Memorial Irmã Dulce VIDA  E  OBRA  DE  IRMÃ  DULCE  1ª A U L A
A TRAJETÓRIA DE UM ANJO
<ul><li>1ª PARTE </li></ul><ul><li>GENEALOGIA </li></ul>
 
<ul><li>Manoel Lopes Pontes (AVÔ PATERNO ) </li></ul><ul><li>Natural de Santo Amaro (1845 – 1899), educou várias gerações ...
<ul><li>Augusto Lopes Pontes (PAI) </li></ul><ul><li>Professor catedrático da Faculdade de Odontologia e bacharel em Direi...
<ul><li>Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes (MÃE)  </li></ul><ul><li>Nasceu em Salvador, em agosto de 1894, filha de M...
<ul><li>Maria José, Madalena e Georgina (TIAS PATERNAS) </li></ul><ul><li>Irmãs de Dr. Augusto, foram responsáveis pela ed...
O S  I R M Ã O S <ul><li>Do 1º casamento em 1912 (Augusto e Dulce):  Augusto, Maria Rita (ID), Dulcinha, Aloysio, Geraldo ...
DULCINHA : A IRMÃ MAIS PRÓXIMA <ul><li>Dulcinha foi a terceira dos seis filhos do casal. Era um ano e cinco meses mais nov...
<ul><li>2ª PARTE </li></ul><ul><li>DA INFÂNCIA AO INÍCIO  </li></ul><ul><li>DA FASE ADULTA </li></ul>
A  I N F Â N C I A
Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes (Irmã Dulce)  nasceu no dia 26 de maio de 1914 , na rua São José de Baixo, no bairr...
<ul><li>No dia  13 de dezembro de 1914 foi batizada  na Igreja de Santo Antônio, localizada no bairro de Santo Antônio Alé...
Depois da morte de D. Dulce a família mudou-se para um sobrado, em cima do armazém Porto Rico, na rua Quitandinha do Capim...
MAIS DADOS DA INFÂNCIA <ul><li>  Teve uma boneca de estimação chamada de Celica, que ganhou da sua avó paterna quando tinh...
MAIS DADOS DA INFÂNCIA <ul><li>Foi uma criança alegre e um tanto travessa. As brincadeiras prediletas com os irmãos: guerr...
A  ADOLESCÊNCIA
<ul><li>Em 1927, quando tinha 13 anos, manifesta o interesse pela vida religiosa. Nesta época já atendia moradores de rua ...
Em 1929 conhece o Convento de Nossa Senhora do Desterro e lá toma conhecimento sobre a Congregação das Irmãs Missionárias ...
MAIS DADOS DA ADOLESCÊNCIA <ul><li>  Gostava de escutar as músicas de Beethoven, estudou música e aprendeu a bordar. </li>...
INÍCIO DA VIDA ADULTA
- Era uma jovem muito tímida e recatada. - Nas férias da escola se recolhia na casa das tias paternas,  que ficava na Penh...
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1ª aula - Vida e obra de Irmã Dulce

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Para contribuir com a disseminação da história de vida de Irmã Dulce, A Assessoria de Memória e Cultura da OSID (AMC) preparou um curso que pode ser livremente utilizado por paróquias, escolas, instituições ou pessoas que tenham interesse em conhecer um pouco mais da vida da Mãe dos Pobres. Caso haja interesse, a AMC está disponível para cursos presenciais mediante agendamento pelo e-mail beatificacao@irmadulce.org.br ou pelo telefone (71) 3310 1115.

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1ª aula - Vida e obra de Irmã Dulce

  1. 1. Memorial Irmã Dulce VIDA E OBRA DE IRMÃ DULCE 1ª A U L A
  2. 2. A TRAJETÓRIA DE UM ANJO
  3. 3. <ul><li>1ª PARTE </li></ul><ul><li>GENEALOGIA </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Manoel Lopes Pontes (AVÔ PATERNO ) </li></ul><ul><li>Natural de Santo Amaro (1845 – 1899), educou várias gerações de jovens em seu famoso Colégio Santo Antônio. Foi um homem idealista, culto e patriota. Idealizou o monumento aos Heróis do 2 de Julho, erguido na Praça do Campo Grande. Foi deputado e fazia parte dos mais altos círculos políticos da cidade de Salvador. Morreu aos 54 anos. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Augusto Lopes Pontes (PAI) </li></ul><ul><li>Professor catedrático da Faculdade de Odontologia e bacharel em Direito, Dr. Augusto Lopes Pontes (1889/1976) era muito conhecido por apoiar instituições filantrópicas e pelo espírito de caridade. Tinha muita ligação com intelectuais baianos que se tornaram personagens históricos, como Ruy Barbosa. Foi um dos fundadores do Abrigo dos Filhos do Povo, que funcionava no bairro da Liberdade, tendo ali criado o Posto Odontológico onde atendia os necessitados gratuitamente. Foi um cristão caridoso, humilde e muito ligado à família. Criou os estatutos da Associação Obras Sociais Irmã Dulce. Foi dele que Irmã Dulce herdou o espírito caridoso de ajuda ao próximo. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes (MÃE) </li></ul><ul><li>Nasceu em Salvador, em agosto de 1894, filha de Manoel Joaquim de Souza Brito, médico, jornalista, escritor e professor, e Maria Januária Chaves de Souza Brito. Casou-se com 17 anos, em 2 de maio de 1912, com Augusto Lopes Pontes. Inteligente e preparada, Dulce compôs, em 1919, o Hino a Ruy Barbosa, que entoou à frente de 400 crianças, quando o mesmo esteve na Bahia, em sua campanha à Presidência. Faleceu com 26 anos, em 8 de junho de 1921, de embolia pós-parto, poucas horas após ter dado à luz a seu sexto filho. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Maria José, Madalena e Georgina (TIAS PATERNAS) </li></ul><ul><li>Irmãs de Dr. Augusto, foram responsáveis pela educação de Irmã Dulce e seus irmãos, depois do falecimento de D. Dulce. Exerceram grande influência na formação religiosa de Irmã Dulce. Tia Madaleninha levou Irmã Dulce a visitar pela primeira vez uma favela para conhecer o outro lado da vida. Esta experiência tocou profundamente o seu coração. </li></ul>1 2 1- GEORGINA 2- MARIAZINHA 2
  8. 9. O S I R M Ã O S <ul><li>Do 1º casamento em 1912 (Augusto e Dulce): Augusto, Maria Rita (ID), Dulcinha, Aloysio, Geraldo Majella, Regina. </li></ul>Do 2º casamento em 1924 (Augusto e Alice da Silva): Ana Maria e Terezinha (Obs: Terezinha faleceu quando tinha 12 anos de idade.) Da esquerda para direita: Irmã Dulce, Aloysio, Agostinho, Geraldo e Dulcinha. Ana Maria (no destaque)
  9. 10. DULCINHA : A IRMÃ MAIS PRÓXIMA <ul><li>Dulcinha foi a terceira dos seis filhos do casal. Era um ano e cinco meses mais nova que sua Irmã Dulce e a acompanhou desde a época em que a religiosa passou a sair às ruas em busca de donativos para os pobres que cuidava. Na década de 1950, casou-se com um primo que tinha o mesmo nome de seu pai, Augusto Lopes Pontes, com quem teve sua única filha, Maria Rita Pontes – uma homenagem a Irmã Dulce – a superintendente das Obras. </li></ul><ul><li>Tornou-se presidente de honra das Obras Sociais Irmã Dulce após o falecimento da irmã, em 1992. Em 12 de março de 1996 recebeu da Câmara Municipal de Salvador a comenda Maria Quitéria, por ter se empenhado na continuidade da Obra de Irmã Dulce. Sobre o amor que sentia por Dulcinha, Irmã Dulce dizia: “Somos Dois Corpos em uma só Alma” . Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes nasceu no dia 9 de novembro de 1915 e faleceu no dia 18 de novembro de 2006, aos 91 anos, em Salvador. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>2ª PARTE </li></ul><ul><li>DA INFÂNCIA AO INÍCIO </li></ul><ul><li>DA FASE ADULTA </li></ul>
  11. 12. A I N F Â N C I A
  12. 13. Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes (Irmã Dulce) nasceu no dia 26 de maio de 1914 , na rua São José de Baixo, no bairro do Barbalho, Salvador-Ba.
  13. 14. <ul><li>No dia 13 de dezembro de 1914 foi batizada na Igreja de Santo Antônio, localizada no bairro de Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador. </li></ul><ul><li> Dona Dulce, sua mãe, morre no dia 08 de junho de 1921 . Irmã Dulce tinha apenas 7 anos. </li></ul><ul><li> Em 1922 fez a 1ª comunhão com os irmãos Augusto e Dulcinha, na mesma igreja onde foi batizada. </li></ul>Irmã Dulce aos dois anos. A 1ª comunhão
  14. 15. Depois da morte de D. Dulce a família mudou-se para um sobrado, em cima do armazém Porto Rico, na rua Quitandinha do Capim, no bairro de Santo Antônio.
  15. 16. MAIS DADOS DA INFÂNCIA <ul><li> Teve uma boneca de estimação chamada de Celica, que ganhou da sua avó paterna quando tinha 4 anos de idade, como prêmio por ter tomado um remédio muito ruim. </li></ul><ul><li> Aos domingos o pai os levava ao Estádio da Graça para assistir ao jogo de futebol. Era torcedora do Ipiranga e grande admiradora do jogador chamado de Popó. </li></ul>Apolinário Santana (Popó): jogador do Ipiranga.
  16. 17. MAIS DADOS DA INFÂNCIA <ul><li>Foi uma criança alegre e um tanto travessa. As brincadeiras prediletas com os irmãos: guerra de mamona, futebol, empinar arraia, brincar de boneca, banhos de mar, subir em árvores, também gostava muito de bichos, etc. Por gostar muito de brincadeiras agitadas, o tio Mundinho dizia que ela deveria ter nascido homem. </li></ul>“ Meu Tio Mundinho, Sendo uma criança muito traquina, só brincava com meus irmãos de comando de guerra, futebol de botão, empinando arraia. Mundinho dizia pra mim: “você nasceu errada, você devia ser homem”. Eu saia correndo e não ligava, deixava-o falando só, era a minha resposta. Mas eu queria muito bem a ele, por ser meu único tio homem por parte da minha mãe e sempre foi muito carinhoso comigo... ” Irmã Dulce, 1987 Irmã Dulce e Tio Mundinho
  17. 18. A ADOLESCÊNCIA
  18. 19. <ul><li>Em 1927, quando tinha 13 anos, manifesta o interesse pela vida religiosa. Nesta época já atendia moradores de rua no sótão de sua casa, oferecendo roupas limpas, alimentos, banho, fazendo curativos, cortando cabelo, etc. Morava na Rua da Independência, nº 61, no bairro de Nazaré. </li></ul>Nesta fase passou a visitar doentes em bairros pobres acompanhando a tia Madaleninha. Isso fez surgir no seu interior um sentimento muito forte, que a fez abandonar todas as brincadeiras da juventude. Passou a dedicar todos seus esforços a ajudar as pessoas mais carentes.
  19. 20. Em 1929 conhece o Convento de Nossa Senhora do Desterro e lá toma conhecimento sobre a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Desde então tentou por várias vezes convencer o seu pai a entrar para o convento. Em 14 de fevereiro de 1929 foi matriculada na Escola Normal da Bahia (atual ICEIA) para formar-se em professora, apesar do desejo que tinha em fazer o curso de enfermagem. Irmã Dulce na adolescência.
  20. 21. MAIS DADOS DA ADOLESCÊNCIA <ul><li> Gostava de escutar as músicas de Beethoven, estudou música e aprendeu a bordar. </li></ul><ul><li>Aos 16 anos, sob a orientação de seu confessor, entrara para a Ordem Terceira da Penitência de São Francisco de Assis, professara com o nome de Irmã Lúcia. </li></ul><ul><li> Tinha o hábito de passar horas ajoelhada rezando diante da imagem de Santo Antônio, em sua casa, enquanto seus irmãos brincavam. Quando era questionada pela irmã Dulcinha, o que fazia tanto tempo ajoelhada em frente à imagem, respondia que conversava com o santo e que ele sempre lhe confirmava que se tornaria religiosa. </li></ul>
  21. 22. INÍCIO DA VIDA ADULTA
  22. 23. - Era uma jovem muito tímida e recatada. - Nas férias da escola se recolhia na casa das tias paternas, que ficava na Penha, onde podia tomar banho de mar e desfrutar de todo o silêncio para meditar e rezar. - Recusou o anel de formatura e pediu como presente a permissão do seu pai para seguir a vida religiosa. - Recebeu o diploma de professora no dia 9 de dezembro de 1932. No dia seguinte começaram os preparativos para entrar no convento. Seu padrinho, Joaquim Catharino, deu-lhe de presente o enxoval.

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