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Presença contínua de links nos blogs <ul><li>Outra característica importante nos textos veiculados nos blogs é a presença ...
A importância de usarmos os blogs na ação pedagógica <ul><li>Temos que considerar que com eles promovemos a integração ent...
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Reflexão final <ul><li>Com base no texto de Alonso, podemos refletir sobre a importância de orientar os nossos jovens e as...
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Apresentaçaõ da unidade 3

  1. 1. Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional (ProInfo Integrado) Introdução à Educação Digital <ul><li>Unidade 3: </li></ul><ul><li>BLOGS: O QUÊ? PARA QUÊ? COMO? </li></ul>
  2. 2. Objetivos de aprendizagem: <ul><li>Reconhecer as principais características dos Blogs; </li></ul><ul><li>Realizar o processo minimamente necessário para criação de um Blog, percebendo algumas das suas possibilidades de ajustes e configurações; </li></ul><ul><li>Refletir sobre o papel dos blogs, a aprendizagem e a comunicação; </li></ul><ul><li>Compreender o papel dos Blogs na comunicação da era digital. </li></ul>
  3. 3. Como ter nossa página na internet? <ul><li>Com o Blogs. Essa ferramenta, que nos permite publicar conteúdos na Internet, se tornou muito popular por não demandar, para sua criação e utilização, conhecimentos especializados em informática. Ainda porque podemos fazer tudo isso de forma gratuita. Com ela podemos ter nossa página na Internet, editando-a com muita facilidade. </li></ul>
  4. 4. O que são Blogs? <ul><li>Os blogs são sistemas de publicação na web. </li></ul><ul><li>A palavra tem sua origem da abreviação de weblog: web (teia, designa o ambiente de páginas de hipertexto na Internet) e lo (diário) – diário na Web. </li></ul>
  5. 5. Pode parecer estranho publicar seu diário na internet... <ul><li>Em uma primeira análise, pode causar um certo estranhamento o fato de alguém desejar publicar seu diário na Internet, visto que esse tipo de produção costumava ser secreta, de forma a resguardar a vida particular. O que motivaria uma pessoa a compartilhar a intimidade abertamente a desconhecidos? E na Internet! Logo de saída para o mundo todo! </li></ul>
  6. 6. O depoimento de uma blogueira <ul><li>Como definir o diário? (...) em primeiro lugar, um diário se escreve ao sabor de tempo, é muito diferente das autobiografias, memórias e outros parentes próximos do gênero. O diário é observado dia a dia, mais ou menos escrupulosamente, mas é sempre uma espécie de representação ao vivo da vida. </li></ul><ul><li>Pessoalmente o que me anima é uma personalidade que eu classificaria como “arquivista” e de colecionadora. Ter um diário íntimo é uma maneira de colecionar os dias... </li></ul><ul><li>Do livro “Blog: Comunicação e escrita </li></ul><ul><li>íntima na internet”, de Denise Schittine </li></ul>
  7. 7. Ponderações sobre o depoimento <ul><li>Esse depoimento apresenta motivações bastante abrangentes. Em primeiro lugar, é clara a função do registro em um blog como uma forma de memória externa, que auxilia o autor a refletir sobre sua própria vida, a repensar-se a melhor compreender-se. Mas, e por que o desejo de publicação? A autora trabalha a hipótese da sensação de imortalidade.Historicamente, a escrita se estruturou como uma possibilidade de registro de informações para as novas gerações, ou seja, uma forma de deixar um legado, de não ser esquecido. Assim, ao publicar textos na Internet, qualquer pessoa pode vivenciar a experiência de fama e “imortalização”. </li></ul>
  8. 8. Mas, qual a relação desses aspectos com a educação? <ul><li>Comecemos com o relato de uma educadora, Nize Maria Campos Pellanda, que usa os blogs em um projeto educativo com jovens do meio rural: </li></ul><ul><li>“ Os jovens, então, vão escrevendo suas autonarrativas nos seus Blogs. No início do projeto essas narrativas eram muito pobres, porque reduzidas a clichês muito simples do tipo: meu nome é fulano de tal, moro na cidade tal, gosto de festas e de música. As reflexões sobre si estavam </li></ul>
  9. 9. <ul><li>completamente ausentes de estrutura. Muitas vezes não havia pontuações e as frases emendavam uma na outra. Os erros ortográficos eram a regra. Com o desnvolvimento do projeto, eles vão se colocando mais nos textos e trazendo outros fatos do cotidiano sobre os quais vão tomando posição. Começam a emergir idéias sobre valores, sobre os próprios atos e opiniões sobre eles, ao relerem seus textos, fazem algum tipo de estranhamento do tipo: será que é assim mesmo que se escreve tal palavra? Perguntam para os facilitadores que não respondem diretamente mas sugerem que procurem dicionários on-line.” (PELLANDA, 2006, p. 82). </li></ul>
  10. 10. Paulo Freire nos dizia... <ul><li>...que só é alfabetizado aquele que é capaz de escrever a sua própria história: “Talvez seja este o sentido mais exato da alfabetização: aprender a escrever a sua vida como autor e como testemunha da história, isto é, biografar-se, existencializar-se, historicizar-se.” (FREIRE; GUIMARÃES, 1987, p. 10). </li></ul>
  11. 11. Ponderação <ul><li>Antes de ter ouvido falar em blogs, você deve ter ouvido falar a respeito dos diários de aprendizagem. Já sabíamos que nos diários de aprendizagem os estudantes sistematizam e relatam suas aprendizagens. Os diários de aprendizagem são uma importante forma de registro e divulgação de pesquisas e produções escolares. Pensem agora que o mesmo diário possa ser publicado em escala mundial. Quem não se sentirá valorizado? Com essa perspectiva vale a pena caprichar no trabalho, não é mesmo? </li></ul>
  12. 12. A questão da interatividade nos blogs <ul><li>Outra característica fundamental dos blogs é a interatividade, definida pela comunicação que se dá entre o autor e seus leitores, levando muitas vezes a um processo cooperativo para melhorar o conteúdo do blog. O uso de enunciados interrogativos também explicita um convite aberto à participação do leitor na discussão dos temas nos blogs. As idéias são divulgadas para que sejam lidas e discutidas com outras pessoas (visitantes do blog). </li></ul>
  13. 13. Presença contínua de links nos blogs <ul><li>Outra característica importante nos textos veiculados nos blogs é a presença contínua de links que remetem ao endereço de e-mail do autor, a outros sites, onde as matérias originais mencionadas no blog estão disponibilizadas, como artigos, notícias, eventos, campanhas, vídeos e fotos. Um dos links funciona como um espaço para enviar comentários, que permite o contato de pensamentos e opiniões entre o leitor e o autor do blog. </li></ul>
  14. 14. A importância de usarmos os blogs na ação pedagógica <ul><li>Temos que considerar que com eles promovemos a integração entre várias linguagens, pois além de escrever podemos postar arquivos de áudio, de vídeo, fotos. Desbancamos assim a supremacia da linguagem textual frente às outras formas de linguagem. Temos que perder o medo das outras formas de expressão, afinal, estamos numa sociedade midiática. Temos que ajudar as novas gerações a se mover “entre a cultura da escola, a cultura da letra e da palavra, uma cultura de códigos lentos (verbais e textuais), e a cultura social, a cultura de fora, uma cultura de códigos muito mais rápidos (visuais e multimídia)[...]” (ALONSO, 2009). </li></ul>
  15. 15. <ul><li>E já que a nossa “[...] é uma sociedade da imagem, uma concepção da educação inteligente e contemporânea, deveria recuperar essa peculiaridade da cultura brasileira e vivê-la como riqueza, não como carência [...] Educar no século XXI exige que trabalhemos a partir de múltiplas linguagens (oral, escrita, visual, musical etc.) e formar leitores e autores em um mundo digital implica na necessidade de educar a partir da multiplicidade de linguagens e multialfabetismos. A escola deve incorporar essa cultura da imagem [...], deve recuperar essas outras formas culturais e trabalhá-las desde dentro. Não podemos continuar ignorando, rechaçando ou desprezando essas outras culturas e essas outras linguagens com as quais a infância e a adolescência chegam às escolas.”(ALONSO,2009). </li></ul>
  16. 16. Reflexão final <ul><li>Com base no texto de Alonso, podemos refletir sobre a importância de orientar os nossos jovens e as nossas crianças a buscar o sentido para o uso destas novas mídias. Dentro do mundo digital podemos dizer que nossas crianças sabem se mover, transitar e navegar neste mundo das novas mídias, mas não sabem onde devem chegar, estão sem rumo. Não sabem porque ainda são crianças, porque vivem o tempo próprio da transgressão, da rebeldia. Porque conhecem a tecnologia, mas ainda não conhecem as pessoas, suas motivações, então não têm condições de fazer uso consciente desses recursos. Por isso precisam dos cuidados dos adultos. Já nós, os adultos, por desconhecermos os caminhos do uso das ferramentas, estamos nos negando a ajudá-los a encontrar o seu rumo. </li></ul>

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