Torax os 29 05-12

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  • Figure 19a.  Desmoid tumor in a 53-year-old woman with a parasternal mass. (a) CT scan demonstrates a homogeneous soft-tissue mass of the parasternum without adjacent bone destruction. (b) Photograph of a cut specimen shows a firm, whitish mass with an irregularly whorled surface. Scale is in centimeters. (c) Axial short-inversion-time inversion recovery MR image obtained 2 years after surgery reveals the recurrence of two high-signal-intensity masses in the anterior chest wall and axillary region (arrows).
  • Torax os 29 05-12

    1. 1. Hospital Universitário de Santa MariaServiço de Radiologia e Diagnóstico por Imagem DISTÚRBIOS DA PLEURA, DA PAREDE TORÁCICA, DO DIAFRAGMA E OUTROS DISTÚRBIOS TORÁCICOS R1 Henrique da Rosa Sobrinho
    2. 2. PAREDE TORÁCICA Tecidos Moles Ausência congênita do músculo peitoral Hipertransparência Síndrome de Poland : doença autossômica recessiva que se caracteriza pela ausência unilateral da cabeça esternocostal do músculo peitoral maior, sindactilia ipsilateral e anomalias das costelas. Lesões de pele como nevos, verrugas, neurofibromas e mamilos acessórios, podem produzir uma opacidade nodular, em radiografias frontais, que simulam nódulo pulmonar solitário. Abscessos da parede torácica: massas subcutâneas, localizadas, dolorosas e flutuantes (Staphylococcus e Mycobacterium tuberculosis). R-X: opacidade mal definida. TC: coleção líquida localizada com parede captante de contraste.
    3. 3. Parede Torácica Tecidos Moles- Neoplasias:- Fibrossarcoma e lipossarcoma são as neoplasias malignas mais comuns. Evidenciam-se por sintomas de dor localizada na parede torácica e massa visível e palpável.- Lipoma: pode ser intra ou extra-torácico- Tumor desmóide: raro tumor fibroblástico que ocorre em músculos estriados é histologicamente benigno mas tem tendência à invasão local.
    4. 4. O TÓRAX ÓSSEO Anomalias Congênitas- Fusão óssea- Costelas Bífidas- Osteogenesis imperfecta e neurofibromatose - costelas finas, onduladas “em fita”- Costela Cervical – origina-se do 7º corpo vertebral cervical.
    5. 5. Costela Cervical
    6. 6. O TÓRAX ÓSSEO Indentações das Costelas- As inferiores são mais comuns que as superiores, causadas pela dilatação de uma ou mais estruturas que se localizam nos sulcos subcostais (nervo, artéria ou veia intercostal)- Coarctação da aorta – sangue contorna a obstrução aórtica
    7. 7. O TÓRAX ÓSSEO Lesões não-neoplásicas- Displasia fibrosa: lesão expansiva na face posterior da costela com densidade transparente ou tipo vidro fosco.- Granuloma Eosinofílico: pode causar lesões líticas.
    8. 8. Granuloma Eosinofílico
    9. 9. O TÓRAX ÓSSEO Neoplasias- Benignas: Osteocondromas, encondromas, osteoblastomas- Malignas: condrossarcoma, mieloma múltiplo, carcinoma metastático (lesões líticas), tumor de Askin
    10. 10. O TÓRAX ÓSSEO Infecções: TB, actinomicose e nocardiose podem atravessar o espaço pleural e produzir infecção da parede torácica Cartilagens Costais – ossificação das cartilagens costais é um achado normal em adultos. Escápula: Lesões congênitas ( deformidade de Sprengel), pós-trumáticas e neoplásicas Clavícula: disostose cleidocraniana (aplasia parcial ou total da clavícula), Sarcoma de Ewing
    11. 11. O TÓRAX ÓSSEO Coluna Vertebral Torácica: Anomalias congênitas (hemivértebras, espinha bífida, escoliose), osteófitos, osteomielite vertebral. Esterno- Pectus escavatum (tórax em funil): esterno deprimido e as costelas fazem saliência anteriormente ao esterno. Associado comumente a distúrbios congênitos.- Pectus carinatum: abaulamento para fora do esterno, podendo ser congênito ou adquirido (asma)
    12. 12. Osteomielite Vertebral
    13. 13. Pectus Escavatum
    14. 14. Pectus Carinatum
    15. 15. DIAFRAGMAElevação Unilateral do Diafragma
    16. 16. DIAFRAGMA Elevação Diafragmática Bilateral- Pode ser causada por um distúrbio neuromuscular ou patologia intratorácica ou intra-abdominal.- A ruptura bilateral do nervo frênico ou uma patologia intrínseca do músculo diafragmático produz a paralisia e a elevação bilateral do diafragma.- A restrição pulmonar causada por fibrose intersticial, fibrose pleural bilateral ou patologia da parede torácica (mais comumente por obesidade) pode produzir elevação diafragmática bilateral.
    17. 17. Elevação DiafragmáticaBilateral
    18. 18. DIAFRAGMA Depressão Diafragmática- Associado a hiperinsulflção unilateral de um dos pulmões, geralmente como mecanismo compensatório, quando o pulmão contralateral é pequeno.- A depressão diafragmática bilateral é um achado permanente (enfisema) ou transitório (asma).
    19. 19. Depressão Diafragmática
    20. 20. DIAFRAGMA Hérnias Diafragmáticas- Hérnia hiatal esofágica: são vistas projetando-se atrás do coração nas radiografias frontais na região supradiafragmática imediata do mediastino posterior. A TC mostra alargamento do hiato esofágico e mostra o conteúdo do saco herniário (estômago, tecido adiposo ou líquido ascítico).- Hérnia de Bochdalek: grandes hérnias através do forame de Bochdalek evidenciam-se no período neonatal, por hipoplasia do pulmão ipsilateral e dificuldade respiratória. Aparece como uma massa póstero-lateral acima do diafragma esquerdo.
    21. 21. Hérnia Hiatal
    22. 22. Hérnia do Forame de Bochdalek
    23. 23. DIAFRAGMA Hérnias Diafragmáticas- Hérnia de Morgani: Defeito na parte paraesternal do diafragma. Herniação do tecido adiposo omental, do fígado ou do cólon transverso através da parte paracardíaca do hemidiafragma direito.- Hérnia Traumática: O lado esquerdo é o mais afetado (90% dos casos), pois o fígado protege o hemidiafragma direito.
    24. 24. DOENÇAS PULMONARESCONGÊNITAS Malformação Adenomatóide Cística (MAC)- Constituído de um ou vários cistos de grande tamanho que são revestidos por epitélio respiratório, com glândulas mucosas esparsas, músculo liso e tecido elástico em suas paredes.- Ao exame radiográfico aparecem como massas arredondadas cheias de ar, que exercem um efeito de massa tumoral sobre o pulmão e o mediastino adjacente.
    25. 25. Malformação AdenomatóideCística (MAC)
    26. 26. DOENÇAS PULMONARESCONGÊNITAS Hiperinsulflação lobar neonatal (enfisema lobar congênito)- Decorrente de vários distúrbios que produzam obstrução brônquica em válvula de retenção (cistos broncogênicos mediastinais, artéria pulmonar esquerda anômala, deficiência congênita de cartilagem anômala, estenose brônquica)- Observa-se hipertransparência da lobo afetado, com compressão do pulmão adjacente, depressão diafragmática do mediastino contralateral.
    27. 27. Hiperinsulflação lobar neonatal(enfisema lobar congênito)
    28. 28. DOENÇAS PULMONARESCONGÊNITAS Seqüestro Broncopulmonar- Anormalidade congênita decorrente do desenvolvimento independente de parte da árvore traquebrônquica, que é isolada do pulmão normal e mantém seu suprimento arterial sistêmico fetal.- Intralobular: contido pela pleura visceral do pulmão normal, apresentam pneumonia recorrente.- Extralobar: envolvido pelo seu próprio envoltório pleural visceral e pode ser encontrado adjacente ao pulmão normal, em meio ao diafragma ou abaixo dele.
    29. 29. Seqüestro PulmonarIntralobar
    30. 30. DOENÇAS PULMONARESCONGÊNITAS Pulmão Hipoplásico- Decorre de deficiência arterial pulmonar congênita ou da compressão intra- uterina do pulmão em desenvolvimento por causas diversas.- Eleveção do diafragma e desvio do mediastino ipsilateral, com herniação do pulmão contralateral hiperinsulflado anteriormente em direção ao lado afetado.
    31. 31. Pulmão hipoplásico
    32. 32. DOENÇAS PULMONARESTRAUMÁTICAS Contusão Pulmonar- Ocorre típicamene adjacente ao ponto de impacto. Sangue e líquido de edema enchem os alvéolos do pulmão nas primeiras 12h após o traumatismo, produzindo áreas esparsas de opacificação dos espaços aéreos.- A evolução radiográfica típica é a estabilização das opacidades e a melhora dentro de 2 a 7 dias.
    33. 33. Contusão Pulmonar/ CistosPulmonares Traumáticos
    34. 34. Eventração do Diafragma – Ausência congênita ou desenvolvimentoinsuficiente da musculatura diafragmática
    35. 35. Elevação do diafragma porhamgioma hepático
    36. 36. Lipoma da Parede Torácica
    37. 37. Hérnia DiafragmáticaTraumática
    38. 38. Hérnia de Morgani
    39. 39. Osteocondroma
    40. 40. CondrossarcomaMassa extrapulmonar apical direita
    41. 41. Tumor de Askin (tumor neuroectodérmicoprimitivo) da parede torácica
    42. 42. Abscesso da parede torácica
    43. 43. Padrões Normais deOssificação
    44. 44. Figure 19a. Desmoid tumor in a 53-year-old woman with a parasternal mass. (a) CT scan demonstrates a homogeneous soft-tissue mass of the parasternum without adjacent bone destruction Jeung M et al. Radiographics 1999;19:617-637©1999 by Radiological Society of North America
    45. 45. Deformidade de Sprengel (escápula hipoplásica eelevada)
    46. 46. Síndrome de Poland

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