Plano Estrategico Daee Dez.2008

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Plano Estrategico Daee Dez.2008

  1. 1. DEPARTAMENTO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Relatório Final Revisão 0 RF-1021-08 R0
  2. 2. Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Relatório Final RF-1021-08 Rev.0 São Paulo Janeiro de 2009
  3. 3. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo SUMÁRIO 1. Introdução ................................................................................................................ 3 2. Programa de Capacitação gerencial ........................................................................ 4 2.1 Oficina de Formação de Dirigentes ................................................................... 4 2.2 Oficina de Formação de Facilitadores – Turma A ............................................. 6 2.3 Oficina de Formação de Facilitadores – Turma B ............................................. 8 2.4 Oficina de Preparação de Supervisores e Técnicos........................................ 10 2.5 Avaliação das Oficinas .................................................................................... 12 2.6 Material Didático para as Oficinas................................................................... 14 3. Assessoria na Formulação do Plano Estratégico do DAEE ................................... 15 3.1 Reuniões de Trabalho dos Dirigentes ............................................................. 15 3.2 Diretrizes Estratégicas .................................................................................... 16 3.3 Programas Estratégicos .................................................................................. 17 3.4 Desenvolvimento dos Programas Estratégicos pelos Grupos de Trabalho..... 20 3.5 Plano Estratégico do DAEE ............................................................................ 21 4. Acompanhamento da Implantação dos Projetos .................................................... 22 5. Avaliação dos Resultados do Processo pelos Consultores.................................... 23 5.1 Preliminares e Diagnóstico Estratégico........................................................... 23 5.2 O Processo e a Metodologia de Trabalho ....................................................... 23 5.3 Avaliação dos Resultados Humanos e Organizacionais ................................. 24 5.4 Avaliação dos Produtos................................................................................... 25 6. Equipe Técnica....................................................................................................... 26 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  4. 4. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 1. INTRODUÇÃO O contrato 2008/11/00035.8 entre a Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica - FCTH e o Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE tem por objeto executar o serviço de assessoria técnica especializada, para capacitação do corpo técnico e gerencial com objetivo de formular do “Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo”, conforme foi feito ao longo deste projeto e será descrito neste relatório. Os trabalhos foram realizados em três grandes Etapas: 1ª. Etapa – Programa de Capacitação Gerencial para o DAEE; • 2ª. Etapa – Assessoria na Formulação do Plano Estratégico do DAEE; • 3ª. Etapa – Acompanhamento da Implantação dos Projetos. • Os serviços foram executados de acordo com o cronograma geral previsto no contrato, ajustados de acordo com as solicitações e agendas dos dirigentes e técnicos do DAEE, observados os prazos de início e fim propostos. 3 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  5. 5. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 2. PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO GERENCIAL O programa geral de capacitação gerencial foi desenvolvido em caráter abrangente, com a realização de oficinas em quatro níveis de aprofundamento conceitual e metodológico, capacitando as pessoas do corpo gerencial do DAEE para formular, implantar e acompanhar a execução de planos estratégicos eficazes e eficientes, conforme segue: Oficina de formação de Dirigentes Oficina de formação de Facilitadores – Turma A Oficina de formação de Facilitadores – Turma B Oficina de Preparação de Supervisores e Técnicos 2.1 Oficina de Formação de Dirigentes Destinada ao pessoal com formação superior e com posição de chefia no DAEE tendo o duplo objetivo de sensibilização e de nivelamento conceitual para o pessoal qualificado, a fim de implementar o processo de planejamento e gestão e para atuar na continuidade do programa de formação, nas suas respectivas áreas de atuação. Foi realizada nos dias 15, 16 e 17 de julho nas instalações do CTH na USP e contou com a presença de um grupo de 21 dos principais dirigentes do DAEE: Nome Departamento Ricardo Lange DAEE/BAT João Carlos Paim Vieira DAEE Leonardo Eiji Koshimura FCTH Celso Aoki FCTH José S. Pimentel DAEE/CAL Nelson Nashiro DAEE/SCG José Carlos Pissaia DAEE/DSD Ney Ikeda DAEE/BRB Antonio J. T. Ranzani DAEE/BTG Edson Sabbag DAEE/BRP 4 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  6. 6. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Leila Gomes DAEE/DPO Luiz Roberto Moretti DAEE/BMP Fátima Justo Cortella DAEE/DPC Luiz Fernando Carneseca DAEE/JAR Eliseu Itiro Ayabe DAEE/DRH Ismar Lissner DAEE/DAF Marli A. Reis Maciel Leite DAEE/BPB Ronaldo A. T. Paiva DAEE/DEO Carlos Eduardo Alencastre DAEE/BPG Antonio M. Silva Bragança DAEE/SAT Arnaldo Rodrigues Martinelli DAEE/DLC A seguir é apresentada a grade horária utilizada para a Oficina 1 – Formação de Dirigentes que totalizou 21 horas de treinamento e exercícios práticos. 5 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  7. 7. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 15/7/08 - Terça 16/7/08 - Quarta 17/7/08 - Quinta Manhã – 9:00 – Manhã – 9:00 – Manhã – 9:00 – 13:00 (4,0 h) 13:00 (4,0 h) 13:00 (4,0 h) Mod. 4 – Gestão Mod. 11 – Aquecimento Estratégica Formulação das Orientação para as Mod. 5 – Estratégias oficinas de trabalho Transformação Of. 10 – Estratégias Estratégica Mod. 6 – Corporativas Mod. Mod. 1 – Motivações Análise do Ambiente Mod. 12 – para Estratégia Mod. 2 – Desafios para Externo Capacitação Of. 5 – Análise do Estratégica Estratégia Ambiente Externo Of. 12 – Objetivos e Mod. 3 – Conceitos Mod. 8 – Análise do Metas Básicos Ambiente Interno Mod. 14 – Of. 1 – Descrição do Metodologia de Empreendimento Planejamento Tarde – 14:30 – Tarde – 14:30 – Tarde – 14:30 – 17:30 (3,0 h) 17:30 (3,0 h) 17:30 (3,0 h) Of. 2 – Visão do Of. 6 – Análise do Mod. 15 – Workshop Empreendimento Ambiente Interno de Planejamento Of. 3 – Missão do Mod. 10 – Of. 14 – Empreendimento Balanceamento do Investimentos Of. 4 – Princípios e Portfólio Of. 8 – Estratégicos Valores Balanceamento do Mod. 16 – Portfólio Implantação Estratégica Apresentação dos Trabalhos Avaliação da Oficina 2.2 Oficina de Formação de Facilitadores – Turma A Destinada a pessoal do DAEE com formação superior, tendo o duplo objetivo de nivelamento conceitual e de formação de ‘Facilitadores’. Esses facilitadores são pessoas que foram qualificadas para participarem da implementação do processo de planejamento e gestão, e para atuarem futuramente na continuidade do programa de formação, como instrutores e como facilitadores necessários à divulgação da metodologia. 6 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  8. 8. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Esta oficina foi realizada nos dias 29, 30 e 31 de julho nas instalações do CTH na USP e contou com a presença de 26 servidores de nível superior do DAEE: Nome José Paulo Marini Seica Quo Antonio Carlos Vieira Leonildo E. Urbano João Luiz Ferreira do Vale Renato Crivelenti Suraya Damas Modaeli Gilson Nashiro Tókio Hirata Vanessa de Oliveira Cardoso Luis César de Souza Pinto José Borzani Neto Nelson Garebeloto Genivaldo M. de Aguiar Luiz Cláudio Almeida Ferreira Antonio Carlos Coronato Sérgio Antunes Hamilton Pires Wagner Bernardo José Geraldo Folino Fernando Jorgino Blanco Leonardo Koshimura Antonio Claudino Kátia Oliveira Armando Aguiar Francisco Gusso 7 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  9. 9. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo A seguir é apresentada a grade horária utilizada para a Oficina 2 – Formação de Facilitadores – Turma A que totalizou 25 horas e 30 minutos de treinamento e exercícios práticos. 29/7/08 – Terça 30/7/08 - Quarta 31/7/08 - Quinta Manhã – 8:00 – 13:00 Manhã – 8:00 – 13:00 Manhã – 8:00 – 13:00 (5,0 h) (5,0 h) (5,0 h) Aquecimento Mod. 6 – Análise do Mod. 12 – Capacitação Orientação para as Oficinas Ambiente Externo Estratégica de Trabalho Of. 5 – Análise do Of. 11 – Estratégias de Ambiente Externo Capacitação Mod. 1 – Motivações para Mod. 8 – Análise do Mod. 13 – O Plano Estratégia Ambiente Interno Estratégico Mod. 2 – Desafios para Of. 6 – Análise do Of. 12 – Objetivos e Metas Estratégia Ambiente Interno Mod. 14 – Metodologia de Mod. 3 – Conceitos Básicos Mod. 10 – Balanceamento Planejamento Of. 1 – Descrição do do Portfólio Empreendimento Of. 2 – Visão do Empreendimento Tarde – 14:30 – 18:00 Tarde – 14:30 – 18:00 Tarde – 14:30 – 18:00 (3,5 h) (3,5 h) (3,5 h) Of. 3 – Missão do Of. 8 – Balanceamento do Of. 13 – Planos de Ação Empreendimento Portfólio Mod. 15 – Workshop de Of. 4 – Princípios e Valores Mod. 11 – Formulação das Planejamento Mod. 4 – Gestão Estratégica Estratégias Of. 14 – Investimentos Mod. 5 – Transformação Of. 9 – Estratégias Estratégicos Estratégica Competitivas Mod. 16 – Implantação Of. 10 – Estratégias Estratégica Corporativas 2.3 Oficina de Formação de Facilitadores – Turma B Destinada aos técnicos e técnicos administrativos das unidades e órgãos, com algum tipo de função de chefia ou responsabilidade sobre setores diretamente envolvidos com o planejamento estratégico das unidades ou órgãos do DAEE. 8 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  10. 10. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Foi realizada nos dias 9, 10 e 11 de setembro, nas instalações do CTH na USP e contou com a presença de 24 servidores do DAEE: Nome Adilson Munhoz Adriano Teixeira Monsores Amadeu Luiz Palmieri Cecília Cristina Jorge de Carvalho Cecília de Barros aranha Cláudio Henrique B. Moreira Elias de Souza Fabiana Zanquetta de Azevedo Fernandes José Pereira José Paulo de Carvalho Marini Kinue Saito Luiz Otávio Manfré Marcos Mila Pascoal Maria Rita Toloza de Oliveira Costa Michele Consolmagno Osmar José Gualdi Pedro Benedito Prudente do Amaral Podalyro Amaral de Souza Rita de Cássia Delgado Sarafian Sílvio Gerson Bonaldi Sílvio Giudice Suzana L. Cincoto Albertini Elisa Sano Osvaldo Massagazu Sugui 9 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  11. 11. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo A seguir é apresentada a grade horária utilizada para a Oficina 3 – Formação de Facilitadores – Turma B que totalizou 25 horas e 30 minutos de treinamento e exercícios práticos. 9/9/08 – Terça 10/9/08 - Quarta 11/9/08 - Quinta Manhã – 8:00 – Manhã – 8:00 – Manhã – 8:00 – 13:00 (5,0 h) 13:00 (5,0 h) 13:00 (5,0 h) Aquecimento Mod. 6 – Análise do Mod. 12 – Capacitação Orientação para as Ambiente Externo- Estratégica Oficinas de Trabalho Of. 5 – Análise do Of. 11 – Estratégias de Ambiente Externo Capacitação Mod. 1 – Motivações Mod. 8 – Análise do Mod. 13 – O Plano para Estratégia Ambiente Interno Estratégico Mod. 2 – Desafios para Of. 6 – Análise do Of. 12 – Objetivos e Estratégia Ambiente Interno Metas Mod. 3 – Conceitos Mod. 10 – Mod. 14 – Metodologia Básicos Balanceamento do de Planejamento Of. 1 – Descrição do Portfólio Empreendimento Of. 2 – Visão do Empreendimento Tarde – 14:30 – Tarde – 14:30 – Tarde – 14:30 – 18:00 (3,5 h) 18:00 (3,5 h) 18:00 (3,5 h) Of. 3 – Missão do Of. 8 – Balanceamento Of. 13 – Planos de Ação Empreendimento do Portfólio Mod. 15 – Workshop de Of. 4 – Princípios e Mod. 11 – Formulação Planejamento Valores das Estratégias Of. 14 – Investimentos Mod. 4 – Gestão Of. 9 – Estratégias Estratégicos Estratégica Competitivas Mod. 16 – Implantação Mod. 5 – Transformação Of. 10 – Estratégias Estratégica 2.4 Oficina de Preparação de Supervisores e Técnicos Destinada ao pessoal técnico e técnico-administrativo de nível médio, para familiarizá- los com os conceitos de planejamento e gestão estratégica. Foi realizada nos dias 16, 17 e 18 de setembro nas instalações do CTH na USP e contou com a presença 21 servidores do DAEE: 10 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  12. 12. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Nome Adolfo M. Morais Alexandre Lozano Ana Maria Ferreira de Carvalho Armando Narumyia Carlos Eduardo Katuni Carlos Lloret Ramos Cláudio Marcondes David França Genivaldo Maximiliano de Aguiar Gré de Araújo Lobo José Roberto Casale Kinui Saito Luiz Fernando Vernalha Marcelo Oliveira Santos Bacchi Márcia Correa dos Santos Maria Aparecida T. Amorim Maria Cecília de Andrade e Silva Mário K. Nakashima Patrícia G. A Barufaldi Sérgio M. Castro Waldemar José de Oliveira A seguir é apresentada a grade horária utilizada para a Oficina 4 – Formação de Supervisores e Técnicos que totalizou 18 horas de treinamento e exercícios práticos: 11 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  13. 13. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 16/9/08 - Terça 17/9/08 - Quarta 18/9/08 - Quinta Manhã – 8:30 – Manhã – 8:30 – Manhã – 8:30 – 12:30 (4,0 h) 12:30 (4,0 h) 12:30 (4,0 h) Aquecimento Of. 5 – Análise do Of. 12 – Objetivos e Orientação para as Ambiente Externo Metas Oficinas de Trabalho Mod. 8 – Análise do Mod. 14 – Metodologia Ambiente Interno de Planejamento Mod. 1 – Motivações para Of. 6 – Análise do Of. 13 – Planos de Estratégia Ambiente Interno Ação Mod. 2 – Desafios para Mod. 11 – Formulação Mod. 16 – Implantação Estratégia das Estratégias Estratégica Mod. 3 – Conceitos Básicos Apresentação dos Of. 1 – Descrição do Trabalhos Empreendimento Avaliação da Oficina Tarde – 14:00 – Tarde – 14:00 – Tarde – LIVRE 17:00 (3,0 h) 17:00 (3 H) Of. 2 – Visão do Mod. 12 – Empreendimento Capacitação Of. 3 – Missão do Estratégica Empreendimento Of. 11 – Estratégias Mod. 6 – Análise do de Capacitação Ambiente Externo Mod. 13 – O Plano Estratégico 2.5 Avaliação das Oficinas As 4 oficinas realizadas foram avaliadas por meio de 3 processos complementares conforme segue: Avaliação pelos participantes: Ao final de cada oficina foi solicitado a cada um dos participantes que declarasse verbalmente os aspectos positivos e a melhorar em sua opinião. Os depoimentos dos participantes mostraram que a quantidade dos aspectos positivos superou significativamente os aspectos a melhorar. Os instrutores aproveitaram estas avaliações para ajustar, na medida do possível, as oficinas subseqüentes. 12 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  14. 14. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Avaliação pelos instrutores: Os instrutores observaram continuamente os participantes das oficinas quanto ao grau de participação, de interação, de criatividade e de aplicação dos conceitos ministrados nas apresentações conceituais. Os trabalhos apresentados pelos participantes no plenário de cada oficina mostraram que os conceitos foram apreendidos e a metodologia incorporada. Os instrutores observaram também alto interesse, motivação e envolvimento dos participantes. Avaliações dos resultados nos processos subseqüentes na aplicação dos conceitos: Posteriormente, os consultores puderam comprovar o bom aproveitamento dos participantes das oficinas no andamento e nos trabalhos de elaboração e detalhamento do plano estratégico. A seguir são apresentados alguns depoimentos mais significativos das avaliações feitas pelos participantes: Pontos de Avaliação Positiva o Didática das apresentações; o Curso bem elaborado; o Dinâmica das oficinas; o Material didático; o Nova esperança para o futuro do DAEE; o Envolvimento das pessoas nos grupos; o Método didático; o Relacionamento entre professores e participantes; o Possibilidade de interação; o Possibilidade de planejar o futuro; o Abordagem do tema; o Trabalho em grupo. Pontos de Avaliação Negativa o Pouco tempo no todo; 13 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  15. 15. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo o Pouco tempo para os exercícios; o Carga horária intensiva; o Ter que devolver o livro; o Dificuldade de aplicação no DAEE; o Pouco tempo para apresentação do trabalho; o Participação de uma só pessoa por bacia. 2.6 Material Didático para as Oficinas Cada participante das oficinas recebeu uma apostila com todo o material necessário ao acompanhamento das exposições e instruções para os exercícios práticos. No anexo I deste relatório é apresentada a apostila “Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 – Programa de Capacitação Gerencial”, utilizada nas oficinas. 14 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  16. 16. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 3. ASSESSORIA NA FORMULAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DO DAEE Após a realização das Oficinas 1 e 2 para os dirigentes do DAEE, e paralelamente a realização das Oficinas 3 e 4, iniciou-se o processo de formulação do plano estratégico para o DAEE. Foi formado um comitê de planejamento composto por 8 dirigentes do DAEE para elaborar as sínteses dos trabalhos dos diversos grupos de trabalho, assim como para coordenar as atividades de elaboração do planejamento estratégico. 3.1 Reuniões de Trabalho dos Dirigentes Na 1ª etapa de formulação do plano estratégico foram realizadas 4 reuniões de trabalho com 20 dirigentes escolhidos pela diretoria do DAEE dentre os participantes das Oficinas 1 e 2, com o objetivo de definir Visão, Missão, Princípios e Valores, Análise dos Ambientes Externo e Interno, Macro Estratégias, Objetivos e Metas e Programas Estratégicos: 1ª Reunião de Dirigentes: Realizada nos dias 4 e 5/08/08 nas instalações do CTH na USP, onde foram desenvolvidos os seguintes tópicos: Visão, Missão, Análise do Ambiente Externo e Análise do Ambiente Interno. 2ª Reunião de Dirigentes: Realizada no dia 25/09 no auditório do DAEE na Rua Boa Vista, onde foram revistas as redações dos tópicos desenvolvidos na 1ª reunião e foram desenvolvidos os seguintes tópicos adicionais: Princípios e Valores, Macro Estratégias, Projetos Estratégicos Prioritários. Adicionalmente foram indicados os responsáveis pela condução das atividades de detalhamento dos planos de ação para as estratégias selecionadas. 3ª Reunião de Dirigentes: Realizada no dia 01/10 no auditório do DAEE na Rua Boa Vista, onde foi apresentada e consolidada a redação dos tópicos Visão e Missão. Foram definidas as 4 macro diretrizes estratégicas. Finalmente foram 15 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  17. 17. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo debatidos os Programas Estratégicos e discutida a formação dos respectivos grupos de trabalho. 4ª Reunião de Dirigentes: Realizada no dia 06/10 no auditório do DAEE na Rua Boa Vista para apresentação e consolidação da lista de participantes para detalhamento dos 4 programas estratégicos. 3.2 Diretrizes Estratégicas As diretrizes estratégicas estabelecidas para o DAEE foram as seguintes: 1. Estratégias para Integração do DAEE com o Estado Integração institucional do DAEE junto aos demais órgãos públicos; Criação de uma assessoria política e parlamentar; Elaboração e implantação de Planos Setoriais de Drenagem, Saneamento e Erosão (Urbana e Rural). 2. Estratégias para Alianças e Parcerias Implantação de alianças e parcerias com entidades públicas e privadas para captação de recursos, desenvolvimento tecnológico, institucional e investimentos em infra-estrutura hídrica, tais como: o Implantação de programas com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento visando combate, controle e prevenção da erosão rural e proteção de margens; o Implantação de programas com a Secretaria da Habitação favorecendo a execução de infra-estrutura hídrica em novos loteamentos; o Implantação de programas com a Secretaria de Saneamento e Energia e com a Secretaria da Saúde para o saneamento suplementar, visando a melhoria da saúde e da qualidade de vida da população; o Implantação de programas com os municípios para infra-estrutura e drenagem urbana. 16 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  18. 18. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Implantação de alianças e parcerias para participação no SIGRH. 3. Estratégias para Melhoria de Qualidade e Aumento da Competitividade Definição de regras operativas e fiscalização da operação de reservatórios utilizados por usuários públicos ou privados, conforme estabelecido nos atos de outorgas ou nos planos de bacias; Implantação de sistemas de garantia de qualidade e obtenção das certificações aplicáveis; Elaboração do Plano de Comunicação abrangendo clientes, usuários, públicos de interesse e sociedade em geral, com destaque para a divulgação dos serviços prestados pelo DAEE. 4. Estratégias para “re-invenção” e reestruturação da Instituição Transformação do DAEE numa instituição com condições de executar a sua missão, incluindo: O desenvolvimento de um sistema integrado de informações para suporte às decisões operacionais e à gestão estratégica nas suas diversas dimensões: financeira, administrativa, técnica e institucional; A estruturação da Área de Comunicação Institucional; A criação de uma área de desenvolvimento organizacional contemplando processos, capacitação, treinamento e pessoal. 3.3 Programas Estratégicos Os programas estratégicos estabelecidos para o DAEE foram os seguintes: Programa 1: Desenvolvimento e implantação de planos setoriais, com a visão de usos múltiplos dos recursos hídricos, com sustentabilidade, para: Saneamento Supletivo; Drenagem Erosão Urbana e Rural e proteção de margens; Água subterrânea e superficial. 17 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  19. 19. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo MODERADOR: Luiz Fernando Carneseca RELATOR: Ronaldo A.T. Paiva EQUIPE: 1. Armando T. Aguiar 2. Eliseu Itiro Ayabe 3. Francisco E. N.Gusso 4. Genivaldo Maximiliano de Aguiar 5. José Soares Pimentel 6. Luiz R. Moretti 7. Lupércio Ziroldo Antonio 8. Manoel H. Guerra 9. Ricardo Lange Programa 2: Desenvolvimento (concepção, implantação e operação) de um Sistema Integrado de Informações, para suporte às decisões operacionais e à gestão estratégica nas suas diversas dimensões (informações administrativas, financeiras, de pessoal, patrimonial, e informações hidrológicas, meteorológicas, etc.) MODERADOR: J. C. Paim Vieira RELATOR: Ricardo Borsari EQUIPE: 1. Alexandre Liazi 2. Alfredo Pisani Antonio R. Moretto 3. Fátima J. Cortella 4. Grégory M. Melo 5. José Marcílio Fonseca 6. Ney Akemaru Ikeda 18 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  20. 20. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Programa 3: Estruturar e re-organizar o Programa de Atendimento a Municípios, com elaboração de projetos e execução de serviços dentro das ações previstas nos planos de recursos hídricos, saneamento e macro-drenagem. MODERADOR: Edson Sabbag RELATOR: Carlos E. N. Alencastre EQUIPE: 1. Gilson Nashiro 2. Hamilton Pires 2. José Borzani Neto 3. Maria Aparecida Tonini Amorim 4. Osvaldo Massacazu Sugui 5. Sílvio Giudice 6. Tokio Hirata Programa 4: Adequação da estrutura organizacional e física da instituição, e capacitação dos funcionários, para atender à missão do DAEE, incluindo aspectos legais, alianças e parcerias de todos os tipos e cultura organizacional MODERADOR: Ismar Lissner RELATORA: Leila de Carvalho Gomes EQUIPE:1. Antonio Malo S. Bragança 2. Arnaldo R.Martinelli 3. Jorge L. Grappeggia 4. Marcio Correa 4. Maria Rita T. O. Costa 5. Marli A. Reis Maciel 6. Nelson Garbelotto 7. Nelson Nashiro 8. Sergio Antunes 9. Silvio G. Bonaldi 10. Wagner Bernardo 19 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  21. 21. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 3.4 Desenvolvimento dos Programas Estratégicos pelos Grupos de Trabalho No dia 07 de outubro foram realizadas 4 reuniões, uma com cada grupo de trabalho, para alinhamento quanto ao escopo, método de trabalho e planejamento das atividades. Do dia 08 de outubro ao dia 17 de novembro os grupos de trabalho detalharam os seus programas, apoiados pelo comitê de planejamento estratégico nas reuniões de acompanhamento e detalhamento. No dia 18 de novembro realizou-se uma reunião onde cada grupo apresentou os projetos estratégicos detalhados de seu programa. No dia 19 de novembro realizou-se uma reunião do comitê de planejamento com a diretoria do DAEE para avaliação e alinhamento dos projetos estratégicos apresentados pelos grupos de trabalho e reencaminhamento aos grupos para os ajustes sugeridos. No dia 26 de novembro realizou-se nova reunião do comitê de planejamento para análise dos projetos estratégicos reapresentados pelos grupos de trabalho. Neste momento os projetos estratégicos foram depurados, compatibilizados, agrupados resultando em 12 projetos estratégicos a serem incluídos no plano estratégico, a saber: Plano Diretor de Tecnologia de Informação e Comunicação Sistema Integrado de Informações Gerenciais do DAEE Programa de Modernização da Estrutura Organizacional do DAEE Programa Macrodrenagem na Região Metropolitana Programa Setorial de Gestão das Águas Superficiais e Subterrâneas Programa Várzeas do Tiete – 1ª Etapa Plano Setorial de Drenagem e de Combate a Inundações Programa de Prevenção, Combate e Controle da Erosão Urbana e Rural Programa Rio Vivo Plano Setorial de Saneamento Básico Supletivo Programa Água Limpa 20 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  22. 22. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo Programa Água na Medida Certa 3.5 Plano Estratégico do DAEE Nos dias 8, 15 e 16 de dezembro foram realizadas reuniões de trabalho do comitê de planejamento para revisão, detalhamento, orçamentos preliminares, consolidação dos projetos estratégicos e montagem do documento final de planejamento estratégico do DAEE para análise da Superintendência. Todo este material, devidamente ajustado, foi levado à Superintendência do DAEE, que o apreciou, reviu e o aprovou e encaminhou para sua implementação. Em todas essas etapas, os consultores participaram ativamente das reuniões e dos grupos de trabalho colocando-se à disposição do DAEE para orientação metodológica, esclarecimentos conceituais, articulação de eventuais interfaces entre os vários projetos e apoio nos processos de detalhamento do plano estratégico. Consta em anexo o documento de planejamento estratégico do DAEE consolidado pelo comitê de planejamento com o apoio e assessoria da FCTH. 21 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  23. 23. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 4. ACOMPANHAMENTO DA IMPLANTAÇÃO DOS PROJETOS Uma vez fechado o conteúdo do documento final, iniciou-se a etapa de implantação das atividades preconizadas no plano estratégico e, em especial, as atividades de apoio e acompanhamento desta implantação. Assim, em janeiro foi iniciada a implantação do Plano Estratégico aprovado, com ênfase inicial nos projetos de fortalecimento institucional e de modernização da estrutura administrativa e gerencial do DAEE. Esforço concentrado está sendo dedicado à efetivação de parcerias com outras secretarias e órgãos do Governo Estadual, em particular com a Secretaria de Gestão. Foi também criado o Comitê Executivo de Gestão Estratégica, composto por 11 membros, com o propósito de agilizar os processos decisórios, através de recomendações ao Superintendente sobre as deliberações para a tomada de decisões sobre os assuntos da gestão estratégica do DAEE. Nesta fase inicial, os responsáveis e as respectivas equipes de trabalho responsáveis pela implantação de cada Projeto Estratégico estão sendo montadas e designadas. Foi-se colocado à disposição do DAEE a assistência da FCTH para todo o apoio considerado necessário para o sucesso dessas implementações, de acordo com a metodologia preconizada pela consultoria, dando assim por completas as obrigações contratuais assumidas. 22 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  24. 24. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 5. Avaliação dos Resultados do Processo pelos Consultores 5.1 Preliminares e Diagnóstico Estratégico Em reunião inicial com os Dirigentes do DAEE, os consultores foram informados de que o quadro gerencial e profissional da autarquia encontrava-se bastante desmotivado, em vista das dificuldades pelas quais o órgão estava passando, com possíveis perdas de atribuições para outros órgãos do estado e com grandes preocupações em relação ao futuro. O que se tinha em mente era utilizar-se de um processo de planejamento estratégico como um instrumento de capacitação e de motivação do pessoal buscando-se um alinhamento geral das pessoas com os objetivos últimos do Departamento. De fato, os primeiros contatos com os funcionários, principalmente nas primeiras oficinas, a partir de 05 de julho de 2008 deram indicações claras de um ambiente de certa desconfiança, de descrença e de desmotivação. Esta situação vem do fato de que muitos deles não eram chamados para cursos de capacitação há anos e, tampouco, para conversar com os dirigentes da instituição sobre o futuro da autarquia. 5.2 O Processo e a Metodologia de Trabalho À medida que as oficinas foram sendo realizadas e, posteriormente, à medida que os profissionais eram chamados para participar do processo de análise dos ambientes externos e internos do DAEE e de repensar o futuro da organização, muitas mudanças positivas foram observadas. A metodologia do processo utilizado pelos consultores, enfatizando os trabalhos em equipe, a liberdade de pensar, de opinar e até de oferecer críticas às oficinas, sugerindo melhoras para as próximas, foram abrindo novas perspectivas de atuação, de interação e de participação dos servidores do DAEE. 23 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  25. 25. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 5.3 Avaliação dos Resultados Humanos e Organizacionais Como resultados observados pelos consultores, quanto ao clima organizacional, foi possível constatar as seguintes mudanças e transformações: Em termos individuais: atualização profissional e gerencial, capacitação em gestão estratégica, valorização profissional, nivelamento conceitual, motivação para participar das transformações e maior esperança nos resultados e nos destinos da organização; Em termos de auto-conhecimento: capacidade de auto-reflexão individual e em grupo sobre o diagnóstico estratégico e sobre a razão de ser do DAEE, das alternativas e oportunidades de desenvolvimento e de reinvenção da organização; Em termos de formação do espírito de equipe: maior integração entre os servidores de diversas geografias e setores, aumento de confiança mútua, com maior liberdade de sugerir, de contribuir, aprender, de ensinar e de opinar; Em termos de adesão à organização: maior envolvimento e comprometimento com a autarquia, alinhamento com os princípios e valores, com a visão e com a missão do DAEE; Em termos de formação de recursos humanos: mais integração dos novos servidores e revitalização dos mais antigos, que já estavam desanimados com a autarquia, formação de cerca de cem facilitadores para repasse dos conceitos e da metodologia de planejamento e de gestão estratégica; Em termos organizacionais: observou-se uma nova postura, um novo enfoque e uma nova dinâmica e disposição para encarar, de forma positiva, as mudanças e rearranjos de organizações inevitáveis no âmbito do estado de São Paulo. 24 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  26. 26. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 5.4 Avaliação dos Produtos Embora se diga, na metodologia adotada, que “o processo é mais importante que o produto”, pois não adianta termos belos produtos sem processos participativos consolidados, o processo gerou bons diagnósticos, análises e formulações. Planos e projetos foram concebidos e detalhados em nível suficiente para orientar as próximas fases de implantação da gestão estratégica, planejada para o ano de 2009. 25 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  27. 27. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo 6. EQUIPE TÉCNICA Diretoria da Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica Engª Mônica Ferreira do Amaral Porto Diretora Presidente Engº José Carlos Mierzwa Diretor Administrativo-Financeiro Engº Kikuo Tamada Diretor Técnico-Científico Área de Hidráulica Computacional Engª. Liliane Lopes Costa Alves Pinto Coordenadora Eng° Leonardo Eiji Koshimura . Engenheiro Eng° Rodrigo Martins Lucci . Engenheiro Engª. Sandra Uemura Engenheira Esp. Nara Regina Leite Assistente Técnica de Diretoria Elcio Kazuaki Niwa Estagiário Henrique Facchini Bacchi Azevedo Estagiário Emissão: Documento No. São Paulo, 28 de Janeiro de 2009. RF-1021-08 R0 Elaborado por: Assinatura: Nara Regina Leite Aprovado por: Assinatura: Eng° Kikuo Tamada 26 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  28. 28. Plano Estratégico de Gestão da Infra-Estrutura Hídrica do Estado de São Paulo ANEXO I Apostila para as Oficinas 1 a 4 DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica FCTH – Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica RF-1021-08 R0
  29. 29. Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial Módulo 1 – Motivações para Estratégia Módulo 1 Motivações para Estratégia Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Sumário Programa de Capacitação Gerencial 1. Posturas típicas em relação ao planejamento Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 2. Atitudes típicas em relação ao futuro Módulo 1 Programa de Capacitação Gerencial 3. O mau uso do tempo Motivações para Estratégia 4. A mentalidade estratégica 2 3 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 1 Módulo 1 Módulo 1 Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Posturas típicas em relação ao planejamento Posturas típicas em relação ao planejamento Atitudes típicas em relação ao futuro Planejar ou não planejar: Atitudes típicas em relação ao futuro • “Não adianta planejar, é trabalho perdido...” um falso dilema! • Tradicionalista • “Fizemos um plano há cinco anos atrás, mas • Pragmática ficou na gaveta” “Se nós não planejarmos o • • Otimista “Temos alguns números para o ano...” nosso futuro, • • Pessimista “Cada um tem suas próprias idéias a respeito do Outros o farão para nós, • futuro...” ‘Extrapolativa’ Por nós...” • “Vamos dobrar em 3 anos!” • Estratégica (ou contra nós!!!) 4 5 6 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 1 Módulo 1 Módulo 1 Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Atitudes típicas em relação ao futuro Atitudes típicas em relação ao futuro Atitudes típicas em relação ao futuro Atitude pragmática: Atitude tradicionalista: • Caracteriza a vivência do cotidiano predominantemente “Meu interesse • É aquela que caracteriza a vivência do cotidiano baseada em fatos e eventos ocorridos no passado. baseada em informações sobre fatos, notícias, ou boatos está no futuro atuais provenientes do ambiente interno ou externo. • Para os adeptos desta atitude, o que ocorreu ontem é o que condiciona o hoje. porque é lá • Os adeptos desta atitude estão atentos apenas ao que acontece no presente, e atuam quase sempre de forma • É do passado vitorioso, ou problemático, que estas pessoas que vou passar tiram as experiências para a tomada de decisões sobre por reativa com relação aos impactos que ocorrem à sua volta quê, o quê, como e quando fazer. o resto da minha vida” Presente Passado Passado Charles Kettering (1876 – 1958) Hoje Hoje 7 8 9 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda 1 © FutureTrends Consulting Ltda, Eliezer Arantes da Costa, 7jul08
  30. 30. Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial Módulo 1 – Motivações para Estratégia Módulo 1 Módulo 1 Módulo 1 Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Atitudes típicas em relação ao futuro Atitudes típicas em relação ao futuro Atitudes típicas em relação ao futuro Atitude estratégica: As atitudes otimistas, ‘extrapolativas’ e pessimistas “O futuro não é a mera extrapolação do • É aquela que caracteriza a vivência presente a partir de um modelo futuro desejável considerado possível. presente! • A partir deste modelo, olha-se para trás, para o hoje, e O futuro é o novo, o diferente, o mais Otimista pergunta-se o que deveria ser feito para que o idealizado se Presente Futuro Passado complexo concretize. Futuro Cheio de oportunidades Presente Passado desejado Extrapolação Hoje E de ameaças também...” Pessimista Hoje 10 11 12 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 1 Módulo 1 Módulo 1 Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Atitudes típicas em relação ao futuro O mau uso do tempo O mau uso do tempo O mau uso do tempo “Como é que os “... a visão estratégica que se pretende criar líderes das nossas consiste em desenvolver a capacidade de olhar, criticamente, o presente a partir do empresas e futuro entidades utilizam o ??? ... e não o futuro com os olhos do presente. seu tempo?” Este é o grande desafio a vencer.” 13 14 15 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 1 Módulo 1 Módulo 1 Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia O mau uso do tempo O mau uso do tempo O mau uso do tempo A ‘regra 40-30-20’ (1) A ‘regra 40-30-20’ (2) A ‘regra 40-30-20’ (3) Dos 40% olhando para fora ... 60 % de tempo olhando para dentro Dos 30 % para fora e para o futuro ... 70 % olhando para o “aqui e agora” 40 % de tempo olhando para fora 80 % olhando sob uma visão particular 30 % olhando para o futuro (3 anos ou +) 20 % construindo uma ... visão compartilhada do futuro 40% 30% 20% 60% 70% 80% 16 17 18 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda 2 © FutureTrends Consulting Ltda, Eliezer Arantes da Costa, 7jul08
  31. 31. Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial Módulo 1 – Motivações para Estratégia Módulo 1 Módulo 1 Módulo 1 Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia Motivações para Estratégia O mau uso do tempo A mentalidade estratégica A mentalidade estratégica Mentalidade imediatista Mentalidade operacional A ‘regra 40-30-20’ (4) Conclusão: O Mundo O Mundo 3% Meu País Meu País Percentagem do tempo que os Meu Estado Meu Estado dirigentes dedicam à construção de Minha Cidade uma ... Minha Cidade 97% Minha entidade visão compartilhada do futuro: Minha entidade Meu Setor 20 % de 30 % de 40 % = 2,4 % Meu Setor (menos de 3% do seu tempo!!!) Aqui Aqui Hoje Daqui a Daqui a Daqui a Daqui a Hoje Daqui a Daqui a Daqui a Daqui a 1 mês 1 ano 10 anos 100 anos 1 mês 1 ano 10 anos 100 anos 19 20 21 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 1 Motivações para Estratégia A mentalidade estratégica Mentalidade estratégica Questões para reflexão e debates Questões para reflexão e debates O Mundo 1. Como você imagina que os dirigentes 2. Dê cinco motivos alegados pelos Meu País das organizações que você conhece Meu Estado dirigentes para não se envolverem buscam construir uma visão Minha Cidade pessoalmente com os pensamentos e compartilhada do futuro da organização Minha entidade exercícios estratégicos da organização (se é que o fazem)? Meu Setor Aqui Hoje Daqui a Daqui a Daqui a Daqui a 1 mês 1 ano 10 anos 100 anos 22 23 24 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Questões para reflexão e debates Questões para reflexão e debates Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial 3. Dê três exemplos reais, ocorridos com 4. Você se considera um pragmático, um pessoas, empresas ou entidade do seu tradicionalista, um estrategista, um conhecimento, que relutaram o quanto Módulo 2 puderam para dar início a um exercício otimista ou um pessimista, em relação de planejamento e transformação Motivações para Estratégia ao futuro de sua organização? estratégica e, como conseqüência, perderam competitividade (ou coisa pior)? 25 26 © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda 3 © FutureTrends Consulting Ltda, Eliezer Arantes da Costa, 7jul08
  32. 32. Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial Módulo 1 – Motivações para Estratégia Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Sumário Dificuldades de Percepção Dificuldades de Percepção Dificuldades de percepção Dificuldades de percepção de Sumário • Filtros e bloqueios dificultam a oportunidades: 1. Dificuldades de percepção visualização de riscos e • As oportunidades passam, oportunidades 2. As mudanças estratégicas aproveitemos ou não; • “Olhamos mas não vemos” 3. Obstáculos culturais • Alguns percebem, outros não; • Barreiras mentais • Por que? 4. Obstáculos organizacionais • Falta visão sistêmica de • Se nós não percebemos a 5. Obstáculos gerenciais relações complexas de causa e oportunidade, talvez um de nossos efeito concorrentes já tenha percebido! • Exemplo do cotidiano: táxi © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Dificuldades de Percepção As Mudanças Estratégicas As Mudanças Estratégicas As mudanças estratégicas podem se encontrar nas Dificuldade na percepção de riscos e As grandes tendências de mudança: interseções de duas ou mais mudanças: ameaças: • Todos vêm os riscos, menos nós... • Mudanças tecnológicas • Por quê? ??? • Mudanças no estilo de vida das pessoas • “Mas isto nunca aconteceu...” • Mudanças nas leis e regulamentações • “Mas isto nunca vai acontecer conosco...” • Medo do desconhecido • Mudanças demográficas • Efeito avestruz! • Mudanças geopolíticas © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia As Mudanças Estratégicas As Mudanças Estratégicas Obstáculos culturais De onde vêm as oportunidades e ameaças? O que é ‘cultura’? Outros tipos de mudanças: • A “nossa maneira” de fazer as • Mudanças na composição da pirâmide etária coisas • Mudanças na opinião pública • São as coisas que acreditamos • Mudanças no papel da mulher e de minorias na serem boas ou más, verdadeiras sociedade ou falsas • Mudanças nas atitudes e aumento das pressões • Os paradigmas da organização em relação ao meio ambiente • Coisas que deram certo no • Mudanças climáticas e suas conseqüências passado... © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda 4 © FutureTrends Consulting Ltda, Eliezer Arantes da Costa, 7jul08
  33. 33. Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial Módulo 1 – Motivações para Estratégia Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Obstáculos culturais Obstáculos culturais Obstáculos culturais Cultura de sucesso Cultura centenária: garantido no passado • Organizações familiares Fatores de sucesso no passado: • Lançamento bem sucedido de um produto ou • Símbolos históricos serviço pioneiro • Monumentos, marcos, placas, comemorações, museus, relíquias, • Domínio ou monopólio de fontes de etc. fornecimento de recursos escassos • Essas organizações dedicam pouco • Posição geográfica privilegiada ou nenhum interesse ao futuro, pois • Parcerias privilegiadas especiais o seu foco está no passado • Aproveitamento de leis de reserva de mercado • E o DAEE??? © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Obstáculos culturais Obstáculos organizacionais Obstáculos organizacionais Organizações burocráticas Mas porque isto ocorre? Obstáculos organizacionais • Os fatores de sucesso do passado não são, • Nelas, a forma é mais importante que o conteúdo provavelmente, os mesmos fatores de • Obstáculos ligados à forma pela • Nada se faz se não tiver um documento sucesso para o futuro! qual a entidade se estruturou e se escrito, mesmo nas emergências • O sucesso garantido no passado acaba cristalizou no tempo • O conforto do caminho conhecido criando uma atitude de complacência, de • Algo que funcionou muito bem no • Ninguém tem coragem de fazer nada que não condescendência e de acomodação passado, mas, agora, não esteja nos manuais, • Iniciativas para a busca de alternativas são funciona mais • Essas organizações tem grandes dificuldades inibidas nessas organizações em inovar e se transformar © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Obstáculos organizacionais Obstáculos organizacionais Obstáculos organizacionais Organizações burocráticas Organizações em feudos: • Feudalismo regime político resultante do Organizações em feudos • “Neste departamento, tudo enfraquecimento do poder central e do é feito do nosso jeito” crescimento dos líderes locais, os ‘vice-reis’ • “Aqui nós somos • Organizações dispersas e espalhadas • Os vice-reis, nas organizações, mandam no diferentes da matriz...” seu ‘território’, e não se falam! • “Este assunto só falando • Os funcionários de feudos diferentes também com o chefe do chefe...” não podem se falar! © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda 5 © FutureTrends Consulting Ltda, Eliezer Arantes da Costa, 7jul08
  34. 34. Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 Programa de Capacitação Gerencial Módulo 1 – Motivações para Estratégia Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Obstáculos gerenciais Obstáculos gerenciais Obstáculos gerenciais Ambiente de aversão a riscos • “Não se fala em corda na casa Mas cuidado! Dificuldades ligadas a... • Não se trata do “risco pelo de enforcado” • Estilo da casa risco”! • Experiências mal-sucedidas • Cultura organizacional • Os ‘viciados’ em adrenalina criaram traumas organizacionais • Modelo de gerência • Porém a fuga sistemática do • Quem tenta alguma inovação é risco pode ser uma doença • Práticas do dia-a-dia olhado com desconfiança... empresarial que pode ‘matar o • E acaba saindo (ou ‘sendo doente’ saído’) da casa © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 2 Módulo 2 Módulo 2 Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Desafios para a Estratégia Questões para reflexão e debates Questões para reflexão e debates Questões para reflexão e debates 2. Pense numa organização que conheça 3. O que são ‘modelos mentais’? relativamente bem (como o DAEE). 1. Cite três grandes obstáculos ao E paradigmas? Nela os dirigentes vêem mais ameaças pensamento estratégico, numa Como eles funcionam e de que forma que oportunidades? organização que você conhece ou na podem prejudicar o reconhecimento Se sim, será que isto acontece por qual atue (como o DAEE...) das necessidades de mudanças e a razões objetivas ou são o fruto de implantação efetiva de transformações pensamentos preconcebidos ou de estratégicas (no DAEE...)? atitudes sistemáticas? © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda Módulo 2 Módulo 3 Desafios para a Estratégia Conceitos Básicos de Estratégia Sumário Questões para reflexão e debates Sumário Gestão Estratégica no DAEE – Fase 1 1. O propósito da organização 4. Explique o que ocorre em Programa de Capacitação Gerencial organizações que foram muito bem- 2. Visão, missão, abrangência e sucedidas continuamente, durante Módulo 3 posicionamento várias décadas (como o DAEE), mas 3. Princípios e valores Conceitos Básicos de Estratégia que tiveram grandes dificuldades para 4. O triângulo estratégico reconhecer a necessidade de implantar mudanças para o futuro? 5. Formulação das estratégicas © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda © FutureTrends Consulting Ltda 6 © FutureTrends Consulting Ltda, Eliezer Arantes da Costa, 7jul08

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