Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
RADIOLOGIA
CONVENCIONAL
Prof.Herculys Douglas
 Antigamente os médicos diagnosticavam
doenças interrogando os paciente sobre os
sintomas que estavam sentindo, as doença...
 Sem os métodos auxiliares de diagnóstico
atualmente à disposição de qualquer médico, os
conhecimentos daquela época eram...
 Descoberta dos Raios X.
 Criação da nova especialidade médica:
Radiologia.
 Desenvolvimento nas áreas físicas, industr...
 Processo de produção de uma imagem
radiológica: fonte geradora de radiação, objeto
de irradiação e um sistema de registr...
 Convencional: comum, simplicidade.
 Baixo custo, rapidez e tradição do conhecimento
baseadas em dezenas de anos, são as...
 FIXOS
 MÓVEIS
 PORTÁTEIS
 Necessitam de uma sala
exclusiva para sua utilização.
 Suprimento adequado de
energia.
 Espaço para movimentação
do pa...
 Constitui-se apenas do essencial
para a realização de um exame
radiográfico.
 Não possui mesa e os controles
do equipam...
 Flexibilidade
 Peso e capacidade de emissão
de radiação baixos.
 Radiografias de tórax e
extremidades
 Ampola é o elemento do aparelho radiográfico
onde é produzida a radiação, ou seja, um
espaço evacuado onde dois eletrodo...
 Cátodo (-)
 Ânodo (+)
 Vácuo (não ocorrer perda de energia).
 Vidro de alta resistência
 Alvo: tungstênio número at...
 Cátodo (-)
 Ânodo (+)
 Vácuo (não ocorrer perda
de energia).
 Alvo
 Corrente elétrica
miliampéres (mA).
 Diferença de potencial entre
o polo negativo e positivo 
kilovoltagem (kV).
 Ca...
 Geralmente é um
filamento de tungstênio
que é aquecido até
atingir alta temperatura
produzindo os
elétronsEfeito
termoi...
 É um disco de metal e
na área do alvo de
impacto dos elétrons é
revestido por
tungstênio ou
molibdênio.
 Onde os elétro...
 O ânodo fixo foi o
primeiro a ser utilizado. É
simples e fácil de ser
construído.
 O ânodo rotatório foi
desenvolvido p...
CÁTODO E ÂNODO
ÂNGULO DO ÂNODO
Todo ânodo possui uma ângulo que possui
uma relação direta com o feixe de radiação e a
qualidade da image...
ÂNGULO DO ÂNODO
 Aquecimento do
filamento catódico-mA
 Aplicação de uma
diferença de potencial
elevada-Kv
 Os elétrons ganham
velocidad...
 Raios X característico:
colisão entre o elétron
incidente e orbital.
 Condição instável, logo
os raios X são
caracterís...
 Processo que envolve a
passagem de um elétron
próximo ao núcleo do
material alvo.
 O elétron é desviado da
sua trajetór...
 O feixe de radiação que emerge do tubo não é
monoenergético.
 A energia dos fótons de radiação varia com a
tensão (kV)
...
 Causam fluorescência em certos sais metálicos.
 Enegrecem placas fotográficas.
 São radiações eletromagnéticas, não so...
 kVQUALIDADE
(INTENSIDADE DO
FEIXE-ENERGIA).
 mAQUANTIDADE
(RAIOS X).
 Voltagem aplicada (kV).
 A corrente no tubo de raios X (mA).
 O material do alvo no ânodo e a forma de onda da
tensão ...
 A qualidade do feixe de radiação pode ser
medida pela camada semi-redutora.
 Quanto mais energético o feixe (maior Kv),...
FEIXE DE RADIAÇÃO
 O rendimento da geração dos raios-x é muito
pequeno  99% calor e 1% radiação X
 Apesar do direcionam...
FEIXE DE RADIAÇÃO
Quantidade de radiação X  mAs
Qualidade da radiação X  Kv
 Local em que se encontra a ampola de raios X e
demais acessórios.
 É geralmente de chumbo ou cobre cuja função é
blinda...
 Em um feixe de raios X, os fótons possuem as
mais diferentes energias.
 Na filtração ocorre o aumento da proporção dos
...
 É o tipo de limitador de feixe mais utilizado e
são feitos de placas de chumbo.
 Responsável pela adequação do tamanho ...
 Corresponde ao eixo
central do feixe de
radiação e é
perpendicular ao
maior eixo do tubo
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X

9,768 views

Published on

FORMAÇÃO DOS RAIOS X

Published in: Health & Medicine
  • DOWNLOAD THIS BOOKS INTO AVAILABLE FORMAT (Unlimited) ......................................................................................................................... ......................................................................................................................... Download Full PDF EBOOK here { https://tinyurl.com/y6a5rkg5 } ......................................................................................................................... Download Full EPUB Ebook here { https://tinyurl.com/y6a5rkg5 } ......................................................................................................................... ACCESS WEBSITE for All Ebooks ......................................................................................................................... Download Full PDF EBOOK here { https://tinyurl.com/y6a5rkg5 } ......................................................................................................................... Download EPUB Ebook here { https://tinyurl.com/y6a5rkg5 } ......................................................................................................................... Download doc Ebook here { https://tinyurl.com/y6a5rkg5 } ......................................................................................................................... ......................................................................................................................... ......................................................................................................................... .............. Browse by Genre Available eBooks ......................................................................................................................... Art, Biography, Business, Chick Lit, Children's, Christian, Classics, Comics, Contemporary, Cookbooks, Crime, Ebooks, Fantasy, Fiction, Graphic Novels, Historical Fiction, History, Horror, Humor And Comedy, Manga, Memoir, Music, Mystery, Non Fiction, Paranormal, Philosophy, Poetry, Psychology, Religion, Romance, Science, Science Fiction, Self Help, Suspense, Spirituality, Sports, Thriller, Travel, Young Adult,
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here

RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X

  1. 1. RADIOLOGIA CONVENCIONAL Prof.Herculys Douglas
  2. 2.  Antigamente os médicos diagnosticavam doenças interrogando os paciente sobre os sintomas que estavam sentindo, as doenças que sofreram no passado e como funcionavam todos os seus órgãos.  Exame físico.  1816, estetoscópio.
  3. 3.  Sem os métodos auxiliares de diagnóstico atualmente à disposição de qualquer médico, os conhecimentos daquela época eram limitados.  As dúvidas eram frequentes, e os médicos sonhavam enxergar diretamente o interior do corpo humano para conhecer o estado dos órgãos, escondidos sob a pele.
  4. 4.  Descoberta dos Raios X.  Criação da nova especialidade médica: Radiologia.  Desenvolvimento nas áreas físicas, industriais e dos meios de diagnóstico.  Programas de informática e o aperfeiçoamento dos receptores de imagem deram origem à radiologia digital.
  5. 5.  Processo de produção de uma imagem radiológica: fonte geradora de radiação, objeto de irradiação e um sistema de registro.  Atualmente, existem vários tipos de equipamentos radiográficos produzidos por inúmeras empresas espalhadas pelo mundo.  Todos os equipamentos possuem os mesmos componentes básicos e funcionam segundo o mesmo princípio de produção de imagem.
  6. 6.  Convencional: comum, simplicidade.  Baixo custo, rapidez e tradição do conhecimento baseadas em dezenas de anos, são as grandes vantagens do método.
  7. 7.  FIXOS  MÓVEIS  PORTÁTEIS
  8. 8.  Necessitam de uma sala exclusiva para sua utilização.  Suprimento adequado de energia.  Espaço para movimentação do paciente.  Mesa onde se realizam os exames.
  9. 9.  Constitui-se apenas do essencial para a realização de um exame radiográfico.  Não possui mesa e os controles do equipamento estão fisicamente juntos com o aparelho.  A unidade pode ser então transportada facilmente através de um sistema de rodas embutidas.  Tamanho razoável e cabo de disparo à 2m, no mínimo.
  10. 10.  Flexibilidade  Peso e capacidade de emissão de radiação baixos.  Radiografias de tórax e extremidades
  11. 11.  Ampola é o elemento do aparelho radiográfico onde é produzida a radiação, ou seja, um espaço evacuado onde dois eletrodos são colocados para que haja a circulação de corrente elétrica.  Evolução-->vácuo e vidro temperado evacuado.  Obstáculo metálico de alto peso atômicotungstênio.
  12. 12.  Cátodo (-)  Ânodo (+)  Vácuo (não ocorrer perda de energia).  Vidro de alta resistência  Alvo: tungstênio número atômico e ponto de fusão altos. Ponto de fusão acima de 3000 °C. Parte da energia produzida é na forma de calor.
  13. 13.  Cátodo (-)  Ânodo (+)  Vácuo (não ocorrer perda de energia).  Alvo
  14. 14.  Corrente elétrica miliampéres (mA).  Diferença de potencial entre o polo negativo e positivo  kilovoltagem (kV).  Características do kV e mA que darão o brilho e o contraste da imagem obtida.
  15. 15.  Geralmente é um filamento de tungstênio que é aquecido até atingir alta temperatura produzindo os elétronsEfeito termoiônico.  Esses elétrons atingem o alvo (ânodo) num ponto determinado, chamado de ponto focal.
  16. 16.  É um disco de metal e na área do alvo de impacto dos elétrons é revestido por tungstênio ou molibdênio.  Onde os elétrons incidem produzindo os raios X (1%) e calor (99%).  Ânodo fixo e rotatório.
  17. 17.  O ânodo fixo foi o primeiro a ser utilizado. É simples e fácil de ser construído.  O ânodo rotatório foi desenvolvido pra dissipar o calor de forma eficiente. O ponto focal sempre fica girando, logo o feixe de elétrons sempre encontrará um novo ponto focal.
  18. 18. CÁTODO E ÂNODO
  19. 19. ÂNGULO DO ÂNODO Todo ânodo possui uma ângulo que possui uma relação direta com o feixe de radiação e a qualidade da imagem O tamanho do foco depende do tamanho do filamento do cátodo e do ângulo do ânodo Quanto menor o filamento e o angulo, menor será o foco e melhor a nitidez Ângulos muito pequenos intensificam o efeito anôdico.
  20. 20. ÂNGULO DO ÂNODO
  21. 21.  Aquecimento do filamento catódico-mA  Aplicação de uma diferença de potencial elevada-Kv  Os elétrons ganham velocidade e “colidem” com o ânodo, no ponto focal.  Produção de Raios X e calor.
  22. 22.  Raios X característico: colisão entre o elétron incidente e orbital.  Condição instável, logo os raios X são característicos de cada elemento.  Produzidos nas camadas mais internas.
  23. 23.  Processo que envolve a passagem de um elétron próximo ao núcleo do material alvo.  O elétron é desviado da sua trajetória perdendo parte da sua energia.  Esta energia cinética perdida é emitida na forma de raios X.  O calor é produzido em ambas situações.
  24. 24.  O feixe de radiação que emerge do tubo não é monoenergético.  A energia dos fótons de radiação varia com a tensão (kV)  Quanto menor a flutuação da tensão aplicada, mais homogêneo tende a ser o feixe
  25. 25.  Causam fluorescência em certos sais metálicos.  Enegrecem placas fotográficas.  São radiações eletromagnéticas, não sofrem desvio em campos elétricos ou magnéticos.  São diferentes dos raios catódicos e no vácuo se propagam na velocidade da luz.  Propagam-se em linha reta (do ponto focal) para todas as direções.  Transformam gases em condutos elétricos (ionização).  Atravessam o corpo tanto melhor quanto maior for à tensão aplicada ao tubo (kV).
  26. 26.  kVQUALIDADE (INTENSIDADE DO FEIXE-ENERGIA).  mAQUANTIDADE (RAIOS X).
  27. 27.  Voltagem aplicada (kV).  A corrente no tubo de raios X (mA).  O material do alvo no ânodo e a forma de onda da tensão aplicada.  Qualidade do gerador (forma de onda aplicada).
  28. 28.  A qualidade do feixe de radiação pode ser medida pela camada semi-redutora.  Quanto mais energético o feixe (maior Kv), maior a camada semi-redutora e consequentemente melhor será a qualidade do feixe.
  29. 29. FEIXE DE RADIAÇÃO  O rendimento da geração dos raios-x é muito pequeno  99% calor e 1% radiação X  Apesar do direcionamento dos elétrons para o ânodo, alguns elétrons podem se chocar com outras estruturas do tubo gerando radiação X de baixa energia – Radiação extrafocal
  30. 30. FEIXE DE RADIAÇÃO Quantidade de radiação X  mAs Qualidade da radiação X  Kv
  31. 31.  Local em que se encontra a ampola de raios X e demais acessórios.  É geralmente de chumbo ou cobre cuja função é blindar a radiação de fuga.  Possui uma janela radiotransparente por passa o feixe.  O espaço é preenchido com óleo que atua como isolante elétrico e térmico.
  32. 32.  Em um feixe de raios X, os fótons possuem as mais diferentes energias.  Na filtração ocorre o aumento da proporção dos fótons mais energéticos e diminui o número de fótons de baixa energia.  Existem dois tipos de filtração: inerente e adicional.  A soma de ambas é chamada de filtração total, deve ter no mínimo a equivalência de 2,5 mmAl.
  33. 33.  É o tipo de limitador de feixe mais utilizado e são feitos de placas de chumbo.  Responsável pela adequação do tamanho do campo e redução da radiação espalhada.  O campo de irradiação é limitado por um feixe de luz que coincide com a área de abrangência do mesmo.
  34. 34.  Corresponde ao eixo central do feixe de radiação e é perpendicular ao maior eixo do tubo

×