Projeto 23 Doc

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Projeto 23 Doc

  1. 1. SAMPA: ACOLHE, EDUCA E QUALIFICA 1
  2. 2. SECRETARIAS ENVOLVIDAS: Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) Secretaria Municipal de Educação (SME) Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (SEMDET) Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município (PRODAM) 2
  3. 3. Participantes Ana Paula Roque Souza – SEMDET Diva Aparecida Stippe – PRODAM Marina Albanese – SEMDET Marli Matos Godoi – SMADS Regina Célia Lico Suzuki – SME Sandra Regina Bedin Pavan Firminiano - IPREM 3
  4. 4. 1. Título - Sampa: Acolhe, Educa e Qualifica (Programa de atendimento ao cidadão jovem e adulto) 2. Sumário Este projeto visa estruturar um sistema inovador de atendimento aos Jovens e Adultos, em situação de vulnerabilidade social, da cidade de São Paulo, por meio da articulação entre os órgãos da Administração Pública - Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social – SMADS, Secretaria Municipal de Educação – SME, Secretaria Municipal do Trabalho – SMTRAB e PRODAM, de forma a potencializar os recursos já existentes tendo como premissa o estímulo ao desenvolvimento regional sustentável. A proposta tem como objetivo principal, promover uma dinâmica de atendimento intersecretarial que ofereça ao cidadão participante do Projeto: Proteção Social, Elevação de Escolaridade, Qualificação Profissional, Iniciação, Inserção e/ou Reinserção no mercado de trabalho, com vistas à redução do grau de vulnerabilidade social dos participantes A área geográfica a ser considerada para execução do projeto compreende regiões do: - Campo Limpo - Freguesia do Ó, - Itaquera, - Mandaqui, - Sapopemba - Vila Sabrina. 4
  5. 5. Essas áreas foram escolhidas em função da existência de unidades/serviços das secretarias envolvidas; por estarem identificadas com índice de alta e muita vulnerabilidade social (IPVS5 e 6) 1; pela disponibilidade das equipes gestoras do projeto e de espaços nos Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos – CIEJA da Secretaria Municipal de Educação para o desenvolvimento do projeto. Havendo necessidade de executar um piloto, para avaliar a viabilidade, indicaremos a região de Freguesia do Ó/Brasilândia. O público beneficiário se constituirá de Jovens e Adultos residentes na área geográfica de abrangência do projeto, em situação de vulnerabilidade social, que ainda não completaram o ensino fundamental ou que frequentam o ensino médio e necessitam qualificação profissional. 3. Justificativa - Análise do contexto A partir da pesquisa que aponta o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social – IPVS (Fundação SEADE/ 2004), estabeleceu-se a área geográfica selecionada para o desenvolvimento do projeto com o total de 2.228.147 habitantes. De acordo com os dados da pesquisa, 283.775 habitantes, 12,9% da população dessas regiões vivem em situação identificada como de alta e muito alta de vulnerabilidade social, sendo que 61.520 habitantes estão na faixa dos 15 aos 24 anos. Com relação às oportunidades acessíveis para o emprego na cidade de São Paulo, consideramos importante analisar as taxas de desemprego a partir da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Cidade de São Paulo, realizada pelo SEADE 2005, indicando que estavam desempregados 25% dos jovens na faixa dos 18 aos 24 anos e 21% dos adultos, a partir dos 24. Outro aspecto importante que podemos considerar ao analisar os dados desta pesquisa, é que houve um aumento na taxa de desemprego nas faixas etárias acima citadas no período de 1995 a 2005, 1 O IPVS aponta indicadores construídos a partir de duas dimensões: recursos acumulados (ativos financeiros e cognitivos) pelos indivíduos, famílias e comunidade, e as oportunidades acessíveis para o emprego. 5
  6. 6. em 1995, a taxa de desemprego na faixa dos 18 aos 24 anos era de 15,1% e de 13%, a partir dos 24 anos. No que diz respeito à escolaridade do trabalhador, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (SMDET), realizou pesquisas no período de 2007 a 2008 sobre a composição da força de trabalho na cidade, levando em conta a escolaridade do trabalhador. Podemos observar que, dos 4.489.076 trabalhadores que compõem a força de trabalho da cidade, temos: 10.135 analfabetos, correspondendo a 0,2%; 558.937 com ensino fundamental incompleto, correspondendo a 12%; 521.681 com ensino fundamental, correspondendo a 11%; 308.000 com ensino médio incompleto, correspondendo a 6%; 1748.919 com ensino médio, correspondendo a 38%. A análise dos dados aponta fatores significativos para o desenvolvimento do projeto SAMPA: Acolhe, Educa e Qualifica. O primeiro deles diz respeito ao grau de vulnerabilidade social das regiões selecionadas onde, aproximadamente, 1/5 da população na faixa dos 15 aos 24 anos vive em situação de alta e muito alta vulnerabilidade social. Isso significa que estes jovens são de famílias com renda per capita de até meio salário mínimo, grande parte deles não concluiu a educação básica e vivem em regiões com pouca oferta para o desenvolvimento social e cultural. Além disso, quando verificamos as taxas de desemprego na faixa etária dos 18 aos 24 anos, observamos que, em 2005, aproximadamente 16% dos jovens paulistanos estavam desempregados, este fato pode indicar a necessidade de investimento na qualificação profissional para faixa etária anterior a esta com a finalidade de contribuir para que mais jovens tenham possibilidade de ingressar no mercado de trabalho na faixa dos 18 aos 24 anos, onde há a concentração do maior índice de ofertas de empregos. Indica também a necessidade de uma ação de intervenção para que os jovens com mais de 24 anos que não tiveram acesso à qualificação profissional e de adultos que necessitam melhorar seus conhecimentos, possam também ser beneficiados com a reinserção no mercado de trabalho. 6
  7. 7. De acordo com o relatório “Características da Participação dos Jovens no Mercado de Trabalho e Elementos para as Políticas Públicas”, emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, a partir de 2002, um dos fatores que tem contribuído para que os jovens encontrem muitas dificuldades para sua inserção no mercado de trabalho, é a pouca experiência e a falta de qualificação profissional. Investimentos na qualificação profissional, na criação de parcerias para geração de vagas para aprendizes na faixa etária dos 14 aos 24 anos e na formação para o empreendedorismo têm sido os desafios dos Gestores Públicos dedicados à melhoria das condições de funcionamento do mercado de trabalho brasileiro. Quanto à escolarização dos jovens e adultos que formam a força de trabalho paulistana, observamos que os trabalhadores com Ensino Básico completo são responsáveis por 38% da mesma, isso pode significar que os que não alcançaram este patamar de escolaridade estão em desvantagem no mercado de trabalho. Há necessidade de investimentos na elevação da escolaridade, investimentos que estimulem a o jovem e adulto a buscar a elevação de sua escolaridade. Atualmente, a Secretaria Municipal de Educação (SME) em seus cursos de Educação de Jovens e Adultos atende a 85.005 alunos que ainda não completaram o ensino fundamental, o que corresponde a 14% da força de trabalho da cidade, que ainda não completaram o Ensino Fundamental. Diante da realidade vivida por 61 mil jovens na faixa etária dos 15 aos 24 anos e pelos adultos das regiões indicadas pelo projeto, e considerando: a necessidade de potencializar os serviços que prestamos ao cidadão paulistano; a necessidade de atendimento diversificado ao cidadão com alto grau de vulnerabilidade social; a oportunidade que está sendo oferecida aos representantes de SME, SMTRAB, SMADS e PRODAM para pensar em alternativas que possam gerar melhoria e qualidade de vida à população paulistana mais vulnerável, decidimos enfrentar o desafio de construir uma proposta conjunta de atendimento, tendo em vista a necessidade de articular os serviços que oferecemos no sentido de atender integralmente o público-alvo indicado pelo projeto. Para enfrentar o desafio de promover política social que atenda equitativamente e com qualidade jovens e adultos em situação de vulnerabilidade na cidade, levantamos os fatores internos e externos que compõem o cenário atual em que atuaremos, identificando forças e fraquezas internas, oportunidades e ameaças 7
  8. 8. externas, do cenário em que atuaremos conjuntamente. Temos a visão deste cenário de forma especifica a cada secretaria em seu âmbito de governabilidade, mas há necessidade de desenvolver um olhar inovador para o Projeto, o olhar de articulação. Fatores internos e externos que podem favorecer ou dificultar a implantação do Projeto. Fatores internos que podem favorecer a implantação e implementação do Projeto (Forças): • Rede de atendimento das secretarias com unidades/serviços descentra- lizados: Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos -CIEJA; Centro de Referência de Assistência Social- CRAS; Centro de Apoio ao Trabalhador - CAT; • Equipes gestoras descentralizadas, inseridas na comunidade com conheci- mento do território onde será desenvolvido o projeto; • Possibilidade das concessões de bolsa-auxílio e trabalho para os participantes do projeto. • A disponibilidade, pela PRODAM, para construção de sistema que integrará informações para o acompanhamento do projeto e criação de banco de dados para o cidadão unificado (Sistema Único). • As experiências locais de prestação de serviço, para o atendimento aos jovens e adultos, pelas unidades dos órgãos públicos das regiões. Fatores internos que podem prejudicar a implantação e implementação do Projeto (Fraquezas): • A pouca experiência na criação de inter faces para o planejamento, execução e monitoramento de projetos intersecretariais. • Os fantasmas de outras experiências que não foram bem sucedidas e que podem criar dificuldades para consolidar articulações. • Cultura organizacional de cada Secretaria e a necessidade de realizar ajustes, renúncias etc. 8
  9. 9. • Pouco envolvimento de quem poderá ser responsável por tomar a decisão política para implantação do Projeto. • O sentimento de não pertencimento ao processo de elaboração da proposta. • Falta de qualidade nos serviços que serão prestados, provocando a evasão. • Falta de um sistema integrado de informações para o monitoramento do projeto, possibilitando a tomada de decisão mais acertada para a consolidação do mesmo. Fatores externos que podem gerar boas oportunidades para a implantação e implementação do projeto (Oportunidades): • Investimento do governo federal em políticas sociais. • Legislação Federal que apóia e dá diretrizes para implementação de projetos sociais. • A necessidade e o desejo de buscar qualificação por parte de jovens e adultos das regiões socialmente vulneráveis. • A resposta da gestão aos problemas denunciados diariamente nos meios de comunicação envolvendo os jovens. Fatores externos que podem ameaçar a implantação e implementação do projeto (Ameaças): • Morosidade na concessão dos benefícios. • Dificuldades em estabelecer parcerias locais para inserção dos participantes do projeto no mercado de trabalho. • Dificuldades para criar incentivos que promovam as iniciativas de empreendedorismo dos participantes do projeto. As características apontadas nos aspectos pesquisados indicam a necessidade de investimentos na área de assistência social, educação e trabalho com o objetivo de promover políticas sociais que atendam a necessidade de emancipação social desta população. Este projeto pretende trazer contribuições para que os jovens e adultos das regiões selecionadas possam ampliar seus ativos financeiros e cognitivos na direção de uma vida com qualidade, oportunidade e diretos. 9
  10. 10. 4. Árvores (em anexo) 5. Seleção do Projeto: 5.1 Ação Intersecretarial para a prestação de serviços no atendimento dos jovens e adultos do Projeto: A implantação Projeto SAMPA: Acolhe Educa e Qualifica, exigirá processo de gestão compartilhado pelos representantes das Secretarias, que será legitimado a partir de um documento que estabelecerá o acordo de resultados contendo metas comuns e competências específicas, visando ao alcance dos objetivos propostos e articulação sistemática para prestação de serviços. 5.2 Ação Intersecretarial para proteção social, formação e qualificação de jovens e adultos atendidos em Programas específicos das Secretarias Elaboração de plano integrado de atendimento ao jovem e adulto a partir das especificidades dos programas. 5.2.1 Atendimento Educacional integral: Implantação de currículo nos CEEJA, que visa ao desenvolvimento de competências: aprender a aprender (conhecimentos); aprender a fazer (habilidades); aprender a ser e conviver (atitudes). Essas competências serão contempladas na base comum do currículo (áreas de conhecimento), na formação para inclusão digital e na formação para a qualificação profissional. 5.2.2 Proteção Social : Promover proteção social de jovens provenientes de famílias beneficiárias de Programas de Transferência de Renda no Município de São Paulo (Programa Bolsa- Família, Programa de Erradicação de Trabalho Infantil, Programa Renda Cidadã, Programa Ação Jovem, Programa Renda Mínima); jovens egressos ou em 10
  11. 11. cumprimento de medidas de proteção ou socioeducativas em meio aberto e/ou de medidas de internação; e jovens e adultos em situação de vulnerabilidade e risco social, através do acompanhamento, pelo Centro de Referência de Assistência Social – CRAS do território de abrangência do CIEJA, onde o Projeto será implantado. 5.3 Concessão de auxilio pecuniário aos participantes do projeto pelo período de 6 meses da formação para a qualificação profissional. Os participantes do projeto, que atendam critérios de concessão, na faixa etária dos 16 aos 20 anos, receberão bolsa - auxílio, enquanto perdurar o curso de qualificação (BOLSA – TRABALHO). Os participantes, que atendam critérios de concessão acima dos 21 anos, poderão receber a bolsa-auxílio, durante o projeto, desde que estejam atreladas capacitações profissionais e atividades práticas (OPERAÇÃO TRABALHO). 5.4 Buscar parcerias para criação de vagas de trabalho e possibilidades no mundo do trabalho. Promover articulações com outros setores sociais e outras secretarias para estímulo à criação de vagas e a ações empreendedoras que possam gerar postos de trabalho locais. 6- Detalhamento do Projeto – Descrição e operacionalização de cada item do projeto 6.1 – Gestão compartilhada do Projeto: Integração entre as Secretarias Objetivos: Estruturar a gestão compartilhada do projeto para implantação e implementação, definindo estratégias para prestação do serviço e comunicação do mesmo em cada região. 11
  12. 12. Objetivos Específicos • Oficialização da ação intersecretarial a partir de mecanismos legais. • Criação do Grupo de Trabalho da equipe gestora central para planejar as ações para mobilização local - apresentação da proposta, planejamento local e acompanhamento do projeto. • Criação do Grupo de Trabalho local para realização de planejamento conjunto a partir das diretrizes do projeto e das etapas previstas para a construção do Planejamento Estratégico. • Formação das equipes gestoras para o planejamento, acompanhamento e avaliação do Projeto através da utilização das ferramentas sociais de gestão do conhecimento. • Produzir material orientador com diretrizes e indicadores para o monitoramento do projeto. 6.2 - Ação Intersecretarial para proteção social, formação e qualificação de jovens e adultos atendidos nos Programas das Secretarias. 6.2.1- Atendimento Educacional Integral Objetivo : Implantar currículo articulando a formação no Ensino Fundamental e na qualificação profissional. • Objetivos Específicos: Mobilização, Apresentação da proposta curricular aos professores que serão responsáveis pela execução do projeto: Desenvolvimento de competências no Ensino Fundamental a partir das áreas Língua Portuguesa; Arte; Matemática; Natureza e Sociedade; Inclusão digital. Desenvolvimento de competências a partir da Qualificação Profissional nas ações: Sala de Talentos; Time de empregos; Oficinas de Negócios; Arranjos Produtivos Sociais; Formação para profissionalização: Eletricista; Pintor; etc de acordo com necessidades de cada região. 12
  13. 13. • Grupo de Trabalho para Gestão Pedagógica: Realizar ajustes na proposta curricular apresentada levando em conta o Projeto Pedagógico do CIEJA e as diretrizes do Projeto, construção do planejamento conjunto dos professores. • Formação dos professores: Utilizar horários destinados à formação coletiva dos professores no CIEJA para o planejamento, execução e acompanhamento do projeto através do uso das ferramentas sociais de gestão do conhecimento. • Distribuição / Produção de material: Distribuição de material produzido para a implantação aos professores e produção de material para o acompanhamento e avaliação do Projeto – relatórios periódicos. 6.2.2 – Proteção Social Objetivo: Acompanhar através do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS- da região de abrangência do projeto, os jovens e adultos em situação de vulnerabilidade e suas famílias. Objetivos Específicos • Promoção da Atenção Integral à família através do serviço de Proteção Integral à Família – PAIF; • Promoção do acesso a benefícios e serviços que possibilitem o desenvolvimento de capacidades, descoberta/despertar de potencialidades, condições de convívio e socialização; • Gestão intersecretarial territorial que aproxime e integre as ações do projeto, ao conjunto dos serviços públicos e das redes socioassistenciais e comunitárias de sua abrangência, através dos grupos de trabalho e da utilização de sistema operacional de dados. 13
  14. 14. 6.3 – Concessão de auxilio pecuniário aos participantes do projeto pelo período de 6 meses da formação para a qualificação profissional Objetivo: Prover as condições necessárias para que jovens e adultos possam investir em sua formação básica e na qualificação profissional, articulando a concessão do , auxílio pecuniário aos participantes que fizerem jus aos benefícios relacionados com os cursos de capacitação e qualificação social e profissional Objetivos Específicos: Identificar o público-alvo com renda per capita de ½ salário mínimo referenciados ao CRAS e matriculados no CIEJA no Ensino Fundamental ou na Qualificação Profissional. • Análise dos casos e Inserção dos jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social no programa. • Acompanhamento do processo de formação dos jovens e adultos e da inserção no mundo do trabalho. 6.4 – Prospectar parcerias para a identificação de vagas de trabalho e possibilidades no mundo do trabalho. Objetivos: Promover articulação com os ativos sociais do território de abrangência do projeto na perspectiva de estimular o desenvolvimento regional sustentável. Ações a serem desenvolvidas: • Articulação com outras Secretarias que promovam projetos de incentivo ao empreendedorismo local para concessão de empréstimos populares aos participantes do projeto que queiram investir em negócios próprios. 14
  15. 15. • Articulação com outras secretarias que promovam projetos de incentivo ao comércio e indústria local, com o objetivo de empregar jovens e adultos participantes do projeto. • Levantamento de equipamentos sociais locais que se interessem em receber jovens e adultos para realizar reparos e serviços tendo em vista as áreas de qualificação profissional da região. . 7- Metas Atendimento integral de 3000 jovens e adultos, sendo 500 jovens de cada uma das regiões indicadas. Atendimento integral de 500 jovens e adultos da região de Freguesia do Ó / Brasilândia Projeto Piloto. Educação • Ampliar em 100% o atendimento educacional nos equipamentos de CIEJA e EJA, aos jovens que não concluíram o Ensino Fundamental na faixa dos 15 aos 24 anos. (atualmente atendemos 16% da população indicada no IPVS). • Acompanhamento do aproveitamento escolar e frequência de 100% dos alunos que pertencem ao Programa. • Certificação de todos alunos que forem avaliados como aptos para a certificação. 15
  16. 16. Proteção Social • Acompanhamento de 100% dos jovens, adultos referenciados no CRAS bem como de suas famílias através do serviço de Proteção Integral à Família – PAIF; • Promover acesso de 100% dos jovens, adultos referenciados no CRAS bem como de suas famílias a benefícios e serviços que possibilitem o desenvolvimento de capacidades, descoberta / despertar de potencialidades, condições de convívio e socialização; Trabalho • Colocação de 25% dos jovens participantes da formação para qualificação profissional, primeiro emprego • Colocação de 25% dos participantes, operação trabalho. • Qualificar profissionalmente 100% dos participantes do Projeto; • Encaminhar 70% dos capacitados para processo seletivo 16
  17. 17. 8. Cronograma Executivo Meses 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Ações para 2010 Gestão compartilhada do x x x Projeto: Integração entre as Secretarias; Planejamento da Ação X X x X x x Intersecretarial para proteção social, formação e qualificação de jovens e adultos atendidos em Programas específicos das Secretarias Execução da Ação x x x x x x x Intersecretarial para proteção social, formação e qualificação de jovens e adultos atendidos em Programas específicos das Secretarias Planejamento do processo x x x de Concessão de bolsas Execução da Concessão de x x x x x x x bolsas. Buscar parcerias locais e x x x x x x x x x x x x centrais para criação de vagas de trabalho e possibilidades no mundo do trabalho Consolidação de parcerias x x x x Acompanhamento e x x x x x x x Avaliação 17
  18. 18. 9. Recursos Necessários 2010 Especificação Unidade Custo Quant/ Sub total Unitário 1-Materiais: Adequação de espaços unidade R$ 6 R$ 300.000,00 para qualificação Profissional 50.000,00 4.4.90.51 2- Despesas de terceiros: Hora aula R$ 20,00 50.560 aulas R$ 1.011.200,00 Contratação de instituição / ano formadora 3.1.20.34. 3- Despesas: bolsa qualificação Bolsa R$ 240,64 / 2.100 / mês R$ 3.032.064,64 profissional Estudo mês 3.1.20.18 4- Despesas: Bolsa de qualificação Bolsa R$ 480,25 900 / mês R$ 2.636.655,00 profissional 3.1.20.18 5- Despesas com material didático R$ 50,00 3.000 R$ 150.000,00 para alunos e professores 3.1.90.32 6- Despesas para criação de sistema 1 R$ 900.000,00 integrado de dados e informações. 3.3.90.35 Total R$ 8.029.919,64 10. Fontes de Financiamento: Recursos que serão utilizados 10.1 Adequação de espaços CIEJA – Recursos SME – Recurso não previsto para 2010 no orçamento SME/DOT/EJA 10.2 Despesas com qualificação – Recursos federais; parcerias público privado; Recursos próprios, Previsão orçamentária para 2010 no orçamento de SME/DOT EJA 10.3 Bolsas – Recursos governo federal, SMDET 10.4 Despesas para criação de sistema integrado: Necessidade de analisar contratos das Secretarias com a PRODAM para verificar se este custo pode ser contemplado no orçamento já previsto para outros projetos contratados. 18
  19. 19. 11- Stakeholders Secretarias/Parceiros Envolvidos SME Equipe SME/DOT EJA; Equipes técnicas CIEJA; Equipe docente CIEJA; Conselho Municipal de Educação SMDET Equipe das Supervisões Geral de Qualificação e do Trabalho e de Inclusão de Mão-de-obra da Coordenadoria do Trabalho e Supervisões Geral de Empreendedorismo, de Apoio à Desenvolvimento das Atividades Econômicas, de Desenvolvimento Local da Coordenadoria de Desenvolvimento Econômico. Comissão Municipal de Emprego e Programa Agência de Desenvolvimento da Cidade de São Paulo - ADSAMPA SMADS SMADS/Coordenadoria Proteção Social Básica- CPSB/ Coordenadorias de Assistência Social- CAS / Centro de Referência de Assistência Social - CRAS do território abrangência do projeto. PRODAM Equipe PRODAM: Gerência de Racionalização de Processos; Gerência de Treinamento de Clientes; Gerência de Relacionamento e Desenvolvimento. 12. Monitoramento do Projeto 12.1 Criação da Equipe intersecretarial de coordenação e acompanhamento do Projeto 12.2 Reuniões mensais entre Equipe intersecretarial de Coordenação do Projeto e Equipes técnicas do CIEJA. 12.3 Avaliação semestral: pesquisa de opinião dos participantes (Uso de ferramentas sociais internet); relatório de acompanhamento e avaliação gestores CIEJA; relatório de supervisão do Projeto – Equipe de coordenação. 19
  20. 20. 13. Indicadores de execução e formas de verificação 13.1 Diagnóstico: - Índice Quantidade de mão-de-obra cadastrada = Número de pessoas Qualificadas dividido (/) Número total de cadastrados nos programas. 13.2 Presente: - Empregabilidade da Qualificação = Pessoas qualificadas dividido (/) Total de pessoas inseridas no mundo do trabalho (cadastradas). 13.3 Futuro: ( período de 2 anos) - Aumento do Índice de empregabilidades da Qualificação - Aumento do índice de atendimento da demanda por cursos - Diminuição do número total de cadastrados nos programas. 13.4 Execução: - Índice de Parcerias estabelecidas: Parcerias firmadas dividido (/) Parcerias propostas - Adesão de Secretarias: Participação Efetiva das Secretarias dividido (/) Secretarias envolvidas nos Projetos. 20
  21. 21. ANEXOS 21
  22. 22. Atendimento nos equipamentos SMADS,SME, SEMDET a população na faixa dos 15 aos 24 anos. IPVS SMADS SME SEMDET (**) Região CRAS/DRE 5e6 CJ EJA/CIEJA Inscritos Colocados Nº % Nº % Nº % Nº % Leste Itaquera 9519 485 5% 1766 5,2% 11803 11,42 2350 10,36 F.O/Brás. 13467 758 5,6% 3003 20% Norte JT/Santana 9228 8,91 1687 7,44 1170 108 9% 2078 17% Tucuruvi SM/V.Prudente Sudeste Sapopemba 14773 739 5% 2285 15% 24454 23,66 7077 23,79 Sul Campo Limpo 22591 795 3.5% 1191 5,2% Total 61520 2885 4,6% 10323 16% 45485 43,99 11114 41,59 (*) A divisão geográfica das unidades da SEMDET não corresponde à divisão do CRAS e DRE. (**) As pessoas em situação presentes no IPVS 5 e 6 dificilmente acessam os CAT´s. 22
  23. 23. 23
  24. 24. 24

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