu sta Católica Húngara durante um mês em campo - decorrente não só de candidaturas espontâneas mas também no âmbito do projeto de intercâmbio da rede Goose Network, que no próximo ano irá levar dois elementosdonossostaffparaumcampoeuropeu. O campo tem par cipado, sempre que entendido ú l e oportuno nas inicia vas de ordem nacional e internacional prosseguindo o obje vo de, através de uma par cipação a va, dar a conhecer cada vez mais e melhor o próprio campo e mesmo a nossa Região. Resultado desse inves mento que tem sido feito, entendemos como forma de reconhecimento, a indicação de S. Jacinto como um dos campo organizadores da CMC 2015 – Conferência Europeia dos Diretores dos Centros Escu stas, que se realizará na República Checa e da qual, para além do nosso CENFA, fazem parte o VASSARO da Suécia, o PAX LODGE ( Londres ) das Guias, o KAPRALUV Mlin da Republica Checa – que irá acolher o evento – e ainda Nizar YAICHE, comissário internacional da WOSM. Estavainicialmenteprevistorealizar-seemS.Jacinto a fase da descoberta do projeto SOW – Scouts of the World do qual o campo é (?)um campo base, mas foi adiadopelaequipanacionalresponsável. ALGUMAS INICIATIVAS PARALELAS / EVENTOS E PARCERIAS Sendo os meses de Julho e Agosto os que registam as maiores taxas de ocupação, entende o campo que nestas datas devam ser promovidas inicia vas de animação de acesso livre, como tempo alterna vo para os con ngentes ocuparem o seu tempoassimqueiram. Assim eventos como “ Dançar com a Natureza”, “Danças do Mundo”, a feira exposição de objetos escu stas “EXPOTROCAS” que já conquistou um espaço próprio – um agradecimento ao Chefe Gonçalo Ma as de Águeda que assume a sua organização desde o início - , a demonstração da equipa de Judo do Beira Mar, - a vidade impulsionada pelo Chefe Nuno de S. Bernardo que já não se encontra no a vo - são inicia vas a preservaremesmoaincrementarnocampo. O Geocaching é um jogo mundial com uma componente pedagógica muito interessante, havendo já inclusivé um insígnia mundial escu sta para os par cipantes. Tentou-se organizar uma inicia va que fosse fermento para outras de maior dimensão mas não foi conseguida por indisponibilidade de tempo e também por não se terconseguidomobilizarosrecursosdisponíveis. Iremos mantê-la em agenda para, caso a oportunidadesurjaapossamosrealizar. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português18|
  18. 18. Numa perspec va de integração na comunidade local também con nuamos a disponibilizar de forma gratuita o nosso espaço à Junta de Freguesia ondedecorremdoisdiasdasemanaqueédes nada pelaautarquiaàColóniadeFérias. DA OCUPAÇÃO DO CAMPO As Regiões do Porto e de Braga con nuam a ser as maiores u lizadoras do nosso campo, registando as duas quase metade da taxa de ocupação com 30 agrupamentos do Porto que nos visitaram e 17 de Braga. OCUPAÇÃO POR REGIÃO A nível de secções a II Secção é a que regista uma maiortaxadeocupaçãocomcercade32%dototal. OCUPAÇÃO POR SECÇÃO OUTRASINFORMAÇÕES Foramdetetadosnocampopinheirosqueestavama cons tuir um risco iminente de queda sobre as linhas de eletricidade e que também estavam a causardesníveisnopisodaviapública. Procedeu-se à comunicação às en dades competentes deste facto, tendo sido então entendidocomoformadeagilizarmaiscéleramente o processo, o campo adquirir os referidos exemplares para abate, tendo-se seguido então esteprocedimento. CONCLUSÃO Mais um ano em que S Jacinto con nua no seu caminho de proporcionar aos escuteiros um espaço dea vidadesemproximidadecomanatureza. Com a oferta crescente de centros para a vidades escu stas, importa ter a consciência do desafio que éconseguirfazerdeS.Jacintoumespaçoapetecível, com oferta pedagógica e com infra estruturas adequadas, respeitando as con ngências e aproveitando as vantagens de uma área integrada numaReservaNatural. 06 Março | Dia da Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto 21 Março | Dia Mundial da Floresta 05 Maio | 26º Aniversário do CENFA 05 Junho | Dia Mundial do Ambiente 12/13 Julho | Expotrocas 01/07 Agosto | Acareg 11/12/13 Setembro | Geocamp – Encontro Internacional de Geocachers Iª IIª IIIª IVª DIR. 707 964 558 267 475 24% 32% 19% 9% 16% Iª IIª IIIª IVª DIR. Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 19
  19. 19. INTRODUÇÃO Cada vez mais é importante passarmos aos nossos escuteiros o conceito de “vistas largas” tantas vezes referido pelo nosso Fundador. Num mundo que caminha para um processo de globalização, a dimensão internacional tem que ser apoiada e mesmo promovida como uma oportunidade que também nos prepara para os desafios de hoje. DAS ATIVIDADES E PLANO Conforme o plano inicial, o Departamento Internacional con nuou na sua missão de suporte às inicia vas internacionais dos agrupamentos da região, apoiando na elaboração dos projetos, dando pareceres e assumindo também o seu papel de interlocutor. Também divulgou na região as inicia vas e oportunidades que surgiram do nível nacional e internacional, numa postura de colaboração próxima com a Secretaria Internacional da Junta Central. Estando no plano a intenção de promover uma a vidade internacional de alcance regional neste ano, entendeu-se por bem adiar visto que haveria mudanças nos órgãos de gestão regionais. Entretanto e já resultado das eleições regionais iniciou-se em finais de 2014 os procedimentos para nomeação de um novo responsável pelo Departamento Internacional Regional que também irá liderar o processo de inscrições no Curso de Formadores de EPI que irá ser promovido pelos ServiçosCentrais. O presente ano foi caraterizado ainda pela pouca visibilidade no crescimento das obras da nossa nova sede. Mas ninguém baixou os braços. Durante o ano foram recolhidos a maioria e os mais importantes orçamentos para um avanço significa vo desta obra. Este processo da recolha de orçamentos é um processo moroso e tem de ser feito com o máximo cuidado.Seonossoprincipalobje voéconseguiros orçamentos de valores mais económicos, nunca nos podemos esquecer da boa qualidade dos produtos e trabalhos e das garan as que os mesmos são executados nos prazos previstos. Conciliar todas estas variáveis não foi tarefa fácil, mas acreditamos ter conseguido as melhores propostas para a finalizaçãodanossasederegional. A maioria destes orçamentos foram adjudicados aindanodecorrerdesteano,nomeadamente: -Portasejanelasemalumínio; -Elevador; -Canalização; -Eletricidade; -Rebocodeparedesetetos; -Soleirasepeitorisemmármore; -Enchimentoepavimentaçãodechãodeobra; Fasesdeobraquedecorreramnesteano: - Preparação de obra – acerto de padieiras ombreiras; -Divisãodacavecomalgunsrebocoseregularização depavimento; - Abertura e construção de poço para recolha das águaspluviais; - Regularização de pavimento com tout-venan na parteposteriorelateraldaobra; -ColocaçãodeportãoeportanaCave DEPARTAMENTO INTERNACIONAL EDIFÍCIO DA SEDE REGIONAL JOSÉ CARLOS E. SANTOS [ÁGUEDA] MANUEL SANTOS Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português20|
  20. 20. Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 21 O funcionamento da Loja Escu sta garan u, duma forma geral, o atendimento, dentro dos horários programados. Os Agrupamentos liquidaram dentro dos prazos previstos, as cedências a crédito, originando uma maior liquidez e possibilitando, desse modo, o aumenta do stock, permi ndo a aquisição imediata pelosassociados,dequasetodososar gos. A mudança de instalações beneficiou todos os associados, já que o espaço envolvente permite um estacionamento fácil, possibilitando o acesso imediatoàsinstalações. Existe um aspeto nega vo, para as pessoas com restrições de mobilidade, já que o elevador, tem avariasmuitofrequentes. Os Agrupamentos aumentaram e diversificaram os ar gosdisponíveis,permi ndo-lhesaangariaçãode fundos,paraassuasaçõeseduca vas.. Ascedênciasacrédito,nãopodemseremi daspelo programadefaturação do DMFNacional,obrigando à u lização de outro programa o que dificulta o controlo de stocks. Contudo, os programas de faturação, têm funcionado corretamente. irá ser promovidopelosServiçosCentrais. DMF CARLOS AGOSTINHO [VAGOS]
  21. 21. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português22|
  22. 22. Junta Regional de Aveiro | relatório e contas 2014 | 23
  23. 23. Corpo Nacional de Escutas | Escutismo Católico Português24|
  24. 24. CORPO NACIONAL DE ESCUTAS ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS REGIÃO DE AVEIRO geral geral chefia regional chefe regional chefe regional adjunto secretarias regionais recurso dos adultos pedagógica comunicação e imagem património e ação local ambiente administrativa e financeira assistência assistente assistente adjunto "nós" bairrada norte sul nascente secções 1ª secção 2ª secção 3ª secção 4ª secção departamentos proteção civil formação patrulha da sede outros dmf informática conselho fiscal comissão eleitoral mesa do conselho regional geral@aveiro.cne-escutismo.pt cheferegional@aveiro.cne-escutismo.pt cheferegionaladjunto@aveiro.cne-escutismo.pt adultos@aveiro.cne-escutismo.pt pedagogica@aveiro.cne-escutismo.pt comunicacao@aveiro.cne-escutismo.pt acaolocal@aveiro.cne-escutismo.pt ambiente@aveiro.cne-escutismo.pt secretaria@aveiro.cne-escutismo.pt assistente@aveiro.cne-escutismo.pt assistenteadjunto@aveiro.cne-escutismo.pt bairrada@aveiro.cne-escutismo.pt norte@aveiro.cne-escutismo.pt sul@aveiro.cne-escutismo.pt nascente@aveiro.cne-escutismo.pt iseccao@aveiro.cne-escutismo.pt iiseccao@aveiro.cne-escutismo.pt iiiseccao@aveiro.cne-escutismo.pt ivseccao@aveiro.cne-escutismo.pt protecaocivil@aveiro.cne-escutismo.pt formacao@aveiro.cne-escutismo.pt patrulhadasede@aveiro.cne-escutismo.pt dmf@aveiro.cne-escutismo.pt informatica@aveiro.cne-escutismo.pt conselhofiscal@aveiro.cne-escutismo.pt comissaoeleitoral@aveiro.cne-escutismo.pt mesaconselhoregional@aveiro.cne-escutismo.pt com o apoio: Praceta de Ílhavo - Mercado de Santiago - 3810-145 Aveiro tel. 234 381 290 e-mail: info@aveiro.cne-escutismo.pt www.aveiro.cne-escutismo.pt www.facebook.com/JRAveiro.CNE

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