PERU:PLAN ESTRATEGICONACIONAL EXPORTADOR2003 - 2013(PENX)PLANOPERATIVOEXPORTADORFORESTAL -MADERABLEMayo de 2004´
Palabras del Ministro de Comercio Exterior y Turismo,Doctor Alfredo Ferrero 5Palabras del Viceministro de Comercio Exterio...
Posicionarnos en el mercado internacional mediante la promoción ydesarrollo de los sectores con mayor potencial es una tar...
Durante los últimos años, las exportaciones peruanas totalesmantuvieron un crecimiento sostenido, que tiene que ser consol...
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1. Alvarez César. (2003). El INRENA y la Política Forestal2. American Softwoods. (2001). Guía de las Coníferas en Estados ...
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  1. 1. PERU:PLAN ESTRATEGICONACIONAL EXPORTADOR2003 - 2013(PENX)PLANOPERATIVOEXPORTADORFORESTAL -MADERABLEMayo de 2004´
  2. 2. Palabras del Ministro de Comercio Exterior y Turismo,Doctor Alfredo Ferrero 5Palabras del Viceministro de Comercio Exterior ,Doctor Pablo de la Flor 6Palabras de las Instituciones Representantes de laComisión Multisectorial Mixta Permanente del PENX 7Introducción 11I. Enfoque de Competitividad Exportadora del Sector Forestal-Maderable 131. Competitividad Sistemática 132. Cadenas Productivas 14II. Vocación Exportadora Peruana en Forestal-Maderable 221. Cluster Maderero Peruano y Cadenas Productivas 222. Dinámica Productiva y Exportadora 26III. Análisis de la Demanda de Maderas 341. Dinámica Forestal Maderera Mundial 342. Patrones y Tendencias del Consumo 403. Oportunidades de Mercado 444. Análisis de la Competencia 55IV. Estrategias 581. Análisis Estratégico 582. Programación de Políticas, Objetivos y Acciones 60Bibliografía 73I N D I C EP L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  3. 3. Posicionarnos en el mercado internacional mediante la promoción ydesarrollo de los sectores con mayor potencial es una tareaimprescindible para alcanzar las metas y expectativas planteadas quese traducirán en un mayor nivel de empleoUno de los sectores con mayor potencial en nuestra economía yademás de recursos renovables manejados adecuadamente es elsector Forestal Maderable, en consideración a esto el Ministerio deComercio Exterior y Turismo ha buscado y conseguido la participaciónde las diferentes instituciones públicas y privadas vinculadas al sectorpara elaborar este plan, que tiene por elementos fundamentales, laparticipación del sector privado, la articulación de los actoresrelacionados al sector y el consenso en las tareas concretas que se implementarán como productode esta coordinación.De esta manera este plan desarrolla una estrategia partiendo de un enfoque sistémico que permitiráaprovechar el gran potencial del sector convirtiéndolo en uno de los motores principales de nuestraeconomía, elevando la competitividad en toda la cadena productiva y planteando tareas concretascon indicadores y responsables sujetos a medición en le tiempoEl Ministerio de Comercio Exterior y Turismo ha dado los primeros pasos para iniciar esta tarea queplantea metas de corto mediano y largo plazo.Mediante la implementación de este plan el sector podrá responder a las tendenciasinternacionales y fortalecerá la competitividad del sector con una oferta con mayor valor agregadoy acorde con los estándares internacionales.P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XPalabras del Ministro de Comercio Exterior y TurismoDr. Alfredo Ferrero
  4. 4. Durante los últimos años, las exportaciones peruanas totalesmantuvieron un crecimiento sostenido, que tiene que ser consolidadoaunando esfuerzos y desarrollando la competitividad de nuestro sectorexportador.Es bajo este marco que se ha desarrollado un planeamiento integral enel sector Forestal Maderable buscando la participación y compromisode los principales actores del sector. Ese ha sido el sentido en el que seha elaborado este plan, con la plena conciencia de que está diseñadopara superar las limitaciones que encuentra el exportador.Hemos buscado sinergias entre las diferentes instituciones relacionadasal sector, recogiendo las iniciativas de los privados y haciéndolos parte de este plan en el quemuchas tareas dependen de ellos.El presente plan operativo esta dirigido a elevar la competitividad de toda la cadena productiva yde comercialización, de esta manera se convierte en una herramienta integral para fortalecer elenorme potencial del país en este sector.Las políticas, objetivos y tareas planteadas en este documento deben ser aprovechadas yaplicadas de manera articulada por los actores involucrados directa o indirectamente en el sector,para de esta manera alcanzar los objetivos esperados y lograr que el desarrollo forestal seasinónimo de generación de empleo y que este sector participe significativamente en la obtenciónde las metas planteadas para las exportaciones peruanas.El sector Forestal Maderable presenta grandes potencialidades, somos el segundo país enLatinoamérica y el décimo a nivel mundial en cuanto a superficie boscosa y estas ventajas debenser aprovechadas de tal manera que la actividad Forestal Maderable se posicione como uno de losgeneradores de crecimiento y desarrollo en nuestra economía.P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EPalabras del Viceministro de Comercio ExteriorDr. Pablo de la Flor
  5. 5. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XPalabras de las Instituciones Representantes dela Comisión Multisectorial PermanentePresidencia del Consejo de Ministros – Consejo Nacional de la Competitividad“La aplicación de las políticas planteadas en el PENX del Sector Forestal-Maderable, en línea con eldécimo Lineamiento de la Estrategia Nacional de Competitividad “Propiciar el aprovechamientoracional de los recursos naturales preservando el medio ambiente”, permitirá desarrollar un marco deprotección y promoción de lo recursos forestales hacia un uso eficiente y razonable. Asimismo, eldesarrollo de la oferta exportable promoverá, a través del fortalecimiento de las cadenas productivas,el impulso competitivo de las zonas más pobres del país y el fortalecimiento de las capacidadeshumanas y de gestión empresarial de los productores de muebles y artículos de madera.”Ministerio de Relaciones Exteriores“El Plan Operativo del Sector Forestal Maderable es un esfuerzo coordinado y articulador que sinduda marca el camino para dinamizar el sector, convertirlo en un motor de nuestra economía einsertarlo adecuadamente como uno de los pilares de la penetración peruana de los mercadoscomerciales internacionales.El énfasis en promover un mayor valor agregado en las exportaciones del sector generará unmayor nivel de empleo y reforzará la competitividad del sector, al mismo tiempo que desarrollaráoportunidades comerciales en áreas del Perú que deben integrarse más dinámicamente alcomercio globalizado.Es de esta manera que el plan operativo del sector constituye una herramienta concreta paraposicionar al sector en el mercado internacional, coadyuvando en alcanzar las metas establecidaspara las exportaciones peruanas, y contribuyendo al logro de una mejor inserción de nuestro paísen la economía mundial”Ministerio de Economía y Finanzas“Las exportaciones con valor agregado constituyen un eje de desarrollo económico primordial parael Perú, para lo cual el sector público conjuntamente con el sector privado deben unir esfuerzos parapresentar una estrategia eficiente en la promoción del sector Forestal Maderable, permitiendoreorientar nuestras exportaciones hacia productos de mayor valor agregado, generando un mayornivel de empleo e incrementando la articulación de los procesos productivos”.Ministerio de la Producción – CITE Maderas“Quizás lo más relevante de este plan es que tiene una visión de mediano y largo plazo que trascenderásustentándose en el compromiso de los actores que liderarán el programa de ejecución.La visión a futuro, propia de este plan, es producto de la metodología utilizada en el desarrollo del mismo.Esta es la primera oportunidad en la que se suman acciones, programas y proyectos para estructurarun plan estratégico, con claros indicadores de medición, que viabilizará el desarrollo del sector,desarrollando programas de reconversión industrial y fortalecimiento de las cadenas productivas.”
  6. 6. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EMinisterio de Agricultura - Instituto Nacional de Recursos Naturales“El Plan Operativo del sector Forestal Maderable presenta, de una manera articulada, una ruta a seguirpara las principales instituciones públicas y privadas involucradas directa o indirectamente en el sector.La implementación de este plan permitirá dinamizar el sector forestal maderable, posicionándolo comoun motor de la economía peruana, y asegurar el manejo sostenible del bosque.De la misma manera, plantea acciones que buscan mejorar los procesos en toda la cadena productiva yde comercialización elevando la competitividad del sector, para aprovechar nuestro enorme potencial.”Ministerio de Transportes y Comunicaciones“Consideramos que este plan es un trabajo de carácter estructural que contempla acciones para lograrresultados de mediano y largo plazo sin descuidar lo urgente para el desarrollo del sector.El Perú tiene un importante potencial forestal que lamentablemente esta desaprovechado principalmentepor la falta de ordenamiento en el sector y por la poca articulación de las instituciones relacionadas a este.Este trabajo busca aliviar estos factores negativos con responsables específicos para cada una de lasacciones que se delimitan y con indicadores que harán posible la medición de resultados en el tiempo.”Comisión para la Promoción de Exportaciones“El Perú es el 8° país del mundo en superficie boscosa y el 2° en Latinoamérica después de Brasil.Cuenta con 67,5 millones de hectáreas de bosque tropicales con un potencial de corta bajo manejosostenible de 18 millones de hectáreas, que podrían alcanzar como mínimo 15 millones de m3/año, esdecir 9 veces la producción actual. Estos indicadores nos motivan a la presentación del Plan nacionalde Exportación del Sector Forestal – Maderero, plan que pretende involucrar a las institucionespúblicas y privadas a la realización de un trabajo conjunto, articulado y consistente para llevar adelanteuna estrategia que acelere el proceso de reconversión industrial y convierta al Perú en el protagonistadel comercio forestal maderero a escala internacional.Sólo hay capacidad de alcanzar el éxito exportador, fortaleciendo la competitividad empresarial,involucrando a todos los actores de la cadena productiva para la identificación y ejecución de lasestrategias que logren el objetivo de duplicar nuestras exportaciones en el más breve plazo.”Sociedad Nacional de Industrias“El Plan Exportador del Sector Forestal-Maderable representa un importante esfuerzo, tanto del sectorpublico como del privado, en la contribución con el desarrollo sostenible del país. En este sentido,estamos seguros de que los lineamientos de manejo forestal y de inteligencia comercial propuestospromoverán la eficiencia del sector, alentando a los empresarios a implementar mejoras en sussistemas y cadenas productivas, así como del Estado, en su tarea de proporcionar la infraestructurafísica e institucional necesarias, lo cual a su vez redundara en la posibilidad de que los productosperuanos penetren a una mayor cantidad de mercados mundiales.Estamos concientes de que representa un enorme desafió, pero confiamos en que la alianza entre elsector publico y el privado proporcionara una sólida base sobre la cual se pueda desarrollar el sectorforestal-maderable.”
  7. 7. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XCámara de Comercio de Lima“Este documento además de marcar una ruta estratégica específica para el desarrollo del sectorbusca principalmente articular a las principales instituciones públicas y privadas del sector para deesta manera evitar duplicidades y lograr un trabajo coordinado que garantizará la viabilidad delsector Forestal Maderable.Lo más importante de este plan es que ha buscado desde que se empezó a elaborar laparticipación del sector privado tanto en la elaboración como en la implementación de las políticasque este determina, esto refuerza el trascendencia de este plan”.Sociedad de Comercio Exterior del Perú - COMEX PERÚ“Consideramos que siempre y cuando no se fomente el uso de mecanismos discriminantes ydistorsionantes, este Plan Operativo podría convertirse en un medio a través del cual se eleve laproductividad y competitividad de las exportaciones forestal maderables peruanas, de modo talque el Perú ofrezca productos de calidad y pueda competir con éxito en sus mercados de destino.Asimismo, puede contribuir a integrar la cadena productiva del sector beneficiando especialmentea las pequeñas y medianas empresas.”Asociación de Exportadores“El Plan Operativo del Sector Forestal Maderable, esta llamado a lograr mediante suimplementación la reconversión productiva del sector fortaleciendo la cadena productiva ycomercialización e incrementando su competitividad.Este plan busca principalmente enfatizar en el desarrollo de nuevos productos y nuevos mercadoscon más valor agregado generando así una importante fuente de generación de empleos.Es una iniciativa importante que ha logrado el compromiso de las instituciones públicas y privadasrelacionadas al sector para justas llevar a cabo un trabajo articulado y producto de un consenso”
  8. 8. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XEl Perú es un país forestal, se conoce que las dos terceras partes de la superficie (alrededor de78 millones de hectáreas) están cubiertas por bosques tropicales y que de este total una cantidadmenor a 50 millones de hectáreas tienen potencial para la producción forestal permanente, elsector forestal posee atributos suficientes para asumir un rol destacado en la solución de laproblemática económica de nuestro país.Por su parte, la actividad productiva forestal maderable, medida como la producción de maderatransformada, se ha incrementado en 1,6% en el período 1991 – 2001, debido principalmente porla mayor producción madera aserrada, quien participa con el 79% sobre el total la cual ha sidoalentada por la buena performance de las exportaciones en dicho rubro.La dinámica de las exportaciones de madera ha mantenido un comportamiento creciente en losúltimos siete años expandiéndose a una tasa promedio de 27,9%, aumentando su participaciónsobre el total de las exportaciones nacionales de 0,4% en 1996 para ascender a 1,5% en el 2002,las ventas se concentran en dos países EEUU (61,7%) y México (21,7%), siendo el principalproductos demandado la madera aserrada la cual participa con el 67,3% sobre el total.De otro lado, diversos agentes han contribuido al bajo nivel competitivo del sector forestalmaderero, las principales metodologías utilizadas en el presente trabajo son el DiamanteCompetitivo de Porter y el Enfoque de Cadenas Productivas, en ellos se analizan los diversosagentes y factores económicos, sociales y tecnológicos que participan en forma directa e indirectaen el desarrollo del sector. El objetivo final de dicho plan es aumentar la competitividad de lasempresas y cadenas productivas del sector para lograr el crecimiento de sus exportaciones.Finalmente, se plantea una estrategia general: Desarrollo Forestal – Maderable sustentable ycompetitivo mediante la consolidación de cluster exportadores con capacidad de escala y degestión gerencial que permita alcanzar crecientes niveles de valor agregado y rentabilidad, dichaestrategia va acompañada por políticas, objetivos y acciones específicas, a las cuales se les asignaresponsables y colaboradores para su respectiva ejecución.El Plan Operativo Exportador del sector Forestal Maderable comprende cuatro acciones dePolíticas, cuatro objetivos estratégicos, 16 objetivos específicos y 81 tareas a implementarse porparte de 29 actores del sector público, incluido el Gobierno Regional y 12 agentes del sectorprivado vinculados a dicho rubro exportador.Las Políticas pasan por desarrollar cuatro factores esenciales para incrementar la competitividaddel sector:a) Promoción de Inversionesb) Incremento de la oferta exportable reduciendo las principales deficiencias del sectorc) Fomento de las capacidades empresariales y asociatividad entre concesionarios, industriales,diseñadores y exportadoresd) Desarrollo de los mercados emergentes y profundización de mercados dominantesINTRODUCCIÓN
  9. 9. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XI. ENFOQUE DE COMPETITIVIDAD EXPORTADORADEL SECTOR FORESTAL-MADERABLE1. Competitividad SistémicaEl Plan Operativo de Exportación delSector Forestal-Maderero plantea a toda lacomunidad sectorial, la realización de untrabajo conjunto, articulado y consistentepara asumir el reto de llevar adelante unaestrategia ambiciosa que acelere elproceso de conversión del Perú enprotagonista del comercio forestalmaderero a escala internacional.El compromiso de un trabajo conjuntoes crucial, porque sólo hay posibilidad dealcanzar el éxito exportador fortaleciendola competitividad sectorial, y ello sólopuede lograrse involucrando ycomprometiendo a todos los actoresinstitucionales relevantes vinculadosdirecta e indirectamente al sector.Esta visión sistémica parte de la premisade que la competitividad de las empresasexportadoras del sector depende de laposibilidad de acumular ‘capital sistémico’como resultado de la confluencia de unconjunto de capitales intangiblesmacroeconómicos, sectoriales y extra-sectoriales.Se entiende por CompetitividadForestal-Maderera a la capacidadquetiene cada empresa y cada cadenaproductiva del sector para competirde igual a igual, con las principalesempresas del mundo, en precio, calidady servicio. Viene a ser la capacidad deproducir y vender los productosmás demandados por el mercadomundial, con las características ycondiciones más demandadas(preferencias del consumidor), la mayorcalidad y precios suficientementebaratos respecto a la competencia.El resultado natural de aumentar lacompetitividad de las empresas y cadenasproductivas del sector es expandir susexportaciones, por encima del crecimientode sus importaciones.La proyección al mercado interno enciertos productos puede servir paraestablecer una plataforma base paraalcanzar economías de escala. Sinembargo, la conquista del mercado externohace más fácil la expansión de las ventasdentro del país, en la medida que el nivel deexigencia del consumidor extranjero esmayor que el del consumidor interno y encuanto la competencia a escalainternacional es mayor a la desplegada aescala nacional.El capital sistémico sectorial esresultante de diez capitales pilares de lacompetitividad:Para impulsar la construcción decapital sistémico del sector Forestal-Maderero es preciso comprometer atodos los actores vinculados, sea directao indirectamente, con el comercioexterior sectorial, en la formulación,ejecución y monitoreo del Plan.
  10. 10. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EAdemás, se requiere construircapital sistémico a nivel de cadaproducto a ser priorizado, para lo cuales imprescindible identificar ydesarrollar Cadenas Productivas conlos actores específicos vinculados aellos, sobre la base de Acuerdos deCompetitividad.2. Cadenas ProductivasEl enfoque de cadenas productivas es central para desarrollar el sectorEl Plan Operativo de Exportación delSector Forestal-Maderero plantea atoda la comunidad sectorial, larealización de un trabajo conjunto,articulado y consistente para asumirllevar adelante una estrategia ambiciosaque acelere el proceso de conversióndel Perú en protagonista del comercioforestal maderero a escalainternacional. Sólo hay posibilidad dealcanzar el éxito exportadorfortaleciendo la competitividadsectorial, y ello sólo puede lograrseinvolucrando y comprometiendo atodos los actores de la cadenaproductiva.Se entiende por Cadena Productivaa una concentración sectorial ogeográfica de empresas y agentes queintervienen directa o indirectamente enun proceso productivo, desde laprovisión de insumos y materias primas(relaciones hacia atrás), pasando por sutransformación, la gestión delconocimiento y la producción de bienesintermedios y finales (relaciones hacialos costados), hasta el marketing y lacomercialización (relaciones haciadelante).Además de empresas, los agentesparticipantes son proveedores deinformación y servicios, entidadespúblicas, instituciones de asistenciatécnica, investigación, capacitación,financiamiento y comunicación social,etc. Al trabajar bajo objetivoscompartidos, todos estos agentesgeneran importantes economíasexternas, de aglomeración yespecialización (por la presencia deproductores, proveedores y mano deobra especializada y de serviciosanexos específicos al sector).Esta concepción sistémica deldesarrollo de la competitividad escrucial para maximizar la efectividad dela asignación de recursos, al hacer quelas decisiones de los agentes no seanaisladas y aprovechen las sinergias quesurgen del trabajo cooperativo.Desarrollar y consolidar redes deempresas y encadenamientosproductivos que integren el aporte depequeñas, medianas y grandesempresas, permite aprovechar mejorlas capacidades de cada quien y lassinergias del trabajo compartido,contribuyendo a maximizar el valoragregado al cliente.La eficiencia del conjunto es mayor ala de cada empresa aislada, debido alas externalidades que genera cadaquien hacia los demás, por lassiguientes razones:
  11. 11. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X• La concentración y estandarizaciónde la oferta atrae más clientes yfacilita el acceso a mercados másgrandes.• La globalización de la oferta incentivala especialización y la división detrabajo, lo que eleva la productividad.• La fuerte interacción entre productores,proveedores y usuarios induce unmayor aprendizaje productivo,tecnológico, administrativo y decomercialización.• La eficiencia compartida promueve laconfianza y reputación, lo queredunda en menores costos detransacción.La Ley Nº 27308 del 16 de julio del 2000sentó bases para un nuevo modelo dedesarrollo forestal sostenible, alestablecer un marco normativo reguladory supervisor del uso de los recursosforestales y de fauna silvestre.Fortalezas de la Ley• Establece que la gestión de losrecursos forestales se ciña a un PlanNacional de Desarrollo Forestal.• Regula el ordenamiento de los bosquesy tierras forestales, según unazonificación ecológico económica.• Crea un régimen de aprovechamientoeconómico vía concesiones forestalesmaderables y no maderables.• Permite las concesiones de tierras delEstado con fines de forestación yreforestación.• Establece que todo aprovechamientoforestal se realice bajo planes demanejo aprobados por la autoridadforestal.• Establece mecanismos para lavalorización de los serviciosambientales de los bosques• Establece un plazo de término de loscontratos de aprovechamiento forestalmenores a 1,000 ha.• Crea un organismo supervisor de lasconcesiones forestales, conautonomía funcional, técnica yadministrativa.• Crea el Fondo de Promoción deDesarrollo Forestal - Fondebosque.La nueva ley forestal abre el camino a un nuevo modelo de desarrollo forestal
  12. 12. Aspectos Mejorables de la Ley• El rol promotor de los recursos forestalesasignado al Estado por la Constitución(Artº 67 y 68) no está comprendido en elobjeto de la ley• El reglamento concentra excesivasfacultades y capacidad discrecional enel INRENA.• La activa participación derepresentantes del sector público yprivado contemplada en la ley (Artº 15del reglamento) para la elaboración delPlan Nacional Forestal y sus planesespecíficos, no adquiere carácterorgánico, en cuanto el INRENA nocuenta con un directorio constituido pordichos sectores, mientras que elCONAFOR sólo tiene un carácterconsultivo y, además, no estáconformado por las institucionesrepresentativas de ambos sectores.• El rol supervisor que la ley asigna alOSINFOR está supeditado a las ampliasatribuciones supervisoras que ellaasigna al INRENA, recortando suautonomía funcional.• El reglamento de la ley establece quelas inversiones efectuadas por elconcesionario al ejecutar el plan demanejo, quedan en propiedad delEstado, generando un riesgo depérdida del monto invertido ante laeventualidad de una finalizaciónprematura del contrato, en ejerciciode las facultades discrecionales delINRENA.• En los concursos y subastas de lasconcesiones, el postor ofrece el nivelde pago del derecho anual deaprovechamiento, sin contar con uninventario forestal detallado de lasespecies del bosque y lascaracterísticas fisiográficas quecondicionan su accesibilidad, lo queinyecta elevada incertidumbre a ladecisión de inversión.El descuento del 25% en el pago delderecho anual de aprovechamiento(Artº 340 del reglamento) no compensael costo de la certificación, siendoambiguo el beneficio social de ésta enla medida que el proceso seguido paracertificar duplica el proceso de control ysupervisión a cargo del Estado.Aunque es perfectibleResultados para el concesionariopromedio, en caso de la finalizaciónprematura del contrato de concesión.Algunas regulaciones están ocasionando sobrecostosP L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E
  13. 13. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XLa ley regula el manejo yaprovechamiento de los recursosforestales a través de dosmodalidades: concesiones forestalescon fines maderables y concesionesforestales con fines no maderables.Las primeras pueden darse bajo dosmodalidades: concesiones en subastapública y concesiones en concursopúblico:Sistema de ConcesionesA diciembre del 2003 se otorgaron5 millones de ha de bosques enconcesión en Madre de Dios, Ucayali,San Martín y Huanuco dando curso alnuevo modelo de desarrollo forestal.Hasta el 2003 se otorgaron 5 millones de hectáreas en concesión
  14. 14. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EEl nuevo proceso de concesiones ha generado algunos riesgos
  15. 15. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XEl sector forestal madereroparticipa activamente comoproveedor en la industriamanufacturera y de la construcción.Flujo de Producción y Destino Final de los Productos MaderablesLa participación de intermediarios es característica de la cadena productivade la madera
  16. 16. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EPara el caso de exportadores demadera aserrada y triplay el desarrollode la cadena tiene como punto de partidael abastecimiento de la madera, en lamayoría de los casos se realiza a travésde proveedores en Lima, (Modelo 1). Ungrupo de exportadores se abastece de lamateria prima según los requerimientosdel cliente final, mediante convenios conextractores y aserraderos.Modelo de Exportador No ConcesionarioPara productos con mayor valoragregado el requerimiento de insumos esmediante el mercado local eimportaciones, este último debidoprincipalmente de países que cuentancon certificación en sus bosques (selloverde) para acreditar un valor adicional alproducto final (Modelo 3).Modelo de Exportador No Concesionario
  17. 17. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XEn el modelo 1, el abastecimiento de lamadera por parte del exportador serealiza mediante asociaciones deextractores y aserraderos que poseenárea de concesión, mientras que en elmodelo 2 el exportador es el propietariode la concesión, integrando a su veztodos los procesos desde la extracciónhasta la transformación.El exportador moderno es aquel quebrinda productos con precio y calidadcompetitiva internacionalmente, lograndoun adecuado manejo de los procesossobre la base de la especialización.Modelo de Exportador No Concesionario
  18. 18. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EII. VOCACIÓN EXPORTADORA PERUANAEN FORESTAL-MADERABLES1. ‘Cluster’ Maderero Peruano y Cadenas ProductivasPerfil del Exportador Maderero PeruanoPerfil del Extractor Peruano
  19. 19. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XEstado del "Cluster" Forestal Maderero Peruano
  20. 20. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EPese a ser la región de la selva la demayor participación en el territorioperuano, la infraestructura vial esineficiente afectando los costos detransporte, así el costo promedio detransportar la madera de Pucallpa – Limaes 69,2% mayor que el transportar lamadera hacia China.Altos costos de transporte merman competitividad al sector
  21. 21. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XCajamarca y San Martín son lasprincipales zonas deforestadas, enconjunto representan el 54,9% del totalde la superficie deforestada.Contrariamente a la creenciaconvencional, la extracción de maderacon fines industriales no es la principalcausa de la deforestación, sino es laquema de bosques para convertirlosen áreas de producción agropecuaria,llamada también “ agriculturamigratoria”.Agricultura migratoria principal causa de la deforestación
  22. 22. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E2. Dinámica Productiva y ExportadoraSuperficie Boscosa MundialEuropa y América del Sur poseenalrededor de la mitad de su superficiecubierta de bosques, siendo Asia laregión de mayor cantidad deplantaciones
  23. 23. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  24. 24. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EEntre 1991 y el 2001 la producciónde madera transformada creció 1,6%siendo uno de los principales productosmás representativos la madera aserrada,quien participó con el 79% sobre eltotal de volumen de maderatransformada en el 2001, generadaprincipalmente por la buena performancede las exportaciones en dicho rubro.La dinámica de la producción demadera transformada mantiene uncrecimiento estable. Sin embargo, sepuede observar un pico en el año 1996debido a la mayor producción de postes,llegando a representar el 40% del total dela producción en dicho año.Crecimiento Productivo en Madera Aserrada
  25. 25. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XLa industria del aserrío es la másrepresentativa del sector, esta conformadapor la madera seca al aire y maderaaserrada seca en horno. Se estima existen200 aserraderos con una capacidadinstalada ligeramente mayor al millón dem3. Los más importantes aserraderosestán ubicados en Ucayali, Junín, Loreto,Madre de Dios y San MartínDe otro lado cabe señalar la existenciade un alto déficit de secado de maderaaserrada. Sólo existen cámaras de secadoen Loreto (Iquitos), Ucayali (Pucallpa) y Limacon una capacidad total de 147, 635 m3.De las especies más producidasdestacan la producción de tornillo, cedroy caoba, estas dos últimas debido a sualto valor comercial principalmente en elexterior. Sin embargo en los últimosaños la cumala figura como la especiecon mayor incremento en suproducción, alcanzando un crecimientoacumulado en el período 1998/2001 de86,7%Alto Crecimiento en la Producción de Cumala
  26. 26. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L ELa dinámica de las exportacionesde madera ha mantenido uncomportamiento creciente en losúltimos siete años expandiéndose auna tasa promedio de 27,9%,aumentando su participación sobre eltotal de las exportaciones de 0,4% en1996 para ascender a 1,5% en el 2002.De otro lado si bien las importacionescontinúan con un comportamientoascendente, el crecimiento de lasexportaciones es mayor ocasionando unsuperávit comercial desde 1999 siendomás notorio a partir del 2001.Dinamismo en las ExportacionesDe otro lado Ucayali se consolidacomo la principal zona de producción demadera aserrada y rolliza, representandoel 33,3% y el 25,4% sobre el total de laproducción respectivamente, le siguenJunín y Loreto.
  27. 27. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XSi bien las exportaciones de maderahan mantenido un comportamientodinámico en el período 1998 – 2002, suparticipación sobre el PBI y lasexportaciones globales es escasa, 0,20%y 1,5%, respectivamente.Pero con Baja Participación Sobre el PBI y las Exportaciones Globales
  28. 28. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L ELa madera aserrada destaca comouno de los principales productosexportados, participando en promediode los últimos cinco años con el conmás del 67,3% del total de lasexportaciones de madera, siendomadera KD ( secado al horno) y AD(secado al aire), las variedades másimportantes son la caoba, cedro.Dinámica de los Productos de Exportación
  29. 29. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XEl principal país de destino de lasexportaciones madereras es EEUU(61,7%), el cual demandaprincipalmente madera aserrada,México se coloca como el segundodestino de las exportaciones alconcentrar el 21,7% del total. Cabedestacar que existe una fuerteconcentración de las exportacionesen pocos países así el90,4% de las exportaciones de maderase concentran en tres países.Mercados de Destino de Exportaciones Madereras Peruanas
  30. 30. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EIII. ANÁLISIS DE LA DEMANDA DE MADERASLas importaciones de productosmaderables han mantenido uncomportamiento ligeramentedescendente en los últimos cinco añosdebido principalmente a las menoresimportaciones mundiales de maderaaserrada, principal productodemandado, afectado por los menoresprecios internacionales.En el período 1998/02 los países quepresentaron un mayor dinamismoimportador maderero fueron China(16,8%), México (16,7%), mientras queEEUU se consolidó como el principalimportador a nivel mundial de productosforestales maderables al participar con el31,9% del total mundial.1. Dinámica Forestal Maderera MundialDinámica Importadora Mundial
  31. 31. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XLa madera aserrada se consolidacomo el principal producto demandadoa nivel mundial, pese a su menoresimportaciones (-5,1%), afectada por losmenores precios, es altamentedemandado por la actividadconstructora. Asimismo los muebles demadera ( excepto de los tipos utilizadosen oficinas, cocinas o dormitorios, asícomo asientos) ocupan un mercadoimportante al participar con el 13,5%del total del cluster maderero mundial.Tendencias de la Demanda MundialUE principal productor de madera en trozas y aserrada
  32. 32. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EA nivel de regiones la Unión Europease consolida como el mayor productorde madera en trozas y aserrada, seguidode Latinoamérica y el Caribe; a nivel depaíses EEUU se consolida como elprincipal productor participando con el33,6% y 41,7% sobre la producciónmundial de madera en trozas y aserradarespectivamente seguido por Canadá yBrasil.
  33. 33. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XMalasia principal productor de madera contrachapada
  34. 34. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L ECommodities con tendencia a la bajaSi bien en los últimos meses losprecios internacionales de madera hanmostrado un comportamientoascendente la tendencia de loscommodities es a la baja debidoprincipalmente a la mejora en laproductividad de las plantasindustriales las cuales tienden aabaratar los costos de las materiasprimas.
  35. 35. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  36. 36. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E2. Patrones y Tendencias del ConsumoLos perfiles del consumidor internacional son muy heterogéneosUnión Europea• Reino Unido, como importador deproductos en madera de coníferaspara la construcción y comoimportante centro de transacción demaderas tropicales finas.• Italia, como importador de maderasfinas para mueblería, pino oregónpara carpinterías y ventanas ymadera de álamo para debobinado yaserrados.• Alemania, como demandante deaserrados y otros productos deconíferas y latifoliadas de calidad paracarpintería, muebles y construcción.China• Posee recursos forestales limitados ylimitaciones de tierras que le impidendestinarlas a forestacionesproporcionales al crecimiento de suconsumo.• Por el momento es un mercadofocalizado en productos de bajo valorunitario y altísimos volúmenes,destinados principalmente a losembalajes aunque tiene unademanda creciente de piezas demayor calidad para la construcción.• Incremento de la demanda demaderas blandas.Corea y Taiwan• Se caracterizan por una desarrolladaindustria del mueble, destinadaprincipalmente al mercado deEstados Unidos.• Adicionalmente, la industria deinstrumentos musicales coreana esde gran importancia y calidad. Estasindustrias importan prácticamente latotalidad de la materia prima.Japón• Es uno de los mayores importadoresdel mundo de rollos, chips yaserrados de bajo valor para pastas,embalajes y pallets y de aserrados ytableros de calidad para laconstrucción de viviendas y laindustria del mueble.
  37. 37. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X• Pese a ser un gran productor yexportador y de disponer una ampliasuperficie de bosques nativos,compuesta por aproximadamente 250millones de hectáreas de bosques deconíferas y 100 millones de hectáreasde bosques de latifoliadas, es tambiénel principal consumidor e importadormundial de productos foresto-industriales.• El principal mercado es la industria dela construcción, el cual es abastecidoen 80% por madera aserrada yproductos de madera sólida deconíferas.• Los altos costos de materia prima ylaborales que es, en buena medidaestructural, brinda oportunidades decaptar nichos de mercado en lossegmentos de molduras, piezasestructurales o cortes especialessecos a horno.• La gama de productos aserrados eindustrializados de madera deconíferas terminados osemiterminados del mercado para lavivienda y para usos de carpintería engeneral es muy amplia, abarcandodesde tablas y machimbres incluidosen commons, hasta maderas para usoestructural, “framing lumber”, dondese encuentran studs, vigas, tirantes yuna amplísima variedad de molduraspara la construcción.Las viviendas unifamiliaresrepresentan en promedio el 80%sobre el total de inicios de vivienda enEEUU .Perfiles del Consumidor EEUU
  38. 38. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E• Preferencia por productosprovenientes de bosquesmanejados sosteniblemente“sello verde”.• Preferencia por mejor ordenaciónde los bosques destinados aproducir madera.• Una mayor producción de lasplantaciones forestales y losterrenos arbolados situados fuerade los bosques, particularmenteen las tierras de cultivo.• Nuevas tecnologías en la esferade los productos forestales ymayor eficiencia en la elaboraciónde la madera.• Creciente uso de papelrecuperado y residuos generadosen el proceso de elaboración dela madera.• Políticas gubernamentalesacordes con la sustentabilidaddel sector.• Productos elaborados conmateriales no tóxicos (i.e.juguetes, cunas, etc.)• Productos con trabajo decalidad.Preferencias y tendencias generales del consumidor internacional• En el 2003 se augura uncrecimiento del 8% en la actividadconstructora. Su rápido desarrolloeconómico, junto al aceleradoproceso de urbanización y lasfavorables perspectivas de mejorade los estándares de vida,continuarán alentando al sector.• El gobierno podría invertir US$ 39mil millones en atender la demandade viviendas para familias demediano y bajo ingreso.• La demanda es creciente enmuebles y productos de decoraciónde interiores, tales como gabinetes,revestimiento y moldeado demadera de pared. Se espera uncrecimiento de 25% en las ventasdel mercado de decoración deinteriores. Se espera un aumentoen el gasto per capita de muebles.• El ingreso a la OMC y los JuegosOlímpicos del 2008 favorecerán lademanda de madera del resto delmundo.• En el 2002 se inició el programa derepoblación forestal para aumentarla superficie boscosa, a fin deatender el crecimiento de lademanda de madera y evitar unamayor dependencia de lasimportaciones.• Las importaciones de maderatropical han caído mayormente porla aplicación de prohibiciones a lospaíses ofertantes. La elevadaexigencia de calidad estáorientando al gobierno a preferirmaderas ‘fuertes’, de climatemplado.Tendencias en la Demanda de China
  39. 39. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  40. 40. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E3. Oportunidades de MercadoDónde Especializarse
  41. 41. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XEl Perú podría aprovechar lasventajas de especializarse en productoscon mayor valor agregado tales comomuebles, sillas y pisos, para dependeren menor medida de las exportacionesde commodities (madera aserrada),mercado internacional con tendencia ala baja en precios.
  42. 42. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EEEUU se consolida como el principalimportador de productos maderables.Su tamaño de mercado es de US$ 26,7mil millones, creciendo en los últimoscinco años a un ritmo anual del 8,1%,crecimiento mayor en 8,1 puntosporcentuales respecto al crecimiento delcluster mundial.Por su parte, México y China seubican como mercados emergentes altener un crecimiento en susimportaciones de 16,7% para amboscasos, muy por encima del crecimientodel cluster (-0,2%).Dónde Especializarse
  43. 43. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XPaíses BajosNoruegaEEUU destaca nítidamente como elcomprador más importante de maderaaserrada, ello debido principalmente porla buena performance de su actividadconstructora, sus compras estándirigidas principalmente a laconstrucción de viviendas unifamiliares,y también a segmentos como viviendasnuevas, remodelaciones y ampliacionesy de reparaciones, donde también seubican las piezas para DIY (do it yourselfo hágalo usted).Japón se consolida como el mercadodominante al participar con el 26% deltotal importado, asimismo China y Sueciadestacan por su buena performance72% y 22% respectivamente mayor alcrecimiento del sector (6%)Oportunidades de mercado en madera aserrada
  44. 44. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EEl mercado de las demás obras decarpintería muestra un dinamismoaceptable al crecer 3% en el período1998/2002, el principal demandante esEEUU al concentrar el 28% delmercado.Corea del Sur, Irlanda y Reino Unidodestacan como los más dinámicosimportadores de puertas y sus marcos,expandiéndose por encima delcrecimiento mundial (5%). En el caso deReino Unido la mayor demanda demarcos de madera ha sido alentada porla buena performance del rubroreparación, mantenimiento y mejora elcual representa aproximadamente el46% de la actividad constructora endicho país .Oportunidades de Mercado en Obras de Carpintería y Puertas...
  45. 45. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XLos muebles de madera registran unimportante dinamismo (6%), mayor alpromedio del sector (-0,2%), losprincipales mercados son EEUU, ReinoUnido y Japón, en este último caso elincremento de sus importaciones se havisto alentada por los altos costos defabricación doméstica.EEUU, Alemania y Reino Unido sonlos consumidores dominantes demuebles de madera para dormitoriosrepresentando conjuntamente el 46%del total importado mundialmente.Oportunidades de Mercado en Muebles
  46. 46. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L ENichos de MercadoMercados de Destino DominanteEEUU, Japón y Reino Unido seconsolidan como los mercadosdominantes en la demanda de productosmaderables al concentrar el 51,5% deltotal mundial, consumen principalmentemadera aserrada de coníferas 26,6%,19,1% y 21,7% del total respectivamenteEl principal abastecedor de maderaaserrada para EEUU y Japón es Canadá.Las mayores importaciones de mueblespor parte de Japón han sido alentadaspor la mayor demanda de viviendas deestilo occidentales.
  47. 47. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XMadera aserrada y muebles demadera son los principales productosdemandados por Reino Unido, ambosconcentran el 38,4% del total de lasimportaciones, sus principalesabastecedores son Suecia y Chinarespectivamente.
  48. 48. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L ELa demanda de México por maderaaserrada se ha comportado de maneramuy dinámica (16,7% en los últimos 5años), ello debido en parte a la escasezde recursos alentando los precios dedicho mercado.Mercados de Destino Emergentes
  49. 49. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XChina importa principalmenteproductos maderables destinados a laconstrucción. Rusia es uno de susprincipales abastecedores debidoprincipalmente a semejanzas en susespecies maderables, conveniencia enmateria de impuestos por el comerciofronterizo entre Rusia y la provinciaChina de Heilongjiang y ante losmenores precios frente a los productosmaderables provenientes de EEUU.
  50. 50. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EPortugal se ubica en el puesto 19 delranking mundial de principalesimportadores de productosmaderables, y es uno de los mercadosmás dinámicos, sus principalesproductos demandados son mubles demadera y corcho natural los cuales sonabastecidos en mayor proporción porEspaña.
  51. 51. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X4. Análisis de la CompetenciaAmenazas de la Competencia en Madera AserradaCanadá se consolida como el principalabastecedor de madera aserrada (40%del total exportado mundialmente), sinembargo Chile y Suecia destacan por subuena performance al crecer 13% y11% respectivamente, comportamientocontrario al registrado por el total de lasexportaciones (-1%).Las exportaciones de las demásmaderas en bruto han crecido 5%siendo Rusia, EEUU, y Nueva Zelandialos principales proveedores alconcentrar el 63% del total de la ofertamundial.
  52. 52. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EBrasil y China se muestran como losofertantes más dinámicos en las demásobras de carpintería y puertas, al crecer53% y 25% respectivamente.Canadá se consolida como elprincipal ofertante de las obras decarpintería al concentrar el 13%del mercado y manteniendo uncrecimiento de 17% mayor al promediomundial (4%).Amenazas de la Competencia en Obras de Carpintería y Puertas
  53. 53. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XCanadá se consolida como elprincipal ofertante de las obras decarpintería al concentrar el 13% delmercado y manteniendo un crecimientode 17% mayor al promedio mundial(4%).Amenazas de la Competencia en MueblesItalia es el primer exportador mundialde muebles, debido principalmente a suelevada calidad, concentra el 14% delmercado mundial.
  54. 54. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EIV. ESTRATEGIAS1. Análisis EstrategicoLas principales fortalezas y debilidades estratégicas del sector Forestal-Maderable son:
  55. 55. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  56. 56. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E2. Programación de Políticas, Objetivos y AccionesPolíticas del Plan Operativo del Sector Forestal
  57. 57. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XPolítica I: Objetivo General 1Claridad en las reglas de juego y promoción de la oferta exportable
  58. 58. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E
  59. 59. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XPolítica II: Objetivo General 2Desarrollo de la Oferta Exportable
  60. 60. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E
  61. 61. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N XPolítica III: Objetivo General 3Desarrollo de la Gestión Empresarial de Alto Nivel
  62. 62. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L EPolítica IV: Objetivo General 4Desarrollo y Pentración de Mercados
  63. 63. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  64. 64. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E
  65. 65. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  66. 66. P L A N O P E R AT I V O E X P O R TA D O R D E L S E C T O R F O R E S TA L - M A D E R A B L E
  67. 67. P L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
  68. 68. 1. Alvarez César. (2003). El INRENA y la Política Forestal2. American Softwoods. (2001). Guía de las Coníferas en Estados Unidos.3. Chang, Santiago. (2003). Reflexiones sobre el ATPDEA4. Corporación de Promoción de Exportaciones e Inversiones. (1999). Estudio deCompetitividad del Sector Maderero dell Ecuador5. FAO. (2001). Asia-Pacific Forestry Sector Outlook Study.6. FAO. (2002). Estrategia Nacional Forestal.7. FAO. (2002). Situación de los Bosques en el Mundo8. FAO. (2003). Situación de los Bosques en el Mundo9. FONDEBOSQUE. (2003). Aplicación de Tecnologías Intermedias en elAprovechamiento Forestal Sostenible.10. INRENA. (2002). Plan para la Conformación de Empresas Forestales Integradas porPequeños y Medianos Madereros de Ucayali.11. ITTO. (2002). Anual Review12. PROEXPORT Colombia.(2000). EEUU Plan Estratégico Exportador, ManufacturasMuebles.13. PROEXPORT Colombia.(2001). Exportación de Pisos en la Unión Europea.14. PROEXPORT Colombia.(2000). Oportunidades de Mercado para productoscolombianos en EEUU.15. PROMPEX. (2001). Plan Nacional de Fomento Exportador al 2006: Evaluación delSectorial Sector Maderas y sus Manufacturas.16. Toledo, Enrique. (2001). Propuesta Estratégica para el Desarrollo Sostenible.17. Toledo, Enrique. (2001). Elaboración de la Propuesta Técnica y Legal para laPromoción de Inversiones Privadas en el Sector Forestal.BIBLIOGRAFÍAP L A N E S T R AT E G I C O N A C I O N A L E X P O R TA D O R - P E N X
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