Controle Biológico

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Controle Biológico

  1. 1. Faculdade de Ciências Agro-Ambientais FAGRAM Zoologia Geral Controle Biológico de Pragas na Agropecuária e na Agricultura Professor: Gláucio Mota Mattos Alunos: João Felix Vieira – Rodrigo Leite Dilly 1º período / 2008
  2. 2. <ul><li>O controle biológico consiste no emprego de um organismo </li></ul><ul><li>(predador, parasita ou patógeno) que ataca outro que esteja causando danos econômicos na agricultura em geral </li></ul>
  3. 3. <ul><li>O conceito oficial de praga é estabelecido pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), como sendo: &quot;qualquer espécie, raça ou biótipo de vegetais, animais ou agentes patogênicos, nocivos aos vegetais ou produtos vegetais&quot;. </li></ul>
  4. 4. Definição <ul><li>O controle biológico é utilizado na agricultura para substituir substâncias químicas (inseticidas e pesticidas), Odum, 1988 </li></ul>Beauveria bassiana
  5. 5. Embora o uso do controle biológico não seja uma prática generalizada entre os agricultores, há avanços significativos em alguns cultivos, devido aos esforços de órgãos estaduais e federais de pesquisa.
  6. 6. Controle biológico sistemas Métodos Químico - uso de agrotóxicos - caro e pouco eficiente (50 aplicações de fungicidas por ano) pulverização aérea
  7. 7. Atualmente, mais de 87.000 substâncias tóxicas são produzidas pelo homem e, potencialmente, podem atingir os ecossistemas e organismos aquáticos, com impactos para a saúde humana.
  8. 8. Pesquisas em laboratórios Estudos e pesquisas Controle Biológico - Combate com inimigos naturais
  9. 9. A análises realizadas para determinar se há nematóides na área, qual o nível populacional, para determinar método de combate
  10. 10. <ul><li>Esse palavrão é o nome completo de uma substância que a maioria das pessoas já ouviu falar, o pesticida DDT . Quando ele surgiu, em 1939, pensou-se que todos os problemas causados por insetos estivessem resolvidos. Engano, ao longo dos anos, o DDT causou mais danos que benefícios. </li></ul>Diclorodifeniltricloetano
  11. 11. <ul><li>O surgimento de pragas mais resistentes a inseticidas, eliminam insetos úteis ou dos inimigos naturais de organismos danosos e o envenenamento de rios, colocando em risco a vida do homem e de outros animais. </li></ul>
  12. 12. Envolve a coleta de inimigos naturais de uma praga na região onde esta se originou e que aí a atacam e impedem-na de tornar-se daninha. Controle biológico clássico
  13. 13. <ul><li>Forma de se aumentar a população de um inimigo natural que ataque uma praga </li></ul>Propagação Uma infestação micorrítica em orquídea com fungos Thelephoroides           (Foto Bruns Lab – Universidade da Califórnia - Berkeley)
  14. 14. <ul><li>Parte importante de qualquer prática de controle biológico. Isto envolve a identificação de quaisquer fatores que limitam a efetividade de um inimigo natural particular e alterá-los para auxiliar a espécie benéfica </li></ul>Conservação de inimigos naturais
  15. 15. CIGARRINHAS DAS PASTAGENS Zulia entreriana Deois flavopicta
  16. 16. Outras espécies de cigarrinhas
  17. 17. Fases das cigarrinhas É uma espécie abundante, facilmente observada em gramíneas e está presente em plantas cítricas Ovos, recobertos com cera ninfas Adulto de Plesiommata corniculata
  18. 18. CIGARRINHAS DAS PASTAGENS São consideradas uma das principais pragas das pastagens. População superior a 20 insetos/m² podem reduzir em 50% a capacidade de suporte da pastagem. O ataque se inicia no período chuvoso. Os ovos em diapausa encontrados no solo dão origem a ninfas que iniciam o ataque. As ninfas se envolvem em uma espuma e atacam a base das plantas sugando a seiva até a fase adulta. Os adultos sugam a seiva das folhas injetando toxinas que causam a morte dos tecidos.
  19. 19. Imagem microscópica do fungo Metarhizium anisopliae O combatente
  20. 20. Resultados no combate as cigarrinhas com o Metarhizium anisopliae
  21. 22. Pastagem recuperada Pastagem degradada Resultados com estudos e pesquisas
  22. 23. Moleque-da-bananeira Cosmopolites sordidus
  23. 24. Danos provocados pela larva do Moleque ou  broca-do-rizoma da bananeira
  24. 25. Danos causado a bananeira pela Broca-do-rizoma
  25. 26. Cosmopolites sordidus Fase larval
  26. 27. Iscas tipo telha
  27. 28. Forma de propagação da praga
  28. 29. <ul><li>O fungo é aplicado em forma de pasta em pedaços de bananeira que são colocados ao redor das árvores servindo de isca, controlado assim, o Moleque –da-bananeira </li></ul><ul><li>( Cosmopolites sordidus) </li></ul>Combate com o fungo Beauveria bassiana
  29. 30. Controle biológico com o Beauveria bassiana
  30. 31. Agente Biológico O que ele ataca Como se aplica Fungo Metarhizium anisopliae Cigarrinha da folha da cana-de-açúcar O fungo é pulverizado e, em contato com o corpo do inseto, causa doença. Fungo Metarhizium anisopliae Broca dos citrus O fungo é polvilhado nos buracos da planta contaminando a praga. Fungo Beauveria bassiana Besouro &quot;moleque-da-bananeira&quot; O fungo é aplicado em forma de pasta em pedaços de bananeira que são colocados ao redor das árvores servindo de isca. Fungo Insectonrum sporothrix Percevejo &quot;mosca-de-renda&quot; O fungo é pulverizado e, em contato com o corpo do inseto, causa doença. Vírus Baculovírus anticarsia Lagarta da soja Pulverizado sobre a planta o vírus adoece a lagarta que se alimenta das folhas. Vírus Baculovírus spodoptera Lagarta do cartucho do milho Pulverizado sobre a planta, o vírus adoece a lagarta que se alimenta da espiga em formação. Vírus Granulose Mandorová da mandioca Pulverizado sobre a mandioca o vírus é nocivo à praga. Nematóide Deladendus siridicola Vespa-da-madeira Em forma de gelatina, o produto é injetado no tronco da árvore esterelizando a vespa. Bactéria Bacillus thuringiensis (Dipel) Lagartas desfolhadoras Pulverizado sobre a planta o Dipel é nocivo às lagartas.
  31. 32. <ul><li>Bibliografias consultadas: </li></ul><ul><li>www.sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br </li></ul><ul><li>BATISTA FILHO, A., LEITE, L.G., RAGA, A., SATO, M.E., CRUZ, B.P.B.Pesquisas sobre o controle biológico do “moleque” da bananeira Cosmopolites sordidus Germar, 1824, p. 93-99. In. CRUZ, B.P.B., BATISTA FILHO, A., LEITE, L.G. </li></ul><ul><li>Elen de Lima Aguiar Menezes - Engenheira Agrônoma, Ph.D. em Entomologia Agrícola, Pesquisadora da Embrapa Agrobiologa. Rodovia BR 465, km 7, Seropédica, Controle Biológico: na busca pela sustentabilidade da agricultura brasileira. </li></ul><ul><li>Instituto Biológico, APTA/Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Vale do Paraíba, CATI/Casa da Agricultura de São Bento do Sapucaí. E-mail:batistaf@biologico.br </li></ul><ul><li>Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical </li></ul><ul><li>Jornal &quot;A Folha de São Paulo&quot;, caderno &quot;Agrofolha&quot;, 1998. </li></ul><ul><li>Livro &quot;Crise Socioambiental e Conversão Ecológica da Agricultura Brasileira&quot;, Silvio Gomes de Almeida e outros, Rio de Janeiro: AS-PTA, 2001. </li></ul><ul><li>Marcílio José Thomazini - Eng. agrôn., D.Sc., Embrapa Acre -Caixa Postal 321 - CEP 69908-970 - Rio Branco/AC - E-mail: marcilio@cpafac.embrapa.br </li></ul><ul><li>Wikipédia -Apostila do Sistema Positivo - Quinta série. Terceiro Bimestre - Ciências </li></ul><ul><li>Obtido em &quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Praga </li></ul><ul><li>Alves SB. Controle Microbiano de Insetos (cood.), Editora Manole, SP </li></ul><ul><li>Schnepf E, Crickmore N, Van Rie J, Lereclus D, Baum J, Feitelson J, Zeigler DR & Dean DH 1998. Bacillus thuringiensis and its pesticidal crystal proteins. Microbiology and Molecular Biology Reviews 62: 775-806. </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, V. B. ; BARROS, S. S. ; ALMEIDA, F.Q. MUARES: Como tema transversal para o ensino médio e técnico em Agropecuária. Rio de Janeiro, RJ. Publit. 2ª ed., 2007. 123 p </li></ul><ul><li>Formatação: vieira.joaofelix@gmail.com </li></ul>

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