A escola que ensina: A prática dos novos saberes no processo de ensino e aprendizado para as séries iniciais

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A escola que ensina: A prática dos novos saberes no processo de ensino e aprendizado para as séries iniciais

  1. 1. A ESCOLA QUE ENSINA: A PRÁTICA DOS NOVOS SABERESNO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZADO PARA AS SÉRIES INICIAIS.  
  2. 2. Apresentação Pessoal.Apresentação do Cronograma: - Tempestade de Ideias. - Desenvolvimento do tema.
  3. 3. TEMPESTADE DE IDEIAS
  4. 4. Quais as dificuldadesenfrentadas em sala de aula que comprometem o processo de ensino e aprendizado?
  5. 5. Que fazer ou qual os métodos que podem facilitar no processo de ensino e aprendizado?
  6. 6. A ESCOLA DE ONTEM
  7. 7. Há 30 anos: o professor era o centro do processo de ensino.
  8. 8. Alunos apenas comomeros receptores de saberes.
  9. 9. O excelente professor era o que mais sabia.
  10. 10. A APRENDIZAGEM ERA UMARESPONSABILIDADE DO ALUNO.
  11. 11. A ESCOLA DE ONTEMO lúdico é visto como uma infraçãoàs disciplinas ou às tarefas que são necessárias para a prática da existência de todo homem.
  12. 12. A ESCOLA DE HOJE
  13. 13. Rotinização do saber.
  14. 14. Professores como reprodutores de informações = PROFESSORES CD/DVD.
  15. 15. Falta de interesse dos alunos.
  16. 16. Falta de apoio e participação da família.
  17. 17. Falta de interesse dos professores.
  18. 18. A ESCOLA QUE QUEREMOS
  19. 19. Parceira do professor em sua formação.
  20. 20. A produção e construção deuma escola ocorrem por meios de ações coletivas
  21. 21. O professor como um técnico de futebol.
  22. 22. Espaço de socialização e construção do saber.
  23. 23. A escola e o professor como orientadores do aprendizado.
  24. 24. OS TIPOS DE PROFESSORES.REATIVO: Forma suas expectativas a partir do comportamento dos alunos; é sensível as mudanças; mas nada faz para compensar as diferenças iniciais.
  25. 25. PROATIVO: Forma expectativas; é sensível aos comportamentos; suas interações são conduzidas pelos objetivos educacionais, a fim de compensar as diferenças iniciais entre os estudantes e favorecer o crescimento dos alunos mais fracos
  26. 26. SUPER-REATIVO: Produz “profecias”auto- realizadoras; expectativas menos acuradas; interação conduzida pelas suas expectativas; comportamento menos afetivo; ignora as mudanças positivas dos alunos e diminui as oportunidades de aprendizagem dos alunos mais fracos.
  27. 27. Não seja umprofessor, seja um mestre.
  28. 28. É atualizado, competente, ético e integrado relacionalmente.
  29. 29. É aquele que a partirde episódios práticos e cotidianos dos alunos, conseguem introduzir os conhecimentos teóricos.
  30. 30. Desperta no aluno odesejo de aprender pelo prazer de saber.
  31. 31. Adapta-se ascaracterísticas dos alunos com a finalidade de estabelecer um bom relacionamentopara o aprendizado.
  32. 32. Valoriza a autonomia doeducando e aplaude as suas iniciativas pessoais.
  33. 33. Reconhece as diferençasentre seus alunos, por tanto aprendem de forma autônoma.
  34. 34. Valoriza acuriosidade natural do seu aluno e valoriza suas respostas.
  35. 35. Age como um ser estimulador,procurando tornarseus alunos seres interrogadores e (re) construtoresdos significados.
  36. 36. Leva o conhecimento, abusca, a resposta e as ideias dosseus alunos parafora/ além da sala de aula.
  37. 37. Prepara a aulapensando em si, ou nos seus.
  38. 38. É exemplo em todas as áreas = PROFESSOR ESPELHO.
  39. 39. O professor impõe o aprendizado, precisa cobrar a matéria. O mestre desperta a vontade de aprender”. Içami Tiba.
  40. 40. A BOA AULA PELO BOM MESTRE. • Uma gostosa refeição: Visual provocante, cheirosa e saborosa.• Coloca o aluno como protagonista, propondo sua participação ativa na gestão do processo de aprendizagem e cooperação.• Produz no aluno interrogações e o induz a buscar as respostas.• Não se limita a simples repetição/ reprodução; não se deixa rotinizar.• Mexe com a imaginação dos alunos, arrebata-os do “seu estado inerte”.• Promove uma interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento (As Ciências).•  • # FREINET: Defendia a aula extra-sala.• # CELESTINO: Defendia a exploração do conhecimento prévio do aluno.• # PIAGET: Defendia a ideia da construção do saber coletivo.• # J. DEWEY: Defendia o aprendizado continuo a partir de múltiplas experiências.• # Mª MONTESSORI: O professor como grande incentivador pela busca do saber.
  41. 41.   A boa aula na prática: O uso do lúdico no processo de ensino e aprendizado.
  42. 42. Nas séries inicias, as crianças aprendem de formas diferentes.ENSINO FUNDAMENTAL VER – OUVIR-PEGAR .
  43. 43. As séries inicias devem ter seus conteúdos trabalhados e relacionados a identidade e autonomia. As experiências para esse fim deve está voltadas a: brincar, arte, movimento e linguagem oral.
  44. 44. A Organização da sala de aula é super importante no processo de ensino aprendizado. As salas devem estar decoradas de acordo com os saberes característicos da idade,ano e do segmento.
  45. 45. A Sala de aula deve possuir um espaçorelaxado e descontraído. As aulas devem ser prazerosas.
  46. 46. O professor pode criar sua própria historia e trabalhar com os alunos o seu texto através de encenações.
  47. 47. O MUNDO DE CÂMARA CASCUDO Viva Deus e ninguémmais, quando Deus não quer, no mundo nada se faz!
  48. 48. • Quando uma criança brinca, ou mesmo o adulto, inventa o mundo para si mesma, descobre uma realidade, experimenta novas formas, novos papéis.
  49. 49. • Os temas devem estar de acordo com interesses genuínos da idade, como afazeres cotidianos, bichos e etc.
  50. 50. • Não escolarizar a tarefa e esperar algum resultado da parte das crianças. CONHECIMENTO PRÉVIO• Por tanto, nada de questionários.• O melhor é bater papo e trocar impressões sem compromissos.
  51. 51. • As atividades físicas dão as crianças experiências de prazer muito mais intensas do que o brinquedo. Por isso não confundam, lúdico não é brinquedo.
  52. 52. O prazer de aprender através do lúdico não é uma característica definidora do brinquedo.
  53. 53. O prazer derivado do brinquedo na idade escolar é controlado por motivações diferentes.
  54. 54. Nas brincadeiras de fabricação a criança aprende e se diverte com o juntar, combinar, modificar, transformar e criar novos objetos.
  55. 55. As brincadeiras funcionais podem sermovimentos muito simples, como: encolher os braços ou as pernas, agitar os dedos, tocar objetos, produzir ruídos ou sons e etc.
  56. 56. Nas brincadeiras de Aquisição a criançapercebe, compreende e aprende através do olhar e do ouvir.
  57. 57. • As atividades lúdicas é muito mais do que sentar com as crianças e realizar atividades com o brincado.• Todas as atividades realizadas que MEXAM fisicamente e mentalmente são consideradas lúdicas.• Se brincar faz parte da infância e é promotor de desenvolvimento e da aprendizagem, então: brincadeira, jogos e os brinquedos são ferramentas indispensáveis ao professor.
  58. 58. O PODEROSO CHEFÃO A PROFECIA. A VIDA É BELA. ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ
  59. 59. O GLADIADOR. O ARTISTAO SILÊNCIO DOS INOCENTES. A LISTA DE SCHINDLER.
  60. 60. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
  61. 61. “Ensinar não étransmitirconhecimento,mas criarpossibilidades paraa sua produção oua sua construção”.Paulo Freire.

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