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A Educação na Pós Modernidade

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A Educação na Pós Modernidade
mediações em conflitos de interesses e necessidades

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A Educação na Pós Modernidade

  1. 1. Pós-modernidade Educacional: MEDIAÇÕES EM CONFLITOS DE INTERESSES E NECESSIDADES Prof. Msc. João Rafael U. C. Lopes Simped 2017 Pedagogia - Drummond
  2. 2. Período Histórico
  3. 3. Jean-François Lyotard A experiência da pós-modernidade deriva da diminuição de nossas crenças em concepções totalizantes da história, que preconizavam normas de conduta e valores éticos para as sociedades ocidentais. No mesmo espaço de tempo em que a razão iluminista e a ciência melhoraram nossas condições de vida, elevando os níveis de saúde e de educação, também possibilitaram a produção de armas de destruição em massa, além de alterar as condições climáticas, ameaçando assim a própria vida no planeta. “A Condição Pós-Moderna” 1979
  4. 4. Hierarquia Hegemônica Global
  5. 5. Um mundo sem estabilidade e estigmatizado pela ideologia desenfreada do consumismo e da alienação provocados pelos poderes econômicos e intensa atuação da mídia.
  6. 6. questões  epistemológicas  importantes  
  7. 7. Atmosfera pós-moderna   •   Um  conceito  ainda  deba6do  e  de  validade  ques6onável;   •   Época  de  incertezas;   •   Crise  da  legi6midade  e  credibilidade  ins6tucional;   •   Época  de  destruição  dos  referenciais;   •   Época  pós-­‐deontológica;   •   Subs6tuição  das  grande  narra6va  pelos  jogos  de  linguagem;   •   Eficiência  e  poder  como  fim  úl6mo;   •   Prevalência  tecnicista  e  tecnocrá6ca;   •   Aniquilamento  da  é6ca  e  da  moral;   •   Crise  das  Utopias  e  dos  ideais;   •   Crise  filosófica  como  construtora  da  verdade;   •   Liberdade  individual  iden6ficada  como  liberdade  econômica.  
  8. 8. A Pós-modernidade Para  o  filósofo  francês  Jean-­‐François  Lyotard,   A  consciência  pós-­‐moderna  é  a  consciência  de  um  fracasso:  O  fracasso  da   modernidade!   Trata-­‐se  de  um  despertar  maldito  de  um  sonho  colorido,  quer  seja  o  sonho   de  que  a  ciência  e  a  racionalidade  iluminista  resolveriam  todos  os   problemas  humanos  e  traria  a  felicidade  ao  mundo.   Este  sonho,  a  utopia  de  um  mundo  perfeito,  foi  completamente  enterrado   com  a  2ª  Guerra  Mundial  e  a  destruição  de  Nagasaki  e  Hiroshima  por   bombas  nucleares.   Desde  então,  as  comunidades  ocidentais  experimentam  um  compreensível   desencanto  pela  ciência  e  pela  razão.    
  9. 9. Pós-modernidade e globalização •  características e comportamento comuns; •  mundialmente produzidos em larga escala; •  Valoração/cotação fixa em bolsa de valores. Commodities humanos
  10. 10. Globalização • apogeu do mundo capitalista • processo de internacionalização do mundo globalizado • a unicidade da técnica • convergência dos momentos • conhecimento do planeta • mais valia globalizada. Fatores que levaram à globalização do mundo: • avanço da tecnologia, principalmente de comunicação; • anulação das distâncias onde a difusão da informação é instantânea; • conhecimento total do planeta; • surgimento de uma economia global.
  11. 11. A globalização produz seus efeitos de forma justa, proporcional ou igualitária para todas as camadas sociais, conforme preconizam os governos, a UNESCO, a ONU ou UNICEF, dentre outros? Ciclo Vicioso x Ciclo Virtuoso Globalização x Sustentabilidade Lógica de Produção x Lógica de Recepção
  12. 12. Edgar Morin, economista, historiador, geógrafo e advogado, defende a incorporação dos problemas cotidianos ao currículo e a interligação dos saberes. Critica o ensino fragmentado. Ele vê a sala de aula como um fenômeno complexo, que abriga uma diversidade de ânimos, culturas, classes sociais e econômicas, sentimentos... Um espaço heterogêneo.
  13. 13. Para Edgar Morin, o ensino deveria ... § Ser voltado para a realidade cotidiana do aluno, com toda sua complexidade; § Ter currículos envolvendo a emoção, o desejo, o medo, a incerteza, a paixão humana. § Haver disciplinas que se comunicam entre si. § Interligar o todo na realidade humana; § Estar preparado adequadamente para gerar significação. § Agir na “natureza incerta do conhecimento”, englobando o risco de erro, de ilusão. § Compreender que o conhecimento é uma tradução, uma reconstrução.
  14. 14. A escola mata a criatividade Todo ser humano é criativo em maior ou menor grau. Esta é uma questão fundamental para ser pensada em nossa prática docente no cotidiano das escolas. O “Elemento Chave é o ponto de encontro entre a sua aptidão natural e a paixão pessoal. Nascemos com extraordinários poderes de imaginação, inteligência, sensibilidade, intuição, espiritualidade e percepção física e sensorial, mas usamos apenas uma fração, ou nem isso, dos nossos talentos. Prof. Ken Robinson,  obra  “O  Elemento  Chave” Especialista em educação, criatividade, inovação e recursos humanos.
  15. 15. Referências FREIRE, Jair. O que é pós-moderno, Ed. Brasiliense, 1987. JAMESON, Frederic. Pos Modernismo. A lógica docapitalismo tardio. São Paulo, 1996. LIPOVETSKY, Gilles. A era do vazio. Lisboa: Antropos, 1989. LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. 5. Ed.Rio de Janeiro: José Olympio, 1998. Morin, Edgar. A Educação e a Complexidade do ser e do saber. 9. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2005. _____. Os sete Saberes Necessários à Educação do Futuro 3a. ed. - São Paulo - Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2001.

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