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Aedes aegypti um mosquito três doenças padrão

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A Secretaria Municipal de Saúde realizou na manhã desta sexta-feira (22/01) no Auditório Iracema na Casa de Cultura Maria Valderez Soares uma reunião do Comitê Pró-Saúde para apresentação do Larvicida "Espinosade" do Plano municipal de enfrentamento do Aedes Aegypti e formação da Brigada em Repartições públicas e particulares.

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Aedes aegypti um mosquito três doenças padrão

  1. 1. Aedes aegypti Um mosquito, três doenças Secretário da Saúde do Estado do Ceará
  2. 2. Sinais e Sintomas Dengue Sinais de Alarme
  3. 3. Dengue – Situação Epidemiológica Dengue no Brasil Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde/MS. Dados atualizados até 17/09/2015 (SE 46) Distribuição temporal dos casos prováveis de dengue, Brasil, 2013 a 2015. 2013: 1.399.781 2014: 564.710 2015: 1.566.510
  4. 4. Dengue – Situação Epidemiológica Dengue no Ceará Fonte: Secretaria de Saúde do Estado do Ceará. Dados atualizados até 04/12/2015 (SE 48) 2013: 25.934 casos confirmados 2014: 18.242 casos confirmados 2015: 54.582 casos confirmados Epidemias: Anos 1987, 1994, 2001, 2011, 2012 e 2015
  5. 5. Chikungunya
  6. 6. Chikungunya – Situação Epidemiológica Chikungunya no Brasil Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde/MS. Dados atualizados até SE 45 Distribuição dos casos importados e dos casos autóctones de febre de chikungunya, por UF de residência, Brasil, 2014 e 2015. 2014 – 5 BA, AP, RR, MS e DF 2015 – 11 AM, RR, AP, PE, AL, SE, BA, RJ, SC, MS e DF. (6+)
  7. 7. Chikungunya – Situação Epidemiológica Chikungunya no Ceará Fonte: Secretaria de Saúde do Estado do Ceará. Dados atualizados até 04/12/2015 (SE 48) • 2014 Foram confirmados 06 casos importados de outros países: República Dominicana, Suriname e Taiti - Fortaleza (4), Brejo Santo (1) e Aracoiaba (1) -2015 Foram confirmados 05 casos, 3 importados do Oiapoque, 1 da República Dominicana e 1 da Bahia -Fortaleza (2), Aracati (2) e Juazeiro do Norte (1) Sem registro Municípios com casos importados de Febre Chikungunya
  8. 8. Zika vírus Fonte: Equipe de investigação da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís/MA
  9. 9. Zika – Situação Epidemiológica Zika no Brasil Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde/MS. Dados atualizados até SE 45 Unidades da Federação com casos autóctones de febre pelo Zika vírus com confirmação laboratorial, Brasil, 2015
  10. 10. Zika – Situação Epidemiológica Zika no Ceará Fonte: Secretaria de Saúde do Estado do Ceará. Dados atualizados até 04/12/2015 (SE 48) • A vigilância do vírus Zika no Brasil, se dá por meio de uma estratégia de vigilância sentinela • No ano de 2015 foram processadas 55 amostras laboratoriais para diagnóstico de Zika, sendo 14 confirmadas.
  11. 11. Microcefalia relacionada a infecção por Zika Virus Descrição - Doença nova que está sendo descrita pela primeira vez na história e com base na epidemia que está ocorrendo no Brasil - Caracteriza-se pela ocorrência de microcefalia com ou sem outras alterações no Sistema Nervoso Central (SNC) em crianças cuja mãe tenha histórico de infecção pelo vírus Zika na gestação - A microcefalia pode ser acompanhada epilepsia, paralisia cerebral, retardo no desenvolvimento no desenvolvimento cognitivo, motor e fala, além de problemas de visão e audição Fonte: Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika .Secretaria de Vigilância em Saúde/MS, 2015.
  12. 12. Microcefalia relacionada a infecção por Zika Virus Situação Epidemiológica no Brasil Fonte: Informe Epidemiológico Nº03/2015. Secretaria de Vigilância em Saúde/MS, atualizado em 05/12/2015. Distribuição dos casos suspeitos de microcefalia notificados à SVS/MS até 12/12/2015, por número de municípios e estado de residência. Brasil, 2015.
  13. 13. Microcefalia relacionada a infecção por Zika Vírus Situação Epidemiológica no Ceará Fonte: Boletim epidemiológico. Atualização da Situação Epidemiológica da microcefalia relacionada ao vírus Zika no Ceará (atualização em 10/12/2015) Distribuição dos casos notificados de microcefalia relacionada ao vírus Zika, por município de residência. Ceará, 2015. Município de Residência Em investigação % Confirmado % Óbito % Aquiraz 3 2,3 0 0 0 0 Eusébio 2 1,6 0 0 0 0 Fortaleza 43 33,6 0 0 0 0 Itaitinga 1 0,8 0 0 0 0 Apuiarés 1 0,8 0 0 0 0 Caucaia 3 2,3 0 0 0 0 Itapagé 2 1,6 0 0 0 0 Paracuru 1 0,8 0 0 0 0 São Gonçalo do Amarante 2 1,6 0 0 0 0 Tejuçuoca 1 1,6 1 100 1 100 Acarape 1 0,8 0 0 0 0 Maracanaú 21 16,4 0 0 0 0 Maranguape 4 3,1 0 0 0 Pacatuba 2 1,6 0 0 0 0 Capistrano 1 0,8 0 0 0 0 Canindé 1 0,8 0 0 0 0 Banabuiú 2 1,6 0 0 0 0 Limoeiro do Norte 1 0,8 0 0 0 0 Quixeré 1 0,8 0 0 0 0 Ipu 2 1,6 0 0 0 0 Mucambo 4 3,1 0 0 0 0 Santana do Acaraú 1 0,8 0 0 0 0 Sobral 1 0,8 0 0 0 0 Bela cruz 1 0,8 0 0 0 0 Cruz 3 2,3 0 0 0 0 Jijoca de Jericoacoara 1 0,8 0 0 0 0 Poranga 1 0,8 0 0 0 0 Ipaumirim 2 1,6 0 0 0 0 Lavras da Mangabeira 1 0,8 0 0 0 0 Mauriti 1 0,8 0 0 0 0 Crato 2 1,6 0 0 0 0 Barbalha 6 4,7 0 0 0 0 Jardim 2 1,6 0 0 0 0 Juazeiro do Norte 3 2,3 0 0 0 0 Missão Velha 1 0,8 0 0 0 0 Horizonte 1 0,8 0 0 0 0 Ocara 1 0,8 0 0 0 0 CEARÁ 127 100 1 100 1 100
  14. 14. Microcefalia relacionada a infecção por Zika Virus Situação Epidemiológica no Ceará Fonte: Boletim epidemiológico. Atualização da Situação Epidemiológica da microcefalia relacionada ao vírus Zika no Ceará (atualização em 18/12/2015) Distribuição dos casos de microcefalia relacionada ao vírus Zika segundo Município de residência da mãe no Ceará, 2015. (n=37) Municípios com casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika
  15. 15. Clínica Fonte: Dados preliminares da Investigação da Investigação Epidemiológica de Microcefalia na Região Metropolitana de Recife – PE, 2015. Microcefalia relacionada a infecção por Zika Virus
  16. 16. O Aedes aegypti O ciclo completo de ovo a adulto varia de 8 a 13 dias Pode viver de 30 a 35 dias. Em um ano, pode ter de 10 a 12 novas gerações (crescimento explosivo) Os ovos podem permanecer viáveis por até 400 dias (manutenção e perpetuação da espécie) Antropofílico, tem preferência por sangue humano
  17. 17. O Aedes – Desafios para o controle
  18. 18. O Aedes – O vetor e o ciclo de vida Uma fêmea pode ovipositar até 400 ovos durante a vida
  19. 19. O Aedes – Estratégia para o Controle Controle Mecânico Eliminação ou Vedação de Depósitos, limpeza de quintais e Coleta de lixo Controle Biológico Utilização de predadores naturais Controle Químico Uso de inseticidas
  20. 20. O Aedes – Desafios para o controle
  21. 21. O Aedes – Desafios para o controle

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