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Guia de acessibilidade e mobilidade para todos

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alunos do 2º ano (2010/2011) do curso de Reabilitação Psicomotora da Universidade Fernando Pessoa – Unidade de Ponte de Lima:
Cândida La Féria, Cremilda Rodrigues, Diana Barbosa, Micaela Henriques, Mário Ferreira

Published in: Education
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  • manda pra mim por favor no meu email
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Guia de acessibilidade e mobilidade para todos

  1. 1. Guia de Acessibilidade e Mobilidade Para Todos UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Faculdade de Ciências da Saúde LIC. REABILITAÇÃO PSICOMOTORA 2º ano Fundamentos da Reabilitação (TP) Janeiro 2011
  2. 2. Introdução O que todos devemos saber sobre o Guia de Mobilidade e Acessibilidade para Todos , publicado no âmbito do PAIPDI - Plano de Acção para a Integração da Pessoa com Deficiência ou Incapacidade 2006/2009. Este Guia tem por fim garantir a todos os cidadãos o direito de ir e vir em segurança e conforto.
  3. 3. Dimensões básicas que precisamos conhecer <ul><li>Espaço necessário para o deslocamento de pessoas portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida: </li></ul>
  4. 4. Dimensões básicas que precisamos conhecer <ul><li>Espaço necessário para o deslocamento de pessoas portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida: </li></ul>
  5. 5. Áreas mínimas para manobras de cadeira de rodas <ul><li>Para mudar de direcção, o usuário de cadeira de rodas necessita de áreas de rotação ao longo de todo o percurso da rota acessível : </li></ul>
  6. 6. Para que uma pessoa em cadeira de rodas ou que utilize um andarilho possa se aproximar e alcançar as maçanetas das portas, é necessário um espaço mínimo de 60,0 cm na lateral da porta. Áreas mínimas para manobras de cadeira de rodas
  7. 7. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos CAPÍTULO I - Percurso Acessível As áreas urbanizadas devem ser servidas por uma rede de percursos pedonais, acessíveis, que proporcionem o acesso seguro e confortável das pessoas com mobilidade condicionada a todos os pontos.
  8. 8. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Passeios e caminhos de peões A colocação, do mobiliário urbano e dos restantes elementos numa “faixa de infra-estruturas”, libertando-se a restante área de passeio com largura livre não inferior a 1,5 m.
  9. 9. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Escadarias na via pública Patamares superior e inferior com uma faixa de aproximação constituída por um material de revestimento de textura diferente e cor contrastante. Se a escadaria apresentar um comprimento: - superior a 40,0 cm deve ter corrimões de ambos os lados; - superior a 3.0 m , corrimãos de ambos os lados ; - superior a 6,0 m deve ter um corrimão central.
  10. 10. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Escadarias em rampa na via pública Os trocos em rampa devem ter uma inclinação não superior a 6% e um desenvolvimento (à medida que se avança) não inferior a 75,0 cm.
  11. 11. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Rampas na via pública Devem ter corrimãos de ambos os lados ou um duplo corrimão central , se a largura da rampa for > a 30,0 cm.
  12. 12. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Passagens de peões de superfície O pavimento do passeio deve ser rampeado , com uma inclinação não superior a 8%.
  13. 13. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Passagens de peões de superfície Caso as passagens de peões estejam dotadas de dispositivos semafóricos , nos semáforos o accionamento manual deve estar localizado a uma altura do piso compreendida entre 80,0 cm e 1,2 m .
  14. 14. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Passagens de peões de superfície O sinal verde de travessia de peões deve estar aberto o tempo suficiente para permitir a travessia – velocidade 0,4 m/s . Em caso de vias com grande volume de tráfego ou intensidade de uso por pessoas com deficiência visual devem ser equipados com mecanismos que emitam um sinal sonoro quando o sinal estiver verde para os peões.
  15. 15. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Passagens de peões de superfície Em caso de obras de construção , os limites devem ser assinalados no piso por alteração da textura ou pintura com cor contrastante e ter o inicio e o fim assinalados no piso dos passeios por sinalização táctil .
  16. 16. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Passagens de peões desniveladas As rampas de passagens de peões desniveladas devem ter uma largura não inferior a 1,5 m e ter corrimãos duplos .
  17. 17. CAPÍTULO II – Edifícios e estabelecimentos em geral Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Percurso Acessível Os edifícios e estabelecimentos devem ter pelo menos um percurso , acessível , que proporcione o acesso seguro e confortável das pessoas com mobilidade condicionada entre a via pública, o local de entrada/saída principal e todos os espaços interiores e exteriores que os constituem.
  18. 18. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Átrios </li></ul><ul><li>Do lado exterior e interior deve ser possível inscrever uma zona de manobra de 360°. </li></ul><ul><li>As portas de entrada/saída dos edifícios devem ter um largura não inferior a 87,0 cm . </li></ul>
  19. 19. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Escadas Os degraus das escadas devem ter: 1) Uma profundidade não inferior a 28,0 cm ; 2) Uma altura não superior a 18,0 cm ; 3) As dimensões da profundidade e da altura devem ser constantes ao longo de cada lanço; 4) Faixas antiderrapantes e de sinalização visual . As escadas devem possuir corrimãos de ambos os lados, estes devem ser mais extensos em 30,0 cm em relação ao fim das escadas .
  20. 20. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Rampas As rampas devem ter a menor inclinação possível e satisfazer o seguinte: Inclinação Projecção horizontal máxima Desnível máximo 6% 10,00 m 60,0 cm 8% 5,00 m 40,0 cm 10 % 2,00 m 20,0 cm 12 % 83,0 cm 10,0cm
  21. 21. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Os corrimãos das rampas devem: </li></ul><ul><li>Prolongar-se pelo menos 30,0 cm na base e no topo da rampa; </li></ul><ul><li>Ser contínuos ao longo dos vários lanços e patamares de descanso; </li></ul><ul><li>Ser paralelos ao piso da rampa. </li></ul>
  22. 22. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Elevadores </li></ul><ul><li>Devem: </li></ul><ul><li>Permitir zonas de manobra para rotação de 360°; </li></ul><ul><li>Possuir uma inclinação não superior a 2% em qualquer direcção; </li></ul><ul><li>Estar desobstruídos de degraus ou outros obstáculos. </li></ul>
  23. 23. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Elevadores Os dispositivos de comando devem: 1) Ser instalados a uma altura compreendida entre 90,0 cm e 1,2 m; 2) Ter sinais visuais para indicam quando o comando foi registado; 3) Possuir um botão de alarme e outro de paragem de emergência localizados no interior das cabinas.
  24. 24. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Plataformas elevatórias Devem possuir dimensões que permitam a sua utilização por um indivíduo adulto em cadeira de rodas; Caso as plataformas elevatórias sejam instaladas sobre escadas, devem ser rebatíveis.
  25. 25. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Instalações sanitárias de utilização geral Os aparelhos sanitários, podem estar integrados numa instalação sanitária conjunta para pessoas com e sem limitações de mobilidade, ou constituir uma instalação sanitária específica para pessoas com mobilidade condicionada (pode servir para o sexo masculino e para o sexo feminino).
  26. 26. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>As sanitas acessíveis devem : </li></ul><ul><li>Junto a sanita devem existir barras de apoio ; </li></ul><ul><li>O espaço interior deve ter dimensões não inferiores a 1,6 m de largura ; </li></ul><ul><li>E recomendável a instalação de um lavatório acessível que não interfira com a área de transferência para a sanita; </li></ul><ul><li>No espaço que permanece livre deve ser possível inscrever uma zona de manobra para rotação de 180°. </li></ul>
  27. 27. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  28. 28. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>As banheiras acessíveis: </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre, localizada ao lado da base da banheira e com um recuo de 30,0 cm relativamente ao assento, de modo a permitir a transferência de uma pessoa em cadeira de rodas; </li></ul><ul><li>Deve ser possível instalar um assento na banheira localizado no seu interior; </li></ul><ul><li>Se o assento estiver localizado no interior da banheira pode ser móvel, mas em uso deve ser fixado seguramente de modo a não deslizar, deve ter uma superfície impermeável e antiderrapante . </li></ul>
  29. 29. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>As bases de duche devem permitir : </li></ul><ul><li>A entrada para o interior da base do duche da pessoa na sua cadeira de rodas; </li></ul><ul><li>A transferência da pessoa em cadeira de rodas para um assento existente no interior da base de duche. </li></ul>
  30. 30. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Se as bases de duche acessíveis não permitirem a entrada de uma pessoa em cadeira de rodas deve existir um assento no seu interior da base de duche; </li></ul><ul><li>Junto à base do duche devem ser instaladas barras de apoio. </li></ul>
  31. 31. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Os urinóis acessíveis : </li></ul><ul><li>Devem estar assentes no piso ou fixos nas paredes com uma altura do piso ao seu bordo inferior compreendida entre 60,0 cm e 65,0 cm ; </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre de aproximação frontal ao urinol; </li></ul><ul><li>Se existir comando de accionamento da descarga, o eixo do botão deve estar a uma altura do piso de 1,00 m ; </li></ul><ul><li>Devem existir barras verticais de apoio . </li></ul>
  32. 32. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Os lavatórios acessíveis devem : A altura do piso ao bordo superior do lavatório deve ser de 80,0 cm; Sob o lavatório deve existir uma zona livre com uma largura não inferior a 70,0 cm, uma altura não inferior a 65,0 cm e uma profundidade medida a partir do bordo frontal não inferior a 50,0 cm; Sob o lavatório não devem existir elementos ou superfícies cortantes ou abrasivas.
  33. 33. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Os espelhos colocados sobre lavatórios acessíveis : </li></ul><ul><li>Se forem fixos na posição vertical, devem estar colocados com a base inferior da superfície reflectora a uma altura do piso não superior a 90,0 cm; </li></ul><ul><li>Se tiverem inclinação regulável, devem estar colocados com a base inferior da superfície reflectora a uma altura do piso não superior a 1,1 m; </li></ul>
  34. 34. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>O equipamento de alarme das instalações sanitárias : </li></ul><ul><li>Deve estar ligado ao sistema de alerta para o exterior; </li></ul><ul><li>Deve disparar um alerta luminoso e sonoro; </li></ul><ul><li>Os terminais do equipamento de alarme devem estar indicados para utilização com luz e auto-eliminados para serem vistos no escuro; </li></ul><ul><li>Os terminais do sistema de aviso podem ser botões de carregar, botões de puxar ou cabos de puxar; </li></ul><ul><li>Os terminais do sistema de aviso devem estar colocados a uma altura do piso compreendida entre 40,0 cm e 60,0 cm. </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Balneários e provadores: </li></ul><ul><li>Se possuírem porta de abrir ou de correr, têm que possuir espaço suficiente para poder executar uma rotação de 180° ; </li></ul><ul><li>Se possuir uma cortina só necessita de espaço suficiente para executar uma rotação de 90°; </li></ul><ul><li>O espelho tanto no balneário como no provador deve ter uma largura não inferior a 45,0 cm, e uma altura não superior a 1,3m, de modo a que uma pessoa sentada o possa utilizar. </li></ul><ul><li>  </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  36. 36. <ul><li>No interior dos balneários e dos provadore s deve existir um banco : </li></ul><ul><li>Deve estar fixo; </li></ul><ul><li>Deve ter uma dimensão de 40,0 cm por 80,0 cm; </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre que permita a transferência lateral de uma pessoa de cadeira de rodas para o banco. </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  37. 37. <ul><li>Equipamentos de auto-atendimento (p.ex.:multibancos, postos de informação, dispensadores de senhas, etc.) </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre que permita a aproximação frontal ou lateral; </li></ul><ul><li>Os comandos e controlos devem estar localizados a uma altura de 80,0 cm a 1,2m ; </li></ul><ul><li>Os dispositivos para inserção e retirada de produtos devem estar entre os 40,0 cm e 1,2m de altura a contar do solo; </li></ul><ul><li>As teclas numéricas o teclado deve conter a tecla do nº1 no canto superior e a tecla do nº 5 no centro ; </li></ul><ul><li>As teclas devem ser identificadas com referências tácteis. </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  38. 38. <ul><li>Balcões e guichés de atendimentos: </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre que permita a aproximação frontal ou lateral; </li></ul><ul><li>Deve ter uma zona aberta ao público servindo para o atendimento com uma extensão não inferior a 80,0 cm e a uma altura ao solo compreendida entre 75,0 cm e 85,0 cm. </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  39. 39. <ul><li>Telefones públicos: </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre que permita a aproximação frontal ou lateral; </li></ul><ul><li>Ter a ranhura para as moedas ou para o cartão, bem como o painel de marcação de números, a uma altura do solo compreendida entre 1,0 m e 1,3m ; </li></ul><ul><li>Utilizar números do teclado com referência táctil . </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  40. 40. <ul><li>Caixa dos correios: </li></ul><ul><li>Deve existir uma zona livre que permita a aproximação frontal ou lateral; </li></ul><ul><li>As caixas dos correios devem estar colocadas a uma altura do solo não inferior a 60,0 cm e não superior a 1,4m. </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  41. 41. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos CAPÍTULO III - Edifícios Habitacionais – espaços comuns Espaços de estacionamento : Os lugares reservados para pessoas com mobilidade condicionada devem constituir um lugar supletivo a localizar no espaço comum do edifício.
  42. 42. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Os lugares de estacionamento reservados devem: </li></ul><ul><li>Ter uma largura útil não inferior a 2,5 m; </li></ul><ul><li>Possuir uma faixa de acesso lateral com uma largura útil não inferior a 1,0 m; </li></ul><ul><li>Ter um comprimento útil não inferior a 5,0 m; </li></ul>
  43. 43. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Estar localizados ao longo do percurso acessível mais curto até à entrada/saída do espaço de estacionamento ou do equipamento que servem; </li></ul><ul><li>Ter os seus limites demarcados por linhas pintadas no piso em cor contrastante com a da restante superfície; </li></ul><ul><li>Ser reservados por um sinal horizontal com o símbolo internacional de acessibilidade , pintado no piso em cor contrastante com a da restante superfície. </li></ul>
  44. 44. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Edifícios de habitação Nos espaços de entrada das habitações deve ser possível inscrever uma zona de manobra para rotação de 360°.
  45. 45. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Os corredores e outros espaços de circulação horizontal das habitações devem ter uma largura não inferior a 1,1 m . Edifícios de habitação
  46. 46. <ul><li>As cozinhas das habitações : </li></ul><ul><li>Após a instalação das bancadas deve existir um espaço livre que permita uma zona de manobra de 360°; </li></ul><ul><li>A distância entre bancadas ou entre as bancadas/paredes não deve ser inferior a 1,2 m . </li></ul>Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Edifícios de habitação
  47. 47. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Nas piscinas; </li></ul><ul><li>Deve existir pelo menos um acesso a água por rampa ou por meios mecânicos ; </li></ul><ul><li>As zonas pavimentadas adjacentes ao tanque da piscina, bem como as escadas e rampas de acesso, devem ter revestimento antiderrapante . </li></ul>
  48. 48. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos As escadas e rampas de acesso aos tanques das piscinas devem ter corrimãos duplos de ambos os lados;
  49. 49. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Edifícios e instalações escolares e de formação </li></ul><ul><li>As passagens exteriores entre edifícios devem ser cobertas. </li></ul><ul><li>A largura dos corredores não deve ser inferior a 1,8 m. </li></ul>
  50. 50. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Nos edifícios com vários pisos devem existir acessos alternativos as escadas, por elevadores e ou rampas . Edifícios e instalações escolares e de formação
  51. 51. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Salas de espectáculos e outras instalações para actividades sócio-culturais <ul><li>Os lugares destinados a pessoas em cadeiras de rodas devem: </li></ul><ul><li>Ser distribuídos por vários pontos da sala; </li></ul><ul><li>Estar localizados numa área de piso horizontal; </li></ul><ul><li>Proporcionar condições de conforto, segurança, visibilidade e acústica; </li></ul>
  52. 52. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos <ul><li>Ter uma zona livre para a permanência com uma dimensão não inferior a 80,0 cm por 1,2 m; </li></ul><ul><li>Ter uma margem livre de 30,0 cm a frente e atrás da zona livre para a permanência; </li></ul>Salas de espectáculos e outras instalações para actividades sócio-culturais
  53. 53. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Salas de espectáculos e outras instalações para actividades sócio-culturais <ul><li>Estar recuados 30,0 cm em relação ao lugar do lado; </li></ul><ul><li>Ter um lado totalmente desobstruído; </li></ul><ul><li>Cada lugar deve estar junto de pelo menos um lugar para acompanhante. </li></ul>
  54. 54. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Postos de abastecimento de combustível Deve existir pelo menos uma bomba acessível, ou um serviço que permita o abastecimento (permitindo a aproximação e o alcance ).
  55. 55. CAPÍTULO IV - Percurso Acessível Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Sinalização e Orientação Deve existir sinalização que identifique e direccione os utentes para entradas/saídas acessíveis, percursos acessíveis, lugares de estacionamento reservados para pessoas com mobilidade condicionada e instalações sanitárias de utilização geral acessíveis.
  56. 56. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Sinalização e Orientação
  57. 57. Sinalização e Orientação Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos
  58. 58. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Sinalização e Orientação O símbolo internacional de acessibilidade consiste numa figura estilizada de uma pessoa em cadeira de rodas:
  59. 59. Normas Técnicas de Mobilidade e Acessibilidade para Todos Sinalização e Orientação A sinalização deve: 1) Estar localizada de modo a ser facilmente vista, lida e entendida; 2) Ter uma superfície anti-reflexo; 3) Possuir caracteres e símbolos com cores que contrastem com o fundo; 4) Conter caracteres ou símbolos que proporcionem o entendimento da mensagem.
  60. 60. Conclusão É importante proporcionar uma melhoria da qualidade de vida daqueles que já envelheceram ou que estão no processo de envelhecer, que já nasceram com deficiência ou que a adquiriram no decorrer da vida.
  61. 61. Referências Bibliográficas Guia de Acessibilidade e Mobilidade para Todos (2006). PAIPDI - Plano de Acção para a Integração da Pessoa com Deficiência ou Incapacidade. Gabinete da Secretaria de Estado Adjunta e da Reabilitação. Porto. Lourenção, Elisabeth et al. (2006). Inclusão e Acessibilidade no Equipamento Urbano Escola , Relatório de Orientação para adaptação das escolas, São Paulo. [Em Linha]. Disponível em < http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Inclus%C3%A3o+e+Acessibilidade+no+Equipamento+Urbano+Escola+%2C&btnG=Pesquisar&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai >. Consultado em [22/12/2010].
  62. 62. Referências Bibliográficas Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (2003). Acessibilidade, o direito de ir e vir de todos os cidadãos. Rio estudos, n.103. Rio de Janeiro. [Em Linha]. Disponível em < http://www.armazemdedados.rio.rj.gov.br/arquivos/99_manual%20para%20acessibilidade%20aos%20pr%C3%A9dios%20residenciais%20da%20cidade.PDF >. Consultado em [22/12/2010]. Portal do Ambiente e do Cidadão da Maia (2010). [Em Linha]. Disponível em < http://ambiente.maiadigital.pt/ambiente/mobilidade/maia-para-to >. Consultado em [22/12/2010]. Ferreira, António et al. (2009). Sustentabilidade do tráfego pedonal no Centro Urbano da cidade de Braga [Tese]. Universidade do Minho, Braga.
  63. 63. Trabalho realizado pelos alunos do 2º ano do curso de Reabilitação Psicomotora da Universidade Fernando Pessoa – Unidade de Ponte de Lima : Cândida La Féria Cremilda Rodrigues Diana Barbosa Micaela Henriques Mário Ferreira

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