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Pelotas, RSPelotas, RSPelotas, RSPelotas, RSPelotas, RSDezembro, 2007Dezembro, 2007Dezembro, 2007Dezembro, 2007Dezembro, 2...
2 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaFigura 2.Figura 2.Figura 2.Figura 2.Figura 2. colméia La...
3Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaQuadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1..... Dimensões i...
4 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaLocalização do apiárioLocalização do apiárioLocalização ...
5Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaPovoamento das colméiasPovoamento das colméiasPovoamento ...
6 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaMétodo de captura de enxames aindaMétodo de captura de e...
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10 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaMultiplicação de enxamesMultiplicação de enxamesMultipl...
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13Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaDepois de desenvolvido o ninho e colocada aprimeira melg...
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Circular 64

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  1. 1. Pelotas, RSPelotas, RSPelotas, RSPelotas, RSPelotas, RSDezembro, 2007Dezembro, 2007Dezembro, 2007Dezembro, 2007Dezembro, 20076464646464ISSN 1981-5999AutorAutorAutorAutorAutorLuis FLuis FLuis FLuis FLuis Fernandoernandoernandoernandoernando WWWWWolfolfolfolfolffffffEng. Agrôn., MestreEmbrapa Clima Temperado,Pelotas, RS,(wolff@cpact.embrapa.br)Apicultura Sustentável na PropriedadeApicultura Sustentável na PropriedadeApicultura Sustentável na PropriedadeApicultura Sustentável na PropriedadeApicultura Sustentável na PropriedadeFamiliar de Base EcológicaFamiliar de Base EcológicaFamiliar de Base EcológicaFamiliar de Base EcológicaFamiliar de Base EcológicaMinistério daMinistério daMinistério daMinistério daMinistério daAgricultura, PecuáriaAgricultura, PecuáriaAgricultura, PecuáriaAgricultura, PecuáriaAgricultura, Pecuáriae Abastecimentoe Abastecimentoe Abastecimentoe Abastecimentoe AbastecimentoIntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoEsta publicação tem o objetivo de orientar agricultores familiares,assentados da reforma agrária, apicultores de pequeno e médio porte,técnicos de Assistência Técnica, extensionistas rurais e demais agentesda cadeia produtiva do mel, sobre a aplicação das recomendaçõestécnicas de caráter prático aplicáveis ao processo produtivoagropecuário, com respeito à apicultura sustentável integrada àpropriedade familiar de base ecológica.ConceitoConceitoConceitoConceitoConceitoApicultura é a ciência que trata da criação e exploração racional dasabelhas da espécie Apis mellifera, popularmente conhecidas comoabelhas melíferas africanizadas, ou abelhas de ferrão.(Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1).Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1..... Durante sua visita às flores, as abelhas melíferasrealizam a polinização.O conceito de apicultura sustentável está muito próximo daqueleaplicado à apicultura orgânica, onde o manejo das colméias deverespeitar a natureza das abelhas, seus ciclos biológicos e suacapacidade de produzir alimentos naturais e saudáveis, que sejam fontede saúde aos consumidores.
  2. 2. 2 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaFigura 2.Figura 2.Figura 2.Figura 2.Figura 2. colméia Langstroth padrão, com fundo, ninho,melgueira e tampa.A saúde das abelhas está associada amúltiplos fatores, mas atuam diretamentesobre a sobrevivência e produtividade dosenxames: a genética das abelhas, a qualidadeda alimentação disponível e o meio ambiente,onde se inclui o manejo praticado pelosapicultores.Para a produção de mel orgânico, uma sériede preocupações deverão ser observadas emedidas deverão ser tomadas pelosapicultores, de forma a garantir a qualidadefinal do produto, isento de qualquercontaminante (HARKALY, 2000; EPAGRI, 2001).Neste sentido, o estabelecimento de normasde produção e equipamentos para a produçãode mel orgânico e o estabelecimento depadrões de qualidade para os produtos dasabelhas, possibilitam a certificação erastreabilidade ao mel orgânico.Importância da apicultura paraImportância da apicultura paraImportância da apicultura paraImportância da apicultura paraImportância da apicultura paraa propriedade familiar de basea propriedade familiar de basea propriedade familiar de basea propriedade familiar de basea propriedade familiar de baseecológicaecológicaecológicaecológicaecológicaA apicultura é uma atividade indispensávelpara um sistema de agricultura familiar debase ecológica. A ação polinizadora dasabelhas aumenta a produtividade daslavouras, pomares e pastagens nativas oucultivadas. Na produção de sementes dehortaliças, contribuem na qualidade equantidade das mesmas, pela garantia defecundação cruzada com intensidade eeficiência.Em segundo lugar, as abelhas produzem,ainda, excelente alimento para o consumo dafamília. E propiciam nova fonte de renda,através da venda da produção excedente demel, bem como de própolis, cera e outrosprodutos da colméia.ColméiasColméiasColméiasColméiasColméiasExistem diversos modelos de colméias em usona região Sul, como Schenk, Schirmer,Langstroth e Curtinaz, além de pequenasvariantes deles (FEEBURG, 1989).Independentemente do tipo adotado, oapicultor deve padronizar seus apiários comapenas um modelo de colméia.O modelo de colméia mais utilizado no Brasil éo Langstroth (caixa “americana”) (Figura 2Figura 2Figura 2Figura 2Figura 2)que, pela padronização, além de favorecer atroca de materiais e de relatos sobre aspráticas e procedimentos entre os apicultores,facilita o próprio manejo das colméias pelosapicultores, em função das dimensões dosquadros e peças da caixa e de certos detalhesconstrutivos da mesma (Quadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1).
  3. 3. 3Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaQuadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1..... Dimensões internas padronizadas da colméia modelo Langstroth:Indumentária apícolaIndumentária apícolaIndumentária apícolaIndumentária apícolaIndumentária apícolaO apicultor, como qualquer outro profissional,deve utilizar equipamentos de proteçãoindividual como fator de segurança.O traje deve ser de tecido liso, de algodão ououtro material fino e fresco, e todo em coresclara, reduzindo a irritação e o instinto dedefesa das abelhas.Os equipamentos de proteção são: macacão,jaleco ou máscara, luvas e botas.Equipamentos básicos de trabalhoEquipamentos básicos de trabalhoEquipamentos básicos de trabalhoEquipamentos básicos de trabalhoEquipamentos básicos de trabalhoFumegador: é um aparelho próprio paraproduzir fumaça, com o qual, aplica-se afumaça que irá controlar as abelhas(Figura 3Figura 3Figura 3Figura 3Figura 3).Formão do apicultor: é a ferramenta utilizadano adequado manuseio das colméias, paraabrir a tampa, limpar, mover e sacar osquadros. Esse instrumento é ideal, também,para raspar e recolher o excesso de própolisdas colméias.Alguns apicultores substituem o formão porum facão. O mesmo acaba servindo paralimpar as ervas de maior porte ao redor dascolméias e os galhos pelo caminho de acessoao apiário.Figura 3.Figura 3.Figura 3.Figura 3.Figura 3. Apicultor aplicando fumaça no alvado com ofumegador, garantindo o manejo seguro e adequado dascolméias.Peças móveis da caixa Comprimento(cm)Largura(cm)Altura(cm)ninho 46,5 37,0 24,0quadros ninho 48,1 e 42,9 2,8 23,3tampa 51,0 44,0 ---fundo 60,0 41,0 2,0melgueira 46,5 37,0 14,5quadros melgueira 48,1 e 42,9 2,8 13,8
  4. 4. 4 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaLocalização do apiárioLocalização do apiárioLocalização do apiárioLocalização do apiárioLocalização do apiárioPara que se possa instalar um apiário deforma produtiva e duradoura, deve-seobservar a paisagem local e considerar algunsfatores que são primordiais na apicultura:- a flora apícola, ou seja, a diversidade deespécies vegetais que fornecem néctar epólen;- a presença de água ao natural, que não sejacontaminada nem estagnada (parada);- a proteção contra correntes de vento, queresfriam as colméias e desgastam asabelhas campeiras, exigindo delasdemasiado esforço para voar;- a distância mínima de criações, casas, elocais públicos, sendo recomendável ummínimo de 400 a 500 metros para áreas decampo aberto e de 200 a 300 metros paraáreas de mata;- o fácil acesso, em qualquer época do ano, deforma que o apicultor consiga cumprir acontento seu calendário apícola.A instalação preferencial das colméias deveráser em locais onde possam receber o sol pelamanhã e sombra no período da tarde.Não se deve extrapolar o número limite decolméias no apiário (WIESE, 1995). Aquantidade de colméias deverá serproporcional à capacidade melífera (fluxo denéctar) da localidade (micro-região) e àcapacidade de trabalho dos apicultores, deforma que realizem todo o serviço no apiáriosem muita demora, partindo para outro pontoda propriedade, para outro apiário.Posicionamento das colméiasPosicionamento das colméiasPosicionamento das colméiasPosicionamento das colméiasPosicionamento das colméiasPara se fazer uma boa apicultura, deve-seposicionar as colméias da seguinte forma: asentradas das caixas deverão estar voltadaspara o leste ou norte, deixando o alvado(entrada) protegido dos ventospredominantes. Do contrário, os apicultoresdeverão providenciar uma barreira natural ouum quebra-ventos.As colméias deverão ser instaladas sobrecavaletes individuais a uma altura de 60 cm dosolo para evitar a umidade e dificultar apredação por sapos, lagartos, tatus e outrosanimais.Deve ser mantida uma distância de 1 a 3metros entre as colméias para evitar pilhagementre enxames. Distâncias menoresconfundem as abelhas campeiras e estressamas abelhas guardiãs. Distâncias maioresreduzem a eficiência e agilidade no trabalhodos apicultores (Figura 4Figura 4Figura 4Figura 4Figura 4).Figura 4.Figura 4.Figura 4.Figura 4.Figura 4. Apiário bem localizado e colméias instaladasindividualmente sobre cavaletes.
  5. 5. 5Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaPovoamento das colméiasPovoamento das colméiasPovoamento das colméiasPovoamento das colméiasPovoamento das colméiasExistem diferentes formas de povoar ascolméias, dentre elas:Método das caixas-isca para capturar osMétodo das caixas-isca para capturar osMétodo das caixas-isca para capturar osMétodo das caixas-isca para capturar osMétodo das caixas-isca para capturar osenxames:enxames:enxames:enxames:enxames:a) preparar caixas de papelão ou de madeiraque comportem 5 quadros de ninhoprovidos de cera laminada com a largura doquadro, mas a altura de apenas 3centímetros. (Figura 5Figura 5Figura 5Figura 5Figura 5). As colméiaspadrão, de madeira e com 10 quadros,também poderão ser utilizadas paracapturar novos enxames.b) dispersar as caixas-isca pelos campos,clareiras ou bordas da matas, colocando-assobre tocos ou penduradas a uma altura de1,50 m do solo, onde serão facilmenteencontradas pelas abelhas batedorasprovenientes de enxames que estãoprogramados para enxamear nos próximosdias.É recomendável revisar as caixas-isca a cadadez dias para recolher os enxames que nelastenham entrado ou para limpar as mesmas deinvasores indesejados.Figura 5.Figura 5.Figura 5.Figura 5.Figura 5. Preparo de caixas-isca, com incrustração detiras de cera alveolada, para atrair enxameações.Além das tiras de cera alveolada, deve-seborrifar a caixa-isca por dentro comsubstâncias resinosas aromáticas, comoextrato de própolis, chá de cidró, folhas delaranjeira, extrato de erva cidreira,favorecendo a atração de abelhas batedoras.Os enxames recém-capturados não deverãoser manipulados antes de 7 a 10 dias. Depoisdisso, na primeira revisão, os quadros comfavo deverão ser arrumados no centro dacaixa e a mesma será completada comquadros com lâminas inteiras de cera. Senecessário, os enxames fracos poderão seralimentados.Enxames muito pequenos deverão serpreferentemente unidos com outros enxamesfracos.Método para recolher enxames queMétodo para recolher enxames queMétodo para recolher enxames queMétodo para recolher enxames queMétodo para recolher enxames queestão alojados em ocos de árvores,estão alojados em ocos de árvores,estão alojados em ocos de árvores,estão alojados em ocos de árvores,estão alojados em ocos de árvores,cupinzeiros e outros locais:cupinzeiros e outros locais:cupinzeiros e outros locais:cupinzeiros e outros locais:cupinzeiros e outros locais:a) abrir o buraco até poder remover os favos,um a um (Figura 6Figura 6Figura 6Figura 6Figura 6).b) recortar os favos para encaixar nosquadros. Os favos adequadamenteencaixados deverão ser amarrados aosquadros com fios de algodão ou atilhos deborracha.c) os favos deverão ser dispostos dentro doninho de acordo com a sua posição original,mas as partes contendo mel não podem serreaproveitadas. Deverão ser guardadasdentro de um balde e removidas para longedo apiário, aproveitando-se posteriormenteo mel e a cera.
  6. 6. 6 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaMétodo de captura de enxames aindaMétodo de captura de enxames aindaMétodo de captura de enxames aindaMétodo de captura de enxames aindaMétodo de captura de enxames aindapousados:pousados:pousados:pousados:pousados:Quando os enxames não estão fixos, ou seja,quando encontram-se pousados em algumgalho, (Figura 7Figura 7Figura 7Figura 7Figura 7) é muito simples fazer suatransferência para um ninho.Figura 6.Figura 6.Figura 6.Figura 6.Figura 6. Remoção de enxame alojado em oco de árvore, corte e transferência dosfavos para dentro de caixa com quadros, possibilitando manejos e produção de mel.Figura 7Figura 7Figura 7Figura 7Figura 7..... Enxame temporariamente pousado em galho deárvore, durante deslocamento enxameatório ou migratório.d) organizar o ninho, tampar a colméia edeixar no mesmo local até o enxame sereestruturar.e) transferir a colméia 7 ou 10 dias mais tarde,para junto das demais num apiário a mais de2 km, sempre no período da noite.a) pegar um ninho com quadros que estãoprovidos de tiras (cerca de 3 a 10 cm dealtura) de cera alveolada;b) colocar sobre o ninho uma melgueira vaziapara que as abelhas, ao serem derrubadaspara dentro do ninho, não caiam para forapelas laterais;
  7. 7. 7Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base Ecológicac) sacudir de forma enérgica e de uma só veztodas as abelhas para dentro do ninho. Emlocais onde não seja possível sacudir asabelhas, deve-se usar um espanador e umapá para recolher as abelhas.d) após as abelhas descerem para os quadrosdo ninho, retirar a melgueira, tampar o ninhoe colocar uma tela excluidora no alvado paraque a rainha não saia da colméia;e) de preferência, transferir a colméia para oapiário no período da noite.Apesar de simples, este método apresentaalto grau de rejeição pelas abelhas emenxameação, que, com freqüência,abandonam a nova moradia. Assim, aoperação de captura deverá ser feita com omáximo de rapidez e eficiência. Além disso, osapicultores poderão usar o artifício do quadrocom crias jovens (larvas), trazido de algumaoutra colméia, e o da gaiola para rainhas,prendendo-a caso seja localizada.Manejo de colméiasManejo de colméiasManejo de colméiasManejo de colméiasManejo de colméiasOs apicultores deverão visitar com certafrequência o apiário para avaliar as condiçõesdas colméias, tanto nos períodos de safra(visitas semanais) como de entressafra(visitas mensais). Durante a entressafra deinverno (junho, julho e agosto), deve-se:- retirar melgueiras e vedar frestas nas caixas;- reduzir a entrada da colméia usando umredutor de alvado;- fornecer alimentação de manutenção;- substituir o alimento de manutenção poralimentação estimulante, nas vésperas doinício da primavera.Ao término do inverno, os apicultores deverãoretirar os redutores de alvado e fazer umarevisão nos enxames, (Figura 8Figura 8Figura 8Figura 8Figura 8) com osobjetivos de:avaliar a postura da rainha;- verificar os favos com cria nova para ver sehá doenças;- substituir quadros com favos velhos e semcrias por quadros com lâminas inteiras decera alveolada;- fazer o rodízio dos quadros de ninho econtrolar a enxameaçã.Quando o enxame estiver suficientementeforte, ocupando com crias mais de 6 ou 7quadros do ninho:- colocar a primeira melgueira;- colocar outras melgueiras, quando for omomento certo (2/3 da primeira melgueira jáocupados pelas abelhas e mel);- manejar melgueiras;- colher o mel.Planejar o trabalho antes de ir a campo.Conferir se todo o material está indo para oapiário. Identificar suas colméias e usar fichasou caderneta de controle.Figura 8.Figura 8.Figura 8.Figura 8.Figura 8. Revisão e limpeza de colméias no início da safra:procedimento fundamental para garantir boa colheita.
  8. 8. 8 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaAlimentação artificialAlimentação artificialAlimentação artificialAlimentação artificialAlimentação artificialÉ necessário alimentar os enxames nasépocas de escassez de florada, principalmentedurante o inverno. Colméias bem vedadas eum bom estoque de mel nos favos, ou o usoda alimentação artificial, podem garantir asobrevivência dos enxames durante asentressafras mais rigorosas (FURGALA, 1979).Existem dois tipos bem distintos dealimentação artificial, que por sua vez sãooferecidos aos enxames em épocas tambémdistintas, pois têm objetivos diferentes.Alimentação artificial de manutençãoAlimentação artificial de manutençãoAlimentação artificial de manutençãoAlimentação artificial de manutençãoAlimentação artificial de manutenção:Serve para a subsistência dos enxames e éfornecida no início e durante os períodos deescassez de florada. Para estas épocas, osapicultores deverão deixar na colméia umequivalente a 2 a 4 quadros de mel, natural ouelaborado a partir de xaropes açucarados.A forma clássica de ministrar alimentaçãoenergética às colméias é através de xaropesaçucarados, porém, há um risco muito grandede se induzir a rainha à postura fora de época.Para evitar este perigo, geralmente muitoprejudicial ao enxame, os apicultores podemfornecer alimento na forma pastosa, (FiguraFiguraFiguraFiguraFigura99999) cuja textura deve ser cremosa, homogêneae consistente, podendo ter função puramenteenergética ou energético-protéica.Exemplo: mel ou xarope misturado a açúcaraté o ponto pastoso; fornecer 1 a 2 kg porcolméia.Quando se pretende caracterizar o melproduzido nos apiários como oriundo deprodução orgânica, nas alimentaçõesartificiais os apicultores deverão usarexclusivamente mel próprio, açúcar mascavoou mesmo branco, desde que de origemorgânica. Conservantes sintéticos sãocondenados na criação ecológica de abelhas eprodução de mel orgânico.Figura 9.Figura 9.Figura 9.Figura 9.Figura 9. Alimentação artificial na forma pastosa: abastecendoalimentador tipo cocho.Alimentação artificial estimulante:Alimentação artificial estimulante:Alimentação artificial estimulante:Alimentação artificial estimulante:Alimentação artificial estimulante:Serve para induzir a rainha à postura e éusada no período que antecede a florada,cerca de 30 dias antes da floração local, sendoaltamente favorável ao crescimento dascolônias.O alimento mais recomendável é a pastaenergético-protéica, colocada diretamentesobre os cabeçalhos dos quadros de cria,dentro de bolsas plásticas com pequenasperfurações. Entretanto, a alimentaçãoestimulante mais comumente utilizada entreos apicultores é a líquida, fornecida emalimentadores instalados nos alvados dascolméias.Exemplo: para o preparo do xarope, usar umaa duas partes de açúcar (de preferência
  9. 9. 9Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base Ecológicamascavo) para uma parte de água, misturadose aquecidos até levantar a fervura; aguardaresfriar para fornecer às abelhas. Oferecer de500ml a 1000ml de alimento a cada 10 dias.Se as abelhas depositarem a alimentação nasáreas de postura da rainha, acrescentar maisum ninho ou suspender a alimentação.AlimentadoresAlimentadoresAlimentadoresAlimentadoresAlimentadoresExistem vários modelos de alimentadores,tanto para o sistema da alimentaçãoindividual, quanto para o sistema coletivo. Osalimentadores coletivos são economicamentenegativos para o apicultor (alimentam osenxames de toda a região, num raio de 2 a 4quilômetros) e tecnicamente problemáticos(não funcionam em dias frios ou chuvosos,não favorecem enxames fracos e induzempilhagem e lutas entre abelhas e enxames).Quanto aos modelos de alimentadoresindividuais, dar preferência aos alimentadoresinternos, do tipo bandeja (cobertura) ou cocho(Doolitle).Alimentadores recomendados:Alimentadores recomendados:Alimentadores recomendados:Alimentadores recomendados:Alimentadores recomendados:- bandeja: pode ser colocada entre o ninho e amelgueira ou no topo da colméia;- cocho (Doolitle): deve ser colocado próximoà área de cria, dentro do ninho (Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 100000);- de alvado (Boardman): é acoplado ao alvadoe o depósito de xarope é externo e móvel;- bolsa plástica: é colocada sobre os quadrosdo ninho, de onde o alimento é sugado porpequenos orifícios na face voltada parabaixo.Reduzir os alvados e vedar as possíveisfrestas de cada colméia. Revisar e fazermanutenção nos alimentadores (lavagemvigorosa) a cada reposição de alimento, paraevitar o surgimento de fungos (mofo) e outrosmicroorganismos. Não derramar alimentospelo apiário, evitando pilhagem.Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 10.0.0.0.0. Alimentador tipo cocho sendo colocado na borda doninho para acesso interno pelas abelhas durante a entressafra.EnxameaçãoEnxameaçãoEnxameaçãoEnxameaçãoEnxameaçãoA enxameação é o fenômeno naturalresponsável pela reprodução dos enxames. Atendência à enxameação está diretamenterelacionada à genética (africanização) e àscondições ambientais (florada intensa e faltade espaço ou boas condições na moradia).É possível evitar a enxameação da seguinteforma:- limpar ou trocar as caixas no início da safra efazer a seleção e rodízio dos favos do ninho;- substituir periodicamente a rainha antiga poruma nova, selecionada por produtividade epor resistência contra doenças;- localizar adequadamente o apiário e facilitara ventilação interna nas colméias nos mesesmais quentes do ano;- eliminar larvas e pupas de zangão e trocar os
  10. 10. 10 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaMultiplicação de enxamesMultiplicação de enxamesMultiplicação de enxamesMultiplicação de enxamesMultiplicação de enxamesProgramar o procedimento de multiplicaçãode enxames para um dia ensolarado e quente,de preferência nos horários em que grandeparte das campeiras estão no campo, entre as9h e as15h, e no início ou plena safra.Providenciar um ninho vazio e colocarexatamente na posição da colméia doadora,que será deslocada 2 ou 3 passos para trás,de forma que as campeiras que regressam dasFigura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 111111..... Limpeza do ninho e troca de quadros com favo velhopor quadros com lâminas inteiras de cera alveolada.flores já entrem na caixa nova.Transferir para o ninho novo 4 a 5 quadrosque contenham postura, (Figura 12Figura 12Figura 12Figura 12Figura 12) criasnovas, mel, pólen e abelhas aderentes aosfavos. Cuidar para não transferir a rainha.Preencher o restante dos espaços comquadros providos de lâminas inteiras de ceraalveolada, tanto na colméia receptora quantona doadora.Figura 12.Figura 12.Figura 12.Figura 12.Figura 12. Favo com crias em diferentes estágios dedesenvolvimento: as áreas escuras apresentam alvéoloscom ovos e larvas, as áreas claras apresentam alvéolosoperculados e com pupas no interior.quadros com favos velhos por quadrospreenchidos com lâminas inteiras de ceraalveolada (Figura1Figura1Figura1Figura1Figura111111);-eliminar realeiras de enxameação(posicionadas nas bordas dos favos);- aumentar o espaço físico para depósito demel, com o acréscimo de melgueiras.Os quadros com cera alveolada não deverãoser colocados inicialmente no centro da áreade crias do enxame, mas sim nas bordas damesma, após os favos com cria mais externosdo ninho, para não dividir a esfera de crias.
  11. 11. 11Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaInstalar a colméia doadora em outro ponto doapiário, ou transferi-la para outro apiáriodistante. As abelhas que estão no campo irãofortalecer a colméia receptora. A colméiareceptora irá construir realeiras desubstituição (posicionadas no meio dosalvéolos de crias, a partir de larvas que iriamoriginar operárias), e irá gerar uma rainhanova.Após 7 a 10 dias, os apicultores deverãorevisar ambas as colméias, para identificar apresença de uma rainha na colméia receptorae para observar o desenvolvimento da posturana colméia doadora, fazendo o adequadorodízio dos favos de ninho na mesma.União de enxamesUnião de enxamesUnião de enxamesUnião de enxamesUnião de enxamesA produção de mel está diretamenterelacionada com a população de abelhasadultas de uma colméia. Um enxame grandeproduz mais do que três enxames pequenos.Por esse motivo devemos unir os enxamesfracos da seguinte forma:- selecionar o melhor dos dois enxames fracosa serem unidos (aquele ligeiramente maisforte do que o outro, com maior número defavos com crias);- remover a tampa e cobrir o ninho da colméiaselecionada com uma folha de papel jornal;- aplicar mel sobre esta folha e cobrir comoutra folha de jornal;- retirar o fundo da colméia não selecionada(aquela ligeiramente mais fraca do que aprimeira) e colocá-la sobre as folhas;- manter o alvado reduzido por alguns dias.Conseqüentemente, as abelhas de ambos osenxames irão roer o papel vagarosamente.Nesse processo, os feromônios dos enxamescomeçarão a se mesclar. As rainhas irãobrigar até a morte de uma delas, passando avitoriosa a atuar sobre as duas populações.A seleção prévia da melhor rainha pelosapicultores, com a eliminação, algunsmomentos antes da união, da rainhaFigura 13.Figura 13.Figura 13.Figura 13.Figura 13. Favo velho, com cera escurecida e alvéolos reduzidosem diâmetro, após sucessivas gerações de cria em seu interior:deve ser substituído.considerada inferior, também é umprocedimento usual. Entretanto, a seleção eeliminação prévia de uma das rainhas peloapicultor não garante que a restante seja amais apta, forte, produtiva, bem fecundada ealimentada dos dois enxames. Além deaumentar o trabalho e exigir muita experiênciae responsabilidade por parte dos apicultores,acrescenta-se o maior estresse e risco demorte da única rainha do novo enxame. Neste
  12. 12. 12 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base Ecológicasentido, é possível, após a seleção visual e deprodutividade, guardar viva a rainha a sereliminada, mantendo-a temporariamente presaem uma gaiola especial até confirmar o êxitoda união dos enxames.Fazer as uniões ao entardecer e usar colméiaspadronizadas, com fundo solto, para permitirtal procedimento de união. Ambas as colméiasdeverão estar a 2 metros, ou menos, uma daoutra; do contrário, as abelhas campeiras deuma delas (a que foi deslocada para cima daoutra) irão se perder na rua, no local em queestava originalmente sua caixa.Na revisão seguinte, que deve ser algunspoucos dias depois (3 a 7 dias), os apicultoresdeverão remover os favos prejudiciais aocrescimento do enxame, ou seja, os favos quenão estejam com cria de operária (Figura 13Figura 13Figura 13Figura 13Figura 13)ou com espaço disponível para a postura pelarainha, mantendo todos aqueles com crias eescolhendo, dentre os restantes, os maisnovos, bem construídos e com alvéolosdesimpedidos.Manejo de melgueirasManejo de melgueirasManejo de melgueirasManejo de melgueirasManejo de melgueirasAs melgueiras ou sobre-caixas são destinadasa armazenar o mel excedente produzido pelacolméia.Nas épocas de produção de mel, o que nametade sul do Rio Grande do Sul se estendede outubro a maio, conforme o micro-clima eespécies botânicas locais, a colméia deveráestar com uma ou mais melgueiras, atendendoa necessidade de crescimento de cadaenxame.ManejoManejoManejoManejoManejo:- colocar melgueiras repletas de quadros comfavos bons ou com lâminas inteiras de ceraalveolada (Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 144444);- mais adiante na safra, ao acrescentar asdemais melgueiras vazias (quando 2/3 dosfavos da primeira melgueira estiveremocupados por abelhas e mel), as mesmaspoderão ser colocadas entre o ninho e aprimeira melgueira ou diretamente sobre aprimeira, sem perda em produtividade outempo de preenchimento, desde que algunsfavos com mel da primeira melgueira sejamcolocados no centro da segunda e terceiramelgueiras, atuando como atrativos àsabelhas caseiras que estão no serviço dedesidratação e redistribuição do néctar e domel pelos espaços construídos.Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 14.4.4.4.4. o momento da colocação da primeira melgueira é omais crítico e exige um bom preparo inicial da colônia pelosapicultores.
  13. 13. 13Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaDepois de desenvolvido o ninho e colocada aprimeira melgueira, o número de novasmelgueiras variará de acordo com apopulação da colméia, sua demanda porespaço e a intensidade da florada. Não sedeve demorar para colher o mel maduro,podendo ser retirado várias vezes durantecada safra, pois há o risco de perder aprodução por tombamento da caixa ou roubo,ou pela cristalização do mel nos favos. Nasafra de outono, com a queda de temperaturae a aproximação do inverno, o número demelgueiras disponíveis deverá ser o maisreduzido possível e as colheitas deverão serfreqüentes. No final da safra, com a entradado inverno, todas as melgueiras vaziasdeverão ser retiradas das colméias. Osapicultores poderão deixar melgueirasdurante o inverno sobre as caixas apenasquando colocarem uma tampa interna (entre-tampa) entre o ninho e as melgueiras. A entre-tampa possui uma ou mais aberturas centrais,permitindo que as abelhas possam fazer amanutenção das melgueiras.Colheita e extração do melColheita e extração do melColheita e extração do melColheita e extração do melColheita e extração do melOs favos de mel só deverão ser retirados paracentrifugar (Figura 15Figura 15Figura 15Figura 15Figura 15) quando estiveremcom mel plenamente maduro, com os alvéolosdo favo totalmente operculados.É aceitável, entretanto, retirar favosparcialmente operculados, desde que sejamfechados em mais do que dois terços da áreatotal (mínimo de 70% da superfície do favoesteja operculada) e que o restante estejaplenamente maduro (o mel não pode pingarnem escorrer do favo quando balançadoenergicamente com a face para baixo).Colheita:Colheita:Colheita:Colheita:Colheita:Retire um por um os quadros da melgueira,remova as abelhas aderentes e passeimediatamente para dentro de uma melgueiravazia e tampada (melgueira de transporte). Amelgueira que estava na colméia e ficou vazia,poderá ser removida e usada para receber osquadros da próxima colméia do apiário, oupoderá ficar no lugar e ser preenchida poroutros caixilhos de melgueira com favosvazios ou lâminas inteiras de cera alveolada.Figura 15.Figura 15.Figura 15.Figura 15.Figura 15. Durante a colheita dos favos com mel operculado, asabelhas aderentes ao mesmo são removidas de volta para acolméia.
  14. 14. 14 Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaÉ fundamental, apenas, que a colméia nãofique sem melgueiras, caso a safra não tenhachegado ao fim.Antes de passar os quadros com mel paramelgueira de transporte, devolva à caixa asabelhas dos favos, varrendo-as com umespanador de folhas, ou com uma batida secae suave no quadro, sobre a colméia aberta.No pico de safra, as colméias não podem ficarsem melgueira após a colheita, mesmo queseja por apenas uma ou duas noites. Faltaráespaço para processarem o néctar earmazenarem o mel e será disparado oinstinto de enxameação.A fumaça, que deve ser feita com material deboa qualidade e usada com moderação, nuncadeve ser dirigida para o mel nos favos; alémda possibilidade de contaminação, impregnaseu mau cheiro no mel a ser colhido.Extração:Extração:Extração:Extração:Extração:A extração do mel deverá ser realizada emlocal apropriado, em uma sala do mel ou casado mel, com todas as normas de higiene. Osequipamentos e recipientes deverão ser bemlimpos e desinfetados.Depois de removidos os opérculos dosalvéolos, com o auxílio de garfosdesoperculadores ou facas especiais, os favosdeverão ser dispostos em máquinacentrifugadora para apicultura, onde o melserá retirado (Figura 16Figura 16Figura 16Figura 16Figura 16).Em seguida, deixar em decantadores por 2dias ou mais, para que se processe a subidadas bolhas de ar, ceras e partículas menosdensas do que o mel, e a descida deimpurezas pesadas que porventura estejampresentes.A escolha das melhores embalagens,adequadas ao porte de cada apicultor, bemcomo da forma de identificação e rotulagempara a comercialização, deverão serFigura 16.Figura 16.Figura 16.Figura 16.Figura 16. Pelo processo da centrifugação, o mel é extraído dosfavos previamente desoperculados.considerados pelos apicultores como pontosimportantes para o bom escoamento de suaprodução.O mel, (FIgura 17FIgura 17FIgura 17FIgura 17FIgura 17) que agora se apresentacomo produto final da apicultura sustentável,está pronto para o consumo nas mesasbrasileiras, como precioso e nutritivo produtodas abelhas na agricultura familiar de baseecológica.
  15. 15. 15Apicultura Sustentável na Propriedade Familiar de Base EcológicaExemplares desta edição podem ser adquiridosna: Embrapa ClimaEmbrapa ClimaEmbrapa ClimaEmbrapa ClimaEmbrapa Clima TTTTTemperadoemperadoemperadoemperadoemperadoEndereçoEndereçoEndereçoEndereçoEndereço: BR 392, Km 78, Caixa Postal 403Pelotas, RS - CEP 96001-970FoneFoneFoneFoneFone: (0xx53) 3275-8100FaxFaxFaxFaxFax: (0xx53) 3275-8221E-mailE-mailE-mailE-mailE-mail: www.cpact.embrapa.brsite@cpact.embrapa.br11111aaaaaediçãoediçãoediçãoediçãoedição1aimpressão (2007): 100PPPPPresidenteresidenteresidenteresidenteresidente: Walkyria Bueno ScivittaroSecretário-ExecutivoSecretário-ExecutivoSecretário-ExecutivoSecretário-ExecutivoSecretário-Executivo: Joseane Mary L. GarciaMembrosMembrosMembrosMembrosMembros: Cláudio Alberto Souza da Silva, LígiaMargareth Cantarelli Pegoraro, Isabel HelenaVernetti Azambuja, Luís Antônio Suita de Castro,Sadi Macedo Sapper, Regina das GraçasVasconcelos dos SantosSupervisor editorialSupervisor editorialSupervisor editorialSupervisor editorialSupervisor editorial: Sadi Macedo SapperRevisão de textoRevisão de textoRevisão de textoRevisão de textoRevisão de texto: Sadi Macedo SapperEditoração eletrônicaEditoração eletrônicaEditoração eletrônicaEditoração eletrônicaEditoração eletrônica: Oscar CastroFotos do trabalho: Luis Fernando WolffComitê deComitê deComitê deComitê deComitê depublicaçõespublicaçõespublicaçõespublicaçõespublicaçõesExpedienteExpedienteExpedienteExpedienteExpedienteCircularCircularCircularCircularCircularTTTTTécnica, 64écnica, 64écnica, 64écnica, 64écnica, 64ReferênciasReferênciasReferênciasReferênciasReferênciasCAMARGO, R.C.R.; PEREIRA, F.M.; LOPES,M.T.R. PPPPProdução de melrodução de melrodução de melrodução de melrodução de mel. Teresina: EmbrapaMeio-Norte, 2002. 138 p. (Embrapa Meio-Norte. Sistemas de Produção, 3).FURGALA, P.C. Manejo otonal e invernada decolonias productivas. In: DADANT, C. et al. LaLaLaLaLacolmena y la abeja meliferacolmena y la abeja meliferacolmena y la abeja meliferacolmena y la abeja meliferacolmena y la abeja melifera. Montevidéu,Hemisferio Sur, 1979. Cap.16, p. 609-654.EPAGRI. Normas técnicas para apiculturaNormas técnicas para apiculturaNormas técnicas para apiculturaNormas técnicas para apiculturaNormas técnicas para apiculturaorgânica em Santa Catarinaorgânica em Santa Catarinaorgânica em Santa Catarinaorgânica em Santa Catarinaorgânica em Santa Catarina: produção eprocessamento de mel. Florianópolis: Epagri,2001. 22 p. (Epagri. Sistemas de Produção, 36).Figura 1Figura 1Figura 1Figura 1Figura 177777..... Mel processado e embalado para comercializaçãodireta ao consumidor.FEEBURG, J.B. TTTTTécnica e prática deécnica e prática deécnica e prática deécnica e prática deécnica e prática deapiculturaapiculturaapiculturaapiculturaapicultura. Porto Alegre: Casa da Abelha,1989. 144 p.HARKALY, A. Mel e produtos apícolasorgânicos no Brasil. In: CONGRESSOBRASILEIRO DE APICULTURA, 13., 2000,Florianópolis. Anais...Anais...Anais...Anais...Anais... Florianópolis:Confederação Brasileira de Apicultura, 2000.v.13. p. 301-312, 2000.WIESE, H. Novo manual de apiculturaNovo manual de apiculturaNovo manual de apiculturaNovo manual de apiculturaNovo manual de apicultura.Guaíba: Agropecuária, 1995. 292 p.

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