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John locke

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John locke

  1. 1. (1632-1683)Segundo Tratado sobre oGoverno (1690)
  2. 2. 1. Não há por que supor uma hierarquia naturalentre os homens;2. Não há por que afirmar a existência de umvínculo entre propriedade e direito degovernar;3. Não há por que traçar a genealogia dosgovernos até uma decisão de Deus.
  3. 3. Condição natural => indiferenciação de poder;Estado de natureza => estado de perfeitaigualdade e de perfeita liberdade;Igualdade => comunidade de espécie e ausênciade subordinação;Liberdade => possibilidade de dispor livrementesobre o próprio corpo e os bens dados pelanatureza;
  4. 4. Condição natural => não leva necessariamente àguerra de todos contra todos; possibilidade desociabilidade entre os homens;Estado de perfeita liberdade e igualdade => podelevar a uma situação de desigualdade entre oshomens;Trabalho => transformação da natureza eapropriação dos produtos gerados.
  5. 5. Estado de natureza => homens podem exercerrazão; (reconhecer os direitos dos outroshomens);Homens são naturalmente industriosos;Desigualdades => surgidas através do trabalho;não podem levar à privação dos demais; nãosão necessariamente contrárias à busca do bemcomum.
  6. 6. Contrato social => submete-se a um podercomum; transfere à sociedade o direito delegislar, de julgar e de punir transgressões;Igualdade natural => fonte de direito àautoresistência e defesa à tirania.Estado => função: proteção à propriedade;condições para o funcionamento da economia.
  7. 7. “Estado de perfeita liberdade para ordenar suas ações e para dispor desuas pessoas e pessoas como julgar adequado, dentro dos limites dalei da natureza, sem pedir autorização ou depender da vontade deoutro homem.”“Estado de perfeita igualdade, no qual são recíprocos todo poder e todajurisdição, ninguém tendo mais que qualquer outro.” “Nada é mais evidente do que criaturas de uma mesma espécie e damesma ordem, nascidas promiscuamente para as mesmas vantagensda natureza e para o uso das mesmas faculdades, devam também seriguais umas às outras, sem subordinação ou sujeição, a menor que osenhor de todos ele uma sobre as outras, por uma declaraçãomanifesta de sua vontade, e lhe confira, por indicação evidente eclara, uma indubitável direito ao domínio e à soberania.”
  8. 8. “O primeiro é fazer o que considere adequadopara preservar-se e aos outros, dentro do quepermite a lei da natureza, pela qual, comum atodos, cada um e todo o resto da Humanidadesão uma comunidade, formam uma sociedadede todas as criaturas.”
  9. 9. “Seja o que for que ele remova do estado em que anatureza o proveu e deixou, mistura-lhe seutrabalho, acrescenta-lhe algo que lhe é próprio eassim converte em sua propriedade.”

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