Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Tosse 1

2,577 views

Published on

Tosse Crônica

Published in: Healthcare
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Tosse 1

  1. 1. Avaliação do Paciente com Tosse Crônica/ Causas e Evolução da dispneia crônica Emilly Virginia e Lucas Pugliese
  2. 2. Avaliação do Paciente com Tosse Crônica
  3. 3. Fisiopatologia CENTRO DE TOSSE NO HIPOTÁLAMO NERVOVAGO AUMENTA A PRESSÃO Fonte : Anatomia e Fisiologia humana. VILELA, M.
  4. 4. Aguda < 3 semanas Subaguda 3-8 semanas Crônica > 8 semanas Diagnóstico diferencial Infecção viral do trato respiratório superior Distúrbios cardiorrespiratórios subjacentes agudos. Origem pós-infecciosa Asma Sinusite bacteriana Síndrome de tosse das vias aéreas superiores Asma Refluxo gastroesofágico
  5. 5. Avaliação da tosse em adultos Anamnese Exame físico Exames complementares História do paciente Tabagismo? Exposição ambiental? Uso de medicação? Radiografia de tórax Espirometria Bronquiectasias, pneumonia persistente, sarcoidose e tuberculose AprendIS
  6. 6. Radiografia de tóraxMAISCOMUM Bronquite não eosinófilica Tosse postfectiva Sarcoidose Tuberculose Bronquiectasis Tosse psicogénica ou habitual Irritantes químicos STVAS Asma Doença do refluxo gastroesofágico Inibidores ECA
  7. 7. Síndrome de tosse das vias aéreas superiores • Obstrução nasal ou coriza e a sensação de ter algo gotejando na garganta e/ou necessidade de limpá-la frequentemente. • Diagnóstico: É frequentemente baseado em achados da história e exame físico. • Drenagem Faringe posterior, limpeza da garganta  achados relativamente sensíveis, mas não são específicos. • Radiografia: É 84 por cento sensível e 77 por cento específico Radiografia de tórax – Um guia prático JOSEPH J. et al October 15, 2011 ◆ Volume 84, Number 8
  8. 8. ASMA • Segunda causa mais comum de tosse crônica em adultos. • Diagnóstico: A espirometria é necessária. • A tosse é o sintoma mais comum. • Única manifestação em até 57% (asma crônica). Radiografia de tórax – Um guia prático
  9. 9. Doença do refluxo gastroesofágico • Terceira causa de tosse crônica • Suspeita: Azia diária e regurgitação sugerem uma tosse crônica induzida por DRGE. Radiografia de tórax – Um guia prático ESOFÁGICA-BRÔNQUICA ESÔFAGO DISTAL REFLUXO ÁCIDO Radiografia de tórax – Um guia prático
  10. 10. INIBIDORES ECA • 20% dos pacientes. • Bradicidina  Sensação típica de cócegas, aspereza ou prurido na garganta. Bibliomed
  11. 11. Outras possíveis causas • Prevalência desconhecida. • Tosse crônica em pacientes com hipertensão das vias aéreas, eosinofilia do escarro, ausência de sintomas ou evidência de obstrução do fluxo aéreo. BRONQUITE NÃO EOSINÓFILICA • Tosse persiste após uma infecção do trato respiratório superior. • Autolimitada e resolverá espontaneamente (três ou mais meses). TOSSE POSTFECTI- VA • Fumo do cigarro • Fator de risco mais comum para doença pulmonar obstrutiva crônica. • Eliminação a exposição IRRITANTES QUÍMICOS • Não tosse durante o sono, no são despertados pela tosse, e não tossem durante distração. • Acionadores comuns: tomando uma respiração profunda; rindo; falando ao telefone para mais alguns minutos, etc. TOSSE HABITUAL • Associada à superprodução excessiva e Diminuição da secreção das vias aéreas. BRONQUI- ECTASIS • Produção de expectoração, hemoptise, febre ou perda de peso e que vivem em áreas com alta prevalência da doença, e naqueles em alto risco (ex, HIV+) TUBERCU- LOSE • Autoimune crônica. • Surgimento de granulomas epitelioid es que podem afetar qualquer órgão, mais frequentemente os pulmões e os linfonodos. SARCOI- DOSE
  12. 12. Tosse crônica em crianças • Crônica = Duração superior a quatro semanas. • Causas mais comuns: Asma, Infecções do trato respiratório e doença do refluxo gastroesofágico. • Sinais sugestivos de Doença pulmonar subjacente Grave: tosse em neonatal, tosse crônica úmida ou purulenta, ocorrendo tosse durante ou após a alimentação. • Investigação Radiografia de tórax e espirometria • Atenção!!!!! Aspirações de corpo estranho, condições congênitas, fibrose cística e distúrbios imunológicos.
  13. 13. CASO CLÍNICO
  14. 14. •Identificação: RLM, feminina, 54 anos, viúva, católica, dona de casa, natural e procedente de Salvador. • Queixa Principal: Tosse há cerca de 3 meses Anamnese
  15. 15. • HMA: Paciente refere que apresenta tosse com expectoração mucóide há cerca de 3 meses a tosse piorou, passando a apresentar expectoração amarelada associada com dispnéia moderada. Após 1 mês, refere ter reiniciado o quadro de tosse (desta vez seca) e dispnéia intensa, associado com febre vespertina diária (não mensurada). Refere perda ponderal de 15kg nos últimos 3 meses. Nega hemoptise, dor ventilatório- dependente. Anamnese
  16. 16. • Interrogatório Sistemático Geral: Refere perda ponderal (vide HMA). Refere alopecia e madarose há cerca de 4 meses. Refere odinofagia iniciada junto com o segundo episódio de tosse e dispnéia. AR: vide HMA ACV: Nega palpitações, precordialgia, edema TGI: Nega alterações quantitativas ou qualitativas das dejeções; nega vômitos, náusea, dor abdominal. SGU: Nega alterações quantitativas ou qualitativas da urina; Nega disúria. SOMA: Refere artralgia em joelhos (migrava do Joelho D p/ E) iniciada há cerca de 6 meses, sem sinais flogísticos, que melhoravam após uso de diclofenaco. Há algum tempo não sente as dores SN: Refere astenia em MMII Anamnese
  17. 17. • Antecedentes: Médicos: Nega HAS, DM. Refere contato com marido enquanto ele estava em tratamento para tuberculose (há cerca de 10 anos). Laqueadura há 11 anos. Familiares: Duas filhas com HAS. Mãe falecida com CA de mama. Contactantes sem história semelhante. Ginecológico: G12P10A2 (espontâneos). Menopausada há 4 anos • Hábitos de Vida: 70 maços/ano. Etilista social (3 garrafas de cerveja aos finais de semana). Sedentária. • História Social: Mora com filha em casa de bloco. Anamnese
  18. 18. • Geral  REG, LOTE, emagrecida, mucosas hipocrômicas +/4+, anictérica, acianótica. • Cabeça e Pescoço  Linfonodos palpáveis em cadeias submandibular e cervical anterior, medindo 1,5cm, consistência fibroelástica, móveis, indolores à palpação. Orofaringe sem alterações. • Sinais Vitais  PA: 130x90mmHg / FC= 117bpm / FR = 24ipm / Temp. 38,4 ºC • AR  Tórax simétrico, sem abaulamentos, ou retrações costais. FTV sem alterações. À Percussão som claro pulmonar. MV reduzidos globalmente com roncos em base de Htx direito. • ACV  Ictus visível e palpável no 6º EIC, BRNF, em 2 tempos, com SS III/VI foco mitral irradiando para axila. • Abd.  Plano, flácido, RHA +, indolor à palpação. Fígado a 5 cm do RCD, com hepatimetria 8 cm. Baço não palpável; espaço de traube livre. Exame Físico
  19. 19. • Extremidades  Bem perfundidas, sem edemas, com varizes em MMII. • S.O.M.A  Articulações sem sinais flogísticos ou dor à mobilização passiva e ativa. Ausência de creptações em joelhos, ombros, cotovelos. • SN  Função cognitiva, sensibilidade e motricidade preservados. Pares cranianos normais. Exame Físico
  20. 20. • http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/bmbooks/cardiolo/livro16/fig07- 09.htm • http://aprendis.gim.med.up.pt/index.php/Espirometria • https://www.livrebooks.com.br/livros/radiografia-do-torax-um-guia- pratico-gerald-lacey-laurence-berman-simon-morley-tpfzoiddazic/baixar- ebook

×