Os recursos de apoio ao professor de língua inglesa

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Apresentação de relatório de pesquisa

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Os recursos de apoio ao professor de língua inglesa

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU INSTITUTO DE LETRAS E LINGÜÍSTICA - ILEEL CURSO DE LETRAS Os recursos de apoio ao professor de Língua Inglesa: Ensino fundamental x Escolas de idiomas Jamille Rabelo de Freitas Olívia Maria Santos de Lima
  2. 2. OBJETIVO <ul><li>Verificar as diferenças entre uma escola pública de ensino fundamental e um curso de idiomas oferecido por uma escola privada, no que se refere aos recursos de apoio ao trabalho do professor de Língua Inglesa. </li></ul>
  3. 3. QUESTÕES PESQUISADAS <ul><li>A escola possui laboratório de línguas? Biblioteca? Acesso a internet? </li></ul><ul><li>Há um coordenador de curso nesta escola? </li></ul><ul><li>Qual é o livro didático adotado pela escola? Como foi feita a escolha? </li></ul><ul><li>Em sua opinião, qual é a melhor maneira de se ensinar a língua e a cultura estrangeiras na escola? </li></ul>
  4. 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA <ul><li>LOPES, Luiz Paulo da Moita. Fotografias da lingüística aplicada no campo de línguas estrangeiras no Brasil . D.E.L.T.A. , São Paulo, v. 15, número especial, p. 419-435, 1999. </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  5. 5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA <ul><li>&quot;A consolidação do inglês como LE hegemônica no Brasil é, no meu entender, uma questão preocupante. Conquanto, tenha clareza sobre a relação entre LEs e fatores sociopolíticos, e que, portanto, seja inegável a importância de se aprender inglês em um mundo em que as fronteiras nacionais são perpassadas pelo uso do inglês devido ao poder da economia norte-americana no chamado mundo globalizado que se apresenta, parecem ser essenciais investimentos de pesquisa e de natureza política no ensino de outras LEs. Cabe às associações de professores de LEs, à ALAB e às de outros profissionais da área de linguagem, a luta por uma política de educação multilíngüe e pela garantia de qualidade na aprendizagem de LEs na escola pública.“ </li></ul><ul><li>(LOPES, 1999, p. 14) </li></ul>
  6. 6. CONTEXTO DA PESQUISA <ul><li>Método: </li></ul><ul><li>Pesquisa qualitativa </li></ul><ul><li>Ferramentas: </li></ul><ul><li>Questionário </li></ul><ul><li>Participantes: </li></ul><ul><li>1 Professor de Inglês da rede pública de ensino; </li></ul><ul><li>1 Professor de Inglês de uma escola de idiomas. </li></ul>
  7. 7. DADOS
  8. 8. A escola possui laboratório de línguas? Biblioteca? Acesso a internet? <ul><li>P. R. P. </li></ul><ul><li>“ Possui uma biblioteca muita boa, mas voltada para a língua portuguesa. Não há laboratório de línguas e o laboratório de informática não é de livre acesso, somente para as aulas e atividades de laboratório.” </li></ul><ul><li>P. E. I </li></ul><ul><li>“ Sim, a escola tem biblioteca, uso de internet e laboratório. Os alunos costumam fazer uso, mas não frequentemente.” </li></ul>
  9. 9. Há um coordenador de curso nesta escola? <ul><li>P.R.P. </li></ul><ul><li>“ Não para a área de Línguas, mas a escola tem dois supervisores e um coordenador pedagógico.” </li></ul><ul><li>P.E.I. </li></ul><ul><li>“ Sim, vários.” </li></ul>
  10. 10. Qual é o livro didático adotado pela escola? Como foi feita a escolha? <ul><li>P. R. P. </li></ul><ul><li>“ Power English, MARIZA RIVA DE ALMEIDA, COLIN GRANGER, 2005, Ed.macmilliam. O curso todo tem 05 volumes que são trabalhados do 5 ao 9 ano, a escola conta com 35 exemplares para cada volume, não há material audiovisual disponível.” </li></ul><ul><li>P. E. I. </li></ul><ul><li>“ Face2face. A escolha é feita pela supervisão da escola, os professores podem dar opinião mas nem sempre esta é levada em consideração. Na escola há uma biblioteca mas cada aluno compra o livro separadamente.” </li></ul>
  11. 11. Em sua opinião, qual é a melhor maneira de se ensinar a língua e a cultura estrangeiras na escola? <ul><li>Ambas as entrevistadas concordaram que não há um método único ou específico. Segundo elas, o método utilizado varia de acordo com o perfil doas alunos. </li></ul>
  12. 12. CONCLUSÃO <ul><li>Diante dos dados apresentados, e levando em consideração a nossa dúvida inicial, pudemos chegar à conclusão de que os recursos disponíveis aos professores para o ensino da Língua Inglesa como LE variam sim na iniciativa pública e privada, mas que a ausência destes recursos não se coloca como fator de impedimento da aprendizagem, os recursos são mais um fator de abordagem. Poder-se-ia, no contexto de nosso trabalho, entender que existiriam vantagens estruturais na iniciativa particular, mas além do impacto destas diferenças mostrar-se sutil, ambas as professoras relatam alguma dose de apatia dos alunos em relação ao ensino que lhe é apresentado. </li></ul>

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