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Catálogo de Plantas

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Catálogo de Plantas
Paisajismo
UNPHU
Rep. Dom. Sto Dgo

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  • Salvias
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  • disculpa quiero descargarla :( esta buenisima
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  • Solo Abran las imagenes en grande, dan clic derecho y guardan la imagen, una por una, y listo ya tienen todas las diapositivas..
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  • Podrias ponerlo para descargar o pasarmelo a mi correo! palomeque.cristian@outlook com
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Catálogo de Plantas

  1. 1. CATÁLOGO DE PLANTAS
  2. 2. Universidad Nacional Pedro Henríquez Ureña UNPHU Facultad de Arquitectura y Artes Escuela de Arquitectura y Urbanismo Paisajismo Código: ARQ-432 Sección 02 Facilitador: Arqto. Constantinos Saliaris Catálogo de plantas de aprovechamiento urbano Greysi Zapata Zorrilla 101016 República Dominicana, Sto Dgo 16 de abril de 2013
  3. 3. CONTENIDO ÁRBOLES DE PORTE ALTO Y MEDIO Fichas de 01-30 Gri gri  6 Caoba  7 Mara  8 Árbol salchicha  9 Roble criollo  10 Almendro  11 Samán  13 Juan primero  14 Caucho de jardín  15 Oreja  16 Caya amarilla  17 Higüero  18 Penda o café cimarrón  19 Roblillo  20 Reina de jardín  21 Roble amarillo  22 Yagrumo  23 Uva de playa  24 Uva de sierra  25 Mangle botón  26 Frijolito  27 Avellano criollo  28 Almácigo  29 Laurel  Caña fístula  31 Flamboyán  32 Ilang ilang  33 Jacaranda  34 Caimito cimarrón  35 ÁRBOLES DE PORTE ALTO Y MEDIO Fichas de 31-35 Pata de vaca u orquidea de pobre  37 Arrayán o escobón  38 Caymoni  39 Guayacán  40 Cabrita  41 ARBUSTOS Fichas de 36-40 Casia  44 Boj común  45 Hortensia  46 Coralillo  47 Duranta o Arbolito chino 48 TREPADORAS Fichas de 41-45 Trinitarias o Buganvilla  51 Estefanota o Jazmín de mada- gascar  52 Flor de mantequilla  53 Costilla  54 Esparraguera 55 CUBRE SUELOS Fichas de 46-50 Andropogón  58 Convalaria  59 Orejita de ratón  60 Grama de agua  61 Grama china  62 4 41 50 56 36
  4. 4. NECESIDAD DE LUZ •Soleado •Semisombra •Sombra CONDICIONES URBANAS DIMENSIONES ALTO/ANCHO •Arboles de Porte Alto y medio •Arboles de Porte Bajo •Arbustos •Cubre suelos Breve descripción, que permite la identificación de la planta, característica, necesidades básicas para su mantenimiento, y utili- zación en espacios urbanos Número de Ficha ¿Cómo funciona?
  5. 5. ÁRBOLES DE PORTE ALTO Y MEDIO
  6. 6. S o n p l a n t a s d e t r o n c o l e ñ o s o q u e r a m i f i c a n a c i e r t a a l t u r a d e l s u e l o . G e n e r a l m e n t e , p o r á r b o l e s n o s r e f e r i m o s a p l a n t a s d e m á s d e 5 m e t r o s d e a l t u r a . L o s á r b o l e s t i e n e n d o s t i p o s d e c r e c i m i e n t o : m o n o p ó d i c o ( s u c r e - c i m i e n t o p a r t e d e u n t a l l o p r i n c i p a l v e r t i c a l d e l q u e s a l e n r a m a s l a t e r a l e s s u b o r d i n a d a s , d e u n g r o s o r m e n o r ) y s i m p ó d i c o ( l a s r a - m a s d e r i v a d a s s e d e s a r r o l l a n c e r c a d e l e x t r e m o d e a q u e l l a s e n l a s q u e s e a s i e n t a n , s u s t i t u y é n d o l a s e n e l c r e c i m i e n t o ) . S o n p l a n t a s l o n g e v a s . H a y e s p e c i e s c a p a c e s d e v i v i r v a r i o s s i g l o s F u e n t e : p l a n t a s . f l o r p e d i a . c o m
  7. 7. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M 6 FICHA1 15m Resiste a: Sequía Altos Vientos Marco de siembra aconsejado: De 8-10 mt de distancia. 25m 10m Imagenes tomadas de: Estado Actural del Arbolado de Santo Domingo.pdf http://toptropicals.com/pics/garden/09/olymp/3/P6193249.jpg http://www.southernbotanical.com/images/gallery/gallery_plant_guide/large_photos/BlackOlive.jpg http://www.flickr.com/photos/karenblixen/5019120397/sizes/z/in/photostream/ Nativa •Ornamental y de sombra, para parques, plazas, avenidas. •Utilizado también en forma manejada. •Sus raíces muy desarrolladas pueden romper la pavimentación •Atrae aves •Forma de su copa agradable. •Muy resistente a plagas y enfermedades. •Frutas contienen un ácido que mancha los carros. Suelos con buen drenaje Árbol de los bosques semi-húmedos y húmedos, crece sobre todo en áreas costeras. Bucida Buceras GRI GRI
  8. 8. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Endémica Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos Marco de siembra aconsejado: De 8-10 mt de distancia. 12-18m 7 Matenimiento Imagenes tomadas de: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tree_in_new_leaves_I_IMG_6222.jpg Especies_aconsejadas.pdf http://vimeo.com/user3371606 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bark_I_IMG_6223.jpgxv Resistente los huracanes, pero puede ser derrumbado cuando plantado en suelos poco profundos. •No requiere de mucho mantenimiento. Resiste la contaminación urbana 12m 10m•Sus raíces muy desarrolladas •Necesitan un espacio amplio. Su copa alta y ancha •Sufre por la poda extrema debajo de los cables. •Su flor es la flor nacional de la Republica Dominicana. •Uso en parques, plazas, isletas de avenidas •Árbol de vida muy larga, puede vivir varios cientos de años. •Se debe podar pequeño para desarrollar un tronco dominante El hábitat natural de la caoba es el bosque tropical y subtropical de bajura, a altitudes de 50-500 msnm, pudiendo llegar hasta los 1400 msnm, con Swietenia mahagoni FICHA2 CAOBA
  9. 9. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos Marco de siembra aconsejado: De 8-10 mt de distancia. 8 10-25 10m Tolera varios suelos, prospera también en los degradados. Sus raíces son profundas con una raíz pivotante pero en roca caliza las raíces laterales son algo superficiales. Árbol de los bosques húmedos y muy húmedos, con una precipitación anual entre 1500-2000mm. Es común en las orillas de ríos y arroyos. 8-12m •Arbol de sombra y ornamental, con raíces muy desarrolladas y hojas bril- lantes y fruto alimento para murciélagos. •Uso en parques, plazas, isletas de avenidas, márgenes de arroyos, podado como seto vivo. •Es un árbol tropical siempre verde •No tolera la sombra •No requiere de mucho mantenimiento. •Podarlo desde pequeño. Nativa Calophyllum calaba MARA FICHA3
  10. 10. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M 9 No tolera las heladas. Se muere a 0 °C. Admite una exposición en sombra moderada y es sumamente tol- erante con la sal, por lo que se la utiliza a menudo para estabilizar setos de playa y evitar la erosión. 12m Imagenes tomadas de: http://www.exotic-plants.de/auktionsbilder/Kigelia_africana3_large.jpgv http://www.ecoaldea.com/plantas/arbol_salchichas Marco de siembra aconsejado: De 8 mt de distancia. •Ornamental y de sombra, flores color vino, frutos largos de hasta 80 cm •Uso en plazas, isletas de avenidas • Flores acampanadas con 5 pétalos emiten un olor nauseabundo y produce frutos secas. El olor que atrae a los murciélagos que la polinizan. • Dan lugar a grandes racimos de fruta marrones colgantes, a menudo, se considera el contenido de sus fibras no comestibles para los seres humanos, pero a nivel local de su origen se comen cocidos. Introducida proveniente de Africa FICHA4 Kigelia africana ÁRBOL SALCHICHA Resiste a: Sequía Salitre
  11. 11. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos 10 Árbol del bosque seco y húmedo, Imagenes tomadas de: http://toptropicals.com/catalog/uid/Catalpa_longissima.htm Sus raíces penetran la roca caliza. 30m 10m 7-10m Marco de siembra aconsejado: De 6-8 mt de distancia. Nativa •Arbol de de sombra, fuste alto y derecho, ramas cortas, flores blancas •Uso en parques, plazas, isletas de avenidas, margen de carreteras •Resistente a sequias. •No requiere de regado. •No destruyes las aceras. •Las vainas de las semillas largas (pueden alcanzar hasta 65 cm) y finas, muy características. •Sus flores son de color rosa pálido. Catalpa Longissima FICHA5 ROBLE CRIOLLO
  12. 12. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Resiste a: Salitre 11 Resiste la contaminación urbana. Susceptible a los ataques de insectos desfoliadores. Vientos fuertes pueden dañar las ramas Imagenes tomadas de: Estado_Actual_del_arbolado_de_SD.pdf http://www.viverosinmaculada.com/index.php?option=com_hotproperty&view=property&id=124 http://fourlangwebprogram.com/fourlang/nl/f_Terminalia_catappa.html http://reggaetoninc.files.wordpress.com/2010/12/terminaliacatappafoglieinautunno-india-wikipedia.jpg Crece mejor en un clima tropical húmedo. En la mayor parte de las áreas, la especie pierde sus hojas dos veces al año, con un despliegue foliar previo a la caída de las hojas de color rojo y amarillo. 12m 10m 18-25m Naturalizada (Indo-Malasia) Marco de siembra aconsejado: De 8-10mt de distancia. •Arbol ornamental y de sombra, caducifolio, fruto comestible •Uso en parques, plazas, isletas de avenidas, litoral. •Las grandes hojas antes de caer se tornan rojizas. •Sus frutos contienen acido tanico que puede manchar los pavimentos. • Las raíces pueden causar daños Terminalia Catappa ALMENDRO FICHA6 Suelo La mayoría de los almendros se cultivan en suelos sueltos y arenosos. Sequía
  13. 13. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Resiste a: Sequía Marco de siembra aconsejado: De 8-10 mt de distancia. 12 Imagenes tomadas de: Estado_Actual_del_arbolado_de_SD.pdf 7-10m 1m 30m Templado húmedo. Templado subhúmedo. Trópico húmedo. Trópico Introducida (América Central) •Arbol ornamental y de sombra. •Uso en parques, plazas, isletas de avenidas •Caducifolio. •Sus flores rosadas son espectaculares. •Florece en la primavera. •Su copa alta y sus raíces muy desarrolladas necesitan amplio espacio libre. •A menudo causa la ruptura de las aceras. •Crece rápidamente. Tabebuia rosea ROBLE ROSADO FICHA7
  14. 14. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M 13 10-40m 7m Marco de siembra aconsejado: De 30 mt de distancia. 50m •Este árbol es que se le puede trasplantar con facilidad por lo que se usa mucho en paisajismo y diseño de jardines. se auto protege, puede tener plagas de hormigas o comején. •Puede ser volcado por los vientos huracanados. •Es una especie de gran desarrollo que necesita de mucho espacio •Uso en parques, plazas grandes, jardines privados, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes. •Flores con estambres rosadas. • Se puede utilizar para el cultívo de plantas epifitas. ESPECIE DE MANEJO ESPECIAL Clima tropical húmedo y seco. No soporta el frío, por tal razón no se desarrolla bien por encima de los 700 m de altura sobre el nivel del mar. Naturalizada (Centroamerica y Sudáfrica) Samanea saman FICHA8 SAMÁN
  15. 15. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Imagenes tomadas de: 14 FICHA9 15-20m No tolera excesos de humedad Sus ramas son quebradizas Árbol nativo del clima húmedo a muy húmedo. Puede ser plantado en áreas que reciben poca luz solar Marco de siembra aconsejado: De 6-8 mt de distancia. Nativa Simarouba glauca •Arbol de fuste alto y derecho, raíces muy desarrolladas. •Uso en parques • Se debe plantar en pequeñas cantidades para evitar problemas de alergia • Flores melíferas, Su fruto es una drupa roja, comestible. Sirve de alimento a alimento a aves y murciélagos • Las raíces pueden causar daños •Las rutas manchan aceras y pueden causar alergia JUAN PRIMERO
  16. 16. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Altos Vientos Marco de siembra aconsejado: De 8-10 mt de distancia. 15 15.40m •Las ramas son susceptibles a daños por el viento. Tierra de bosque, o bien enriquecida con la ayuda de residuos orgánicos Sensible a las heladas, sólo aguanta las de baja intensidad. introducida (Archipielago Malayo) Ficus elastica •Arbol raíces aereas muy desarrolladas •Uso en parques, plazas grandes, jardines privados, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes •Su copa muy extendida provee buena sombra. •Sus raíces y su copa necesitan un espacio muy amplio para el crecimiento. •Las ramas son susceptibles a daños por el viento. En el pasado fue utilizado en los jardines de edificios públicos. ESPECIE DE MANEJO ESPECIAL CAUCHO DE JARDÍN FICHA10
  17. 17. Nombre Común Nombre Científico Origen Imagenes tomadas de: 16 Características 30m Naturalizada (América Central) Enterolobium cyclocarpum •Árbol con un diámetro fuste hasta 2.5 m, copa muy extendida, raíces super- ficiales muy desarrolladas •puede ser volcado por el viento •Uso en parques, plazas grandes, jardines, •plantar especímenes separados en grandes espacios verdes • La vaina del fruto tiene la forma semejante a una oreja, las semillas son comestibles. ESPECIE DE MANEJO ESPECIAL FICHA11 OREJA PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M
  18. 18. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre 17 25m 10m 25m Se desarrolla en las rocas coralinas, Árbol nativo del bosque costero, Crece de forma natural en los bosques secos y tropicales. Nativa Sideroxylon foetidissimum •Árbol con diámetro en el tronco de hasta 1,5 m, raíces muy desarrolladas, fruto alimento para murciélagos •Uso en parques, litoral •La madera de la caya es muy dura y resistente, el mismo nombre científico significa madera de hierro. • Sus raíces penetran fácilmente la roca caliza. • Las flores son melíferas, los frutos son apreciados por las aves. •Fruta pequeña, de color amarillo-naranja con pulpa gomosa. •Las flores tienen un olor similar al queso. • Este árbol de hoja perenne es un rápido productor y tiende a florecer dentro y fuera de todo el año. ESPECIE DE MANEJO ESPECIAL CAYA AMARILLA FICHA12 Marco de siembra aconsejado: De 10 mt de distancia. PORTE ALTO-ALTURA MAYOR DE 12 M
  19. 19. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Altos Vientos 18 10m 5m 10m •Prefiere el pleno sol. •Aporta bien períodos prolongados de falta de agua. Nativa Crescentia cujete •Árbol ornamental, caducifolio, frutos característicos con forma de calabaza •Uso en parques, plazas, jardines privados, especímenes separados •Desarrolla una forma particular, vistosa, con ramas largas, extendidas. •Los frutos son grandes, usados como contenedores. •El fruto seco y vacío sirve como utensilio casero y para la confección de algunas artesanías FICHA13 HIGÜERO
  20. 20. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía 19 Crece en suelos arenosos, arcillosos y en piedra caliza. Tolera la sequía y puede vivir en la sombra ligera, bajo las copas de los árboles dominantes. La Penda vive en bosques secos y húmedos, con una precipitación anual entre 1000 y 2000mm. 6m 10-15m Marco de siembra aconsejado: De 6 mt de distancia. Nativa Citharexylum fruticosum •Arbol ornamental y de sombra, hojas brillantes, flores blancas, frutas rojas, alimento para aves •Uso en parques, calles residenciales,avenidas con espacio verde estrecho y avenidas con cableado. • Su raíz es pivotante, en la edad tardía puede formar pequeños contrafuertes •Necesita poda para desarrollar una copa bonita y tronco único. •Sus raíces generalmente no causan daños en la pavimentación. •Con su madera se fabricaban violines y guitarras. FICHA14 PENDA O CAFÉ CIMARRÓN
  21. 21. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Endémica Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Altos Vientos 20 Tolera diferentes suelos. 12m 12-20m El roblillo crece en bosques húmedos, semi húmedos y secos. Marco de siembra aconsejado: De 6 mt de distancia. •Planta onamental, con fuste derecho, ramas cortas, flores blancas •Usoe en parques, plazas, avenidas, calles residenciales •Su follaje es siempre verde. •Los arbolitos de Roblillo son utilizados para producir “charamicos” en la época navideña. Tabebuia berterii FICHA15 ROBLILLO
  22. 22. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía 21 No tolera bien el salitre. Tolera la sequia, resiste bastante a los vientos fuertes y a la contaminación urbana. Altos Vientos Es un árbol de crecimiento rápido, se adapta a varios tipos de suelos. Marco de siembra aconsejado: De 6mt de distancia. introducida •Arbol ornamental, flores color lila o rosadas, raíces bien desarrolladas •Uos en plazas, calles residenciales, jardines privados, especímenes separa- dos o en grupos 6-10m 10m Lagerstremia speciosa FICHA16 REINA DE JARDÍN
  23. 23. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre 22 8m Es popular en las regiones tropicales y subtropicales con flores espectaculares que Marco de siembra aconsejado: De 6mt de distancia. Introducuda (América del Sur) •Arbol ornamental, semicaducifolio con fuste irregular, flores amarillas, muy vistosas •Uso en plazas, calles residenciales, jardines, especímenes separados o en grupos. •Caducifolio, •Florece en la primavera •Sus raíces son algo superficiales •Su fustees a menudo irregular, inclinado, así que no es indicado para plan- taciones en hilera. Tabebuia aurea FICHA17 ROBLE AMARILLO
  24. 24. Nombre Común Nombre Científico Origen PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: 23 Características clima 20m Árbol nativo de las zonas de vida húmedas. Nativa Stahlia monosperma •Arbol de sombra, árbol en peligro de extinción •Uso en parques, orilla de ríos, arroyos • Es una especie importante en el proceso de regeneración de los bosques ya que invade los claros. •Desarrolla un tronco recto, alto y pocas ramas. Es de rápido crecimiento. Las hojas son grandes, peltadas, de un diámetro de 30 a 50 cm, verdes y en el envés blancuzcas. •Los frutos son muy apreciados por las aves FICHA18 YAGRUMO
  25. 25. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos 24 10m 10m 8-12m Sumamente tolerante con la sal, por lo que se la utiliza a menudo para estabilizar setos de playa y evitar la erosión. lResiste a os vientos hura- canados. No tolera las heladas. Se muere a 0 °C. Admite una exposición en sombra moderada Árbol nativo del litoral marino, crece en rocas o en are- na. Nativa Coccoloba uvifera •Ornamental y de sombra, follaje y corteza ornamental, fruto alimento para aves, litofítico •Uso en parques, plazas, litoral, especímenes separados o en grupos, po- dada como seto vivo •Las ramas pueden romperse por el viento fuerte Las hojas pueden ser ata- cados por insectos FICHA19 UVA DE PLAYA
  26. 26. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos 25 10m 10m El árbol es incapaz de sobrevivir helada fuerte. Marco de siembra aconsejado: De 6-8 mt de distancia. Nativa Coccoloba diversifolia •Arbol ornamental y de sombra, copa compacta, corteza ornamental, litofítico •Uso en parques, plazas, avenidas, calles residenciales, litoral •Necesita la poda de las ramas bajas. •Para permitir el buen desarrollo de las raíces de los arbolitos crecidos en contenedor, es importante abrir un poco el cepellón antes de plantarlo en el suelo. •Su fruto sirve como alimento para aves Sus frutas se desprenden y producen suciedad FICHA20 UVA DE SIERRA
  27. 27. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos 26 No tolera la sombra. Tolera los espacios reducidos para sus raíces y el suelo compactado. Crece en la orilla del mar, en suelo arenoso. Tolera el drenaje insuficiente 3-7m 20m Marco de siembra aconsejado: De 3-6 mt de distancia. Nativa Conocarpus erectus •Ornamental y de sombra, necesita poda para desarrollar copa regular, ex- iste también una variedad plateada •Uso en parques, avenidas, calles residenciales, espacios reducidos, bajo cableado, orilla del mar, setos vivos •Sus raíces generalmente no causan daños en la pavimentación. •Vida mediana. •Proporciona sustentamiento y hábitat para la fauna local. •Florece y fructifica todo el año. •Una de las plantas más indicadas para el litoral FICHA21 MANGLE BOTÓN
  28. 28. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos 27 Resistente a la contaminación ur- bana 7-12m Crece en rocas calizas y en suelo aluvional. Árbol de los bosques secos. Marco de siembra aconsejado: De 6mt de distancia. Nativa Capparis cynophallophora •Arbol de de sombra, copa compacta, flores blancas, aromáticas •Uso en parques, plazas, avenidas, calles residenciales • Sus frutos sirven como alimento para las aves. •Sus flores atraen las mariposas. •Su follaje es siempre verde • FICHA22 FRIJOLITO
  29. 29. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía Salitre Altos Vientos 28 FICHA23 Resiste la contaminación urbana La composición del suelo influencia el color de sus flores. 7-8m 5-9m Árbol del bosque semi húmedo. Marco de siembra aconsejado: De 6 mt de distancia. nativa Cordia sebestena •Arbol ornamental, flores escarlatas o anaranjadas, florece todo el año, frutos comestibles, litofítico •Uso en parques, plazas, avenidas, calles residenciales, parqueos, bajo cableado •Florece todo el año, su flor atrae los zumbadores. •Sus raíces generalmente no causan problemas. •En estaciones secas prolongadas puede portarse de caducifolio AVELLANO CRIOLLO
  30. 30. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Resiste a: Salitre Altos Vientos 29 Resistente a los huracanes, puede perder sus hojas y ramitas, pero raras veces viene volcado por el viento. 6-12m 8-12m 7--12m Tolera varios suelos, suelos salinos o calcáreos, por eso es usado como árbol de calles en áreas costeras. Marco de siembra aconsejado: De 6-8 mt de distancia. Nativa Bursera simaruba •Caducifolio, corteza ornamental, fruto alimento para aves •Uso en parques, plazas, avenidas, litoral •De poco mantenimiento. •Resistente a fuego. •Las flores son melíferas, los frutos son alimento para las aves. •Árbol de vida larga. FICHA24 ALMÁCIGO
  31. 31. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Marco de siembra aconsejado: De 8-10 mt de distancia. 30 30m Puede vivir al exterior en climas donde no hay heladas (temperatura que no baje de 0º C), incluso a pleno sol. La luz debe ser brillante y directa,pero también toleran ambientes sombreados. Por su copa compacta puede ser fácilmente derribado por huracanes. Introducida (India) Ficus benjamina •Árbol de copa compacta, raíces muy desarrolladas •Uso en jardines privados •Plantar especímenes separados en grandes espacios verdes •Presente en toda la ciudad, utilizado sobretodo en forma podada en calles residenciales. •Su demanda de agua es moderada. •Se conoce por sus cualidades de limpiar el aire cuando se coloca en un interior. •Las raíces muy desarrolladas causan la ruptura de las aceras y de las tu- berías subterráneas. •Bien utilizada en interiores •Desarrolla raíces aéreas. ESPECIE DE MANEJO ESPECIAL FICHA25 LAUREL
  32. 32. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: 31 Características 6-20m Marco de siembra aconsejado: De 3-5 mt de distancia. Naturalizada (India) Cassia fistula •Ornamental, aspecto desordenado, flores amarillas, colgantes •Uso en plazas, calles residenciales, •Florece en primavera y verano. •Se planta en la ciudad sobre todo como ejemplar único en calles residenciales. •Es de crecimiento rápido,y necesita poda para desarrollar una forma regular con fuste alto. •Las semillas son tóxicas, la pulpa del fruto se usa en tisanas. •Tiene una copa rala, hojas compuestas, paripinnadas. •No da mucha sombra. FICHA26 CAÑA FÍSTULA
  33. 33. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: Sequía 32 Marco de siembra aconsejado: De 10 mt de distancia. Requiere clima tropical, aunque puede tolerar la sequia y la salini- dad. Muy sensible al frío, necesita mucho sol y temperaturas muy suaves para florecer abundantemente Susceptible a ataques de termitas, Salitre 20m 12m Naturalizada (Madagascar) •Árbol de raíces superficiales muy desarrolladas, flores rojas, ramas que- bradizas •Árbol de sistema radicular agresivo, por lo que debe tener suficiente espacio para expander sus raíces, caducifolio, crece rápido •Uso en jardines privados, parques, plazas grandes Una de las plantas ornamentales más conocidas de los trópicos. En la prima- vera se llena de flores rojas. •En los parques forma rodales densos, impide el crecimiento de las especies nativas. •A menudo mal colocado en aceras estrechas. ESPECIE DE MANEJO ESPECIAL Delonix regia FICHA27 FLAMBOYÁN
  34. 34. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: 33 12-m El suelo húmedo y acido Proteger la planta en invierno, o la separación del frío de plantas. Puede crecer bote de Ylang Ylang en regiones más frías. En la naturaleza, el árbol Crece en luz com- pleta o parcial, su hábitat es de la selva húmeda. Marco de siembra aconsejado: De 6 mt de distancia. Introducida (sur de Ásia) Cananga odorata •Planta aromática con flores amarillas, copa rala, ofrece hábitat para los aves •Uso en plazas, jardines privados. •especímenes separados o en grupos. Sus fres producen un aceite volátil aromático que es la base de muchos perfumes famosos FICHA28 ILANG ILANG
  35. 35. Nombre Común Nombre Científico Origen Clima y Asoleamiento Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: Resiste a: 34 Salitre La jacaranda vive mejor en la cercanía de la costa, aunque a resguardo de vientos marinos fuertes; en todo caso, es nec- esario que su ubicación no supere unos pocos centenares de metros sobre el nivel del mar. Requiere un clima suave en los que no se produzcan heladas y en los que el descenso de temperatura sea esporádico, con heladas débiles. 6-10m 4-6m Marco de siembra aconsejado: De 6 mt de distancia. Introducida (Sudamérica) •Árbol ornamental, con flores azules, copa irregular, raíces bien desarrolladas •Uso en parques, plazas, •Especímenes separados o en grupos. •Árbol no demasiado exigente y de crecimiento relativamente rápido Jacaranda mimosifolia FICHA29 JACARANDA
  36. 36. Nombre Común Nombre Científico Origen ¿Dónde la encontramos? Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características PORTE MEDIO-ALTURA DE 8 A 12 M Imagenes tomadas de: 15m Resiste a: Sequía 35 10-25m 10-50m Resistente a la sequía. Tolera la sombra ligera. Planta de Clima húmedos o muy húmedos. Tolera varios tipos de suelos. Marco de siembra aconsejado: De 6mt de distancia. Nativa Chrysophyllum oliviforme •Arbol de sombra, follaje y corteza ornamental •Uso en parques, plazas, avenidas,calles residenciales •Crece a grandes y a medianas elevaciones. •Florece y fructifica de junio a marzo. •La pulpa de los frutos maduros es comestible y muy dulce. •Hojas simples y su Follaje es brillante. FICHA30 CAIMITO CIMARRÓN
  37. 37. ÁRBOLES DE PORTE BAJO
  38. 38. ¿Dónde la encontramos? PORTE BAJO-ALTURA MENOR DE 8 M Imagenes tomadas de: 37 Nombre Común Nombre Científico Origen Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características FICHA2 Resiste a: PALMA DE VIAJERO Sequía Salitre 0.8m 4-7m 6-8m Marco de siembra aconsejado: De 6 mt de distancia. Para que crezcan saludables lo ideal es proveerles un terreno fértil y con buen drenaje. Aparte de esto el terreno debe ser levemente ácido o al menos neutral. El árbol de orquídeas se da de forma natural en zonas tropicales y de subtrópico. Sin embargo es un árbol que puede resistir al- gunas épocas de frío. Cultivado en una zona tropical este árbol crecerá como todo un señor árbol. •Árbol ornamental, aspecto desordenado, necesita poda, flores rosadas o blancas, ramas quebradizas •Uso en parqueos, calles residenciales •Es de crecimiento rápido, de vida corta y susceptible a daños por el viento. •De él se aprovechan su madera, conocida como falsa caoba, aunque su uso más difundido es como planta medicinal. introducida (Asia oriental) Bauhinia ssp. FICHA31 PATA DE VACA U ORQUIDEA DE POBRE
  39. 39. ¿Dónde la encontramos? PORTE BAJO-ALTURA MENOR DE 8 M Imagenes tomadas de: 38 Nombre Común Nombre Científico Origen Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características Resiste a: Sequía Arbolito de los bosques secos y semisecos, litofítico Crece bien en la roca caliza. ARRAYÁN O ESCOBÓN 0.5m 2-10m 3-4m Marco de siembra aconsejado: De 3-5 m mt de distancia. Nativa Eugenia monticula •Árbol Ornamental, hojas menudas, fruto alimento para aves, litofítico, necesi- ta poda para desarrollar fuste alto •Uso en parques, plazas, calles residenciales, bajo cableado, áreas restringi- das, también en forma podada •Se puede cultivar en macetas. •Copa irregular. •Flores melíferas. •Brinda poca sombra. •Sus raíces no causan daños en la pavimentación. •Hojas pequeñas de color verde claro. •Tronco bajo. •Su fruto es alimento para las aves. FICHA32
  40. 40. ¿Dónde la encontramos? PORTE BAJO-ALTURA MENOR DE 8 M Imagenes tomadas de: 39 Marco de siembra aconsejado: De 3-5 m mt de distancia. Nombre Común Nombre Científico Origen Clima y Asoleamiento Características 4-6m 2-4m Nativa Wallenia laurifolia •Árbol ornamental, follaje color verde oscuro, fruto rojo alimento para aves, necesita poda para desarrollar fuste alto •Uso para parques, plazas, avenidas bajo cableado, calles residenciales, áreas restringidas, también en forma podada • Sus raíces no causan daños en la pavimentación. • Su forma manejada es un excelente sustituto del laurel podado. FICHA33 CAYMONI
  41. 41. ¿Dónde la encontramos? PORTE BAJO-ALTURA MENOR DE 8 M Imagenes tomadas de: 40 Nombre Común Nombre Científico Origen Clima y Asoleamiento Suelo Condiciones Características Resiste a: Sequía 10m Vientos fuertes 5m Nativa Tolera el suelo rocoso Crece en los bosques secos. Marco de siembra aconsejado: De 5 m mt de distancia. •;Arbol ornamental protegido, copa muy extendida, flores rosadas para parques, plazas, jardines •Las flores son azules, melíferas. •Florece entre primavera y otoño. •Su tronco es bajo. •Su fruto amarillo es alimento para aves. •Es un árbol de vida muy larga. Guaiacum sanctum FICHA34 GUAYACÁN
  42. 42. ¿Dónde la encontramos? PORTE BAJO-ALTURA MENOR DE 8 M Imagenes tomadas de: 41 Marco de siembra aconsejado: De 3-5 m mt de distancia. Nombre Común Nombre Científico Origen Características 0.8m 3-4m 8m Nativa Bunchosia glandulosa •Árbol ornamental, fruto alimento para aves •Uso en parques, plazas, avenidas bajo cableado, calles residenciales, áreas restringidas •Sus ramas colgantes son muy características. •Las flores amarillas crecen en panículas, el fruto, una drupa color anaran- jada, •Sus raíces son profundas, no causan daños en la pavimentación. FICHA35 CABRITA
  43. 43. ARBUSTOS
  44. 44. U n a r b u s t o e s u n a p l a n t a l e ñ o s a p e r e n n e q u e s e d i f e r e n c i a d e l á r b o l p o r s u s r a í c e s m ú l t i p l e s y a l t u r a m á s b a j a , g e n e r a l m e n t e m e n o s d e 3 m e t r o s d e a l t o . L o s a r b u s t o s n o r a m i f i c a n d e s d e e l m i s m o t r o n c o , s i n o q u e l o h a c e n d e s d e l a m i s m a b a s e F u e n t e : p l a n t a s . f l o r p e d i a . c o m
  45. 45. ¿Dónde la encontramos? ARBUSTOS 44 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características PALMA DE VIAJERO FICHA1 Cassia didymobotrya Requiere suelos fértiles y bien drenados. En climas templados brotarán a lo largo de todo el año, ex- posición a pleno sol, en sombra florece muy poco. 3m•Arbusto perennifolio, de porte redondeado o extendido, •Especie interesante, muy utilizada en jardinería por su valor decorativo. •Las flores son en color amarillo dorado, dispuestas en espigas. •Se multiplica por semillas. CASIA FICHA36
  46. 46. ¿Dónde la encontramos? ARBUSTOS 45 15m Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA37 Buxus sempervirens Introducida (europa) Prefiere suelos bien drenados, ricos, nunca encharcados, ligeramente cal- izos si no son neutros. Requiere de un invierno fresco, resiste bien las heladas, el viento y la sequía. •Arbusto de crecimiento muy lento, apenas unos centímetros al año. •Las hojas son lanceoladas a ovadas o elípticas, opuestas, coriáceas, de color verde oscuro por el haz y más claro en el envés, de hasta 30 mm, con el borde algo curvado hacia abajo. •Las flores aparecen a comienzos de primavera, miden unos 2 mm, en color amarillo y son poco vistosas. •Se utiliza como ornamental en jardinería, y su madera dura y pesada se emplea en ebanistería para tallas delicadas. BOJ COMÚN
  47. 47. ¿Dónde la encontramos? ARBUSTOS 46 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA38 3m Necesita de suelos ácidos (ph 5), porosos y húmedos aunque en los alcal- inos y neutros también vegeta con normalidad. Suelo fresco, permeable, bien abonado y de naturaleza ácida. Esto influye en la coloración que presentarán las flores Es un arbusto de hoja caduca que suele cultivarse en maceta, pero en las regiones muy húmedas crece como arbusto de jardín. Es muy exigente en lo que al riego se refiere y aun más cuando se la cultiva en maceta, por ello, sólo prosperará si se le mantiene con un alto grado de humedad. Hydrangea macrophylla HORTENSIA
  48. 48. ¿Dónde la encontramos? ARBUSTOS 47 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA39 Ixora coccinea Tropical y subtropical Origen •Es una especie de arbusto grande, perenne, de América subtropical y tropi- cal perteneciente a la familia de las rubiáceas. •Tiene flores tubulares anaranjadas rojas, agradables para colibríes y mari- posa para polinizar. •Su corola varia mucho en longitud, haciéndola atractiva a un rango grande de polinizadores. •Fruto drupa pequeño, rojo negruzco. 12m CORALILLO
  49. 49. ¿Dónde la encontramos? ARBUSTOS 48 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA40 4m Les gusta un terreno blando, con un buen drenaje Es una planta que necesita de al menos unas horas al día de sol. Introducida Duranta ssp. •Arbusto ornamental, follaje verde claro, flores moradas •Puede presentar varios troncos principales, que no suele alcanzar más de cuatro metros de altura, con flores en ramilletes •Semicaduco •Estas plantas son arbustos, que permanecen con una coloración verde, aunque durante el invierno puede tomar un color amarillento y florecen en verano. DURANTA O ARBOLITO CHINO
  50. 50. TREPADORAS
  51. 51. E n r e d a d e r a s , t a m b i é n l l a m a d a s t r e p a d o r a s , s o n p l a n t a s d e t a l l o s l a r g o s y v o l u b l e s q u e s e e n r e d a n s o b r e t u t o r e s o , s i m p l e m e n t e , t r e p a n p o r p a r e d e s y d i s t i n t a s s u p e r f i c i e s . P o r l o g e n e r a l , t i e n e n t a l l o s l i g n i f i c a d o s o l e ñ o s o s e n l a m a d u r e z y p u e d e n s e r d e h o j a c a d u c a o p e r e n n e . A l g u n a s p o s e e n f l o r e s v i s t o s a s o p e r f u m a d a s y , o t r a s , a t r a c t i v o s f o l l a j e . F u e n t e : j a r d i n e r i a p l a n t a . b l o g s p o t . c o m
  52. 52. ¿Dónde la encontramos? TREPADORAS 51 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA41 Resiste sequía y tiene crecimiento rápido, aunque es sensible al frío, al crecer se hace más resistente. Acepta mayoría de suelos Familia: Nictagináceas •Floración: Casi todo el año, variedad de colores •Altura: Al ser una planta trepadora la altura depende de la técnica de poda que se realice •Utilización en jardinería: Cubrir pérgolas, paredes, taludes etc.. odas estas plantas son procedentes de Brasil, zonas subtropicales y costas mediterráneas. •Produce una gran gama de colores en sus flores, que en realidad son hojas modificadas. La flor verdadera es blanca y diminuta, rodeada de esas hojas modificadas que se llaman brácteas. Bougainvillea sp. (origen:Brasil) TRINITARIAS O BUGANVILLA
  53. 53. TREPADORAS 52 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA42 Requiere un sustrato con un buen drenaje. Se ubica en sombra luminosa. De intenso perfume Familia: Asclepiadacea •Floración: Blanca y de larga duración. •Altura: Variable según su poda y el crecimiento •Propagación: Por esqueje de tallo. •Utilización en jardinería: Cubrir pérgolas, paredes, taludes etc.. Stephanotis Floribunda ESTEFANOTA O JAZMÍN DE MADAGAS-
  54. 54. TREPADORAS Imagenes tomadas de: 53 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA43 Trepadora Perenne Mantenimiento básico 2 veces por semana durante el verano (preferente- mente con agua no caliza). Espaciar los riegos en invierno. Es de crecimiento bastante rápido. Los frutos son cápsulas ovoidales. Cada año hay que eliminar los tallos secos y los chupones del año anterior para estimular su crecimiento. No Tolera el suelo o sucio o alcalino, Suelo con buen drenaje, sin enchar- camiento prolongado. Tropical-Caribeño , La planta no tolera la sombra, heladas. Allamanda Cathartica FLOR DE MANTEQUILLA
  55. 55. TREPADORAS Imagenes tomadas de: 54 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características FICHA44 Pco exigente pero se desarrolla mejor en suelos ricos y bien drenados Monstera deliciosa Algo resistente a las bajas temperatura, Prospera mejor a tem- peraturas de 20-30 °C, con alta humedad, y necesita sombra. •Familia: Araceae •Florece en verano. Poco vistosa de color cremoso •Su altura e determina con la poda •Utilización en jardinería: Para cubrir muros en el suelo como tapizantes y en maceta en interior COSTILLA
  56. 56. TREPADORAS Imagenes tomadas de: 55 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características Endémica FICHA45 Asparagus plumosus Clima cálidos, sin heladas. Temperatura invernal de descanso: 10-12ºC. Es una trepadora siempre verde, de tallos erguidos que puede alcanzar un buen porte a lo ancho, así como a lo alto si se le proporciona un soporte. En verano produce unas pequeñas flores blanco rosadas y a continuación unos frutos rojos. Necesita riegos muy abundantes en verano y rociar a menudo sus hojillas, en invierno regar con moderación. Muy utilizada en floristería para confección de ramos como relleno (“verde ornamental”). No confundir con un helecho. ESPARRAGUERA O HELECHO PUMOSO
  57. 57. CUBRE SUELOS
  58. 58. C u b r e s u e l o s , s o n a q u e l l a s p l a n t a s q u e p o r s u c r e c i m i e n t o r e c i b e n e s e n o m b r e . P o r l o g e n e r a l , s u c r e c i m i e n t o e s e s t o l o n í f e r o y r a s - t r e r o , c u b r e n g r a n d e s s u p e r f i c i e s r e e m p l a z a n d o m u c h a s v e c e s a l p a s t o o c é s p e d F u e n t e : j a r d i n e r i a p l a n t a . b l o g s p o t . c o m
  59. 59. CUBRE SUELOS 58 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características SALVAJE ALLANANDA Origen FICHA46 3 pies Acepta todos los terrenos pero prefiere los humedos. introducida (sudamerica y norteamerica) Cálido Resiste la sequedad riegos ocasionales. Hojas estrechas, largas y arqueadas, de color verde oscuro. El follaje de esta perenne siempre verde parece hierba. Tiempo de madurez y floración:. Sus hojas de color rojo anaranjado en el otoño. Produce plata mullidas hermosa semillas de cabezas a finales del verano. Andropogon Escoparius ANDROPOGÓN
  60. 60. CUBRE SUELOS 59 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Características SALVAJE ALLANANDA Origen FICHA47 20cm Calido sombra parcial, en lugares frescos también se adapta al sol. Introducida: Corea, China, Japón. Soporta la sequedad, pero prefiere algunos riegos regulares. •Excelente para sustituir al césped donde este no crecería. •No precisa siega. •Soporta el pisoteo a condición de ser segada. Plantar 7/m2 •Produce florecillas de color rosa claro, lila claro o blanco, seguidas de curi- osos pequeños frutos, azul porcelana, del tamaño de un guisante. Ophiopogon japonicus CONVALARIA
  61. 61. CUBRE SUELOS Imagenes tomadas de: 60 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características Endémica Origen FICHA48 5-10cm Dichondra repens Endémica Clima continental. Soporta muy bien la sombra. •No es una gramínea, como los céspedes. Es una plantita parecida al Trébol, de hojitas redondeadas y que se puede usar para cubrir grandes superficies •Aguanta algo de pisoteo, pero poco, mucho menos que un Césped. El pi- soteo en exceso la estropea. No vale para soportar el uso normal que se le da un Césped El riego excesivo favorece la aparición de hierbajos.Consume mucha menos agua que el Césped. Un riego cada 4 ó 5 días en verano, puede ser sufi- ciente. OREJITA DE RATÓN
  62. 62. SALVAJE ALLANANDA CUBRE SUELOS Imagenes tomadas de: 61 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características Origen FICHA49 6-50cm Dunas arenosas y los lugares salinos de la costa marítima. Intriducida Especie de clima cálido y templado. Muestra pérdida de color por debajo de 0ºC., se adap- ta tanto al sol como a la sombra. La grama de agua necesita de poca intervención,puesto que la medida que se aplica en fertilizante es menor a la de la bermuda. -Forma un césped muy rústico. -Tolerante al calor, sequía, compactación del terreno, a condiciones de en- charcamiento y de sombra temporal. -Tiene un crecimiento muy agresivo en forma de rizomas y esto lo es pudi- endo cerrar totalmente un césped en días. GRAMA DE AGUA Paspalum vaginatum
  63. 63. CUBRE SUELOS Imagenes tomadas de: 62 Nombre Común Nombre Científico Clima y Asoleamiento Suelo Características Origen FICHA50 Una vez establecido tolera suelos alcalinos, sequía, frío y calor Cynodon dactylon Africa Calido, Es la planta del sol, del calor y de la luz Forma un césped muy atractivo y de fácil mantenimiento. Tiene un alto ritmo de crecimiento durante el verano obliga a cortes frecuentes Se puede utilizar como especie única o en combinación con otras especies conociendo de antemano su carácter invasor y desequilibrante de la mezcla. 2-5cm GRAMA CHINA
  64. 64. P U B L I C A C I O N E S • O r t e g a C , P e r i c h e L ( 2 0 0 7 ) N o r m a t i v a p a r a e l A r b o l a d o U r b a n o d e S a n t o D o m i n g o . R e v i s t a A r q u i t e x t o , ( 2 d a E d . ) • C a t a l a g o d e P l a n t a s d e J a r d i n , j a r d i n e r i a y r e s t a u r a c i o n d e l p a i s a j e , R e c u p e r a d o d e : c a t l o g o d e p l a n t a s d e j a r d n 1 - 1 2 1 0 0 2 0 9 0 5 3 2 - p h p a p p 0 1 . p d f • I n s t i t u t o T e c n o l ó g i c o d e S a n t o D o m i n g o ( I N T E C ) ( 2 0 0 8 ) . E s t a d o a c t u a l d e l A r b o l a d o . A y u n t a m i e n t o d e l D i s t r i t o N a c i o n a l • I n s t i t u t o T e c n o l ó g i c o d e S a n t o D o m i n g o ( I N T E C ) ( 2 0 0 8 ) . E s p e c i e s A c o n s e j a d a s . A y u n t a m i e n t o d e l D i s t r i t o N a c i o n a l • S z a b ó M . G a r c í a E . L a F l o r a . R e c u p e r a d o d e : l i b r o P M S p l a n t a s . p d f C O N S U L T A D E I N T E R N E T • A r b o l 2 0 0 0 . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / w w w . a r b o l 2 0 0 0 . c o m / y a h o o _ s i t e _ a d m i n / a s s e t s / d o c s / F i c h a _ t e c n i c a - B u c i d a _ B u c e r a s . 4 1 1 2 3 1 8 . p d f • v i v e r o s i n m a c u l a d a . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / w w w . v i v e r o s i n m a c u l a d a . c o m / i n d e x . p h p ? o p t i o n = c o m _ o t p r o p e r t y & v i e w = p r o p e r t y & i d = 2 5 • e s . w i k i p e d i a . o r g . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / e s . w i k i p e d i a . o r g / w i k i / K i g e l i a _ a f r i c a n a • e c u r e d . c u . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / w w w . e c u r e d . c u / i n d e x . p h p / R o b l e _ d e _ o l o r • v i v e r o s i n m a c u l a d a . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / w w w . v i v e r o s i n m a c u l a d a . c o m / i n d e x . p h p ? o p t i o n = c o m _ h o t p r o p e r t y & v i e w = p r o p e r t y & i d = 1 2 4 • e s . w i k i p e d i a . o r g . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / e s . w i k i p e d i a . o r g / w i k i / I x o r a CONSULTA BIBLIOGRÁFICA
  65. 65. • e s . w i k i p e d i a . o r g . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / e s . w i k i p e d i a . o r g / w i k i / M o n s t e r a _ d e l i c i o s a • a r t i c u l o s . i n f o j a r d i n . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / a r t i c u l o s . i n f o j a r d i n . c o m / p l a n t a s _ d e _ i n t e r i o r / F i c h a s / a s p a r a g u s - p l u m o s u s - e s p a r r a g u e r a - f l o r i s t a s . h t m • f i c h a s . i n f o j a r d i n . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / f i c h a s . i n f o j a r d i n . c o m / t r e p a d o r a s / s t e p h a n o t i s - f l o r i b u n d a - j a z m i n - d e - m a d a g a s c a r - e s t e f a n o t i s . h t m • e s . w i k i p e d i a . o r g . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / e s . w i k i p e d i a . o r g / w i k i / A s p a r a g u s _ s e t a c e u s • e s . w i k i p e d i a . o r g . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / e s . w i k i p e d i a . o r g / w i k i / O p h i o p o g o n _ j a p o n i c u s • s e m i l l a s s a n f r a n c i s c o . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / s e m i l l a s s a n f r a n c i s c o . c o m / ? p = 3 7 1 • a r t i c u l o s . i n f o j a r d i n . c o m . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / a r t i c u l o s . i n f o j a r d i n . c o m / c e s p e d / d i c h o n d r a _ r e p e n s . h t m • e s . w i k i p e d i a . o r g . R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / e s . w i k i p e d i a . o r g / w i k i / D i c h o n d r a _ r e p e n s • j a r d i n e r i a p l a n t a . b l o g s p o t . c o m R e c u p e r a d o 0 4 , 2 0 1 3 , d e h t t p : / / j a r d i n e r i a p l a n t a . b l o g s p o t . c o m / 2 0 1 2 / 0 3 / e n r e d a d e r a - y - c u b r e s u e l o . h t m l CONSULTA BIBLIOGRÁFICA
  66. 66. ANEXOS
  67. 67. [Normativa para el arbolado urbano de Santo Domingo] 11 Guano de costa Thrinax radiata nativa altura hasta 12 m, hojas en abanico, color verde amarillento, fruto alimento para aves parques, plazas, jardines, litoral Guanillo / Palma Zombia Zombia antillarum endémica pequeño, tronco múltiple, espinoso, hojas en abanico, fruto alimento para aves parques, plazas, jardines Manacla colorao Calyptronoma plumeriana nativa altura hasta 8-10 m, hojas pinnadas, fruto alimento para aves en arroyos, parques, jardines Palma real Roystonea hispaniolana endémica altura hasta 30 m, hojas pinnadas, fruto alimento para aves parques, plazas, avenidas, jardines Porte alto Porte mediano Porte pequeño PALMAS Yarey Copernicia berteroana endémica altura hasta 15 m, con hojas en abanico, no caen, fruto alimento para aves parques, plazas, avenidas, jardines, litoral Dátil de Canaria Phoenix canariensis introducida altura hasta 20 m, hojas pinnadas plazas, avenidas, jardines Guano de Baní / Guanito Coccothrinax spissa endémica altura hasta 8 m, desarrolla una barriga, hojas en abanico, plateadas en el envés parques, plazas, isletas de avenidas, jardines Guano Coccothrinax argentea nativa altura 7-10 m, hojas en abanico de color plateado, pequeñas, rígidas, plateadas, fruto alimento para aves parques, plazas, jardines, litoral Palma cana Sabal dominguensis endémica altura hasta 20 m, hojas en abanico, no caen, diámetro del fuste de hasta 0.60 m parques, plazas, avenidas, jardines, litoral ANEXO: NORMATIVA Y PALMAS RECOMENDADAS, Obtenido de: O r t e g a C , P e r i c h e L ( 2 0 0 7 ) N o r m a t i v a p a r a e l A r b o l a d o U r b a n o d e S a n t o D o m i n g o . R e v i s t a A r q u i t e x t o , ( 2 d a E d . ) pag 11-17
  68. 68. [Suplemento 2007] [Edición 2] 12 Nombre común Nombre científico Procedencia Uso Albaradoa Alvaradoa haitiensis endémica Alelí Plumeria obtusa nativa ornamental, flores de diferentes colores Ardicia Ardisia obovata nativa fruto alimento para aves Azahar Murraya paniculata nativa ornamental, fruto rojo, alimento para aves Bauhinia Bauhinia puntata introducida ornamental, flores de diferentes colores Buzunuco Hamelia patens nativa ornamental, flores rojas, fruto alimento para aves Caimito rubio Goetza ekmanii endémica Carga agua Senna angustisiliqua endémica ornamental, flores amarillas Cayena Hibiscus rosa-sinensis introducida ornamental, flores de diferentes colores Coeloneurum (Quina) Coleoneucum ferrugrium endémica Copa de Mantequilla Allamanda catarthica introducida ornamental, flores amarillas Coralillo Ixora coccinea introducida ornamental, flores de diferentes colores Campanita criolla Cubanola domingensis endémica ornamental, flores blancas Duranta (arbolito chino) Duranta ssp. introducida ornamental, follaje verde claro, flores moradas Guayaba de indio Theophrasta amenricana endémica fruto alimento para aves Huella de chivo Bauhinia divaricata endémica ornamental, fruto alimento para aves Palo de cruz Isidorea pungens endémica ornamental, flores rojas Peralejo Curatela americana nativa Cafetán Psychotria domingensis nativa fruto alimento para aves Randia Randia aculcata nativa espinosa Rosa de Peru Nerium oleander introducida ornamental, flores de diferentes colores, tóxica Samán chiquito Samanea filipe endémica Trinitaria Bougainvillea glabra introducida ornamenal, flores (bracteas) de diferentes colores Nombre común Nombre científico Procedencia Uso Árbol del viajero Ravenala madagascariensis introducida muy ornamental, planta parecida a las palmas con follaje palmeada Bambú Bambusa vulgaris introducida Cigarrones Canna ssp. introducida ornamental, flores de diferentes colores Cucaracha Tradescanthia zebrina introducida cubre suelo Cycas Cycas revoluta introducida follaje ornamental Doña sanica Lantana camara nativa ornamental, flores de diferentes colores Espárragos Asparagus ssp. introducida follaje ornamental Grama de patio Paspalum conjugatum nativa cubre suelo Guayiga Zamia debilis nativa follaje ornamental Hierba china Zoysia tenuifolia naturalizada cubre suelo Isabel II Plumbago auriculata introducida ornamental, flores azules Jamón con pan Alternanthera bettzickiana introducida follaje ornamental Maguelles Agave ssp. follaje ornamental Maguellito Tradescanthia spathacea naturalizada follaje ornamental Narciso Hedichium coronarium naturalizada ornamental Pachulí Vetiveria zizanoides naturalizada Amor dormido Portulaca grandiflora introducida ornamental Tu y Yo Euphorbia milii introducida ornamental, flores rojas, espinosa Yerba buena cimarrona Wedelia trilobata nativa cubre suelo, flores amarillas ALGUNOS ARBUSTOS ACONSEJADOS ALGUNAS HERBÁCEAS ACONSEJADAS
  69. 69. [Normativa para el arbolado urbano de Santo Domingo] 13 Nombre común Nombre científico Procedencia Problemas Cha Cha Albizia lebbeck introducida raíces causan daños, produce gran cantidad de desechos, quebradizo, puede ser volcado por el viento Jabilla extranjera Aleurites fordii introducida todas sus partes son tóxicas, fruto muy tóxico, raíces causan daños, quebradizo Jina extranjera Pithecellobium dulce introducida quebradizo, susceptible a ataque de insectos, tiene espinas, potencialmente invasivo, raíces causan daños Nin Azadirachta indica introducida invasivo, quebradizo, raíces causan daños Seso vegetal Blighia sapida nativa muy tóxico Acacia amarilla Cassia siamea introducida de vida corta, quebradizo, tiene un aspecto desordenado, raíces causan daños Casuarina Casuarina equisetifolia introducida invasivo, raíces causan daños, quebradizo, de vida corta, causa alergia Melina Gmelina arborea introducida raíces causan daños, hojas y frutos tapan drenaje Leucaena Leucaena leucocephala introducida muy invasivo Nombre común Nombre científico Procedencia Porte Descripción Uso Anacahuita Sterculia apetala naturalizada alto altura hasta 30 m, diámetro copa más de 20 m, diámetro tronco hasta 2 m, raíces muy desarrolladas con raíces tabulares parques, orilla de ríos, jardines privados, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes Bonete de arzobispo Barringtonia asiatica introducida alto de sombra, flores rosadas, frutas tóxicas, raíces muy desarrolladas parques Caya amarilla / C. prieta Sideroxylon foetidissimum nativa alto altura hasta 25 m, diámetro tronco hasta 1,5 m, raíces muy desarrolladas, fruto alimento para murciélagos parques, litoral Caucho de jardín Ficus elastica introducida alto altura hasta 15 m, copa redonda- extendida, raíces superficiales muy desarrolladas parques, plazas grandes, jardines privados, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes Ceiba Ceiba pentandra nativa alto altura hasta 50 m, diámetro tronco hasta 2 m, copa muy extendida, raíces muy desarrolladas con raíces tabulares parques, plazas grandes, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes Flamboyán Delonix regia naturalizada mediano altura hasta 12 m, diámetro copa hasta 20 m, raíces superficiales muy desarrolladas, flores rojas, susceptible a ataques de termitas, ramas quebradizas jardines privados, parques, plazas grandes Juan colorado/ Ceibón Bombacopsis emarginata nativa mediano altura hasta 15 m, raíces muy desarrolladas parques, plantar especímenes separados en grandes áreas verdes Laurel Ficus benjamina introducida mediano Copa compacta, fácilmente volcado por vientos fuertes, raíces muy desarrolladas jardines privados, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes Oreja Enterolobium cyclocarpum naturalizada alto altura hasta 30 m, diámetro fuste hasta 2.5 m, copa muy extendida, raíces superficiales muy desarrolladas, puede ser volcado por el viento parques, plazas grandes, jardines, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes Samán Samanea saman naturalizada alto altura hasta 40 m, diámetro copa hasta 50 m, raíces superficiales muy desarrolladas, flores con estambres rosadas, puede ser volcado por el viento parques, plazas grandes, jardines privados, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes Higo cimarrón Ficus trigonata nativa alto altura hasta 15 m, caducifolio, raíces muy desarrolladas, fruto alimento para murciélagos parques, plazas grandes, litoral, plantar especímenes separados en grandes espacios verdes ESPECIES ARBÓREAS PROHIBIDAS ESPECIES ARBÓREAS MANEJO ESPECIAL
  70. 70. [Suplemento 2007] [Edición 2] 14 Lineamientos y técnicas de manejo del arbolado: siembra, transplante y prohibiciones, riego, prevenciones de daño y protecciones. Restricciones y tasas Lineamientos y requerimientos de manejo (Capítulo XII, Artículo 22) De la tala de árboles La tala de ejemplares arbóreos deberá realizarse en base a los siguientes criterios, siendo obligato- rio la autorización o permiso de la Dirección de Gestión Ambiental, así como el pago de la tasa por la expedición del mismo: 1. Cuando el ejemplar arbóreo padezca una enfermedad fatal que pueda afectar a otros ejemplares arbóreos o se trate de un ejemplar muerto. 2. Cuando su ubicación e inclinación represen- ten un peligro inminente para los ciudadanos, peatones, automovilistas, la comunidad o los vecinos del lugar. 3. Cuando sus raíces o ramas ocasionen o pue- dan ocasionar estragos en las infraestructuras y servicios públicos o privados de determina- da edificación, instalación o lugar habitado, tales como avenidas, calles, acueductos, cloa- cas o alcantarillas. 4. Cuando sean nocivo para otras especies o ejemplares alrededor de él o que se encuentre como no permitido para la siembra en lugares específicos. Para esto se deberá atender a los literales anteriores, es decir si cumpliere uno de ellos podrá solicitar la autorización de tala. 5. Cuando se trate de proyectos urbanos o via- les municipales o del Gobierno central, previo estudio y aprobación por parte del ADN. En dichos casos, deberá especificarse el trata- miento y compensación de ejemplares. 6. Cuando los ejemplares de especies a talar no se encuentren en el listado de especies amena- zadas o en peligro de extinción, de acuerdo a los instrumentos emanados por la autoridad competente. 7. Cuando se compruebe que existe riesgo de al- gún desastre causado por el desplome de uno o varios ejemplares. 8. Si un ejemplar arbóreo causa daño o perju- dica al municipio según lo dispuesto en esta normativa, el Ayuntamiento del Distrito Nacional dará un plazo de tres días para su remoción; si el propietario no la realizase el ADN podrá hacerlo remover, a expensas del propietario. (Capítulo XII, Artículo 23) Restricciones o casos de tala prohibida 1. En zonas residenciales podrá denegarse la tala de uno o varios ejemplares arbóreos si se presenta oposición al respecto y consta en una comunicaciónn la negativa de los vecinos para este efecto, que residan en el lugar o su periferia. 2. Cuando la tala pueda generar condiciones de riesgos ambientales y desastres por desliza- mientos, desprendimientos de tierra, derrum-
  71. 71. [Normativa para el arbolado urbano de Santo Domingo] 15 Procedimiento para solicitar permisos de siembra, poda y tala (Capítulo XIV, Artículos 32-36) Artículo 32 Todas las siembras, podas o talas de especies ar- bóreas en las aceras de las vías primarias y secun- darias, parques y plazas del Distrito Nacional re- querirán un permiso de la Dirección de Gestión Ambiental, a fin de garantizar que se cumpla el Plan Director de Arborización diseñado para la ciudad. Artículo 33 Aquellas empresas que presten servicios de comu- nicación, transmisión de electricidad u otro que requiera cableado aéreo o subterráneo, deberán solicitar el permiso respectivo para la poda o tala de los ejemplares arbóreos en cualquier lugar del Distrito Nacional, que estén generando conflictos con sus cableados en el espacio público. Artículo 34 Para la realización de siembras, podas y talas por personas físicas o jurídicas, se requerirá el llenado de un formulario, el pago de una tasa de inspec- ción para emisión del permiso de siembra, poda o tala, y la realización de una inspección técnica. Artículo 35 No requerirán de permiso aquellos trabajos de siembra o poda realizados por particulares con ejemplares arbóreos de zonas residenciales fuera de las áreas de manejo especial, vías primarias y secundarias, parques y plazas, siempre y cuando se acojan a lo establecido en esta normativa para esos fines y no excedan cinco ejemplares arbóreos. Artículo 36 El servicio de siembra, poda o tala en las vías pri- marias y secundarias, plazas y parques del Distri- to Nacional es responsabilidad del Ayuntamiento del Distrito Nacional y estará sujeto al Plan Di- rector de Arborización. En zonas residenciales, este servicio deberá ser realizado a costa de los interesados observando las normas técnicas que al respecto se dicten; así también podrán solicitar el servicio al Ayuntamiento del Distrito Nacional, para lo cual deberán tramitar la autorización y pa- gar la tasa correspondiente. Párrafo: Las especies prohibidas no podrán ser autorizadas para su siembra. Permisos para siembra, poda y tala de ejemplares arbóreos Procedimiento de solicitudes y tasas de inspección para la emisión de permisos bes o asentamientos diferenciales. 3. Cuando afecte negativamente de forma signi- ficativa los ecosistemas locales que funcionen como albergue de especies animales. 4. Cuando por reducción de los niveles y super- ficies de infiltración generen riesgo de inunda- ciones aguas abajo en los sistemas de drenaje natural y/o artificial según lo establezcan estudios técnicos requeridos al titular del proyecto o si así lo establece la Secretaría de Medio Ambiente y Recursos Naturales o la Dirección General de Planeamiento Urbano del Distrito Nacional. 5. Cuando un ejemplar o conjunto de ejemplares arbóreos hayan sido catalogados como signifi- cativos.
  72. 72. [Suplemento 2007] [Edición 2] 16 Áreas verdes en los espacios abiertos ACERAS Consideraciones generales El arbolado debe permitir al menos un paso libre de 1.00 m Distancia mínima entre la esquina y los árboles: 5 m Distancia mínima entre árboles y postes de tendido eléctrico: 5 m (2,50 m de cada lado). Es aconsejada la colocación pareada de los árboles en los dos lados de las calles. Es aconsejado el uso de franjas verdes continuas. En caso de no ser posible la franja continua, debe dejar espacios dobles aptos para la plantación de dos árboles, para garantizar la superviven- cia de los mismos. El hoyo individual está indicado en lu- gares muy frecuentados por el público, como las calles comerciales y en aceras estrechas donde es imposible introdu- cir franjas verdes. PARQUEOS Sin frutos pegajosos Sin frutos pesados Sin raíces superficiales muy desarrolladas Muy resistentes a la contami- nación y a la sequía Los parqueos pavimentados absorben calor durante al día y contribuyen a la formación de islas de calor en la ciudad. ESPECIES RECOMENDADAS Árboles de fuste alto y palmas, que permiten buena visibilidad. Árboles de medio-gran tamaño. Árboles con copa ancha. Plantas que ofrecen frutos y hábitat a la fauna. En áreas limitadas, tratamiento con plantas ornamentales. PARQUES ESPECIES RECOMENDADAS
  73. 73. [Normativa para el arbolado urbano de Santo Domingo] 17 ESPACIO ACONSEJADO PARA ÁRBOLES ANCHO DE ACERAS ESPECIES RECOMENDADAS menor de 1.20 m 1.30 m – 1.50 m 1.60 m – 2.00 m Trepadoras como la Chinola, Ajito, Petrea, Thunbergia, Trinitaria Arbolito chino, Arrayán, Cabrita, Caymoni, Mangle botón var. Sericea, Álamo, Coralillo blanco Avellano criollo, Caimito cimarrón, Frijolito, Caymoni, Sauco amarillo, Cabrita más de 4.00 m 2.10 m – 3.00 m 3.10 m – 4.00 m Almácigo, Caimito cimarrón, Caoba, Roblillo, Roble blanco, Grigri, Uva de sierra, Uva de playa, Reina de flores, Frijolito Mangle botón, Uva de sierra, Avellano criollo, Roble blanco, Roblillo, Caimito cimarrón, Frijolito

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