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Apresentações 3º dia VI SEPE UFFS Campus Passo Fundo

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Apresentações 1º dia VI SEPE UFFS - Campus Passo Fundo em 20 de Outubro de 2016.

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Apresentações 3º dia VI SEPE UFFS Campus Passo Fundo

  1. 1. Universidade Federal da Fronteira Sul Núcleo Extensionista Rondon Contribuir para a formação do universitário como cidadão. Interação entre a Universidade e a Sociedade. Espaço de reflexão acerca das diferentes realidades. Ensino, pesquisa e extensão como parte do direito humano à educação. Respeito a diversidade e ao outro devem fazer parte das ações da universidade. Jorge Luiz dos Santos de Souza; Diego José Baccin; Rafael Kremer. A educação emocional e a ética também devem estar incluídas na formação do universitário.
  2. 2. A CULTURA COMO POTENCIALIZADOR DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NO CAMPUS PASSO FUNDO: UMA ANÁLISE DO PROJETO “ARTE PROMOVENDO SAÚDE E SAÚDE FAZENDO ARTE”. Autores: Bruna Cecchin, Carina Andressa Dick, Janaína Cossetin, Jorge Luiz dos Santos de Souza, Michelli Almeida Fleck, Suelen Zanoni Bertuzzi, Vanderleia Laodete Pulga Edital Bolsa Cultura 318/2015 INTRODUÇÃO: O projeto “Arte promovendo saúde & saúde fazendo arte” é a primeira iniciativa do curso de medicina na UFFS Campus Passo Fundo de incentivo a cultura onde são utilizadas técnicas de palhaços, circenses, teatrais e atividades lúdicas com o apoio do grupo Ritornelo de Teatro. OBJETIVO: Analisar a produção acadêmica gerada a partir da institucionalização do projeto nos anos de 2014 até 2016/1. METODOLOGIA: Busca no banco de dados do próprio projeto que é constituído pelos relatórios anuais de todos os participantes. RESULTADOS: Como resultado foi encontrada uma produção de 10 trabalhos; 1 em 2014, 6 em 2015 e 3 em 2016 até o mês de julho. Os trabalhos foram apresentados em diversas modalidades como: pôster, apresentações orais; apresentação por meio audiovisual (vídeo), publicações de resumos em congressos e seminários (1 local, 2 regionais, 2 nacionais e 5 internacionais). CONSIDERAÇÕES FINAIS: As intervenções artístico-culturais produzem grande potencial de conhecimento acadêmico acerca de discussões da interação entre a arte e a saúde. Sua importância vai além do interesse local e regional, pois a nível nacional e até internacional, existem discussões e iniciativas nos espaços de divulgação científica para o conhecimento gerado por meio da arte e da cultura em suas diversas formas e em diferentes espaços. CONCLUSÃO: Constata-se, com isto, a arte como forte influência na produção e divulgação de conhecimento acadêmico e popular, evidenciando seu caráter educativo, científico e sua relevância na formação de médicos e profissionais da saúde.
  3. 3. CONSELHO LOCAL DE SAÚDE COMO PROTAGONISTA DE PROBLEMATIZAÇÃO: SE ESSA RUA FOSSE MINHA? Alessandra Suptitz Carneiro; Daniele Leão de Freitas; Gabrieli Escobar Ferron; Francine Feltrin de Oliveira; Leila Juliana Antunes Rigo; Marindia Biffi Universidade Federal da Fronteira Sul/Campus Passo Fundo Residência Multiprofissional em Saúde – Ênfase Saúde da Família e Comunidade INTRODUÇÃO Os Conselhos de Saúde são definidos como órgãos colegiados de caráter deliberativo e permanente, com participação paritária de usuários, profissionais da saúde, representantes do governo e prestadores de serviço, estando presentes em todas as esferas de governo. Nesse sentido, o Conselho Local de Saúde (CLS) é uma ferramenta essencial para dar voz aos problemas locais das comunidades e empoderar os usuários. Foi através desse espaço que residentes multiprofissionais, preceptores e usuários adscritos no território de uma Estratégia de Saúde da Família (ESF) organizaram a ação “Se essa rua fosse minha?” a fim de, sensibilizar usuários quanto à problemática do lixo nas ruas dos bairros que cercam a ESF. OBJETIVO O presente resumo objetiva relatar a vivência quanto à organização da ação “Se essa rua fosse minha?”. METODOLOGIA Metodologicamente, trata-se de um relato de experiência, de natureza descritiva/qualitativa. RESULTADOS A partir do levantamento da problemática do lixo pelos próprios moradores, houve um reconhecimento do território onde foram realizados registros fotográficos de vários focos de lixo, que posteriormente, foram fixados em murais contendo o nome da rua onde o foco de lixo foi encontrado. Após apresentação e aprovação dos murais em reunião do CLS, pensaram-se em diversos momentos e espaços em que os murais pudessem estar à mostra, de forma itinerante em locais estratégicos dos bairros. Até o presente momento, os murais foram apresentados em espaços de convívio religioso da comunidade. Estes espaços mostraram-se estratégicos por abranger um grande número de usuários, aproveitando ambientes de lazer e cultura para instigar a reflexão do compromisso social que cada cidadão exerce no território. Durante a atividade, percebeu-se que diversos usuários reconheceram as ruas onde moram como foco de depósito de lixo, momento este que causou estranheza e preocupação diante do pensamento de fazer parte do descaso que acomete as ruas do território. CONSIDERAÇÕES FINAIS A ação proposta mostrou-se válida e efetiva, visto que é necessário sensibilizar a comunidade de que, para o sucesso da integralidade nas questões de saúde é necessário que ambiente e seres humanos estejam convivendo em harmonia, e, por conseguinte, que haja engajamento dos diversos segmentos sociais atuantes no território diante dos condicionantes de qualidade de vida da população.
  4. 4. Referências Bibliográficas 1.SILVA M.L., RACCIONI T. M. Relato de experiência: oficinas de teatro como recurso terapêutico ocupacional em um serviço residencial terapêutico. Rev. Terapia Ocupacional Universidade São Paulo. 2015 maio-ago;26(2):267- 73. 2.AZEVEDO D.M., MIRANDA F.A.N. Oficinas terapêuticas como instrumento de reabilitação psicossocial: percepção dos familiares, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ean/v15n2/v15n2a17>. Acesso em: 01de Jun. 2016 INTRODUÇÃO Para fomentar o processo de constituição de novas práticas terapêuticas de cuidado multiprofissional, é necessário construir espaços de socialização, expressão e produção artística, pois estes promovem trocas afetivas e de materiais, produção e ressignificação do cotidiano, assim as oficinas terapêuticas de teatro são espaços que visam à inserção do usuário em um meio social, através de atividades de expressão corporal que promovam a manifestação de sentimentos e vivências, com a ajuda de profissionais de diferentes áreas. OBJETIVOS Reconhecer, através da prática de exercícios psicofísicos o corpo em vida, buscando potencializar as capacidades expressivas, sensíveis e artístico-criativas. METODOLOGIA Esse projeto foi implementado em parceria com o Núcleo Municipal de Educação e Saúde Coletiva (NUMESC) e a Prefeitura Municipal de Marau/RS. As oficinas acontecem semanalmente, nas Estratégias de Saúde da Família (ESF), dos bairros São José Operário e Santa Rita, e é composta por equipe multiprofissional. O público-alvo é a comunidade em geral, exceto crianças menores de 8 anos. RESULTADOS As práticas exigiram do usuário domínio nas atividades, trabalhando a autoestima e autoconfiança, aprendendo a lidar com a ansiedade e com a convivência em grupo, além de permitir e facilitar a experimentação de novas formas de expressão diferente das cotidianas. Esta, mostrou que pode ser um cuidado complementar à outros tratamentos, uma vez que os pacientes necessitam de alternativas diferenciadas para resolução de seu problema. CONCLUSÕES As oficinas de teatro representaram um importante instrumento de cuidado, baseado em novas práticas terapêuticas, diferente do modelo médico-centrado e medicalizado. Dentre este universo de manifestações, envolvendo o corpo e a mente, o teatro, pode tornar-se o meio mais completo e transversal de lidar com os próprios sentimentos e o fortalecimento da socialização. O TEATRO COMO OFICINA TERAPÊUTICA NAATENÇÃO BÁSICA Gabriela Marodin, Andressa Maciel, Marina Pitágoras Lazzaretto, Alessandra Suptitz Carneiro, Daniele Leão de Freitas, Gabrieli Escobar Ferron, Vanderléia Pulga
  5. 5. VI SEPE - UFFS A ARTE PRODUZINDO A SAÚDE DA POPULAÇÃO E DOS ESTUDANTES DE MEDICINA Bruna de Oliveira ¹, Janaina Cossetin ¹, Diego J. Baccin 2, Vanderléia L. Pulga 2. Discente do Curso de Medicina da UFFS – Campus Passo 1 Discente em Medicina na UFFS, Campus Passo Fundo. Bolsista de extensão pelo edital Nº210/2016 2 Docente do curso de Medicina da UFFS, campus Passo Fundo. A integralidade é um dos princípios que regem o Sistema Único de Saúde que orienta os processos de cuidado em saúde numa perspectiva humanizadora e produtora de autonomia das pessoas. Assim, o projeto “Arte Promovendo Saúde & Saúde Fazendo Arte” nasceu da vontade experienciar ferramentas para um cuidado integral a todos (as) usuários do SUS e de refletir sobre a importância da arte na saúde no processo de formação médica, no sentido de aproximar e criar vínculo entre os profissionais de saúde, estudantes de medicina e a população que utiliza os serviços de saúde. . Ao longo do percurso acadêmico, são estudados os mecanismos funcionais do corpo humano, como saber intervir quando os mecanismos estão com determinadas doenças a fim de que se reestabeleça a harmonia dos órgãos funcionais. Sabe-se também, que os processos de saúde e adoecimento das pessoas têm determinantes sociais, econômicos e culturais, exigindo estratégias de promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde das populações e formas de comunicação que permitam resolutividade frente às situações de saúde que se apresentam cotidianamente. Assim, as ações de promoção de saúde que vem sendo desenvolvidas a partir das artes cênicas e outras linguagens de expressão corporal estão promovendo interação com as comunidades, em unidades básicas de saúde, ambientes hospitalares e outros locais de cuidado. Além disso, estão promovendo espaços e relações solidárias, saudáveis e de alegria nos próprios ambientes universitários. Ao desenvolver essas ações de cuidado em saúde percebeu-se que não apenas os usuários, mas também os acadêmicos são visivelmente beneficiados, pois potencializa o tratamento das pessoas e contribui na arte de curar os próprios estudantes. Percebe-se a melhora na expressão corporal, na desinibição, no desenvolvimento da empatia, na capacidade de colocar-se no lugar do outro, em habilidades imprescindíveis para a comunicação se tornar mais leve e estabelecer um vínculo com os usuários. Os acadêmicos tornam-se mais humanizados, criando laços de reciprocidade e de satisfação ao fazer outras pessoas felizes e com saúde. Além disso, a utilização das artes cênicas articuladas à cultura e a saúde atua de forma terapêutica, já que o contato com a arte permite ao acadêmico usá-la como suporte nos momentos de estresse e conturbações, tornando esse momento além de relaxante e alegre, uma forma de projetar suas angústias interiores para fazer o bem. Dessa forma, percebemos que oferecer carinho é uma das formas mais fantásticas de cuidar. O amor não se esgota, quanto mais se oferece mais se recebe e mais se multiplica. Quando nos sentimos amados, nos sentimos cuidados, o corpo humano libera endorfinas promovendo bem estar, confiança e motivação. A arte produzindo mais saúde e sentidos ao viver.
  6. 6. ATIVIDADES LÚDICAS COMO FORMA DE DESMISTIFICAR O PAPEL DO MÉDICO: UMA EXPERIÊNCIA DO PROJETO ARTE PROMOVENDO SAÚDE & SAÚDE FAZENDO ARTE UFFS/PF Bruna de Oliveira¹, Janaina Cossetin¹, Lucas H. Lenhardt², Júlia G. Passos², Diego J. Baccin³, Vanderléia L. Pulga³. Discente do Curso de Medicina da UFFS – Campus Passo Introdução O projeto “Arte Promovendo Saúde & Saúde Fazendo Arte” é uma iniciativa do curso de Medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Passo Fundo/RS, de incentivo na área da Cultura, o qual busca articular estudantes, técnicos, docentes, atores culturais voluntários, trabalhadores da Saúde e lideranças das comunidades que desenvolvem ações lúdicas e de intervenção artístico-culturais nos territórios de inserção da UFFS/Campus Passo Fundo por meio de projetos com usuários do SUS e seus familiares na área médica, buscando integração ensino-serviço- comunidade Objetivo Demonstrar como realmente funciona o atendimento médico, desmistificando seu papel e, os procedimentos de saúde, por meio de atividades lúdicas com crianças internadas no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP/PF). Resultados e Conclusões 1 Discente em Medicina na UFFS, Campus Passo Fundo. Bolsista de extensão pelo edital Nº210/2016 2 Discente em Medicina na UFFS, Campus Passo Fundo. Aluno voluntário pelo edital Nº210/2016 3 Docente do curso de Medicina da UFFS, campus Passo Fundo. As atividades possibilitam a apropriação da concepção, dos princípios, valores e experiências de educação popular em saúde e da Política Nacional de Educação Popular em Saúde no cotidiano dos serviços de saúde e na formação médica. O público-alvo do projeto são os pacientes internados na ala pediátrica do Hospital São Vicente de Paulo, no município de Passo Fundo/ RS, pois foi observado que a tentativa dos pais em levar os filhos ao médico, geralmente, envolve uma missão árdua, de modo que as crianças costumam encarar a consulta com esse profissional como um momento de pavor ou medo. O urso, componente principal da atividade, tornou-se o objeto de interação entre o usuário e o profissional da área da saúde para relacionar melhor e de forma mais positiva as crianças com um ambiente hostil e assustador que é o hospital, para a maioria delas. A adesão e participação das crianças foi extremamente proveitosa, visto que foram observados o diálogo e a interação construtiva em que se desenvolveu a atividade. Para as crianças que não podiam sair do leito, a visita ocorreu de forma adequada de modo que elas também recebessem o ursinho, explicando aos pais o projeto e o objetivo com que se tinha por meio dele. O envolvimento dos estudantes se torna extremamente auspicioso quando estão despidos de receio e conseguem, aos poucos, a confiança das crianças e essas, com mais leveza e com ar de divertimento, aproveitam esses momentos das atividades para se alegrarem. É evidente, no final das práticas realizadas a sensação de alívio e comprometimento dos pais, profissionais e estudantes, com o usuário e destes com seus ursos. As atividades participam na humanização dos estudantes de medicina e de práticas de educação em saúde. Os resultados do projeto desenvolvido são amplos e revelam a eficiência na redução de ansiedade e receio das crianças, possibilitando um prognóstico mais favorável e um processo de adoecimento menos fatigante e de solidão, além de ressignificar a imagem do médico, mitigando o medo e favorecendo um melhor atendimento. Fonte: Rádio Uirapuru
  7. 7. Bruna de Oliveira¹; Janaina Cossetin¹; Diego José Baccin²; Vanderléia Laodete Pulga². 1 Discente do Curso de Medicina da UFFS – Campus Passo Fundo. Bolsista de extensão pelo edital Nº210/2016. 2 Docente do Curso de Medicina da UFFS – Campus Passo Fundo. ARTE E CIÊNCIA, ASPECTOS HISTÓRICOS E REFLEXIVOS Introdução Metodologia Objetivo Resultados Conclusão Nota-se que o cientificismo, por si só, busca proporcionar emoção ao descobrimento de algo, porém, é por meio da arte e de sua essência piegas que se consolida o protagonismo subjetivo. Mais recentemente há produções científicas que expressam a relevância da arte e da cultura na produção de saúde e de cuidado na perspectiva da integralidade da saúde. Ao longo da história das artes, podemos verificar diferentes interações entre arte e ciência e, a partir disso, nota-se que a inspiração de vivenciar tais acontecimentos torna o lado onírico mais progressivamente estimulado e, não por isso, menos fidedigno tanto aos valores reflexivos dos humanos, quanto ao valor racional. Nas artes plásticas, por exemplo, há essa relação entre as duas áreas de forma antiga, seja com o conceito e a prática da anatomia, seja pela própria clínica médica e o contato semiológico médico- paciente. Analisar a evolução histórica e a compatibilidade da arte e a ciência, dentre elas, principalmente a medicina e o teatro. Revisão da literatura nas seguintes bases de dados: Scielo e Google Acadêmico. Foram pesquisados os descritores: arte e medicina, arte e ciência, teatro e ciência. Observou-se que alguns períodos históricos possuem maior verticalidade para a convergência dessas duas áreas dos saberes, sendo o Renascimento o auge e, quiçá, o mais influente. Alguns estilos próprios de arte como o teatro Clown também favorecem uma aproximação da medicina com a arte e proporcionam formas terapêuticas diferenciadas a pacientes hospitalizados, as quais geraram resultados tão positivos que a técnica se espalhou para diversos países, embora com denominações diferentes, porém, seguindo o mesmo perfil e a essência que a intervenção inicial ocorrida em 1986, em Nova Iorque. Referências Bibliográficas LIMA, Regina Aparecida Garcia de et al . A arte do teatro Clown no cuidado às crianças hospitalizadas. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo , v. 43, n. 1, p. 186-193, Mar. 2009 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342009000100024&lng=en&nrm=iso>. access on 12 Mar. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342009000100024. LOPES, Thelma. Luz, arte, ciência... ação!. Hist. cienc. saude-Manguinhos, Rio de Janeiro , v. 12, supl. p. 401-418, 2005 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 59702005000400021&lng=en&nrm=iso>. access on 14 Mar. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702005000400021. ZANINI, Walter. Arte e História da arte. Estud. av., São Paulo , v. 8, n. 22, p. 487-489, Dec. 1994 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103- 40141994000300070&lng=en&nrm=iso>. access on 15 abril. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40141994000300070. MACHADO, José Alberto Gomes. A História da Arte na encruzilhada. Varia hist., Belo Horizonte , v. 24, n. 40, p. 523-530, Dec. 2008 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-87752008000200012&lng=en&nrm=iso>. access on 18 maio. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-87752008000200012.
  8. 8. Introdução: A educação permanente em saúde, consolidada como política desde 2009 torna-se um importante terreno para promover a problematização dos modos de agir em saúde e do protagonismo dos profissionais neste processo. Como forma de organização descentralizada, a política prevê a constituição de espaços microrregionais de discussão, as denominadas Comissões de Integração de Ensino e Serviço- CIES. Objetivo Promover encontro entre os gestores, trabalhadores, instituições de ensino e movimentos sociais, com o intuito de problematizar o cotidiano de trabalho e refletir sobre as ações de educação permanente em saúde que estão sendo desenvolvidas pelos municípios de abrangência da 6ª CRS/RS. Metodologia: A Cies se reúne mensalmente, nas quintas - feiras na sede da 6ª CRS/RS. Sob coordenação das integrantes do Numesc do município Marau-RS e das residentes do Programa de Residência Multiprofissional da Saúde da Família e Comunidade o encontro contou com a participação de representantes de 6 municípios. A atividade consistiu em três momentos, onde no primeiro as pessoas foram convidadas a ouvir, sentir e vivenciar a música Admirável Gado Novo, do cantor Zé Ramalho. Em seguida, o grupo foi subdividido, onde cada participante recebeu um trecho da música, para que juntos pudessem pensar o seu processo de trabalho e as ações de educação permanente que estão desenvolvendo. Por último, os relatores de cada grupo apresentaram as questões que foram levantadas para reflexão. Discussão e resultados Os envolvidos ocuparam o espaço para (re)lembrar e (re)significar os sentidos do processo de trabalho. Alguns participantes reviveram com a música, as experiências de lutas e desejos durante as suas trajetórias na área da saúde. Outros trouxeram para a roda sentimentos, angústias, potencialidades e desafios para serem compartilhados e repensados coletivamente e interdisciplinarmente. Por ter em seu eixo central a problematização do serviço, a residência multiprofissional em saúde tem muito a contribuir nesses espaços que tornam vivo o processo reflexivo do cotidiano de trabalho. Ocupar e vivenciar esses espaços nos campos possibilita aos envolvidos a construção de novas possibilidades de resistência e de reconhecimento das potências que envolvem as ações de educação permanente em saúde. Palavras Chave: Residência Multiprofissional; Educação Permanente; Atenção Básica EXPERIMENTANDO A EDUCAÇÃO PERMANENTE: A RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL PROBLEMATIZANDO O AGIR EM SAÚDE Marina Pitagoras Lazaretto ; Gabriela Marodin;Viviane Kullmann; Daniele Freitas; Sandra Mara Setti; Vanderléia Pulga

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