Curso NBR 6023

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Curso NBR 6023

  1. 1. Curso NBR6023 / 2002 rev. 2009 Abril de 2016 Biblioteca campus Macaé – Serviço de Referência e Treinamento
  2. 2. O QUE É A ABNT? A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
  3. 3. Pra que serve? Estabelecer os elementos a serem incluídos em referências; Fixar a ordem dos elementos das referências e estabelecer convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação; Orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões e outros.
  4. 4. Arcabouço As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento da publicação da NBR6023:2002. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir.
  5. 5. Nesta apresentação usaremos: NBR 6032:1989 - Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas - Procedimento NBR 10520:2002 - Informação e documentação - Citações em documentos - Apresentação NBR 10522:1988 - Abreviação na descrição bibliográfica – Procedimento (Em revisão) CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983-1985.
  6. 6. Elementos essenciais / complementares Elementos essenciais São as informações indispensáveis à identificação do documento. Os elementos essenciais estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo. Ex: autor(es), título, subtítulo, edição, local, editora e data de publicação Elementos complementares São as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos. Quando utilizado um elemento complementar em uma referência deve- se utilizar em todas as referências o mesmo elemento complementar utilizado.
  7. 7. Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. Quando isso não for possível, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. Quando utilizado um elemento complementar em uma referência deve- se utilizar em todas as referências o mesmo elemento complementar utilizado. • O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. Os casos omissos serão resolvidos utilizando-se o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente, nesse caso procure o bibliotecário da sua instituição. Vamos exemplificar cada elemento já, já...
  8. 8. REFERÊNCIA: É um conjunto de elementos que identificam uma publicação no todo ou em parte e que foram citadas no texto. BIBLIOGRAFIA: É uma relação de fontes bibliográficas relacionadas com a publicação não citados no texto. DIFERENÇA ENTRE REFERÊNCIA E BIBLIOGRAFIA
  9. 9. • rodapé; • No fim de texto ou de capítulo; • Em lista de referências; • Antecedendo resumos, resenhas e recensões. Devem ser ordenadas alfabeticamente pelos sobrenomes dos autores em ordem crescente e alinhadas à margem esquerda do texto. A lista de referências pode aparecer:
  10. 10. Livros, Dissertações e Teses, Folhetos, Revistas ou Periódicos, Relatórios, Manuais, Eventos, Multimeios, Documentos eletrônicos, Discos e Fitas, Filmes, Fotografias, entre outros. O que pode se referenciado? Curiosidades: • Somente o título da publicação deve ser destacado; • Quando não constar o local de publicação, utilizar a expressão [s.l.]; • Se não constar a editora, utilizar [s.n.]; • Se não constar o local de publicação, nem a editora, utilizar [s.l.:s.n.].
  11. 11. Quando o autor possuir responsabilidade indicada, deve-se indicá-la após o nome: ANDRADE, C.R.M. (Ed.). SILVA, Josias (Org.). E a autoria? Como se representa? Exemplo: DIAS NETO, E. et al. The use of RAPDs for the study of the genetic diversity of Schistosoma mansoni and Trypanosoma cruzi. In: PENA, S. D. J. et al. (Ed.). DNA Fingerprinting: state of the science. Basel: Birkhäuser Verlag, 1993. p. 331-338. Indicativo da responsabilidade
  12. 12. MORAES, Rubens Borba de. O bibliófilo aprendiz ou Prosa de um velho colecionador... 2. ed. rev. aum. São Paulo: Ed. Nacional, 1975. E quando não há autor? Neste caso, a entrada é feita pelo título do material que está sendo utilizado. Observar que a primeira palavra do título deve ser escrita em caixa alta. Exemplo: MUNDO e globalização Em títulos e subtítulos demasiadamente longos, podem-se suprimir as últimas palavras, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências.
  13. 13. COSTA, L. C. O melhor Nelore do mundo = The best Nellore in the world. São Paulo: Columbus, 1988. Quando não existir título, deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento, entre colchetes. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 20., 2002, Fortaleza. [Trabalhos apresentados]. Fortaleza, 2002. 1 CD-ROM. Título em mais de uma língua
  14. 14. LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história & histórias. 6. ed. São Paulo: Ática, 2002. OKUMIYA, Masatake; HORIKOSHI, Jiro; CAIDIN, Martin. Zero! 1st ed. New York: E. P. Dutton, 1956. Indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada. MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. Com um capítulo referente à propriedade literária. 2. ed. il. rev. atual. São Paulo: Ática, 1996. Edição
  15. 15. O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento. KELLERMAN, Jonathan. Os escolhidos. Tradução Ivo Costa de Oliveira. São Paulo: Mandarim, 1999. No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado, do país etc. Santa Luzia, BA Santa Luzia, MA Santa Luzia, MG Local
  16. 16. Mais de um local para a mesma editora? Indica-se o primeiro ou o mais destacado. Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre colchetes. PASSOS, Alexandre. O Rio no tempo do “Onça”: século XVI ao XVII. 2. ed. aum. e acrescida de novos capítulos. [Rio de Janeiro]: Secretaria de Educação e Cultura, 1930. 87 p.
  17. 17. O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam dispensáveis para identificação. BLAY, Eva Alterman (Org.). A luta pelo espaço: textos de Sociologia Urbana. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1979. Nota: Na publicação: Editora Vozes Ltda. Editora
  18. 18. Quando houver duas editoras, indicam-se ambas, com seus respectivos locais (cidades). Se as editoras forem três ou mais, indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2000. SOUZA, Eneida Maria de; MIRANDA, Wander Melo (Org.). Navegar é preciso, viver. Belo Horizonte: UFMG, 1997. Na publicação: Belo Horizonte – Ed. da UFMG Niterói – EdUFF Salvador - EDUFBA
  19. 19. [2000 ou 2001] um ano ou outro [1999?] data provável [1993] data certa não indicada [entre 1906 e 1912] intervalos menores de 20 anos Data Se nenhuma data for identificada, registra-se uma data aproximada (sempre em algarismos arábicos)
  20. 20. [ca.1960] data aproximada [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [18--?] século provável Data
  21. 21. Pode-se registrar o número da última página, folha ou coluna de cada seqüência, respeitando-se a forma encontrada (letras, algarismos romanos e arábicos). LUCCI, E. A. Viver e aprender: estudos sociais, 3: exemplar do professor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 96, 7 p. JAKUBOVIC, J.; LELLIS, M. Matemática na medida certa, 8. série: livro do professor. 2. ed. São Paulo: Scipione, 1994. 208, xxi p. Descrição física
  22. 22. Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física, ou seja, um volume, indica-se o número total de páginas ou folhas, seguido da abreviatura p ou f. Obs.: A folha é composta de duas páginas: anverso e verso. Alguns trabalhos, como teses e dissertações, são impressos apenas no anverso e, neste caso, indica-se f. LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Tradução de Antonio Agenor Briquet de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 1993. xii, 347 p. TORRELY, Helena Bezerra. A formação do leitor e o leitor em formação: um estudo qualitativo das leituras de professorandas. 1988. 279 f. Dissertação (Mestrado em Educação)–Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1988. Descrição física
  23. 23. Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física, ou seja, em mais de um volume, indica-se a quantidade de volumes, seguida da abreviatura v. FIGUEIREDO, João. Discursos [do] Presidente João Figueiredo. Brasília, DF: Secretaria de Imprensa e Divulgação, 1981-1986. 5 v. Descrição física
  24. 24. Quando a publicação não for paginada ou a numeração de páginas for irregular, indica-se esta característica. BRASIL. Embaixada (Estados Unidos). Setor de Ciência e Tecnologia (Comp.). Teses de doutorado na área de Microbiologia e Imunologia [n]os Estados Unidos. Washington, D.C., 1986. Paginação irregular. BACH, Richard. Longe é um lugar que não existe. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, c1979. Não paginado. Descrição física
  25. 25. DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1988. 363 p., il. NIEPCE, J. La Bourgogne. Texte de Raymond Dumay. Paris: Del Duca, [196-?]. Não paginado, principalmente il. (algumas color.). COMPARATO, Doc. Roteiro: arte e técnica de escrever para cinema e televisão. 6. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, c1983. 262 p., 21 cm. Ilustrações, Dimensões
  26. 26. BONAVITA, J. R.; DURO, Jorge. Marketing para não-marqueteiros: introdução ao marketing para profissionais em mercados competitivos. Rio de Janeiro: SENAC, 2001. (Para não-especialistas, 1). VIANNA, Hélio. Estudos de História Colonial. São Paulo: Ed. Nacional, 1948. 289 p. (Biblioteca pedagógica brasileira. Série 5, Brasiliana, v. 261). Coleções e Séries
  27. 27. Sempre que necessário à identificação da obra, devem ser incluídas notas com informações complementares, ao final da referência, sem destaque tipográfico. PUPPIN, Andréa. Resenha. Gênero, Niterói, v. 1, n. 2, p. 147-150, 1. sem. 2001. Resenha de: COSTA, Cristiane. Eu compro essa mulher: romance e consumo nas telenovelas brasileiras e mexicanas. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2000. PEREIRA, Maria de Nazaré Freitas. Tecnologia da informação em redes eletrônicas de computadores. 1995. 178 f. Apostila. CENTRO ECUMÊNICO DE DOCUMENTAÇÃO E IINFORMAÇÃO. Centros de Documentação alternativos: algumas questões. Memória, Rio de Janeiro, v. 1, n. 7, p. 1-26, nov. 1983. Circulação interna. Notas
  28. 28. Separata: Publicação de parte de um trabalho (artigo de periódico, capítulo de livro, colaborações em coletâneas etc.), mantendo exatamente as mesmas características tipográficas e de formatação da obra original, que recebe uma capa, com as respectivas informações que a vinculam ao todo, e a expressão “Separata de” em evidência. As separatas são utilizadas para distribuição pelo próprio autor da parte, ou pelo editor. Suplemento: Documento que se adiciona a outro para ampliá-lo ou aperfeiçoá-lo, sendo sua relação com aquele apenas editorial e não física, podendo ser editado com periodicidade e/ou numeração própria. Separatas e Suplementos
  29. 29. As separatas devem ser transcritas como figuram na publicação. LOBO, A. M. Moléculas da vida. Separata de: DIAS, Alberto Romão; RAMOS, Joaquim J. Moura (Ed.). Química e sociedade: a presença da química na actividade humana. Lisboa: Escolar, 1990. p. 49-62. LIMA, Raul. A vida desconhecida do revolucionário alagoano Padre Caldas. Separata de: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 312, p. 283-312, jul.-set. 1976. Separatas
  30. 30. Quando os autores são corporativos/entidades Instituição deve aparecer em caixa alta: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário astronômico. São Paulo, 1988. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Bibliografia do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações, 1971. BRASIL. Congresso. Câmara dos Deputados. Comissão de Ciência e Tecnologia (Org.). Desenvolvimento e importância da tecnologia nacional: forum de debates realizado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Diretoria Legislativa. Brasília, DF: Centro de Documentação e Informação, Coordenação de Publicações, 1978.
  31. 31. SIMPOSIO LATINO-AMERICANO DE ENOLOGIA, 2. , 1987, Garibaldi; Jornada de Viticultura e Enologia, 2. , 1987, Garibaldi; Simposio Anual de Vitivinicultura, 2. , 1987, Garibaldi. Trabalhos apresentados... Bento Gonçalves: Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho, 1987. PROGRAMA NACIONAL DE MUNICIPALIZAÇÃO DO TURISMO (Brasil). Oficina de Treinamento dos Monitores Municipais. Relatório. Joinville, 1995. REUNIÃO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO ODONTOLÓGICO, 32., 1997, Uberlândia. Anais. Uberlândia, [1997?].
  32. 32. Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. BRASIL. Embaixada (Estados Unidos). Setor de Ciência e Tecnologia (Comp.). Teses de doutorado na área de microbiologia e imunologia [n]os EUA. Washington, D.C., 1986. 157 p. em várias paginações. (Série de estudos de áreas de ciência e tecnologia nos EUA, 23). Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses. Biblioteca Nacional (Argentina). Biblioteca Nacional: catálogo interactivo. [Buenos Aires], c1995. 4 CD-ROM, son., col., 4 ¾ pol.
  33. 33. Vamos ver os modelos de referências?
  34. 34. Obras em geral Inclui livro e/ou folheto (manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.) e trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, entre outros). Os elementos essenciais são: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação. Estrutura básica: Autor, título, subtítulo (se houver), edição, local, editora e data de publicação. Exemplos: ALLEN, Kathleen R. Expansão empresarial. São Paulo: Publifolha, 2002. ALLEN, Kathleen R. Expansão empresarial. São Paulo: Publifolha, 2002. ALLEN, Kathleen R. Expansão empresarial. São Paulo: Publifolha, 2002.
  35. 35. Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. Exemplos: ALLEN, Kathleen R. Expansão empresarial: 25 princípios para crescer com sucesso. São Paulo: Publifolha, 2002. 88 p. (Pocket MBA). GOODMAN, Linda. Os astros e os relacionamentos: interpretações astrológicas para entender a compatibilidade entre os signos. Organização de Carolyn Reynolds e Crystal Bush. Tradução de Angela Machado. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Era, 2000. 472 p. Tradução de: Linda Goodman’s relationship signs. ISBN 85-01-05493-3. LIMA, Luiz Costa (Coord.). A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. 213 p. (Literatura e Teoria Literária, v. 36).
  36. 36. Teses, dissertações e outros TCCs MARTINS, Joberto S. B. Considerações sobre o novo paradigma de concepção de redes de computadores. 1998. 68 f. Tese (Concurso para Professor Titular)—Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 1998. MORGADO, M. L. C. Reimplante dentário. 1990. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização)–Faculdade de Odontologia, Universidade Camilo Castelo Branco, São Paulo, 1990. ARAUJO, U. A. M. Máscaras inteiriças Tukúna: possibilidades de estudo de artefatos de museu para o conhecimento do universo indígena. 1985. 102 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais)– Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, São Paulo, 1986. ALENTEJO, Eduardo. Catalogação de postais. 1999. 10 f. Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na Disciplina Catalogação III, Escola de Biblioteconomia, Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1999.
  37. 37. Obras de consulta na internet Quando se tratar de obras consultadas online, também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:, opcionalmente acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos. DI DOMENICO, Adriana; DE BONA, Graciela; HERNANDEZ, Oscar. Medición y evaluación de bibliotecas: normas y criterios? Buenos Aires: Sociedade de Informação da Argentina, 1998. Disponível em: <http://www.simposio@sai.com.ar>. Acesso em: 3 ago. 2002. QUEIRÓS, Eça de. A relíquia. In: BIBLIOTECA virtual do estudante brasileiro. São Paulo: USP, 1998. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br/. Acesso em: 12 ago. 2002. Não devemos referenciar obras de curta duração na internet, como anúncios do ebay, mercado livre, e outros, somente se estritamente necessário.
  38. 38. Parte de monografia Inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com autor(es) e/ou título próprios. Os elementos essenciais são: autor(es), título da parte, seguidos da expressão “In:”, e da referência completa da monografia no todo. No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada. DODEBEI, Vera Lucia Doyle. Construindo o conceito de documento. In: LEMOS, Maria Tereza Toribio Brittes; MORAES, Nilson Alves de (Org.). Memória, identidade e representação. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2000. p. 59-66. SANTOS, R.F. A colonização da terra do Tucujús. In: ______. História do Amapá, 1º grau. 2.ed. Macapá: Valcan, 1994. cap.3, p.15-24.  
  39. 39. Parte de monografia ALMEIDA, Norma Lucia F. de; CARNEIRO, Zenaide de Oliveira Novais. Verbos de padrão especial. In: SILVA, Rosa Virgínia Mattos e (Org.). A carta de Caminha. Salvador: UFBA, 1996. p. 213-236. PENA, S. D. J. Aspectos genéticos das doenças depressivas. In: LIPPI, J. R. S. (Ed.). Depressão na infância. São Paulo: Ciba-Geigy, 1987. p. 19-24. MORAES, Vinicius de. Ilha do Governador. In: ______. Antologia poética. 30. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1989. p. 6-7.  
  40. 40. Parte de monografia em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para partes de monografias, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). INTERPRETAÇÃO dos sonhos. In: ESOTÉRICA. Software e interface Ciclo Graphics. Conteúdo bibliográfico Iama Miziara. Narração de Marisa Orth. 1. ed., versão 1.0.2. São Paulo: Brasoft, c1995. 1 CD-ROM. EXCEL 2000. In: CURSO de Informática multimídia 2000. São Paulo: Folha de S. Paulo, c1999. CD-ROM 5-6. THEREAFTER. In: HOUAISS, Antonio; CARDIM, Ismael (Ed.). Dicionário Webster’s O Globo: português-inglês, inglês-português. Rio de Janeiro: Lexikon Informática, c1998. 1 CD-ROM. IMPETIGO. In: DICIONÁRIO médico para leigos. São Paulo: Hospital das Clínicas da FMUSP, [199-]. Disponível em: <http://www.hcnet.usp.br/ dicionario/ divi_de_clinica_dermato.htm>. Acesso em: 18 jan. 2000.
  41. 41. Publicação periódica como um todo A referência de toda a coleção de um título de periódico é utilizada em listas de referências e catálogos de obras preparados por livreiros, bibliotecas ou editoras. DESENVOLVIMENTO E CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da Indústria, 1957-1968. No caso de periódico com título genérico, incorpora-se o nome da entidade autora ou editora, que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes. OLIVEIRA, Silvia Tavares de. O caminho da Fonoaudiologia: avanços e perspectivas. Cadernos [do] Centro Universitário São Camilo, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 9-12, jan./jun. 2000. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 81, de 11 de julho de 2001. Boletim de Serviço [do Ministério da Saúde], ano 16, n. 30, p. 32, 27 jul. 2001.
  42. 42. Publicação periódica como um todo Os títulos dos periódicos podem ser abreviados, conforme a NBR 6032. SILVEIRA, Renato de Mello Jorge. Controversos aspectos históricos das justiças militares estaduais. R. Dir. Mil., Florianópolis, n. 6, p. 10- 14, jul./ago. 1997. FRENHANI, P. B.; BURINI, R. C. Mecanismos de ação e controle da digestão de proteínas e peptídios em humanos. Arq. Gastroenterol., v. 36, n. 3, p. 139-147, 1999.
  43. 43. Publicação periódica como um todo Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. DESENVOLVIMENTO E CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da Indústria, 1957-1968. Mensal. Continuada por: Indústria & produtividade. SUMÁRIOS DE PERIÓDICOS DE BIBLIOTECONOMIA. São Paulo: Universidade de São Paulo, Escola de Comunicações e Artes, Serviço de Biblioteconomia, 1986- . Semestral. SAÚDE EM DEBATE. São Paulo: Centro Brasileiro de Estudos de Saúde, 1976- . Trimestral. ISSN 0103-1104. 
  44. 44. Partes de revista, boletim etc. Inclui volume, fascículo, números especiais e suplementos, entre outros, sem título próprio. Os elementos essenciais são: título da publicação, local de publicação, editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos e datas de sua publicação. BOLETIM DO DEPARTAMENTO ECONÔMICO DO IBC. Exportação brasileira de café. Rio de Janeiro, v. 3, n. 1-4, nov. 1966. Número especial. GAZETA MERCANTIL. Balanço anual 1997. São Paulo, n. 21, 1997. Suplemento. COMPARATIVE BIOCHEMISTRY AND PHYSIOLOGY. Molecular & Integrative Physiology. Amsterdam: Elsevier, v. 128, part A, n. 1, Jan. 2001. 184 p.
  45. 45. Partes de revista, boletim etc. Se a publicação indicar, em lugar dos meses, as estações do ano ou as divisões do ano em trimestres, semestres etc., transcrevem-se os primeiros tais como figuram no documento e abreviam-se os últimos. ALMEIDA, Elizabeth Accioly Pinto de. O destino do Mercosul: mercado comum ou zona de livre comércio? Revista Jurídica da UEPG, Ponta Grossa, v. 1, n. 1, p. 33-40, inverno 1997. FIGUEIREDO, Eurídice. La réécriture de l’histoire: dans les romans de Patrick Chamoiseau et Silviano Santiago. Études Littéraires, Paris, v. 25, n. 3, p. 27- 38, hiver 1992/1993. SANTIAGO, Silviano. Alegoria e palavra em Iracema. Luso-Brazilian Review, Madison, v. 2, n. 2, p. 55-68, Winter 1965.
  46. 46. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. Inclui partes de publicações periódicas (volumes, fascículos, números especiais e suplementos, com título próprio), comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros. Os elementos essenciais são: autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, quando se tratar de artigo ou matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se houver). PIMENTEL, M.; LEAL, M. C.; BAHIA, L. H. Relações entre conjuntura e legislação educacional. Advir, Rio de Janeiro, n. 3, p. 24-26, mar. 1994. BARDY, Luis Paulo Cardoso. Competitividade e desenvolvimento tecnológico. Parcerias Estratégicas, Brasília, DF, n. 11, p. 28-35, jun. 2001.
  47. 47. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. LEITE, Carlos A. Moreira; DIZ, Jamile B. Mata; RODRIGUES, Daniel de Sá. A questão agrícola no Mercosul e na União Européia. Revista de Informação Legislativa, Brasília, DF, v. 35, n. 137, p. 297-301, jan./mar. 1998. DALL’AGNOL, Antonio. Integração econômica e defesa do consumidor. Revista de Direito do Consumidor, São Paulo, n. 22, p. 102-104, abr./jun. 1997.
  48. 48. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. Abreviou o título do periódico em uma referência? Lembre-se da padronização, deve-se abreviar todos, para auxiliar na abreviação dos títulos acessar o CCN (Catálogo Coletivo Nacional [de Publicações Seriadas] do IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia) em: http://ccn.ibict.br/busca.jsf e a NBR 6032:1989 - Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas – Procedimento.
  49. 49. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de revista, boletim etc., acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme visto anteriormente, como exemplo. GESTÃO do conhecimento: o grande desafio. Tema: a revista do Serpro, Brasília, DF, ano 25, n. 151, maio 2001. Disponível em: < http://www.serpro.gov.br/publicacoes/tema/151/t151_02.htm>. Acesso em: 30 maio 2001. BORGES, Mônica Erichsen Nassif. A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento. Ciência da Informação, Brasília, DF, v. 24, n. 2, 1995. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/240295/ 24029502.pdf>. Acesso em: 2 set. 2002.
  50. 50. Artigo e/ou matéria de jornal Inclui comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros. Os elementos essenciais são: autor(es) (se houver), título, título do jornal, local de publicação, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data. LIKE a virgin. O Globo, Rio de Janeiro, 30 dez. 2000. Ela, p. 4. SANTIAGO, Silviano. Variações sobre "Iracema" (1865-1965). O Estado de São Paulo, São Paulo, 21 ago. 1965. Suplemento Literário, p. 3. DELLA NINA, Marcelo. Os caminhos de Santiago. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16 maio 1992. Idéias/Livros, p. 8-9.
  51. 51. Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de jornal, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder conforme já visto. FOLHA de S. Paulo. Folha: CD-ROM Folha, edição 2000. São Paulo: Publifolha, c2000. 1 CD-ROM. ISBN 85-7402-167-9. CASO, Fabiana. Criança lê sim, e muito, é só saber contar histórias. Jornal da Tarde, São Paulo, 16 jul. 2000. Disponível em: <http://www.jt.estadao.com.br/suplementos/domi/2000/07/16/domi 010.html>. Acesso em: 1 fev. 2002.
  52. 52. Evento como um todo Inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações). Elementos essenciais Os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local (cidade) de realização. Em seguida, deve-se mencionar o título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e data da publicação. REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR, 38., 1988, João Pessoa. Anais... Brasília: ABEAS, 1998. CONGRESSO NACIONAL DE MUSEUS, 8., 1983, Brasília, DF. Regimento. [Brasília, DF?]: Associação Brasileira de Museologia, 1983. IUFOST INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHANGES DURING FOOD PROCESSING, 1984, Valencia. Proceedings... Valencia: Instituto de Agroquímica y Tecnología de Alimentos, 1984.
  53. 53. Evento como um todo Elementos complementares Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. BIENNALE ITALO-LATINO AMERICANA DI TECNICHE GRAFICHE, 1., 1979, Roma, Itália. 1. Biennale italo-latino americana di tecniche grafiche. Roma: Istituto italo latino americano, 1979. Não paginado, principalmente il. Catalogo do evento realizado nos meses de maio e junho de 1979.
  54. 54. Evento como um todo em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para evento como um todo, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder como já visto.  CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: . Acesso em: 21 jan. 1997. Disponível em: <www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.
  55. 55. Trabalho apresentado em evento Os elementos essenciais são: autor(es), título do trabalho apresentado, seguido da expressão In:, nome do evento, numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização, título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), local, editora, data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. TARAPANOFF, Kira. O profissional da informação pensando estrategicamente. In: SIMPÓSIO BRASIL-SUL DE INFORMAÇÃO, 1996, Londrina. Anais... Londrina: Ed. UEL, 1996. p. 115-141. SILVA, Giana Mara Seniski; BUFREM, Leilah Santiago. Livro eletrônico: a evolução de uma idéia. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE COMUNICAÇÃO, 24., 2001, Mato Grosso do Sul. [Anais...] Mato Grosso do Sul: [s.n.], 2001. Disponível em: <http://www.intercon. org.br/papers /xxiv-ci/np04/NP4BUFREM.pdf>. Acesso em: 14 out. 2002. PENA, S. D. J. Engenharia Genética – DNA: a testemunha mais confiável em determinação de paternidade. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO DE FAMÍLIA, 1., 1999, Belo Horizonte. Repensando o Direito de Família: anais... Belo Horizonte: Del Rey, 1999. p. 343-352.
  56. 56. Patente Os elementos essenciais são: entidade responsável e/ou autor, título, número da patente e datas (do período de registro). EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 89-03105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.
  57. 57. Documento jurídico Legislação Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em todas as suas formas, resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço, instrução normativa, comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre outros). Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se tratar de normas), título, numeração, data e dados da publicação. No caso de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
  58. 58. Documento jurídico Legislação ESPÍRITO SANTO (Estado). Constituição (1967). Constituição do Estado do Espírito Santo. Vitória: [s.n., 1971?]. BRASIL. Constituição (1967). Constituição da República Federativa do Brasil. 18. ed. São Paulo: Atlas, 1982. BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Portaria n° 8, de 23 de janeiro de 2001. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, ano 65, p. 832-835, jan. 2001. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Câmara de Educação Superior. Resolução n° 11, de 3 de abril de 2001. Oficial da União [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 9 abr. 2001. Seção 1, p. 12-13.
  59. 59. Documento jurídico Legislação BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial da União [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514. CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Câmara de Ensino Superior. Grupo, 2. Par. n. 460/82, aprovado em 1982 (Proc. n. 562/81). Documenta, Brasília, DF, n. 262, p. 72-82, set. 1982.
  60. 60. Documento jurídico Legislação Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. BRASIL. Constituição (1967). Constituição da República Federativa do Brasil: Constituição do Brasil, de 24 de janeiro de 1967, com a redação dada pela Emenda Constitucional n° 1, de 17 de outubro de 1969, e as alterações feitas pelas Emendas Constitucionais n°s 2, de 9 de maio de 1972... 22, de 29 de junho de 1982. 18. ed. São Paulo: Atlas, 1982. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Câmara de Educação Superior. Resolução n° 11, de 3 de abril de 2001. Estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação. Diário Oficial da União [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 9 abr. 2001. Seção 1, p. 12-13.
  61. 61. Documento jurídico Doutrina Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias, artigos de periódicos, papers etc.), referenciada conforme o tipo de publicação. CAMARGO, Ricardo Antônio Lucas. A falência como consumação a ser fervorosamente desejada. Consulex, Brasília, DF, ano 1, n. 2, p. 42-44, fev. 1997.
  62. 62. Documento jurídico Jurisprudência (decisões judiciais) Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças, e demais decisões judiciais. Os elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados da publicação. BRASIL. Tribunal Federal de Recursos. Arquitetos de multas. Apelante: União Federal. Apelados: Hamburg- Suedamerikanische, Dampfsehiffahrtsgesellschaft e outros. Relator: Ministro Candido Lobo. Razões da apelada pelos advogados Washington de Almeida e Klaus Menge. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1962.
  63. 63. Documento jurídico Jurisprudência (decisões judiciais) MARTINS, Adelia de Oliveira Mattos. Apelação cível n° 6.124. Pelos advogados J. J. Bernardes Sobrinho, Arthur Ramos Leal, Carlos Veiga F. da Costa. Relator Alfredo Russel. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1937. BRASIL. Ministério da Previdência e Assistência Social. Consultoria Jurídica. Parecer/CJ n° 1778/99. Interessado: Companhia Hospitalar Nossa Senhora de Fátima. In: SISLEX. Brasília: DATAPREV, 1999. 1 CD-ROM. BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Argüição de suspeição n° 10. Ednardo Silva de Araújo e Exmo. Sr. Ministro Aldir Passarinho. Relator: Ministro Moreira Alves. 26 de fevereiro de 1986. Revista Trimestral de Jurisprudência, Brasília, DF, v. 117, p. 457-458, ago. 1986.
  64. 64. Documento jurídico Jurisprudência (decisões judiciais) Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. BRASIL. Tribunal Federal de Recursos. Arquitetos de multas: Apelação Cível n° 16.944. Apelante: União Federal. Apelados: Hamburg-Suedamerikanische, Dampfsehiffahrtsgesellschaft e outros. Relator: Ministro Candido Lobo. Razões da apelada pelos advogados Washington de Almeida e Klaus Menge. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1962. 89 p. MARTINS, Adelia de Oliveira Mattos. Apelação cível n° 6.124: razões da appelante. Pelos advogados J. J. Bernardes Sobrinho, Arthur Ramos Leal, Carlos Veiga F. da Costa. Relator Alfredo Russel. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1937. 81 p.
  65. 65. Documento jurídico As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento jurídico, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder conforme padrão. BRASIL. Lei n.º 9.995, de 25 de julho de 2000. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2001 e dá outras providências. Diário Oficial da União [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 26 jul. 2000. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_ texto. asp?ld=LEI%9995>. Acesso em: 15 dez. 2000. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula n° 39, de julho de 2000. Prescreve em vinte anos a ação para haver indenização, por responsabilidade civil, de sociedade de economia mista. Disponível em: <http://www.jurinforma.com.br/sumulas/stj39. html>. Acesso em: 24 abr. 2001.
  66. 66. Documento jurídico As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento jurídico, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder conforme padrão. BRASIL. Lei n.º 9.995, de 25 de julho de 2000. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2001 e dá outras providências. Diário Oficial da União [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 26 jul. 2000. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_ texto. asp?ld=LEI%9995>. Acesso em: 15 dez. 2000. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula n° 39, de julho de 2000. Prescreve em vinte anos a ação para haver indenização, por responsabilidade civil, de sociedade de economia mista. Disponível em: <http://www.jurinforma.com.br/sumulas/stj39. html>. Acesso em: 24 abr. 2001.
  67. 67. Imagem em movimento Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros. Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades físicas. MADONNA. Drowned world tour 2001. [S.l.]: Warner, c2001. 1 DVD. POCAHONTAS: o encontro de dois mundos. [S.l.]: Walt Disney Company, [1995?]. 1 videocassete (81 min): VHS, son., color. (Walt Disney Clássicos).
  68. 68. Documento iconográfico Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme, material estereográfico, transparência, cartaz, entre outros. Os elementos essenciais são: autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do suporte. MEIRELES, Vitor. Passagem de Humaitá. 1868. 1 fotografia. MARCELLO JÚNIOR. Presidente Lula da Silva discursa no Parlatório. 2003. 1 fotografia, color. Disponível em: <http://sn- 01.radiobras.gov.br/fotos/ anteriores/Default_0101.htm>. Acesso em: 13 jan. 2003.
  69. 69. Documento cartográfico Inclui atlas, mapa, globo, fotografia aérea, entre outros. As referências devem obedecer aos padrões indicados para outros tipos de documentos, quando necessário. Os elementos essenciais são: autor(es), título, local, editora, data de publicação, designação específica e escala. IBGE. República Federativa do Brasil. [Rio de Janeiro?], 1996. 1 mapa. Escala 1:15.000.000. MAP of Mozambique. Western Cape: African Safari & Travel, c2003. 1 mapa, color. Escala indeterminável. Disponível em: <http://www.go2africa.com/mozambique/ map.asp>. Acesso em: 2 fev. 2003.
  70. 70. Documento sonoro no todo Inclui disco, CD (compact disc), cassete, rolo, entre outros. Os elementos essenciais são: compositor(es) ou intérprete(es), título, local, gravadora (ou equivalente), data e especificação do suporte. MADONNA. What it feels like for a girl. [S.l.]: Maverick/WEA, c2001. 1 CD. SANTOS, Lulu; BASTOS, Ronaldo. Questão de estilo. In: ______.Tudo azul. [S.l.]: Wea Discos, p1984. 1 disco sonoro. Lado B, faixa 2.
  71. 71. Partitura Inclui partituras impressas e em suporte ou meio eletrônico. Os elementos essenciais são: autor(es), título, local, editora, data, designação específica e instrumento a que se destina. VILLA-LOBOS, Heitor. Bachianas brasileiras n° 5. Rio de Janeiro: FBN/DIMAS, [1998]. 1 partitura. Piano. BEETHOVEN, Ludwig van. Sonate (sonata quasi una fantasia) op. 27, n° 2. [2002?]. 1 partitura. Piano. Disponível em: <http://openlink.br.inter.net/ picolino/partitur. htm>. Acesso em: 5 jan. 2002.
  72. 72. Documento tridimensional Inclui esculturas, maquetes, objetos e suas representações (fósseis, esqueletos, objetos de museu, animais empalhados, monumentos, entre outros). Os elementos essenciais são: autor(es), quando for possível identificar o criador artístico do objeto, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do objeto. [Cômoda-Papeleira. 17--]. Madeira e metal. [Cômoda-Papeleira. 17--]. Madeira e metal, 110 cm x 116 cm. Móvel híbrido, cumpria a função de guarda de vestuário e a de escrivaninha. Em exposição no Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, RJ.
  73. 73. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico Inclui bases de dados, listas de discussão, BBS (site), arquivos em disco rígido, programas, conjuntos de programas e mensagens eletrônicas, entre outros. Os elementos essenciais são: autor(es), título do serviço ou produto, versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo. MELO, Cláudia Batista; MELO, Lafayette Batista. Banco de dados médicos. Campinas: UNICAMP, 1998. Disponível em: <http://www.nib.unicamp.br/slides /bdados/sld001.htm>. Acesso em: 10 ago. 2002.
  74. 74. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Minerva: base de dados bibliográficos... Rio de Janeiro, [199-?]. Disponível em: <http://www.minerva. ufrj.br/>. Acesso em: 2 fev. 2001. LIMA, Adelaide. Curso de normalização [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <mtmendes@uol.com.br> em 16 abr. 2001. UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO. [Portal institucional]. Rio de Janeiro, 2000. Disponível em: <http://www.unirio.br>. Acesso em: 14 maio 2001. Portal da instituição
  75. 75. Mais dúvidas? Outros tipos de responsabilidade (tradutor, revisor, ilustrador, entre outros) podem ser acrescentados após o título, conforme aparecem no documento. Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade, aplicar et al. HOFFMAN, Sylvan. Jornal do mundo. Assistido por Martley Gratton e com o concurso de Della M. Hoffman et al. Tradução de Flora Castanho Ferreira. 3. ed. São Paulo: IBRASA, 1968. 218 p. Aplicou em uma referência? Aplique em todas! GÉRALDY, Paul. Eu e você. Tradução de Guilherme de Almeida. Ilustrações de Darcy Penteado. São Paulo: Ed. Nacional, 1975.
  76. 76. Como trabalhar com uma ilustração retirada da internet? Lembrando que: Os elementos essenciais para documento de acesso exclusivo em meio eletrônico são: autor(es), título do serviço ou produto, versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico (observar se possui uma tipo de mídia física). Figura 1 – Tecnologia Geofísica Fonte: Schlumberger (2016). ou (SCHLUMBERGER, 2016). E nas referências? SCHLUMBERGER. Seismic Acquisition. Sugar Land, 2016. Disponível em: < http://www.slb.com/services/seismic/seismic_acquisition.aspx>. Acesso em: 17 abr. 2016. Adotar o mesmo padrão em todo trabalho! As figuras também devem ser referenciadas
  77. 77. Como descobrir a data de atualização de uma página da Internet Se você usa o Internet Explorer ou Google Chrome, há uma forma simples para descobrir o dia e a hora da mais recente atualização sofrida por uma página da internet. Basta visitá-la e, com ela na tela, entrar com: ‘javascript:alert(document.lastModified)’ (exatamente assim, sem espaço entre os parâmetros, mas sem aspas) na caixa de dados ‘Endereço’ no topo da janela. Isto feito, tecle ENTER (ou clique no ícone ‘Ir’ ao lado da caixa) para abrir uma janela no centro da tela contendo a data (no formato mm/dd/aaaa) e a hora da última atualização (PIROPO, 2002).
  78. 78. E a ordenação? As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema utilizado para citação no texto, conforme NBR 10520. Os sistemas mais utilizados são: alfabético (ordem alfabética de entrada) e numérico (ordem de citação no texto).
  79. 79. Sistema alfabético Se for utilizado o sistema alfabético, as referências devem ser reunidas no final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em uma única ordem alfabética. As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na referência . Exemplo de texto: Tânia Franco Carvalhal (1997) aponta, porém, a dificuldade de classificação do romance macediano dentro da vertente memorialista. O anti-herói, segundo Carlos Reis e Ana Cristina M. Lopes (1994, p. 35), se estabelece “a partir de uma desmitificação do herói, tal como o Renascimento ou o Romantismo o entenderam”. Identidade cultural, embora não seja abordada diretamente por Leite (1992), está entre aqueles conceitos dos quais é difícil falar em termos de definição. Segundo Wesseling (1991, p. 195, tradução nossa), nos anos 70, a definição de pós-modernismo era “basicamente negativa. Dizia-se que era não-hierárquico, suspendia a distinção entre realidade e ficção e referencialidade do texto literário, lançar dúvida sobre a inteligibilidade da realidade”.
  80. 80. Sistema alfabético Na lista de referências: CARVALHAL, Tânia Franco. Partes de África: mosaico de vida e ficção. Scripta, Belo Horizonte, v. 1, n. 1, p. 163-167, 2. sem. 1997. LEITE, Dante Moreira. O caráter nacional brasileiro: história de uma ideologia. 5. ed. São Paulo: Ática, 1992. REIS, Carlos; LOPES, Ana Cristina M. Dicionário de teoria da narrativa. 4. ed. Coimbra: Almedina, 1994. WESSELING, Elisabeth. Writing history as a prophet: postmodernist innovations of the historical novel. Amsterdam: John Benjamins Publishing Company, 1991.
  81. 81. Sistema alfabético Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente, na mesma página, pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto. Willemart, Philippe. Além da Psicanálise: a literatura e as artes. São Paulo: Nova Alexandria, 1995. ______. Bastidores da criação literária. São Paulo: Iluminuras, 1999. ______. A pequena letra em teoria literária: a literatura subvertendo as teorias de Freud, Lacan e Saussure. São Paulo: Annablume, 1997. ______. Proust, poeta e psicanalista. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000. ______. Universo da criação literária. São Paulo: EDUSP, 1993. Observe a ordenação a partir da primeira letra do título, excetuando artigos definidos e indefinidos.
  82. 82. Sistema numérico Se for utilizado o sistema numérico no texto, as referências devem seguir a mesma ordem numérica crescente. O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. Exemplo de texto: A publicidade mais eficaz diz ao público não só o que ele precisa saber, mas sobretudo o que ele quer ouvir; é um apelo - laço sensível entre um emissor (fabricante) e um receptor (o comprador). Saber, então, o que o consumidor pensa do produto é fundamental. O conteúdo psicológico de um sujeito em relação a um objeto pode ser segmentado, segundo Leduc1 , em três forças: os móbeis (impulsionadores), as atitudes e os comportamentos. Farias2 chama a atenção para os leitores de publicidade. Segundo a autora, dividem-se em três categorias diferentes: o leitor “conquistado” (a “vítima” de uma sedução psico- sensorial); o leitor “motivado” (comprador potencial) e o leitor “espontâneo” (o que gosta de ler). Em relação ao ato de linguagem, Charaudeau3 distingue um circuito externo (lugar do “fazer”, dos sujeitos psico-sociais) e um circuito interno, (lugar da organização do “dizer”, considerado como “discurso”, um espaço em que os sujeitos são seres da “palavra”). Trata-se, portanto, de quatro sujeitos, ou melhor, de duas entidades, cada uma desdobrada em “sujeito ” e “sujeito da fala”.
  83. 83. Sistema numérico Na lista de referências: 1 LEDUC, Robert. Qu'est-ce que la publicité? Paris: Dunod, 1976. 2 FARIAS, Yaracilda O. L'apport de la publicité à l'enseignement du français langue de specialité. Investigações: Lingüística e Teoria Literária, Recife, v. 3, p. 157-180, dez. 1993. 3 CHARAUDEAU, Patrick. Langage et discours: élements de sémiolinguistique (théorie et pratique). Paris: Hachette, 1983.
  84. 84. Essa apresentação não exclui a consulta a norma NBR 6023/2002 na íntegra para dirimir dúvidas ou sanar questões que não foram abordadas.
  85. 85. Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ______. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6033: ordem alfabética. Rio de Janeiro, 1989. ______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2005. http://www.biblioteca.btu.unesp.br/Home/Referencias/LuABNT_6023.pdf Apostila Maria Reis Mendes
  86. 86. Obrigado pela atenção e paciência! Qualquer dúvida entrar em contato com: halves@iff.edu.br ou catundamg@gmail.com

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