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Moral Utilitarista VersãO Final

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A moral Utilitarista também se considera materialista, teleológica ou consequencialista.
Estes nomes expressam os princípios desta teoria que privilegia a Utilidade da acção, as sua consequências materiais (tem em conta a qualidade e a quantidade de pessoas afectadas) e a finalidade (teleologia) da acção.

Published in: Health & Medicine
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Moral Utilitarista VersãO Final

  1. 1. O que torna uma acção moralmente correcta?
  2. 2. TEXTO <ul><li>Primeiro, imaginamos a possibilidade de um determinado estado de coisas que gostaríamos de ver concretizado – um estado de coisas no qual todas as pessoas sejam tão felizes e abastadas quanto possível. </li></ul><ul><li>De acordo com o princípio da maior felicidade (...), o fim último, relativamente ao qual e em função do qual todas as outras coisas são desejáveis (quer consideremos o nosso próprio bem como o bem de outras pessoas) é uma existência tanto quanto possível isenta de dor, e tão rica quanto possível de prazeres» J.S.Mill, O Utilitarismo. </li></ul>
  3. 3. STUART MILL (1806-1873) <ul><li>A regra moral que orienta as nossas acções afirma que a busca do prazer e a recusa do sofrimento são apenas elementos que servem de guia para a realização da felicidade. </li></ul>
  4. 4. Em que consiste a felicidade? <ul><li>Na possibilidade de alcançar o bem-estar para o maior número de pessoas. </li></ul><ul><li>O bem-estar consiste no maior número de prazeres e no menor número de dores. </li></ul><ul><li>O critério utilitário não consiste na maior felicidade do agente, mas na maior soma de felicidade geral. </li></ul>
  5. 5. OBJECTIVOS <ul><li>Propiciar o máximo de felicidade possível para o maior número de pessoas e o mínimo de dor para o menor número de pessoas. Desse modo a felicidade estava ligada ao prazer e a infelicidade à dor. </li></ul>
  6. 6. CRITÉRIO DA UTILIDADE <ul><li>A decisão de agir deve considerar a utilidade das consequências que dela resultam. </li></ul><ul><li>Só assim será possível garantir que estas acções produzam o maior grau de felicidade possível. </li></ul><ul><li>Nas situações concretas da vida, quando somos chamados a decidir se devemos praticar esta ou aquela acção, o que devemos ter em conta é qual delas produzirá resultados mais úteis. </li></ul>
  7. 7. CRITÉRIOS VALORATIVOS PARA OS PRAZERES <ul><li>Tipos de prazeres </li></ul><ul><li>Superiores (espirituais) </li></ul><ul><li>durabilidade, fecundidade, dignidade, preferência </li></ul><ul><li>Inferiores (sensoriais) </li></ul><ul><li>efémeros, vitais, individuais </li></ul>
  8. 8. SUPERIORES <ul><li>Intelectuais - ler uma obra literária </li></ul><ul><li>Sociais - acções de solidariedade </li></ul><ul><li>Estéticos - contemplar uma obra de arte </li></ul><ul><li>Morais – participar numa acção de solidariedade </li></ul><ul><li>INFERIORES </li></ul><ul><li>Necessidades físicas/fisiológicas – comer, beber, dormir, sexo </li></ul>
  9. 9. RESUMINDO <ul><li>Uma acção será correcta do ponto de vista moral, se das suas consequências resultar o maior grau de felicidade e bem-estar para o maior número possível de pessoas. </li></ul><ul><li>Um médico que, pelo exercício da sua profissão, salvasse um grande número de pessoas, praticaria uma acção moralmente louvável, quer a sua intenção fosse ajudar o próximo, quer fosse alcançar a fama e a fortuna. </li></ul>
  10. 10. O UTILITARISMO É UMA MORAL CONSEQUENCIALISTA <ul><li>O valor moral das acções não se mede , nem pela «pura intenção do agente», nem pela sua submissão a um princípio estabelecido «a priori», mede-se pelas consequências que produz. </li></ul><ul><li>A ética utilitarista exige que o agente se coloque de um ponto de vista imparcial e desinteressado. </li></ul><ul><li>Não é a sua felicidade pessoal, mas a felicidade geral que serve de critério para determinar o valor moral das acções praticadas. </li></ul><ul><li>O progresso moral dos indivíduos deve ser acompanhado pelo aumento do bem estar da humanidade. </li></ul>
  11. 11. CRÍTICAS AO UTILITARISMO <ul><li>Ao reduzir o princípio da moralidade à mera satisfação das nossas necessidades sensíveis, o ser humano fica reduzido ao mais baixo grau de animalidade. </li></ul>«Não se pode comparar a felicidade que os indivíduos pretendem alcançar com aquilo que torna um porco feliz»
  12. 12. «Os prazeres deixam-se analisar segundo a qualidade e não só pela quantidade» «É pela qualidade que é possível distinguir duas ordens de prazeres: os primeiros dizem respeito ao corpo, os segundos são de ordem moral e intelectual» «É a satisfação dos prazeres superiores, de natureza moral e intelectual, que os homens buscam e é neles que encontram maior felicidade»
  13. 13. «Aqueles homens que buscam os prazeres superiores podem não alcançar tanta satisfação na vida como os que se contentam com os prazeres do corpo. Todavia, é inegável que, por mais insatisfeito que um homem sábio e justo se encontre, ele será, sempre, superior a um porco satisfeito por chafurdar na lama. »
  14. 14. <ul><li>A utilidade não é o único critério para determinar o que é ou não é moralmente correcto. </li></ul><ul><li>As consequências não são a única coisa que importa. </li></ul>OBJECÇÕES AO UTILITARISMO
  15. 15. Argumentos anti-utilitarismo <ul><li>Justiça - A justiça exige que tratemos a pessoa com equidade, segundo as suas necessidades e méritos individuais. Assim, uma teoria ética segundo a qual a utilidade é tudo o que conta não pode estar correcta. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Direitos - O utilitarismo está em conflito com a ideia de que as pessoas têm direitos que não podem ser espezinhados apenas porque alguém antecipa bons resultados. O indivíduo não pode ser tratado como meio para atingir um fim, mesmo que esse fim traga felicidade para a maioria. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>O utilitarismo pode justificar muitas acções que habitualmente são consideradas imorais numa perspectiva tradicional </li></ul>
  18. 18. Aspectos positivos do utilitarismo <ul><li>Contribui para alterações de vida social e económica </li></ul><ul><li>Alerta para o empenhamento social dos indivíduos </li></ul><ul><li>Instituições </li></ul><ul><li>Sociedade </li></ul><ul><li>Para a responsabilidade na construção do bem geral. </li></ul>

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