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Deficits de atenção e escolaridade v4

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Deficits de atenção e escolaridade v4

  1. 1. Déficits de Atenção e Escolaridade <br />Profa. Dra. Josiane Maria de Freitas Tonelotto<br />Maio/2010<br />tonelotto.blogspot.com<br />
  2. 2. Déficits de Atenção e Escolaridade<br />Josiane Tonelotto<br />Atenção<br /><ul><li>O que é atenção?
  3. 3. Quais as principais funções da atenção?
  4. 4. Qual a relação entre funcionamento cerebral e atenção?</li></ul>Aprendizagem<br /><ul><li>Como aprendemos?
  5. 5. Como a atenção influencia no que e como aprendemos?
  6. 6. A falta de atenção tem impactos sobre a aprendizagem? atenção</li></ul>Transtorno do déficit de atenção com e sem hiperatividade (TDAH)<br /><ul><li>O que é? E o que causa?
  7. 7. Quais as características principais?
  8. 8. Como se manifesta?
  9. 9. Como se faz o diagnóstico
  10. 10. Omo se trata?</li></ul>tonelotto.blogspot.com<br />
  11. 11. Atenção<br /><ul><li>Atenção é a habilidade de estar ciente dos estímulos a que um organismo está exposto, incluindo estímulos internos como pensamento e memória e estímulos externos como cenas e sons.
  12. 12. É a base de toda atividade mental como por exemplo pensamento, linguagem, resolução de problemas.
  13. 13. Requisito para a maior parte dos processos cognitivos especialmente a memória.
  14. 14. Pode ser considerada como o clímax da integração mental e maior pré-requisito para a manifestação tanto da capacidade intelectual quanto da capacidade reflexiva.</li></li></ul><li>Atenção<br /><ul><li>Pesquisas sobre atenção tiveram um maior avanço a partir de 1950, através das abordagens experimentais.
  15. 15. Conceito multidimensional, estudado pela Psicologia, Neurologia, Filosofia, Pedagogia, Psiquiatria e Neuropsicologia.
  16. 16. Aspectos positivos: orientação exploração, concentração e vigilância
  17. 17. Aspectos negativos: distração, baixa capacidade de concentração e persistência, confusão e omissão.</li></li></ul><li>Atenção<br />Pertence à formação reticular, responsável pelo controle do nível de consciência e dos mecanismos de alerta que preparam o indivíduo para reagir aos estímulos externos.<br />SISTEMA RETICULAR ATIVADOR<br />Fibras ascendentes e descendentes<br /><ul><li>Pesquisas experimentais e achados clínicos revelam que a atenção não pode ser vista como um processo que pode ser localizado numa única região cerebral.
  18. 18. Não é uma função unitária , mas de outra forma refere-se a uma classe de processos cognitivos e comportamentais que controlam e selecionam estímulos e respostas.
  19. 19. Possibilita o processamento ativo de uma quantidade limitada de informações dentre a enorme quantia de informações disponíveis através de nossos sentidos, de nossas memórias armazenadas e de outros processos cognitivos.</li></li></ul><li>Funções da Atenção<br /><ul><li>Seletiva
  20. 20. É possível escolher prestar atenção a alguns estímulos e ignorar outros.
  21. 21. Ex: podemos prestar atenção à leitura de um livro ou à escuta de uma aula, ao mesmo tempo que ignoramos estímulos, conversas.
  22. 22. Na seletividade o primeiro passo é a recepção dos estímulos através de nossos receptores sensoriais.
  23. 23. Em seguida, focaliza-se o que mais dirige nossa busca, o que possui maior número de informações.
  24. 24. Pode-se selecionar um objeto pela sua cor, forma e localização.
  25. 25. Dois sistemas atuam nessa seleção: um sistema anterior e um sistema posterior.</li></li></ul><li><ul><li>Vigilância
  26. 26. Esperamos atentamente detectar o aparecimento de um estímulo específico.
  27. 27. Tentamos vigilantemente detectar se percebemos ou não um sinal, um determinado estímulo alvo de interesse.
  28. 28. Por meio da atenção vigilante para detectar sinais, estamos prontos para agir rapidamente quando detectamos os estímulos sinais.
  29. 29. Exemplo: em uma rua escura, podemos tentar detectar cenas ou sons indesejáveis; ou após um terremoto, podemos ser cuidadosos quanto ao cheiro de vazamento de gás ou de fumaça; ou em uma exploração submarina, podemos ficar alertas quanto a sinais incomuns de sonar.</li></ul>Funções da Atenção<br />
  30. 30. <ul><li>Sondagem
  31. 31. Procura ativa de estímulos particulares. Freqüentemente envolvemo-nos em uma ativa sondagem quanto a estímulos específicos.
  32. 32. Por exemplo: se detectamos fumaça (em conseqüência à nossa vigilância), podemos envolver-nos em uma ativa sondagem quanto à origem da fumaça; podemos estar procurando chaves, óculos, etc. </li></ul>Funções da Atenção<br />
  33. 33. <ul><li>Atenção dividida
  34. 34. Distribuição de nossos recursos de atenção disponíveis para coordenar nosso desempenho em mais de uma tarefa ao mesmo tempo.
  35. 35. Freqüentemente, executamos mais de uma tarefa ao mesmo tempo e deslocamos nossos recursos de atenção para distribuí-los conforme necessário.
  36. 36. Por exemplo: dirigimos e conversamos</li></ul>Funções da Atenção<br />
  37. 37. Atenção/Função Executiva<br /><ul><li>Funções executivas são conceitos aplicados ao conjunto de atividades mentais complexas necessárias para planejar, organizar, guiar, revisar e monitorar o comportamento necessário para alcançar metas.
  38. 38. Estas funções começam a se desenvolver a partir do primeiro ano de vida e continuam desenvolvendo-se até a adolescência.
  39. 39. Por meio delas, por exemplo, podemos focalizar a atenção em uma atividade sem a interferência dos estímulos distratores.
  40. 40. As funções executivas permitem guiar nossas ações mais pelas instruções que damos a nós mesmos, do que por influências externas (seletividade) e permitem a auto-regulação do comportamento ou a inibição dos impulsos para podermos executar aquilo que nos propomos a fazer(concentração ).</li></li></ul><li>Atenção/Função Executiva<br />
  41. 41. Alerta, orientação e função executiva<br />Posner<br />Alerta – seleção da informaçãoOrientação – concentração e aplicação de recursos mentais<br />Função executiva – controle e automaticidade da ação<br />
  42. 42. Aprendizagem<br /> - relacionar<br /> - adquirir<br /> - conectar<br /> - criar<br /> - comunicar<br />
  43. 43. Aprendizagem<br />INPUT<br />ENTRADA<br />OUTPUT<br />SAÍDA<br />PROCESSING<br />OPERAÇÕES<br />Resposta<br />Auto-avaliação<br />Atitudes<br />Motivações<br />Expectativas<br />Atenção<br />Recepção/Aquisição<br />Memória<br />Compreensão<br />Generalização<br />
  44. 44. Aprendizagem e atenção<br /><ul><li>A atenção é um dos requisitos ou competências básicas da aprendizagem mais importantes, pois é necessária para que um estímulo seja percebido, elaborado e transforme-se em resposta, que deve em seguida ser avaliada.
  45. 45. Segundo Luria (1981), a abordagem neuropsicológica confere à atenção o status de imprescindível e precedente de todos comportamentos envolvidos no processamento da aprendizagem, por ser relevante não só para que ela se processe, mas também para que seja mantida.</li></li></ul><li><ul><li>Dimensão orgânica – maturação morfofuncional (auge entre 6,5 e 9 anos).
  46. 46. Até 2 anos – atenção é controlada por estímulos ambientais poderosos ou biologicamente significativos (demanda interna e externa).
  47. 47. Entre 2 e 5 anos – surge o controle voluntário e seletivo.
  48. 48. Aos 6 anos o controle passa a ser interno, controlado, estável e eficiente (situação normal).</li></ul>Aprendizagem e atenção<br />
  49. 49. Aprendizagem e atenção<br />
  50. 50. Aprendizagem e falta de atenção<br /><ul><li>As aprendizagens formais, transmitidas pela escola dependem essencialmente para que sejam processadas da integração entre: pensar, sentir, falar, ouvir e agir.
  51. 51. Para crianças que manifestam nível inadequado de atenção no contexto escolar essa integração é particularmente difícil.
  52. 52. Crianças com déficits de atenção obtém menor sucesso na aprendizagem formal porque exibem comportamentos incompatíveis com aqueles necessários à aprendizagem.
  53. 53. As principais dificuldades são decorrentes da limitação de recursos para que as tarefas sejam iniciadas, concluídas, mudanças sejam feitas e organizadas em diferentes níveis.</li></li></ul><li><ul><li>A falta de atenção,é uma das grandes causas das dificuldades de aprendizagem, freqüentemente acompanhada por problemas de comportamento, de processamento cognitivo, ansiedade e desordens do humor, com preponderância dos comportamentos anti-sociais.
  54. 54. As falhas específicas definidas por atraso na aquisição da atenção seletiva ocasionam dificuldades de memorização e organização do conhecimento.</li></ul>Aprendizagem e falta de atenção<br />
  55. 55. Transtorno do Déficit de Atenção<br /><ul><li>É a condição extrema e patológica do déficit de atenção;um dos mais estudados e mais controversos distúrbios do desenvolvimento da infância.
  56. 56. Por ele se interessam profissionais de diversas áreas principalmente pelos resultados do impacto na vida escolar e familiar que produz.
  57. 57. Tem sido estudado desde os anos de 1900, foi apresentado com nomes diversos como lesão cerebral mínima, disfunção cerebral mínima, síndrome hiperativa da infância, etc.
  58. 58. Nos anos 70 foram focalizados os déficits de atenção precisamente e no final desta década houve uma explosão de estudos sobre o tema.</li></li></ul><li>Transtorno do Déficit de Atenção<br /><ul><li>O termo Distúrbio do Déficit de Atenção surgiu em 1980 com a publicação do Manual de diagnóstico e estatística de distúrbios mentais (DSM-III).
  59. 59. Com a publicação do DSM-IV, os critérios foram definidos com maior clareza e tornaram-se mais rigorosos, a ponto de se constituir num “checklist” de extrema utilidade diagnóstica .
  60. 60. O TDAH é uma desordem psiquiátrica comum na infância e que freqüentemente persiste na vida adulta, as alterações presentes são definidas essencialmente em termos comportamentais e se associam a comprometimentos de ordem social, acadêmica e da auto-estima, que geram inúmeros prejuízos pessoais, familiares e sociais. </li></li></ul><li><ul><li>Caracteriza-se por um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade, mais freqüente e severo do que aquele observado em indivíduos que estejam em nível equivalente de desenvolvimento.
  61. 61. A hiperatividade nem sempre está presente.
  62. 62. São definidos três tipos de transtorno: o tipo predominantemente desatento, o tipo predominantemente hiperativo-impulsivo e o tipo combinado.</li></ul>Transtorno do Déficit de Atenção<br />
  63. 63. <ul><li>Desenvolvimento intelectual e realização acadêmica.
  64. 64. Desempenho intelectual inferior, mas não apresentam limitação.
  65. 65. Desempenho acadêmico inferior à capacidade.
  66. 66. Desenvolvimento da linguagem e do discurso.
  67. 67. Os hiperativos falam mais, mas os maiores problemas estão na linguagem expressiva (reflexão diminuída)
  68. 68. Memória e outros processos cognitivos.
  69. 69. Não apresentam problemas de memória, mas resultados são inferiores.
  70. 70. Relações sociais e atribuições
  71. 71. Rejeição, baixa-estima, dificuldades com regras.</li></ul>Transtorno do Déficit de Atenção<br />
  72. 72. Frontal - inibição do comportamento e<br /> na habilidade de conter ou retardar repostas<br />Parietal - atenção direta a objetos significativos <br />manutenção do olhar em objetos em movimento <br />Transtorno do Déficit de Atenção<br />
  73. 73. <ul><li>Barkley afirma que crianças com TDA apresentam déficits ao nível das funções executivas, que referem-se à capacidade de elaborar estratégias adequadas de resolução de problemas, englobando, planejamento, competências de organização, atenção seletiva, manutenção da atenção ou vigilância, controle inibitório e auto-regulação.
  74. 74. As funções executivas são aparentemente mediadas pelas áreas pré-frontais do córtex.
  75. 75. Estudos posteriores falam da diminuição dos níveis de dopamina e/ou noradrenalina nas áreas pré-frontais e um aumento nas áreas motoras.</li></ul>Transtorno do Déficit de Atenção<br />
  76. 76. O que acontece com o cérebro do TDAH?<br />Utilizando MRI e técnicascomputacionaisSowell et aldemonstraramquepacientes com TDAH apresentavamregiõesdorsais e inferiores do cérebrodiminuídasbilateralmente. <br />Observaramaumento de substanciacinzaemgrandeporção dos cortex temporal posterior e parietal<br />Portadores de TDAH apresentamdiferençascerebraisnosaspectos: anatômico, atividadeelétrica, funçõespsicológicas, metabolismo e fluxosanguineo<br />
  77. 77. O que acontece com o cérebro do TDAH?<br />Regiõescerebraisafetadas:<br />Lobos frontais<br />Mecanismosinibitórios da Córtex Cerebral<br />SistemaLímbico<br />Sistema Reticular Ativador<br />Por meio do PET scan pesquisadores evidenciaram diferenças no cérebro de crianças com e sem TDAH.<br />A atividade cerebral é diminuída o que provavelmente se associe à dificuldade de focalizar, orientar a atenção.<br />
  78. 78. O que acontece com o cérebro do TDAH?<br /><ul><li>Adultos, homens, com e sem TDAH diante de umatarefaqueutilizamemória visual:
  79. 79. Com TDAH processa a tarefa de memória visual nasáreasocciptais
  80. 80. Sem TDAH usamos lobos frontais e temporais (ABCNEWS.com) </li></li></ul><li>O que acontece com o cérebro do TDAH?<br />Medicação:<br />Deve ter o efeito de aumentar a disponibilidade de neurotransmissores nas áreas pré-frontais.<br />
  81. 81. Áreas de dificuldades do TDAH de acordo com ciclo de vida<br />
  82. 82. Áreas de dificuldades do TDAH de acordo com ciclo de vida<br />
  83. 83. Características do TDAH<br /><ul><li>Prevalência - 3-5% populaçãoescolar
  84. 84. Frequentementeidentificada no início do ensino fundamental
  85. 85. 4:1 a 9:1 meninos:meninas
  86. 86. <70% persistenafaseadulta</li></li></ul><li>TDAH – Caracterização dos comportamentos<br />parecem não ouvir<br />não observam instruções<br />perdem coisas facilmente<br />não conseguem ficar quietas (verbal e ação)<br />não consideram as conseqüências de seus atos<br />respondem sem pensar<br />
  87. 87. Falta de atenção/Áreas cerebrais<br />
  88. 88. Etiologia<br />TDA pode ser decorrente tanto de fatores internos <br />quanto externos ao indivíduo.<br />Fatores internos <br /><ul><li>possível mutação nos genes que transportam dopamina - DRD4 (variação de humor e “busca de novidades”)
  89. 89. problemas relacionados à síntese e metabolismo de dopamina e noradrenalina</li></ul>Fatores externos <br /><ul><li>complicações surgidas durante a gravidez
  90. 90. utilização de drogas </li></li></ul><li>Diagnóstico <br />Impossível que um profissional e de uma só área seja capaz de dar conta da metodologia necessária para a avaliação do TDAH<br /><ul><li>Multiprofissional</li></ul>Perspectiva familiar, escolar, social e médica:<br /><ul><li>Participação da família
  91. 91. Participação do professor</li></ul>Instrumentos<br /><ul><li>Escalas de desenvolvimento</li></li></ul><li>Diagnóstico <br /><ul><li>Critérios diagnósticos do DSM-IV</li></ul>Verifica-se a presença de aspectos de Desatenção, Impulsividade e<br />Hiperatividade.<br /><ul><li>TDA tipo Combinado - marcação de 6 ou mais itens de Desatenção e 6 ou mais itens de Impulsividade/Hiperatividade;
  92. 92. TDA tipo Predominantemente Hiperativo/Impulsivo - marcação de 6 ou mais itens de Hiperatividade/Impulsividade
  93. 93. TDA tipo Predominantemente Desatento - marcação de 6 ou mais itens de desatenção.</li></ul>37<br />
  94. 94. TDAH – tipo desatento<br /><ul><li>O tipo TDA predominantemente desatento, para ser caracterizado deve satisfazer seis ou mais dos seguintes critérios de desatenção (9), além de persistirem por mais de seis meses :
  95. 95. 1) Freqüentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras
  96. 96. 2) Com freqüência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas
  97. 97. 3) Com freqüência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra
  98. 98. 4) Com freqüência não segue instruções e não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais (não devido a comportamento de oposição ou capacidade de entender as instruções)
  99. 99. 5) Com freqüência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades
  100. 100. 6) Com freqüência evita, antipatiza ou reluta a envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa)
  101. 101. 7) Com freqüência perde coisas necessárias para tarefas ou atividades(por exemplo: brinquedos, tarefas escolares, lápis, livros ou outros materiais)
  102. 102. 8) É facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa
  103. 103. 9) Com freqüência apresenta esquecimento em atividades diárias</li></li></ul><li>TDAH hiperativo-impulsivo<br /><ul><li>O tipo TDA predominantemente hiperativo-impulsivo, para ser caracterizado deve satisfazer seis ou mais dos nove critérios de desatenção propostos a seguir, além de persistirem por mais de seis meses :</li></ul>Hiperatividade (6)<br /><ul><li>1) Freqüentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira
  104. 104. 2) Freqüentemente abandona sua cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado
  105. 105. 3)Freqüentemente corre ou escala em demasia, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação)
  106. 106. 4) Com freqüência tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividade de lazer
  107. 107. 5) Está freqüentemente "a mil" ou muitas vezes age como se estivesse "a todo vapor"
  108. 108. 6) Freqüentemente fala em demasia
  109. 109. Impulsividade (3)
  110. 110. 1) Freqüentemente dá respostas precipitadas antes das perguntas terem sido completadas
  111. 111. 2) Com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez
  112. 112. 3) Freqüentemente interrompe ou se mete em assuntos de outros (por exemplo intromete-se em conversas ou brincadeiras).</li></li></ul><li>TDAH combinado<br /><ul><li>O tipo TDA combinado refere-se à satisfação de seis ou mais dos nove critérios de desatenção e a seis ou mais dos critérios de hiperatividade e impulsividade.</li></ul>Destaque-se que os sintomas referidos, sempre devem <br />estar presentes há no mínimo seis meses,<br /> deve haver clareza da existência de prejuízo no<br /> funcionamento social, acadêmico e ocupacional.<br />Estes prejuízos não podem ser melhor explicados por outra<br />síndrome já definida, e devem estar presentes <br />antes da idade de sete anos<br />
  113. 113. Tratamento<br />Medicação<br />Terapia<br />Orientação para pais <br />Orientação para professores<br />
  114. 114. Déficits de Atenção e Escolaridade<br />CONCLUSÕES<br /><ul><li>Atenção
  115. 115. O que é atenção?
  116. 116. Quais as principais funções da atenção?
  117. 117. Qual a relação entre funcionamento cerebral e atenção?
  118. 118. Aprendizagem
  119. 119. Como aprendemos?
  120. 120. Como a atenção influencia no que e como aprendemos?
  121. 121. A falta de atenção tem impactos sobre a aprendizagem?
  122. 122. Transtorno do déficit de atenção com e sem hiperatividade (TDAH)
  123. 123. O que é? E o que causa?
  124. 124. Quais as características principais?
  125. 125. Como se manifesta?
  126. 126. Como se faz o diagnóstico
  127. 127. Omo se trata?</li></ul>tonelotto.blogspot.com<br />

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