Tema III - Mudanças ambientais na história da terra e evolução do homem

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Apresentação de Geologia 12º Ano.

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Tema III - Mudanças ambientais na história da terra e evolução do homem

  1. 1. Profª. Isabel Henriques
  2. 2. Mudanças ambientais na História da Terra e evoluçãoda espécie humana As mudanças ambientais, sobretudo geológicas, exerceram uma grande influência na evolução da espécie humana. Profª. Isabel Henriques 2
  3. 3. Profª. Isabel Henriques 3
  4. 4. Profª. Isabel Henriques
  5. 5.  O Homem é o resultado de uma longa história. A história da Vida tornou-se uma extensa caminhada. Esta história começou há cerca de 3800 M.a., quando aparecem as primeiras formas de vida. Existe um fio condutor entre a primeira célula e a espécie humana. Profª. Isabel Henriques 5
  6. 6.  A história da Humanidade começou com o aparecimento dos primeiros hominídeos à cerca de 4 ou 5 M.a., no continente africano, no decurso do Pliocénico. Pensa-se que esta evolução esteve associada a variações ambientais resultantes de processos tectónicos. A evolução humana deve-se a importantes modificações paleogeográficas e climáticas, associadas a variações do nível dos oceanos, contribuíram para a definição de rotas migratórias que condicionaram todo o processo evolutivo. Profª. Isabel Henriques 6
  7. 7.  O Homem é um produto da evolução da mesma forma que todos os seres vivos. O aparecimento do Homem foi um sucesso único na história da Vida. O estudo e a pesquisa das origens do Homem tem ainda muito por descobrir. Ainda são muitas as dúvidas e suposições. As mudanças climatéricas foram importantes no aparecimento dos hominídeos. Profª. Isabel Henriques 7
  8. 8. Actividade 1 pag. 189 Porque é que os primeiros hominídeos evoluíram no leste de África?Os hominídeos evoluíram a partir deoutras espécies de primatasabundantes em África.Para além desta condicionante, énecessário analisar o contextogeológico:Na região Este de África instalou-se,há vários milhões de anos, um riftecontinental;É nesta região que se encontram osprincipais vestígios dos primeiroshominídeos;Alguns fósseis descobertos emcavernas na África do Sul. Profª. Isabel Henriques 8
  9. 9. Aproximadamente a 8 milhões de anos verifica-se uma reactivação de Fenómenos tectónicos no Continente africano (Miocénico) Origina Formação do “rift africano” Rift do Leste Africano Profª. Isabel Henriques 9
  10. 10. Formação do “rift africano” ProvocouAlterações na topografia e no clima Formação Barreira geográfica Especiação Profª. Isabel Henriques 10
  11. 11. Grande Vale do Rift Africano Causou A instalação de vários rifts e a consequente elevação da região Originou Planaltos BloquearamPassagem de massas de ar húmido do Oceano Índico Reduzindo A precipitação Causando Desaparecimento das florestas húmidas por savanas e o aumento da desertificação Profª. Isabel Henriques 11
  12. 12. Estas alteração climatéricas Estiveram Origem dos Hominídeos No decurso do Pliocénico (4 a 5 M.a.) Permite divisão em ÁfricaRegião de Floresta Região de Savana Grandes Ancestrais macacos da linha africanos humana Profª. Isabel Henriques 12
  13. 13. Plistocénio (4 a 5 M.a.) Região de Região de Floresta Savana Clima mais secoTropical e Húmida Regiões de SavanaFlorestas Tropicais Zona Oeste Zona Este Ancestrais da Gorilas e Linha Humanas Chimpanzés Profª. Isabel Henriques 13
  14. 14.  Existe polémica na determinação da primeira espécie de primatas a adaptar-se ao bipedismo, mas dados recentes apontam para o Orrorin tugenensis. Os fósseis deste primata foram encontrados no Quénia, no ano de 2000, e datam de há 6 M.a. A sua estrutura indica que seriam capazes de se deslocar suportados apenas por dois membros, mas mantinha muitas características dos indivíduos adaptados à vida nas árvores. Actividade 2 pag. 191 Profª. Isabel Henriques 14
  15. 15.  A estrutura da anca do Orrorin tugenensis é semelhante à das espécies do género Australopithecus. O estudo fóssil indica que existiram Orrorin tugenensis várias espécies deste género, e que os primeiros indivíduos podem ter surgido há aproximadamente 4,1 M.a., durante a transição de floresta húmida para savana. Foram os primeiros totalmente bípedes, embora mantivessem a capacidade de treparem às árvores. Australopithecus afarensis Profª. Isabel Henriques 15
  16. 16. Gorilas e Ancestrais da Chimpanzés Linha Humanas Zona Este Zona OesteNão sofrem pressões Sofrem pressões selectivas selectivas Formação da linha evolutiva humana Profª. Isabel Henriques 16
  17. 17. 2 M.a. Coexistem Austrolopithecus Homo Volume craniano Volume cranianosemelhante aos símios maior Profª. Isabel Henriques 17
  18. 18.  A passagem para as espécies do género Homo é pouco clara. Uma das hipóteses mais aceites defende que o Australopithecus afarensis Australopithecus afarensis terá originado por evolução o Homo habilis. Os primeiros vestígios conhecidos datam de há 2,4 M.a.,e prolongam-se até aos 1,5 M.a. Homo habilis Profª. Isabel Henriques 18
  19. 19. O fóssil de Australopithecus maisfamoso pertence aos vestígios ósseosde Lucy, uma fêmea descoberta naEtiópia, com 3,8 a 3,2 M.a., com 1,07m de altura, pertencendo à espécieAustralopithecus afarensis. Profª. Isabel Henriques 19
  20. 20. A - Reconstituição do paleoambiente do Australopithecus africanus noPliocénico (entre 3,3 a 2,4 M.a.).B - Identificação dos locais com registos fósseis de Australopithecus. Profª. Isabel Henriques 20
  21. 21. Homo hábilis: Vestígios de 2,4 à 1,5 M.a. Oriundo da África Oriental. Baixa estatura e braços longos. Com muitas características dos Austrolopithecus, mas com face e maxilares mais evoluídos. Utilizava utensílios em pedra. Imigrou de África para a Europa e Ásia. Profª. Isabel Henriques 21
  22. 22. Homo erectus: Aparece no Quénia há 1,9 M.a. Vestígios muitos completos (Rapaz de Turkana). Fabricou ferramentas de um modo sistemático aumentando a suas capacidades de caça. Aprendeu a dominar o fogo. Adoptou uma postura bípide permanente, mais favorável para a recolha de alimentos. Profª. Isabel Henriques 22
  23. 23. Homo erectus: Com o Fogo, o Homo erectus já poderia resistir a climas frios. Desta forma, o descoberta do fogo torna possível ao Homem abandonar o berço africano (1,5 M.a.) e deslocar-se para norte, realizando desta forma a primeira grande viagem intercontinental da Humanidade. Profª. Isabel Henriques 23
  24. 24. Homo erectus:A - Reconstituição do paleoambiente e do estilo de vida do Homo erectus.B - Locais colonizados. Profª. Isabel Henriques 24
  25. 25. A passagem do Homo erectus para o Homo sapiens divide os investigadores Pois existem Fósseis de crânios datados de há 400 000 a 200 000 anos (Europa, Ásia e África) ApresentamMisturas das características de Homo erectus e Homo sapiens Profª. Isabel Henriques 25
  26. 26. Homo sapiens heidelbergensis(arcaico):Descoberto por trabalhadorescascalheira, em 1907, perto deHeidelberg, na Alemanha.Idade estimada é de entre 400.000 e700.000 anos.A mandíbula é extremamente grande erobusta, como a do Homo erectus, mas osdentes são pequenos. Homo heidelbergensis encontrado na Espanha. Profª. Isabel Henriques 26
  27. 27. Homo sapiens neanderthalensis: Viveu entre os 230 000 e 30 000 anos mais conhecido pelo “Homem de Neandertal”. A designação provém do vale de Neander (Alemanha). Profª. Isabel Henriques 27
  28. 28. Homo sapiens neanderthalensis: Adaptado a condições ambientais frias. Estatura mais reduzida (braços e pernas curtos) que permitia reduzir as perdas de calor. A maior projecção da cavidade nasal permitia-lhe aquecer o ar que inspirava de forma mais eficiente. As ferramentas que usava já eram mais avançadas e os vestígios indicam que se dedicava a caçar grandes presas. Profª. Isabel Henriques 28
  29. 29. Homo sapiens neanderthalensis: Foram encontradas diversas sepulturas, sugerindo que enterrava os mortos, símbolo de uma unidade social muito forte. Geograficamente, esta espécie encontrava-se na Euroásia, principalmente na região próxima do Mediterrâneo. Eles floresceram tanto em períodos interglaciais mornos quanto nas condições desafiadoras do avanço glacial. Exemplar encontrado no norte de Menino de Lapedo reconstituição fotográfica Portugal (Menino de Lapedo). Actividade Pesquisa pag. 187 Profª. Isabel Henriques 29
  30. 30. Homo sapiens neanderthalensis:Como determinadascaracterísticas do Homemde Neandertal não seencontram no Homemmoderno, alguns cientistasdefendem que correspondea uma linhagem truncadana evolução dos hominídeose que deve constituir umaespécie à parte o Homoneanderthalensis. Profª. Isabel Henriques 30
  31. 31. Homo sapiens neanderthalensis: De acordo com o registo fóssil, a extinção do Homem de Neandertal iniciou-se há 50 000 anos, no Oeste da Euroásia, e os últimos núcleos populacionais terão desaparecido entre 32 000 a 28 000 anos atrás na Península Ibérica e em Gibraltar. Profª. Isabel Henriques 31
  32. 32. Homo sapiens neanderthalensis: A extinção do Homem de Neandertal poderá ser explicada pela última vaga de migração para fora de África, o que permitiu que o Homo sapiens sapiens substituísse as populações de Neandertal. Os vestígios do Homem moderno encontram-se Reconstituição do Homem de por todo o globo. Neandertal, com um utensílio de pedra. Actividade CTS&A 1 pag. 194 Profª. Isabel Henriques 32
  33. 33. Homo sapiens:Datados de há cerca de 40 mil anos,durante a Idade Glaciar, começarama aparecer vestígios de indivíduosde características inteiramentemodernas, os Homo sapienssapiens vivendo, aparentemente, apar do primitivo Homoneanderthalensis. Profª. Isabel Henriques 33
  34. 34. Homo sapiens: O crânio de Cro-Magnon foi encontrado em Les Eysie, França e datado em 28 000 anos. Esta espécie evoluiu a partir de uma pequena população africana a aproximadamente 200 000 anos atrás. Sendo assim os Humanos Modernos são datados a partir dos 130 000 anos. Entre as principais características temos o aumento do tamanho da caixa craniana. Profª. Isabel Henriques 34
  35. 35. Homo sapiens: Manifestavam hábitos relacionados às actividades de caça dos na idade do gelo na Europa. Os europeus puderam se adaptaram às condições severas do ambiente competindo com os carnívoros e predadores. Com a ajuda dos recursos culturais e tecnológicos avançados, puderam especializar e adaptar a condições locais severas se alimentando dos caribus, renas e até animais mais perigosos como o Mamute. Profª. Isabel Henriques 35
  36. 36. Profª. Isabel Henriques 36
  37. 37. Mas como foi possível atravessar o oceano Mediterrâneo e transitar do continente africano para o continente europeu? Profª. Isabel Henriques 37
  38. 38. Saída do Homem de África Do litoral do Sul de Espanha, existem depósitos depraias antigas que provam que há cerca de 1 M.a.estávamos perante um período de regressão marinha,isto é, recuo da linha de costa em consequência de umperíodo glaciário (Período Gunz).A área continental emersa aumentou Como parecer ter ocorrido no Estreito de Gibraltar Permitindo a passagem de África para a Europa Profª. Isabel Henriques 38
  39. 39. Disseminação do Homo erectus Profª. Isabel Henriques 39
  40. 40. Há cerca de 20 000 anos, populações inteiramentemodernas encontravam-se já totalmente estabelecidase começaram a espelhar-se por zonas do Mundoanteriormente desabitadas. Legenda: 1. Australopitecidos Homo habilis 2. Arcantropido Homo erectus 3. Paleontropido Homo sapiens primigenius 4. Neantropido Homo sapiens Profª. Isabel Henriques 40
  41. 41. Na ultima época glaciária Grande parte dos oceanos da Terra Foi Congelada em Glaciares e campos de gelo Descida do nível do marMuitas ilhas entre o sudoeste da Ásia e Austrália ficaram ligadas Facilitou Deslocação em jangadas e troncos de árvores Profª. Isabel Henriques 41
  42. 42. Há 20 000 anos O gelo começou a recuarAbriu o corredor de gelo do CanadáAs Américas foram colonizadas por povos vindos da Ásia Através do istmo terrestre que o Estreito de Bering então constituía Profª. Isabel Henriques 42
  43. 43. Há 8 000 anos Depois num (Final da última Idade Glaciar) período interglaciário Gelo foi recuando Súbida do nível do mar PermiteFicou a descoberto um solo Novas adaptações no estilo mais fértil dando origem de vida de caça e recolha vida vegetal mais variada de alimentos Isolou os habitantes da Austrália, algumas ilhas da Ásia e América Profª. Isabel Henriques 43
  44. 44.  A evolução física da espécie humana em todo o Mundo terminou há 20 mil anos. Desde essa altura, não se observam quaisquer outras alterações significativas nos crânios ou esqueletos dos seres humanos. Profª. Isabel Henriques 44
  45. 45. Profª. Isabel Henriques 45
  46. 46. Profª. Isabel Henriques 46
  47. 47. Profª. Isabel Henriques 47
  48. 48. Profª. Isabel Henriques 48
  49. 49. As mudanças do nível médio daágua dos oceanos ocorreram deforma cíclica ao longo daHistória da Terra.O nível da água pode sofrervariações na ordem das centenasde metros, criando mares poucoprofundos que cobrem parte dasregiões continentais durante astransgressões e expondo asplataformas continentaisdurante as regressões. Profª. Isabel Henriques 49
  50. 50. As mudanças do nível médio da águados oceanos podem ser agrupadasem: Variações locais - podem resultar da actividade tectónica, que provoca a ascensão ou subsidência de determinadas áreas, e da compactação dos sedimentos resultando no afundamento das regiões costeiras; Variações globais (eustáticas) - resultantes principalmente de alterações climáticas que afectam o gelo-degelo dos glaciares (variações glácio-eustáticas). Actividade 3 pag. 197 Profª. Isabel Henriques 50
  51. 51. Variações locais :Quando ocorre colisão de continentes A área continental diminui http://www.see.leeds.ac.uk/structure/dynamicearth/ himalayas/deformation/collide/ http://www.wwnorton.com/college/geo/animations/cAumenta a capacidade das ollisional_mountains.htm bacias oceânicas http://www.wwnorton.com/college/geo/animations/e arth3e/11.htm http://www.classzone.com/books/earth_science/terc/ content/visualizations/es1105/es1105page01.cfm?chap Descida do nível do mar ter_no=visualization Profª. Isabel Henriques 51
  52. 52. Variações locais : Processos de rifting e a elevação dos fundos oceânicos Diminuição da capacidade dos oceanoshttp://www.wwnorton.com/college/geo/egeo/flash/2_11.swf Aumento do nível do marhttp://svt.ac-rouen.fr/tice/rift/rift1.htm Profª. Isabel Henriques 52
  53. 53. Variações eustáticas:Aquecimento da temperatura da TerraExpansão da água dos oceanos Subida do nível das águas entre 0,3 a 0,7 mm Profª. Isabel Henriques 53
  54. 54.  TransgressãoSubida do nível médio da águados oceanos, que pode resultardo degelo acentuado(transgressão glácio-eustática) ousubsidência da bacia sedimentar. RegressãoDescida do nível médio da águados oceanos, que pode resultarda acumulação de gelo nosglaciares (regressão glácio-eustática ou da actividadetectónica). Profª. Isabel Henriques 54
  55. 55. Estudo de sequências de estratos Torna possível Estabelecer os períodos de avanço e recuo do nível do mar Transgressões RegressõesDesta forma podemos relacionar as variações da linha decosta com períodos glaciações e inter-glaciações. Profª. Isabel Henriques 55
  56. 56. Transgressão O nível dos oceanos sobe e acosta migra para o interior docontinente. Os sedimentos que formavam apraia passam a ser cobertos porsedimentos mais finos,depositados em ambientes de águamais profunda. A sequência estratigráfica ondena base temos sedimentos maisgrosseiros, e sedimentos maisfinos no topo -sequência positiva,revelando a deposição emambiente marinho sucessivamentemais profundo. Profª. Isabel Henriques 56
  57. 57. Quando o mar invade a terra A sedimentação nas zonas costeiras OcorreBase: depositam-se grão mais grosseiros (Calhaus, seixos e areias grossas)Topo:  depositam-se os grãos mais finos (Areias finas, silte ou limo e argilas) Sequência Transgressiva Marinha ou Positiva Profª. Isabel Henriques 57
  58. 58. Variações eustáticas: Durante um período Inter-glaciarioO gelo nas regiões polares e glaciares sofre fusãoAumento do nível das águas Transgressão Profª. Isabel Henriques 58
  59. 59. Regressão O nível dos oceanos desce, a plataforma continental pode ficar exposta e a linha de costa regride no sentido do oceano. Os sedimentos mais grosseiros passam a depositar-se por cima de sedimentos mais finos - sequência negativa, indicando uma mudança para ambientes de deposição aquáticos menos profundos. Profª. Isabel Henriques 59
  60. 60. Quando o mar se retira do continente A sedimentação nas zonas costeiras OcorreBase:  depositam-se os grãos mais finos (Areias finas, silte ou limo e argilas)Topo: depositam-se grão mais grosseiros (Calhaus, seixos e areias grossas) Sequência Regressiva Marinha ou Negativa Profª. Isabel Henriques 60
  61. 61. Variações eustáticas: Durante um período Inter-glaciarioO gelo nas regiões polares e glaciares sofre fusãoAumento do nível das águas Regressão Profª. Isabel Henriques 61
  62. 62. Regressão Quando a linha de costa regride pode deixar terraços marinhos ou terraços fluviais. Os terraços marinhos constituem plataformas planares e fornecem indicações sobre o nível máximo do mar e sobre as condições de sedimentação. Estes aspectos são essenciais na reconstituição das linhas de costa ancestrais. Os terraços fluviais localizados nas proximidades das planícies de inundação actuais. Profª. Isabel Henriques 62
  63. 63. Profª. Isabel Henriques 63
  64. 64. Profª. Isabel Henriques 64
  65. 65. http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo/flash/5_2.swf Profª. Isabel Henriques 65
  66. 66. Profª. Isabel Henriques 66
  67. 67. Profª. Isabel Henriques 67
  68. 68. Actualmente, é possível observar, emalguns locais, depósitos desedimentos formando terraçosmarinhos ou fluviais, que ocorrem aaltitudes relativamente elevadasquando comparadas com o nívelactual do mar.Por vezes, estes terraços constituempaleoformas (formas antigas)localizadas a longa distância da linhade costa.Prova das regressões e transgressões Profª. Isabel Henriques 68
  69. 69. Mudanças ambientais na História da Terra e evolução da espécie humana Disciplina: Geologia 12º anoProfessora Mª Isabel Henriques

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