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[Sermão] A Parábola da Figueira Estéril

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[Sermão] A Parábola da Figueira Estéril

  1. 1. Sermão 29 de Abril de 2016 | www.exegese.teo.br p. 1 A PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTÉRIL Contexto: Era inverno, uma data entre 21 de dezembro do ano 30 e 20 de março do ano 31 d.C., não muito tempo depois, já na próxima estação, meados de março a junho do ano 31 d.C., Jesus estaria pregado na cruz. No inverno, Jesus estava pregando sobre os sinais dos tempos (Lucas 12:54-59) e depois começa a pregar sobre o arrependimento (Lucas 13:1-5). I. SEM FRUTOS (Lucas 13:6-7) 1. Ao transmitir essa parábola Jesus pretendia mostrar o relacionamento entre a misericórdia e a justiça de Deus. 2. A figueira ilustra a verdade de que Deus ama inclusive os improdutivos, mas que Sua misericórdia pode, afinal, esgotar-se. A figueira seria cortada a menos que desse fruto. 3. Num sentido geral, a figueira representa cada pessoa e, num sentido especial, a nação judaica e, hoje, nossa igreja. 4. O proprietário deu ampla oportunidade para a árvore frutificar. Três anos havia se passado não do dia que ele plantou a figueira, mas do tempo em que a figueira já deveria ter começado a dar fruto.
  2. 2. Sermão 29 de Abril de 2016 | www.exegese.teo.br p. 2 5. O proprietário deu mais tempo do que a figueira precisava para dar seu fruto, pois a figueira produz figo com um ano após seu plantio. 6. Só então, depois de toda chance ter sido dada a figueira, o proprietário da terra diz: “Corte-a”. A princípio podia parecer uma decisão dura, mas quando observamos o que justifica a ordem percebemos que não é: ela ocupa o espaço onde outra figueira poderia estar dando fruto. 7. Em outras palavras, além de não frutificar, a árvore também ocupada espaço que poderia ser produtivo. A nação judaica chegou ao ponto em que não era apenas inútil no cumprimento do papel que Deus lhe designara; ela se transformara num obstáculo à realização do plano da salvação. Nossa igreja corre o mesmo risco! II. TEMPO DE MISERICÓRDIA (Lucas 12:8-9) 1. O homem que cuidava da figueira rogou ao proprietário da Terra que desse mais um ano para a figueira. Temos aqui Cristo sendo o mediador entre o Criador e a figueira estéril. Não pela figueira, mas pela confiança que o proprietário tinha no homem que cuidava da árvore, foi concedido mais um ano. 2. Como Cristo havia se batizado no ano 27 d.C., já haviam se passado mais de três anos e faltava poucos meses para Sua crucifixão. Esses três anos também representam os três primeiros
  3. 3. Sermão 29 de Abril de 2016 | www.exegese.teo.br p. 3 anos inclusivos do ministério de Jesus. Esse um ano a mais seria o ano da graça, uma oportunidade a mais para o arrependimento. 3. A misericórdia de Deus ainda aguardava e apelava à nação judaica para se arrepender e aceitar Jesus como o Messias. No entanto, relacionada à ampliação de misericórdia estava a advertência implícita de que aquela oportunidade seria a última. Como não sabemos por quanto tempo viveremos, podemos estar utilizando nossa última oportunidade. 4. O homem que cuidava da figueira havia feito o seu melhor. A figueira não deu fruto não foi por falta de esforço por parte dele. Mesmo assim, ele se encarregou de auxiliá-la mais uma vez, de oferecer uma atenção mais especial, ele ia fazer mais do que já tinha feito antes. É quando mais nos afastamos de Cristo que mais ainda Ele demonstra Seu amor para conosco e tenta nos alcançar com Sua graça. 5. A parábola termina abruptamente. O pensamento é interrompido. O resultado do trabalho não é apresentado. Por que? Porque a história ainda não teve fim. Você é uma figueira e sua história com Cristo ainda continua. Jesus quer escrever o final dessa parábola com a sua vida entregue a ele. APELO  O que você tem feito com a paciência de Deus?

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